#Incesto #Teen

Família nova 2 - Minha mãe.

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Sun tzu

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O cheiro de café subia ao meu nariz enquanto acordava. Minha mãe já devia estar na cozinha. Ela era sempre a primeira a acordar.

Eram quase cinco da manhã quando levantei.

Ezequiel dormia nu em sua cama, enrolado por lençóis. Ao menos dormiu ali naquela noite, depois da diversão que tínhamos tido com Isa antes. Pensei lembrando o gosto de sua buceta e o calor de sua boca no meu pênis. Além da imagem da bunda dela subindo e descendo num cassete.

Levantei com uma ereção visível no calção de dormir, e fui para o banheiro. Bati no banho, pensando na noite anterior, me arrumei no meu quarto e depois fui para a cozinha.

Minha mãe usava uma camisola branca com flores bordadas, que ia até a metade de suas volumosas coxas. Não usava sutiã pelo que pude perceber. Ela preparava panquecas na frigideira, mesmo com um saco de pães integrais na mesa. E o fazia porque Ezequiel gostava de panquecas.

— Bom dia — cumprimentei.

— Acordou mais cedo, hoje — observou minha mãe.

Dei de ombros, sem motivos e comecei a comer.

Weverton depois de um tempo, vestido para o trabalho. Usava camisa social, calças jeans e botas de proteção. Ele era supervisor em uma fábrica, no turno da manhã, e logo teria de sair.

Assim tomou o café rapidamente, deu um beijo de bom dia em minha mãe, me cumprimentou e saiu pela porta.

Depois de eu terminar de comer, fiquei esperando dar meu horário.

Isa apareceu momentos depois, fardada para a escola. Ela estudava em um particular, paga por nosso padrasto. Como estudava em uma pública na contramão dela, pegamos ônibus diferentes. Weverton me ofereceu uma vaga também, porém eu recusei, não querendo me distanciar da minha escola, nem de Samara.

Ezequiel só tinha aula na faculdade de tarde naquele dia. O que significava que ficaria dormindo até tarde.

De qualquer modo, o dia havia começado, e logo mais eu percebi, já havia terminado. Voltava da escola, junto de Samara e um grupo de amigos nossos, discutindo a respeito do seminário que teríamos de fazer.

Nos separamos e Samara e eu ficamos sós novamente. Comentando sobre o humor dela e as suas raivinhas aleatórias, de forma bem humorada.

Embora namorássemos há mais de um ano, fora beijos e abraços, nosso contato íntimo era um tanto quanto restrito. Muito por conta da criação religiosa de Samara. O que era evidenciado pela cruz que ela sempre carregava no pescoço.

Não me deixava tocá-la com facilidade, nem permitia que fizéssemos algo mais ousado, sexualmente.

Creio que boa parte dos caras da minha idade talvez tivessem terminado por conta da frustração. Porém, por algum motivo eu gostava da ideia de ela não ser fácil. Pois quando ela finalmente se entregasse, e realmente acontecesse, seria um momento especial para nós dois.

Nos despedimos na parada, com ela entrando no ônibus primeiro, e fiquei esperando o meu. Quando então um fiat uno estaciona na minha frente, a que reconheci pela placa. Metade do vidro do carro baixou, e a parte superior do rosto do meu padrasto surgiu.

— Ei Anderson, entra aí — disse.

— Achei que o senhor já estivesse em casa.

— A Isa estava até agora num evento da escola. Uma apresentação cultural, ou coisa assim. Terminou quase agora, e resolvi passar aqui para ver se você ainda estava esperando o ônibus.

Fiz que entendi. Meu padrasto evitava ir me buscar pois sabia que eu gostava de ficar à toa por um tempo com meus amigos após a aula. Minha mãe não gostava que eu fizesse isso, mas ele insistia que esse tipo de coisa era bom para um homem.

— E cadê a Isa?

— Tô aqui — Ela ergueu de repente a cabeça, que estava abaixada no espaço do carro em que deveria ficar as pernas de Weverton. Uma meleca transparente cobria sua boca. — Entra logo, que aqui é parada de ônibus.

— Ah, então valeu, vou entrar — respondi, já abrindo a porta.

Passei o caminho todo vendo minha irmã debruçada no banco da frente, ouvindo os sons que ela fazia, chupando meu padrasto.

— A sua namorada é muito bonita, Anderson — comentou Weverton, enquanto parávamos no semáforo.

— Ah, sim — respondi, surpreso por ele tê-la visto.

— Qualquer dia deveria trazê-la para casa, e nos apresentar — disse ele, enquanto a mão direita acariciava a cabeça de Isadora, ocupada em dar-lhe prazer com a boca.

— É, mas ela tem um horário bem rígido pra chegar em casa. Fica difícil.

— Entendo — Ele gozou um pouco antes de chegarmos em casa. E Isa pareceu engolir tudo.

Ao entrarmos em casa, fomos recebidos por minha mãe, com uma blusa simples e um short de algodão. Ela logo recebeu um beijo de língua da Isa, como um anúncio de sua chegada.

— Um pouco do gosto da porra do pai — disse e entrou.

Minha mãe deu-me um sorriso e então beijou também Weverton, quando passamos.

Entrei, tomei banho e fiquei revisando alguns conteúdos que cairiam numa prova na outra semana. Demorei uns trinta minutos nisso. Tempo suficiente para ouvir o som da moto de Ezequiel entrar na garagem.

Após mais dez minutos de estudo, senti vontade de ir ao banheiro, porém quando cheguei lá, a porta estava fechada. Ouvi o som do choveiro ligado e então um repetido som de estalos, um tanto altos.

Havia alguém trepando ali.

Bati na porta para que me deixassem entrar. O que só aconteceu depois de dez minutos que passei segurando a bexiga.

O chuveiro foi desligado e a porta se abriu. Minha mãe apareceu, ainda se cobrindo com a toalha. Pude ter uma visão de seus fartos seios, que um dia eu já havia mamado, e de sua virilha, com um pequeno triângulo de fios aparados em cima. Assim como as coxas grossas que a cercavam. Pelo menos até que ela se enrolasse com a toalha, e escondesse tudo de novo.

— Não precisa de tanto desespero, já estávamos saindo — repreendeu-me, saindo do banheiro para o corredor, em direção ao seu quarto.

Ezequiel apareceu logo atrás dela.

— Pode ir que tá liberado — comentou com um sorriso.

Entrei, mas tive imensa dificuldade para urinar por meu pênis se manter rígido por um tempo devido a cena presenciada.

Mais tarde, jantamos apenas quatro. Ezequiel disse que tinha de sair pois um amigo queria pegar uma garota e precisava que ele saísse com a amiga dela também. Saindo antes do jantar.

Quando todos já se preparavam para se recolher, resolvi estudar por mais um tempo no meu quarto. Devia ser por volta das onze horas, quando decidi descer para beber água. Passei pela porta do quarto de casal e ouvi lá os sons já característicos. O quarto de Isa estava vazio, fato verificável pela porta aberta. O que significava que ela só poderia estar lá, junto de Weverton e minha mãe. Tentei não dar importância a isso e desci, me deparando com minha mãe na cozinha, com o corpo nú revelado pela luz fria da geladeira. Os cabelos formando uma bagunça selvagem sobre os ombros e costas, e os seios oleosos pelo suor.

Ela estancou ao me ver.

— Não era para você estar dormindo? — me perguntou.

— Eu tô estudando, e nem é tão tarde — expliquei, sem tirar os olhos de seu corpo.

— Pare com isso — mandou ela de forma ríspida, se cobrindo com as mãos, passando por mim com passos apressados.

Apesar da forma como era tratado por Isa, ela ao menos era gentil o bastante comigo para me dar um pouco de carinho. Mas minha mãe não. Era sempre aquele tom distante a mim, seu próprio filho, enquanto fazia de tudo por Ezequiel.

Pisquei e engoli em seco, com um sabor amargo na boca. Um calor subiu do peito ao meu rosto e eu explodi.

— Por que me trata assim, mãe? A Isa, o Weverton, o Ezequiel. Todo mundo parece fazer parte dessa família menos eu pra senhora — perguntei, com lágrimas descendo.

Minha mãe parou e se virou de novo para me olhar.

— Todo mundo aqui me trata de um jeito diferente. Parece que a senhora ama mais o filho do Weverton do que eu.

Minha mãe correu e me abraçou, me fazendo sentir a maciez de seu corpo.

— Eu te amo, querido. É só que, não queria te tratar do jeito que trato o Ezequiel, fazer o que faço com ele. Eu não conseguia. Você se parece demais com seu pai, por isso eu não conseguia. Desculpe por te fazer pensar assim.

A menção ao meu pai me tirou o chão. Ele morreu num acidente de carro quatro anos antes. Minha mãe chorou em luto, suportando as dificuldades de nos criar sozinha, então conheceu Weverton e seu semblante simplesmente mudou.

Ela pareceu lembrar que era de novo uma mulher desejada por alguém. Talvez por isso se entregou para pai e filho, e deixou que a minha irmã fizesse o mesmo.

Fiquei lá, sentindo o calor de seu corpo nú, sem pensar em mais nada.

— Vamos subir — disse ela.

Pensei que ela ia entrar no quarto de casal, mas a vi continuar pelo corredor e ir em direção ao meu.

Entramos e ela fechou a porta, trancando-a. Ficou na minha frente e, na luz de led que iluminava o cômodo, pude ter uma visão completa de seu corpo, por um tempo bem maior do que mais cedo no banheiro.

Os seios um pouco caídos, mas ainda muito sensuais. Sua barriga, com a quantidade certa de gordura, que não a deixava nem gorda, nem muito magra, e o triângulo de pelos aparados logo acima da pélvis, onde a buceta era espremida pelas coxas volumosas.

— Você quer mesmo isso? — me perguntou. E frente aquele corpo de mulher, que me deixava sem palavras, não tive outra resposta além de confirmar, balançando a cabeça com um olhar hipnotizado.

Ela se aproximou, pegou em meus braços, e os puxou para o seu corpo.

— Pode ficar à vontade — disse.

Demorei um pouco para entender, e então me movi.

Apertei seus peitos, que mal cabiam em minhas mãos, sentindo seu peso e sua textura firme. Vi aqueles mamilos grandes e rosados, como morangos silvestres e os chupei, lambendo-os com minha língua. Minha mãe passava as mãos em volta dos meus ombros, e alisava os cabelos da minha cabeça. Ofegava um pouco, mas não gemia.

Baixei a mão até sua buceta, alisando seus lábios inchados, não os sentindo muito úmidos. Desci e fiquei de joelhos, na altura de sua cintura. Ela abriu um pouco as pernas e aceitou a minha língua. Então finalmente ouvi seus primeiros gemidos.

Já havia chupado Isa muitas vezes, mas nunca ela. Senti seu gosto, degustando sua vulva pela primeira vez, sentindo o sabor dela com outro que já conhecia, por já haver limpado Isa tantas vezes no pós sexo. Saboreei o gosto do orgasmo misturado de Weverton com ela e continuei lambendo.

Minha mãe começou a balançar a cintura contra a minha boca. E sua mão agarrou meu cabelo, apertando com força, fazendo movimentos circulares com minha cabeça.

— Ah, Anderson… que língua gostosa — dizia ela aos suspiros.

Olhei para cima e a vi apertando o seio com a mão livre.

Decidiu sentar-se na beirada da minha cama para ficar mais confortável e separou as pernas, exibindo sua buceta, cujos lábios vermelhos se abriam como uma planta carnívora, pronta para abocanhar sua presa.

Ao invés disso, eu a abocanhei, tornando a chupá-la como se lambesse o melhor sorvete do mundo. Continuei assim por alguns longos minutos, que não me preocupei em contar, até minha mandíbula começar a doer. Então as coxas de minha mãe se fecharam sobre minha cabeça e suas mãos afundaram meu rosto para dentro dela.

Olhei, como dava, e tudo o que via eram os dois picos que eram seus peitos, sendo espremidos pelos braços, enquanto ela os estendia, agarrando meus cabelos.

Gemeu e gozou, jogando a cabeça para trás e se deitando na cama.

Seu caldo escorria pela minha garganta, enquanto eu sentia o aperto de suas pernas nas minhas bochechas.

— Ah, porra. Tu chupa melhor que o Weverton… oh… uh — declarou ela, levando um dos braços à cabeça.

Minha mãe libertou-me de seu aperto e depois ficou deitada sobre a cama enquanto eu encarava seu corpo sobre a cama, orgulhoso de mim mesmo pelas palavras por ela proferidas.

Tirei o calção que usava, lhe mostrando minha ereção, e a expressão de minha mãe mudou de prazer para cautela.

— Espera, Anderson — Ela levantou-se, pondo o braço entre nós.

— Que foi, mãe? — perguntei, segurando meu pênis com uma mão, prestes a ajeitá-lo na entrada daquele portão do paraíso.

Levantando o corpo de repente, ela se sentou na beirada da cama.

— Desculpe, mas pode esperar um pouco. É que não… eu não sei se estou pronta para fazer isso com… quero dizer, você é meu filho — explicou ela, atrapalhado-se com as palavras.

— Mas e o que fizemos agora? Não é nem um pouco diferente — retruquei, abrindo os braços.

— Eu sei, eu sei… mas, na minha cabeça, você ainda é aquele menininho que eu levava nos braços. Não consigo fazer isso com ele — Ela cobriu o rosto com as mãos, exasperada.

— Mas, olha como eu tô — mostrei meu membro duro, latejando de tanta excitação. — Por favor, mãe — implorei.

— Eu — Ela fechou os olhos enquanto falava —, eu sei, desculpa. Eu vou dar o que você quer, querido. Algum dia, quando eu estiver pronta.

Fiquei desacreditado. Estava tão perto…

— Mas eu não vou te deixar assim, não se preocupe — disse ela.

Minha esperança voltou de repente, e esperei ansioso por suas próximas palavras. Porém ela não disse nada, apenas cuspiu na própria mão, agarrou meu pênis e começou a me bater uma punheta, numa velocidade constante.

— Pode me fazer um boquete? — perguntei.

Minha mãe olhou para mim, como que considerando.

— Avisa quando tiver gozando — disse, e então abaixou a cabeça até minha cintura.

Senti sua boca me sugar, com a língua contornando a glande e as suas bochechas se apertaram à volta do meu pau, com ela virando a cabeça cada vez que ia e voltava, deslizando os lábios melados de pré gozo pelo meu membro. O engolindo por inteiro de forma que Isa não fazia.

Não demorou muito e avisei que ia ejacular. Ela parou, se deitou de novo na cama, com as pernas abertas, e disse:

— Goza sobre a mamãe, querido.

Olhando para aquele corpo voluptuoso estendido ante mim, não aguentei e comecei uma punheta violenta, com meu pau poucos centímetros acima da vagina dela. E ela começou a se siriricar, apertando os mamilos com a outra mão, gemendo e dizendo, numa voz sedutora.

— Goza, vai… me cobre de porra, ah, ah…

Grunhi, esporrando em cima de sua barriga. Ela se levantou e beijou minha testa.

— Boa noite querido — disse com um sorriso e ficou em pé.

Olhei para suas costas e para o movimento que sua bunda fazia, enquanto ela destrancava a porta e saía do quarto. E então, para a minha cama. No lugar onde os amassados e manchas de suor demarcavam o formato de seu corpo.

Dormi agarrado a manta da cama, sentindo o cheiro do suor e do gozo dela. Ansiando pelo dia que ela me daria o que prometeu.

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