A filha antes de sair para o trabalho libera o cuzinho para o pai.
Frank viu a enorme bunda no banheiro. Não pensou duas vezes: entrou no banheiro e deu um enorme tapa.
— Aaaiiiii, pai, estou me arrumando pra trabalhar.
— Já vai se prostituir a esta hora, filha?
— Não existe hora para o trabalho. Hoje já recebi várias ligações de clientes — disse Becca, passando batom nos lábios e arrumando os cabelos.
Frank não resistiu. Aquela bunda branca, macia, com o fio dental enfiado no rabo, era um convite irresistível. Ajoelhou-se, segurou as nádegas com as duas mãos e abriu aquelas montanhas de carne. O cheiro do cu dela invadiu suas narinas: suor, perfume barato e o cheiro característico de um cu bem usado.
— Oh... paiii... tem sim, uns minutos pra você... mas seja rapidinho — Becca gemia, mas já afundava o cu no rosto do pai, sentindo a língua invadir seu ânus.
— Única coisa que eu não sou é rápido! — Frank levantou, cuspiu no cu dela e espalhou a saliva com os dedos, abrindo o orifício com a ponta do mindinho. — Vamos ver se esse cuzinho aguenta o que eu tenho pra te dar.
Ele abaixou a calça e a cueca, o pau já duro, grosso, as veias inchadas pela excitação. Segurando o quadril de Becca com a mão esquerda, os dedos afundando na carne macia, ele aproximou o pau do cuzinho dela. A ponta do caralho encostou no ânus, que já estava molhado da saliva. Ele pressionou, sentindo a resistência do músculo. O ânus se contraiu, mas cedeu aos poucos. A glande entrou primeiro, esticando a entrada. Becca gemeu, sentindo a dor da penetração forçada, a carne se ajustando ao tamanho. Ele empurrou mais, o pau afundando centímetro por centímetro, até que, com um último movimento firme, o caralho entrou todo, os testículos batendo nas nádegas dela. O som de carne molhada ecoou no banheiro, misturado com os gemidos de dor e prazer.
— Aaaaahhhh, papai! — Becca gritou, as mãos segurando na pia para não cair. O cu ardia, mas o prazer era intenso. — Hoje está com fome, hein?
— Toda vez que te vejo com essa bunda de fora, aumenta minha fome... — Frank começou a meter com violência. — Dá bem gostosa, filha, igual à sua mãe.
Ele não parava de meter naquele rabo, cada vez mais fundo, mais rápido. O cu de Becca, tão usado pelos clientes, aceitava o pau do pai com facilidade, mas a cada penetração, ela sentia o orifício se dilatar, a dor misturada com um prazer doentio.
— Aaaaahhh, pai, mais forte! — ela gemia, a maquiagem já borrada, o batom escorrendo pelo queixo.
Frank segurou os cabelos dela com uma mão, puxando sua cabeça para trás enquanto continuava a foder o cu dela. Puxando o rosto dela para si, beijando aquela boca macia, sujando os lábios com o batom. Com a outra mão, ele apalpava os seios, tirando-os para fora do sutiã. Os mamilos grandes e rosados refletiam no espelho, duros e inchados.
— Minha filha putinha, é muito gostosa... — ele grunhiu, sentindo o cu dela se contrair em volta do pau. — Você é uma cadela, igual à sua mãe. Adora levar no cu, não é?
— Sim, pai... sou sua putinha... sua cadelinha... — Becca gemia, o corpo tremendo a cada investida. — Fode meu cu, pai... enche meu cu de porra...
Frank aumentou o ritmo, o pau batendo no fundo do cu dela, os testículos pesados, prontos para explodir. Ele sentia o suor escorrendo pelas costas, o cheiro do sexo enchia o banheiro.
— Aaaahhh, filha, vou gozar... vou encher esse cuzinho de porra... — ele rosnou, os músculos tensos, o pau latejando dentro dela.
— Gozar, pai... goza no meu cuzinho... faz do meu cu seu depósito de porra... aaaaahhhhhhh — Becca gritava, o corpo se contorcendo, o cu se contraindo em volta do pau do pai.
Suas pernas tremeram, os orgasmos a dominando. Ela relaxou todo o corpo nos braços fortes do pai, sentindo o pau inchado, prestes a explodir. Com um último empurrão brutal, Frank afundou o pau até a base e gozou, jorros quentes de porra enchendo o cu dela, escorrendo pelo rabo, pingando no chão.
Depois da ejaculação, ele tirou o pau, que ainda pingava os últimos jatos de porra. Lavou a vara jogando água, vendo o esperma escorrer pelo ralo. Em seguida, levantou a calça e deu mais uma tapa naquela bunda.
— Bom trabalho, minha filha — ele disse, com um sorriso safado. — Espero que faça feliz seus clientes. Mas não esqueça: esse cu é meu. Quando você voltar, vou querê-lo de novo.
— Vou fazer sim, meu pai — Becca respondia, ainda ofegante, a maquiagem destruída, o cu latejando. — Pode deixar comigo. E quando eu voltar, meu cu vai estar pronto pra você de novo.
Ela se arrumou e saiu à noite para seu trabalho de puta.
Fim.
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Comentários (1)
Claudia: Muito gostoso de ler. Estou molhadinha
Responder↴ • uid:1ep3snn94grk