Vi meu amigo hétero tomando banho e tive que comer ele parte 2
Depois da primeira foda, Eduardo dizia que era hétero, mas não parava de desejar minha pica. Uma noite ele cedeu e pediu pra socar fundo no cu dele.
Primeira parte: /2026/05/conto-131360
Depois daquela primeira vez no corredor e no sofá, o clima no apê virou um inferno silencioso. Eduardo praticamente sumiu. Nos primeiros dias ele saía do quarto só o necessário: pra ir à faculdade de manhã, pegar algo rápido pra comer na cozinha ou ir ao banho. Sempre que eu chegava do treino suado, ele já estava trancado. Se eu sentava na sala pra jogar ou ver filme, ele esperava eu sair pra aparecer. Era nítido que ele estava fugindo de mim e, principalmente, fugindo do que tinha sentido aquela noite.
Eu não forcei absolutamente nada. Deixei o tempo trabalhar a favor. Andava pela casa só de cueca depois do banho, deixava a porta do meu quarto aberta, fazia alongamento na sala mostrando o corpo. Queria que ele sentisse a tensão crescendo sozinho.
Segunda-feira foi complicado. Ele acordou antes de mim, tomou café em silêncio e saiu sem nem me olhar. Voltou só à noite, entrou direto no quarto e trancou a porta. Eu fiquei na sala jogando até tarde, ouvindo o barulho baixo do notebook dele do outro lado da parede. Não bateu nem uma vez na porta pra pedir água ou falar qualquer coisa.
Terça-feira cruzamos na cozinha de manhã. Eu estava suado do treino, só de short, secando o peito com a camiseta. Ele pegava café de regata e bermuda, óculos no rosto. Olhou meu corpo por meio segundo — o suficiente pra eu ver o vermelho subir pelo pescoço dele — e saiu quase correndo, derrubando a colher na pia. À noite passou pela sala duas vezes. Na primeira fingiu que ia pegar água. Na segunda parou na porta da sala por uns três segundos, como se fosse falar algo, mas baixou a cabeça e voltou pro quarto.
Quarta-feira choveu o dia inteiro. O apê ficou abafado, quente pra caralho. Eu fiquei na sala jogando no notebook, de cueca, porque o calor tava insuportável. Ele passou pela sala umas quatro vezes sem motivo aparente. Na terceira vez parou na porta, mão no batente, olhando pro chão. Eu fingi que não vi. Depois de quase um minuto ele suspirou baixo e voltou pro quarto. Eu ouvi a porta fechar devagar.
Quinta-feira foi o dia que ele mais demonstrou que tava inquieto. Passou pela sala várias vezes, olhava de canto pra mim quando achava que eu não via. Eu fazia alongamento no meio da sala de propósito, mostrando o corpo. Ele parava no corredor, fingia que ia pro banheiro, mas demorava mais que o normal. À noite eu vi ele demorando mais de quarenta minutos no banho. Fiquei imaginando o que ele tava fazendo ali dentro, se tava batendo punheta pensando no que rolou, se tava resistindo, se tava se tocando e parando no meio porque se sentia errado.
Sexta-feira à noite a tensão finalmente quebrou.
Chovia forte pra caralho lá fora, aquele temporal de São Paulo que parece não ter fim. Eu estava na sala, só de short preto, sem camisa, vendo um filme qualquer. Passava das 23h quando Eduardo saiu do quarto. Vestia regata folgada cinza e bermuda, óculos no rosto, cabelo bagunçado. Sentou na outra ponta do sofá, bem distante, cruzou os braços e ficou olhando pra TV sem realmente prestar atenção.
Ficamos quase 25 minutos em silêncio absoluto. Só o som da chuva batendo na janela e os tiros do filme. Até eu quebrar o gelo:
— Edu… você vai me evitar pra sempre? Isso tá ficando ridículo, mano.
Ele ajustou os óculos, suspirou fundo e finalmente olhou na minha direção, mas não nos olhos.
— Eu tô confuso pra caralho, Jhon. Eu fico repetindo todo dia que sou hétero, que aquilo foi um erro enorme… mas não consigo parar de pensar. Eu me sinto sujo. Ao mesmo tempo meu corpo fica lembrando da sensação. Eu não quero mais isso… a gente é amigo, brothers…
Eu me aproximei um pouco no sofá, mas ainda mantendo distância.
— Então por que você tá aqui na sala comigo em vez de trancado no quarto?
Ele não respondeu. Ficou mordendo o lábio inferior, claramente lutando com algo dentro dele. Depois de uns minutos longos, ele se mexeu devagar e chegou um pouco mais perto. Eu passei a mão na coxa dele por cima da bermuda. Eduardo tremeu forte, mas não afastou.
— Não… Jhon, para… eu não quero… — disse, voz tremendo.
Eu não parei. Subi a mão um pouco mais. Ele segurou meu pulso.
— Jhon, por favor… eu sou hétero… não faz isso de novo…
Consegui tirar a regata dele. Ele tentou segurar meus pulsos, resistindo de verdade, empurrando meu peito.
— Para… eu não quero… eu sou hétero, caralho…
Consegui tirar a regata. Ele cobriu o peito com os braços, vermelho até o pescoço. Baixei a bermuda dele. O pau estava duro, completamente melado, babando na cueca. Ele tentou cobrir com as mãos, envergonhado pra caralho.
— Para de olhar… eu não quero isso… — murmurou, voz baixa.
Afastei as mãos dele e comecei a bater punheta devagar, apertando a cabeça inchada. Eduardo gemeu baixo, quadril mexendo contra a vontade.
— Eu não quero… ahh… Jhon, para… eu sou hétero…
Continuei masturbando ele, devagar, torturando. Depois segurei a nuca dele e puxei para baixo.
— Chupa meu pau.
— Não… eu não vou chupar porra nenhuma… eu sou hétero, caralho! — disse ele, virando o rosto com força, empurrando meu quadril.
Segurei mais firme, bati meu pau pesado na cara dele várias vezes. Ele apertava os lábios com força. Apertei o nariz até ele abrir a boca pra respirar e enfiei a cabeça grossa.
Eduardo engasgou imediatamente, tentou empurrar minhas coxas com as mãos, fazendo força de verdade.
— Mmmf! Nnnn! — fazia sons abafados, lágrimas descendo pelos cantos dos olhos.
Segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a foder sua boca devagar. Ele resistia bastante, saliva escorrendo pelos cantos, engasgando toda vez que eu entrava mais fundo. Aos poucos foi chupando, relutante, a língua passando tímida pela cabeça.
— Isso… chupa direito, Edu… usa mais a língua… — mandei, voz rouca.
Ele choramingava, mas obedecia. Babava todo meu pau de 18cm, óculos embaçados, saliva pingando no sofá. Fiquei uns bons minutos fodendo a boca dele, entrando mais fundo, sentindo a garganta quente apertando. Ele gemia abafado, pau babando sem parar no sofá.
Tirei da boca dele, todo molhado de saliva. Eduardo tossiu, respirando pesado, fios de baba ligando os lábios no meu pau.
— Eu não queria… eu sou hétero… — murmurou rouco, envergonhado, limpando a boca com as costas da mão.
Virei ele de quatro no sofá. Ele tentou se levantar, empurrando meu peito.
— Não… Jhon, por favor… eu não aguento… para com isso…
Cuspi bastante na mão e enfiei dois dedos. Ele se contorceu todo, tentando fechar as pernas.
— Ai! Tira o dedo! Dói… eu não quero!
Forcei os dedos, abrindo ele enquanto ele gemia e resistia, empurrando minha mão. Quando estava mais macio, posicionei meu pau e empurrei devagar.
— Aaaahhh! Nãooo! Tá rasgando! Tira, Jhon! Por favor! — gritou, corpo tremendo inteiro, tentando se afastar.
Aumentei o ritmo aos poucos, segurando firme os quadris dele pra ele não fugir. Eduardo gemia de dor no começo, unhas cravadas na almofada do sofá, corpo inteiro tenso, tentando se afastar.
— Dói… para… eu sou hétero… ahh! Tira… por favor… tá rasgando…
Eu não tirei. Meti mais fundo, devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cuzinho dele apertar meu pau como um punho quente e apertado. Parei quando estava tudo dentro, só sentindo ele pulsar em volta de mim. Eduardo respirava rápido, gemendo baixo de dor, testa suada encostada na almofada.
Depois de uns minutos o corpo dele começou a relaxar um pouco. Os gemidos de dor foram mudando de tom. Ele começou a rebolar levemente contra mim, quase sem perceber, como se o corpo estivesse pedindo mais.
— Ahh… caralho… não… tá gostoso… soca mais fundo… — murmurou, voz falhada de vergonha, escondendo o rosto.
— Fala que você quer minha pica — mandei, metendo mais forte, batendo fundo.
— Eu não quero… ahh… soca mais… porra… me fode… — ele confessou entre gemidos, voz rouca, ainda tentando negar com a cabeça.
Virei ele de lado no sofá, levantei uma perna dele e continuei socando enquanto olhava pro rosto. Bati punheta nele no mesmo ritmo das estocadas, apertando a cabeça inchada do pau dele. Eduardo gemia alto, óculos tortos, boca aberta, olhos semicerrados de prazer misturado com vergonha.
— Eu vou gozar… ahhh! Não… eu sou hétero… ahhh!
Ele gozou forte, jorrando porra quente no próprio peito e na barriga, o cuzinho apertando meu pau com força em espasmos. Eu não parei. Continuei metendo, sentindo ele tremer inteiro, gemendo rouco.
Virei ele de quatro de novo, segurei os cabelos castanhos e socuei com mais força. Eduardo empinava a bunda pra trás, rebolando gostoso contra minha pica, gemendo sem controle.
— Isso… me fode… eu sou hétero… mas me fode gostoso… ahhh! Não para… porra…
Meti sem piedade, batendo fundo, pele contra pele molhada, o som ecoando na sala junto com a chuva lá fora. Ele gemia cada vez mais alto, quase chorando de prazer, rebolando desesperado.
— Ahh… caralho… tá batendo direito… me arromba… porra… soca mais fundo…
Segurei a cintura tatuada dele e socava mais fundo, mais rápido, sentindo o cuzinho dele pulsar. Eduardo tremia inteiro, gemendo meu nome, empinando a bunda pra trás como se não aguentasse mais parar.
— Eu vou gozar de novo… Jhon… soca mais forte… ahhh! Eu sou hétero… mas não para…
Ele gozou pela segunda vez, o cuzinho apertando meu pau com força, gemendo rouco, corpo inteiro tremendo. Porra escorrendo do pau dele no sofá. Eu continuei metendo, prolongando o prazer dele, sentindo ele mole mas ainda rebolando.
Segurei os quadris com força e meti bem fundo, rápido, sentindo a porra dele escorrendo. Eduardo gemia sem parar, empinando a bunda, voz rouca:
— Me enche… por favor… me enche de porra… me fode até o final…
Eu meti mais algumas vezes forte, bem fundo, e gozei, jorrando porra quente bem fundo no cuzinho dele, pulsando várias vezes, enchendo ele completamente. Porra escorrendo quando eu tirei devagar.
Caímos exaustos no sofá, suados, ofegantes. Eduardo deitado de lado, porra escorrendo do cu, óculos jogados no chão, peito suado e marcado. Ele respirava pesado, sem olhar pra mim.
Depois de um tempo, murmurou baixinho, voz rouca e cansada:
— Eu continuo achando que sou hétero… mas tô viciado na sua pica… isso tá me destruindo.
Eu passei a mão nas costas dele, sentindo o suor e as tatuagens.
— Então para de lutar tanto, irmão. Seu corpo já escolheu.
Ele não respondeu. Só fechou os olhos, ainda tremendo levemente, porra escorrendo devagar entre as pernas.
Continua?
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Comentários (5)
Beto: Eu sou hetero amo um cuzinho de mulher é muito gostoso mais não dispenso um pau no cu já dei tanto meu cu e continuo sendo hetero
Responder↴ • uid:g62bi2fv1José Carlos: Ele tá gostando de da cu isso é que importa eu já dei gostei e continua comendo bucetinha
Responder↴ • uid:46kphpcet0bMatheus: Sim, já dei também , continua dando mas como várias bucetas
• uid:1erd1j6wytn2Beto: José Carlos é gostoso de mais uma pica no cu isso não vai interferir em nada na nossa vida sexual né verdade
• uid:g62bi2fv1anon: Gozei legal, continue
Responder↴ • uid:3ynzdrkvk09