Onde come filho, come pai!
Meu nome é Roberto, tenho 46 anos e moro com minha mulher Clara, de 44, e nossos dois filhos — Lucas, de 20, e Sofia, de 17 — numa casa simples de madeira no interior de Mato Grosso. Os irmãos dividem o mesmo quarto desde pequenos já que só temos 2 quartos na casa .
Todo dia como é de costume Sofia leva o almoço para mim e para o irmão na mata onde cortamos lenha. Depois de comer, eu e Lucas cochilamos meia hora na sombra para recuperar as energias.
Certo dia, acordei antes do tempo. Ouvi gemidos baixos vindo de trás de umas árvores. Me aproximei devagar e quase não acreditei no que vi: Sofia estava de quatro no chão, nua da cintura pra baixo, enquanto seu irmão metia o pau grosso na buceta dela com estocadas firmes. Ela empinava a bunda e gemia baixinho:
— Lucas... Aiiii, devagar..o pai está aqui perto! Aiiii...
Fiquei escondido, assistindo tudo. Meu pau ficou duro na hora. Não disse nada. Voltei em silêncio e guardei aquele segredo. Nos dias seguintes, comecei a espionar os dois sempre que podia. Vi Lucas fodendo Sofia no quarto de madrugada, na mata fechada e até no caminho da escola de bicicleta. Ele comia a buceta e o cu da irmã com vontade, e ela chupava o pau do irmão até engolir tudo!.
Dias depois, Lucas se machucou feio e ficou em casa descansando. Fui sozinho para a mata. Sofia trouxe o almoço como sempre. Depois de comer, eu fingi que ia cochilar, mas logo a chamei para conversar embaixo da árvore:
— Sofia, vem cá. Eu vi você e seu irmão. Eu vi o Lucas metendo o pau na tua buceta outro dia. Não adianta mentir. Há quanto tempo isso está acontecendo?
Sofia ficou branca, começou a tremer e desatou a chorar desesperada.
— Pai... por favor... não conta pra mamãe... eu imploro...
Insisti com firmeza. Sem saída, ela confessou tudo entre lágrimas:
— Faz muito tempo, pai... Começou com brincadeiras no quarto, depois beijos, e um dia ele enfiou o pau na minha buceta. Agora ele me come quase todo dia... mete na minha buceta, no meu cu... eu chupo ele e engulo a porra dele...
Eu ouvia com o pau latejando de tesão. Puxei ela para baixo fiz ela se ajoelhar e segurei a cabeça dela.Tirei meu pau para fora
— Chupa, Sofia.
Ainda chorando, ela abriu a boca. Enfiei o pau até o fundo da garganta. Sofia engasgou forte, babando e tossindo, os olhos cheios de lágrimas.
— Isso, engole o pau do pai, putinha do irmão! — rosnei, socando na boca dela com força. — Confessa direito: há quanto tempo o Lucas vem comendo você?
Entre engasgos, ela gemia:
— Faz... tempo, pai... quase todo dia... ai, é pecado... é muito errado... a mamãe não pode descobrir nunca... nós vamos pro inferno...
Quero saber que idade tu tinha quando começou a sentar para teu irmão?
Não lembro pai ...Grok Grok ela falava entre um engasgo e outro..Fala logo quero saber que idade..?
14 pai acho que foi 14 logo após meu aniversário...Grok pai!
Aquilo me deixou ainda mais louco de tesão. Virei Sofia de quatro no chão da mata, levantei a saia dela e pincelei o pau e fui metendo inteiro na buceta molhada com uma estocada só até às bolas encostar na bunda carnuda e grande da minha filha!
— Ai, pai... não... e se alguém aparecer? — choramingou ela, assustada.
Meti com força, segurando os quadris dela:
— Cala a boca e toma o pau do pai. Essa buceta que seu irmão come todo dia agora também é minha.
Depois de foder a buceta dela com vontade, cuspi no cuzinho apertado e forcei a entrada. Sofia gemeu de dor e prazer, ainda chorando:
— Pai...atrás não por favor isso é tão errado... por favor..
__ Se aguentou teu irmão vai aguentar teu pai também safada..
Soquei fundo no cu dela até gozar, enchendo o cu da minha filha de porra quente.
Nas semanas seguintes, só fodi Sofia na mata , longe de todos. Ela vivia apavorada, chorava antes e depois de cada encontro, repetindo que era pecado e que a mãe não podia descobrir de jeito nenhum. Mas gozava igual puta no cacete do próprio pai . Eu não parava. Fodia a buceta e o cu dela com força, chamando-a de puta do pai e do irmão enquanto metia.
Depois de um tempo, Sofia criou coragem e contou tudo pro Lucas. Ele ficou surpreso, mas excitado. A partir daí, ela virou amante dos dois.
Lucas e Sofia continuam fodendo escondido em qualquer lugar seguro: no quarto à noite, na mata fechada, no caminho da escola. O irmão mete na buceta e no cu dela sempre que dá.
As orgias entre nós três só acontecem na mata mais distante. Sofia fica no meio, sendo comida pelo pai e pelo irmão ao mesmo tempo — um metendo no cu, o outro na buceta, ou chupando um enquanto o outro a fode. Ela geme alto, misturando prazer com o medo constante de sermos descobertos.
Por fora, a vida na casa de madeira segue normal. Por dentro, o incesto arde forte nas sombras da mata. E eu, Roberto, não consigo mais parar.
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