Liberei para o amigo e perdi a virgindade
O Sol veio forte. Levantei e tomei o café da manhã. Aquele silêncio com a família reunida era comum. Um comendo pão e outro apressando o café. Escovei os dentes após recolher a louça e logo fiz a mochila. Olhei o relógio e meu pai tirava o carro da garagem. Minha mãe abria a porteira e ele saiu. Acompanhei para ver o ônibus chegar e entrei.
- Bom dia.
- Bom dia.
Na sala de aula, o Alex falou:
- Posso ficar na tua casa hoje?
- Pode.
Alex é meu vizinho de sítio e colega de sala. Negro, magro, um pouquinho mais alto que eu, rosto redondo, dezessete anos. Ele é o meu melhor amigo e sempre estudamos juntos.
Eu, branco, magro, dezesseis anos, concentrei na aula e formamos um grupo para respondermos umas questões. Troquei um olhar com o Alex e entregamos a folha para a professora.
A manhã passou depressa e uma hora estávamos em nossos sítios. Ele almoçou e fiz o mesmo. Três da tarde, o Alex pintou com livros e entrou. Na cozinha, fechei a porta. Ele fez um sinal.
Entramos no banheiro e tranquei a porta. Alex botou o pau para fora e sem falar nada, agachei e bati uma! Sorrimos e segurei seu pau para chupar e mamar!
- Tá gostando?
- É gostoso.
Fazia uns dias que eu já pagava boquete na pica preta do Alex. Um segredo que ficava entre nós. Eu mamava forte e estava gostando de beber sua porra! Chupei depressa e ele falou:
- Libera o cu?
Fazia dias que ele estava pedindo e eu não tomava coragem. Fez a minha cabeça e neste dia, concordei.
- Não fala nada para ninguém.
- Tá doido?
Tirei a roupa e ele encostou o corpo na parede. Encostei minha bunda branca em sua pica e ele passou saliva no meu cu! Meu corpo até arrepiou com isto.
Abriu minha bunda, mirou e senti uma zonzeira forte! Caramba! Senti rasgar por dentro e dor! Nossa! Ele ficou indo e vindo para segurar minha cintura enquanto eu tentava voltar à realidade!
- Ai, tira! Ai!
- Não. Aguenta aí.
A minha curiosidade estava sendo realizada. Tomei uma enterrada e abri a boca! Ele falou:
- Cu do caralho!
Fiquei na minha. Um minuto de sexo e já senti algo diferente. Sua pica preta ia e vinha, sentia a cabeça do pau bater dentro. Deu uma enterrada e falou:
- Rebola.
Rebolei e achei gostoso! Não era tão complicado assim. Sorri e ele disse:
- Teu cu é quente.
Retomou devagar e fez mais vai e vem. Aos poucos, fui aceitando a condição. Olhos fechados, careta, boca abrindo, gemidos baixos para não chamar a atenção. Meu medo era alguém aparecer.
- Ai, ai, humm, ai caralho!
Tirou e mordi o lábio. O pau já esquentava por dentro e ele voltou a meter! Senti tesão, prazer! Ele mandou mais rápido e acabei deixando o caralho foder tudo!
- Ai!
- Vou leitar o teu cu.
Acelerou e gemi. Fiz caretas e ouvi:
- Ahhh caralho! Humm!
Gozou dentro do cu. Olhei e ele estava de olhos fechados. Tirou o pau devagar e falou:
- Delícia!
Fiquei assustado com o esperma saindo do cu. Passei a mão e aquele leite foi escorrendo: bunda, pernas, saco! Falei:
- Nossa!
- Não conta nada.
- E nem você.
O cu estava doendo e quente. Melado e grudando. Tomamos um banho e ele voltou para a cozinha enquanto eu vestia a roupa. Sorriu.
- Quando quiser…
- Vamos estudar. Amanhã tem prova.
Eu perdi a virgindade e não foi tão ruim assim. Gostei de algumas coisas e quem sabe? Eu nem conseguia ficar sentado direito.
- O quadrado da hipotenusa é igual a soma do quadrado dos cacetes.
- Para com isto. É cateto.
Rimos. Cinco horas, ele se mandou e cinco e meia, minha mãe chegou. Nada falei.
O segredo do Alex comigo estava guardado. Molecagem.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMato Grosso 7: Adorei muito bom
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y