Só o filho pode realizar os fetiches do pai
Era uma sexta-feira morna. Dava pra notar que não era o final de expediente só dele porque a estação estava lotada, parecia difícil fazer aquele tanto de gente caber dentro dos vagões.
Eu seguia o cara porque foi ele quem me incitou primeiro. Estava sentado no banco quando passou e esboçou um sorrisinho de canto de lábios pra mim. Primeiro me fiz de educado e retribuí o sorriso, mas foi depois de vasculhar o corpo do homem da cabeça aos pés que percebi preencher todos os quesitos que um homem precisa ter pra ganhar minha atenção: barba cerrada e um bigode grossinho, lábios bonitos e sorriso charmoso, rosto meio arredondado e maduro, ombros bem abertos e fortes, braços grandes do tipo que me pegam e me tira fácil do chão, cintura larga de pai de família, corpo de malhado e parrudo, mas sem exageros, e até uma barriguinha natural.
Mas o homem carregava outra coisa além do olhar faminto de tarado em ação, e isso ficou muito a mostra. Na altura da virilha ele tentava em vão esconder o volume que a pica fez imediatamente ao me encarar. Ficou difícil conter a coisa querendo acordar com força, devia estar quente e babando só de olhar para a minha carinha inocente por pura provocação.
Não é todo dia que um moleque loirinho de 17 anos retribui seu sorriso safado com outro sorriso, só que inocente. Ou melhor: estrategicamente inocente.
Tudo em nós dois cheirava a perigo. O jeito dele me olhar a distância, medindo os passos, desviando suavemente os olhos, mas sempre me procurando por medo de perder de vista, o meu corpo tremendo em pensar que aquilo estava acontecendo mesmo. Eu quis correr quando finalmente desviou entre corpos no meio da estação e chegou perto, vi a rola marcando na calça social com muita curiosidade, tando que ele percebeu e deu uma leve apertada.
“Vai tomar o próximo?” A voz soava bonita e familiar. Me deu tesão na hora.
“Tomar?” Saiu quase como um suspiro da minha boca.
“Sim, tomar o próximo metrô. Era o que eu queria dizer, rapazinho.”
“Ah, tá. Me distraí. É, o próximo metrô. Sim, vou!” As palavras saíram atropeladas e ele riu de um jeito seguro e charmoso. Me deu mais tremedeira.
“Tá esperando alguém? Cuidado pra não se distrair demais e perder o foco.”
“Eu? Não, tô sozinho… É… Eu ia no shopping.”
“Parecia esperar alguém. Seu olhar curioso, enfim… Deixa pra lá.”
“O que tinha meu olhar?”
“Conheço bem esse tipo, parecia que procurava alguma coisa, ou pelo menos foi o que pensei, mas se você tá falando que não procurava nada…”
O homem em pé ao meu lado falou com a mão enorme descendo pela barriga de um jeito disfarçado, mas natural, e só parou quando estava sobre o volume da pica perfeitamente desenhado na calça. Apertou numa massagem de forma sugestiva. O olhar sobre mim era um convite. Eu estava entendendo tudo.
“Talvez eu esteja procurando agora.” Passei a língua nos lábios deixando ele entender que se tocar assim me deixava com sede. “O que você faz? É advogado?”
“Eu? Não. Jamais conseguiria mentir tão bem. Tem que ter muita lábia pra ser da área do direito. Eu sou mais prático, sou analista. Ficou curioso?”
“O jeito que tá vestido todo social. Meu pai vai pro escritório assim, calça e camisa, gravata e sapato bonito, só que ele é advogado. Mexe com contratos, empresas…”
“Então ele trabalha pra caramba, porque nessa cidade enorme o que mais fazem é contrato, não é? Nem preciso usar social, mas confesso que me visto assim porque atraio certos olhares. Sempre dá certo.”
“Eu curto” falei baixinho e ele precisou chegar mais perto.
“Quando seu pai se veste inteiro, fica marcado assim igual a minha? Porque é difícil esconder. Olha só!”
Virou pro meu lado e deu uma afastada de lado na gravata. A peça não escondia o volume, até porque terminava na altura do cinto, mas fazer isso tornava a situação mais excitante, é como se estivesse me dando permissão para olhar mais atento e mais safado. A rola do homem parecia mais marcada que antes, mais pontuda desenhada no tecido acinzentado. Tive a impressão de avistar uma pulsada enquanto encarava e ele sorriu tocando meu ombro avisando que o metrô chegava.
Saltou para dentro primeiro quando a porta se abriu bem na sua frente e assim abriu caminho mais fácil. Eu fui todo atrapalhado logo atrás e em segundos o vagão ficou completamente lotado. O homem encostou nos fundos e sem escolhas fui sendo empurrado na direção do seu corpo a medida que as pessoas iam se encaixando. Quando me dei conta encostava totalmente meu rosto na altura do seu peito e meus braços roçavam o volume da calça, não tinha o que pudesse ser feito para me afastar. Ele olhou para baixo, mirando nos meus olhos, e sorriu ainda mais safado.
“Relaxa, acontece sempre.” Falou grosso, meio safado.
Não consegui falar muito, só suspirei pesado. Senti a mão tocando meu braço com certa destreza, estava começando a me conduzir, e sem falar uma palavra levantou minha mão até deixar sobre o volume. Não tirou a sua, pelo contrário, usou os dedos para apertar os meus sobre a sua rola marcada no tecido. Engoli seco, era perigoso fazer aquilo, a qualquer momento alguém notaria meu movimento estranho, mas o homem não se incomodaria com tanta gente, parecia que isso servia de estímulo.
Seu sorriso devagarinho foi dando lugar a uma expressão devassa e quase animalesca. Lá embaixo meus dedos foram vasculhando todo o volume exagerado. A mão dele sobre a minha, os dedos enormes sobre os meus delicados, a pele grossa e quente roçando a minha macia e morna.
“Tem certeza que não tava procurando isso?” Ele sussurrou só pra mim. “Você tá me alisando com muito gosto, acho que tava querendo uma brincadeira.”
“Você tinha razão…”
Foi difícil confessar sem soltar um gemido só de estar sentindo as pulsadas que ele dava com a rola. Para o meu desespero, o homem enfiou a mão na calça e saiu dela com a cabeça da pica entre os dedos. Suei frio quando assisti fazer isso, já o tarado não demostrou nenhum receio, só esboçou outro sorriso convidativo e colocou minha mão em cima da pica molhada pra fora da calça social. Alisei a cabeça grandona e ele mordeu os lábios, puxei mais um pouco pra fora só o suficiente pra sentir mais da veia que meus dedos tocaram. Imediatamente um cheiro quente de pele subiu em meu nariz, tenho certeza de que não fui o início a experimentar isso. Era o perfume da pirocona dele me deixando apaixonado.
“Se alisar mais eu gozo pra você aqui mesmo.” Falou no meu ouvido depois de curvar o tronco.
“E se melar tudo?”
“Acha que me importo?”
Foi o melhor jeito de me incentivar. Se melasse, não seria minha roupa mesmo… Puxei mais da piroca pra fora da calça sempre deixando a tora coberta por meus dedos e fui massageando, primeiro muito lento, só arrastando os dedos molhados na própria baba, depois usando mais força, apertando de verdade fazendo o cara quase se contorcer encostado em mim. Quando o vagão escureceu enquanto atravessávamos um túnel, levei minha mão ao meu rosto, cheirei o resquício do perfume da pica do homem e cuspi. Queria sentir minha saliva molhando aquele couro quente. Bati cada vez mais forte oferecendo o melhor do meu toque. Ele soltou um suspiro pesado, quase um gemido, mas apertou os lábios. Tinha um pouquinho de sanidade, é claro.
Senti que estava prestes a gozar quando a barriga começou a inflar e o rosto dele suava, entregando a luta que travava pra não gemer alto como eu bem sabia que faria em outra situação. Fui ousado, usei as duas mãos: uma consegui enfiar na calça pelo botão aberto e toquei as bolas, a outra deixei ao redor da cabeça na intenção de aparar a porra e minimizar o problema que seria deixar o vagão todo melado.
Ele gozou em mim, encostado na parede, tremendo e suando, tentando disfarçar o tesão. Foi inevitável, a porra escapou dos meus dedos e melou a calça, deixou uma parte enorme da virilha úmida. Também escorria porra dos meus dedos. Guardei a pica ainda dura na calça me divertindo com o olhar apreensivo e exausto dele e por sorte veio outro túnel. Primeiro lambi meus dedos apressado, queria sentir o amargor daquele leite de macho de verdade, depois ele me puxou e provou a própria porra na minha pele misturado ao resto da minha saliva.
Se ajeitou, queria saltar na próxima parada.
“Você tem uma mãozinha macia perfeita pra isso.”
“Tenho?”
“Nossa, rendeu a punheta perfeita. Meu pau tava coçando pra soltar uma gozada dessas depois do trabalho, que sorte a minha te encontrar dando sopa aqui.”
“Não consegui aparar a porra direito. Te sujei, pai.” Soltei sem querer.
Ele riu. Aprumou a calça, me fez verificar se a rola marcava demais e eu disse que não, estava até normal para alguém que tinha acabado de gozar com uma punheta arriscada. Quando a porta abriu fomos os primeiros a sair sem olhar pra trás.
“Me segue. Não me olha muito, vai dar muito na cara que a gente vai aprontar.”
“Pra onde você vai me levar, pai?”
“Pro banheiro. Ainda tenho porra pra te dar, mas agora você vai me chupar daquele jeitinho que só meu filho sabe.”
Ganhar uma punheta dentro do metrô sempre foi um fetiche que meu pai dizia que ainda realizaria. Depois que começamos a transar e nossa relação virou essa loucura, algumas vezes no meio da conversa deixava escapar que contava os minutos para o dia que teria coragem de me expor dessa forma. Por outro lado eu sempre estive disposto.
Combinamos ainda na manhã dessa sexta-feira. Eu na escola, pau duro embaixo da mesa, tesão me comendo vivo, lembrei que esse era um fetiche que ainda não tinha oferecido ao meu homem e a minha sugestão foi tão bem recebida que ele não parava de jogar instruções na conversa.
“Me olha inocente.”
“Vamos fingir que não te conheço.”
“Acho melhor ficar no último vagão.”
“Vou encostar lá no fundo, na hora você me segue.”
O desfecho perfeito foi de joelhos na cabine imunda do banheiro barulhento da estação. Meu pai me olhava do alto, seu sorriso mais encantador deixando seus lábios perfeitos, a pica totalmente exposta ainda pingando porra, meus olhos pro alto, inocentes e cheios de lágrimas por ter que aguentar aquele pedaço enorme de carne descendo minha garganta apertada, mas ainda assim sorrindo satisfeito de poder oferecer as melhores gozadas ao homem mais safado do mundo.
Não teve pena de mim e aproveitou o bater de portas do banheiro e as descargas pra segurar minha nuca com as duas mãos, dobrar os joelhos numa posição perfeita e socar com força em minha boca como se fizesse dela o meu cu.
“Enche a boca com a pica do teu pai” me diz sem pudor.
Engasguei, é claro, mas ele se divertia ao me ver chorar e tentar fugir dos seus atos violentos.
“Não vai fugir do papai. Não vai, não. Volta aqui, eu quero amaciar essa garganta, meu putinho.”
Seria impossível fugir das mãos enormes do meu pai. Me segura firme e praticamente cobre meu rosto inteiro com seus dedos largos, adora como fico suscetível às suas vontades sujas. Dá uma risada com a rola inteira socada na minha boca, bate na bochecha estufada brincando com a grossura do próprio membro. Quando dá leves tapinhas no meu queixo, lembra como é fácil me fazer de brinquedo.
Ele sabia o que estava fazendo. Uma, duas, três, várias vezes me botou com força até a garganta e não mentiu quando falou que ainda tinha porra. Gozou farto uma segunda vez. Tão farto que me encheu de leite, matou toda minha vontade. Um tanto fez descer quente e grosso pela goela, outro esguichou no meu queixo, bochecha e lábios. Gargalhou gozando, estava satisfeito em deixar minha cara toda coberta por seu líquido.
“Papai ama quando você fica assim.”
“Como eu tô?” Perguntei de joelhos respirando pesado, exausto do nosso fetiche em oferecer prazer nos lugares mais perigosos da cidade.
“Pingando porra, filho. Você fica lindo coberto pelo leite do papai.”
“E eu amo como você se orgulha disso, pai. Enche a boca pra falar que botou leite na cara do filho.”
No fim não passamos disso. Ele tem seus fetiches, eu sei como realizar. É justamente por este motivo que no final do dia ele me chama para a cama e sussurrava incontáveis vezes que não poderia criar um filho melhor.
Estou enfiado nos braços largos e dou uma cheirada profunda no peitoral do meu pai. No fundo dos pelos tem um perfume fresco de sabonete e óleo de banho. É inevitável, logo procuro o queixo e de beijinhos curtos vou traçando caminhos que me levam até a orelha, onde chupo e provoco, o pescoço que mordo e deixo leves marcas, os lábios onde despejo minha saliva enquanto busco um beijo lento, apaixonado, mas sempre muito safado. Me corresponde com a mão enfiada dentro do meu pijama, e como não uso cueca essa noite, os dedos escorregam direto para o cuzinho quente guardado entre as nádegas.
Não vai demorar até estar dentro de mim, me dando pirocada e fazendo o amor que me prometeu lá atrás. Eu não seria maluco de discordar que esse homem não poderia criar um filho melhor. Nem quando ouço o teor de seus outros fetiches. E acredite… O próximo é sempre mais pesado.
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