#Gay

O Amigo do Trabalho que Está me deixando louco

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JBL_26

Bem, é a primeira vez que escrevo aqui. Esse conto vai ser sobre uma experiência que estou tendo, que é real, e senti vontade de compartilhar com vocês. Tudo que eu contar aqui vai ser real e, se talvez tiver continuação, será tudo real também.

Vamos lá. Me chamo Marcos e tenho 20 anos. Tenho 1,80 de altura, sou magro, tenho um bigodinho, sou branco, meio pardo. Não sou o cara mais lindo do mundo, mas também não sou de se jogar fora. Moro no RJ.

Vamos lá, há alguns meses meu tio, que é dono de uma construtora, me chamou para trabalhar com ele e acabei aceitando. Basicamente, eu faço de tudo um pouco no quesito da parte de administração, né, e principalmente cuido da parte de departamento pessoal, mas acabo dando meus pulos, eu e o ChatGPT kkkkk.

Depois de uns meses trabalhando com meu tio, que até então era home office, começou uma nova obra, uma obra grande e que teria muita gente no canteiro. Então meu tio decidiu que eu ficaria indo presencialmente para essa obra e ficaria no escritório com o engenheiro (que é um outro tio meu, chamado João; já já ele entra na história).

Mas enfim, uns dias antes da obra começar, fomos contratar alguns novos funcionários e recebi a documentação de todos. Quando eu estava olhando os documentos, vi que tinha um menino que tinha a idade próxima da minha, o Luca. Tinha 21 anos. Ele me chamou a atenção e, como sou curioso, fui pesquisar no Instagram e achei o perfil. Tinha uma única foto e era até que bonitinho, mas depois de analisar melhor vi que ele não me era tão estranho assim.

Percebi que ele morava no mesmo bairro que eu e que fazia parte da igreja onde meu tio João (o engenheiro) é pastor. Então, por causa desse detalhe de ele ser da igreja, nem fiquei pensando muito nisso nem tentando me interessar, ainda mais porque meu tio era pastor dele e iríamos trabalhar todos juntos. Meus parentes não sabem da minha sexualidade.

Mas enfim, marquei o exame admissional na clínica com todos os novos colaboradores e fui levá-los. Entre eles estava o Luca. Quando vi aquele menino, vi que era tão lindinho, mas forte e musculoso também. Porém, aparentava ser muito inocente, inocente do tipo de deixar as pessoas passarem a perna nele, de falar e depois pensar.

Mas enfim, ele me chamou de senhor, e confesso que me incomodou por termos uma idade bem próxima e ele com toda aquela formalidade. Mas não falei nada.

Enfim, chegou o dia de começar a obra e fomos para o canteiro. Chegamos lá e começou toda a mobilização inicial da obra e tal. Nos primeiros dias, o escritório ainda não estava pronto, então fiquei meio que no canteiro mesmo, com meu notebook, e fiquei observando o Luca. Trabalhador até, mas sei lá... ele me encantava. Comecei a achar ele um gostoso.

Os dias foram passando e começamos a ir de carro para a obra. No carro iam eu, o Luca e mais duas pessoas. Geralmente, ele sempre ia no banco do carona e eu atrás dele. Começamos a pegar intimidade, todo mundo dentro do carro zoando e tal. Aí fui percebendo esse lado dele de primeiro falar e depois pensar, e cada dia eu o achando mais gostoso kkkkk.

Com o passar das semanas, por ele falar sempre sem pensar, soltou algo para o cara que ficava no almoxarifado, tipo: "Eu quero ver você me pegar e me quebrar no meio então". Não foi no sentido de putaria, mas o pessoal começou a encarnar nele por causa disso e geral entrou na brincadeira.

Aí começamos a zoar ele e tal, e a brincadeira só foi continuando. Começamos a falar que ele era a amante de todo mundo do carro e tal. Depois eu comecei a zoar bastante também, e ele entrando na brincadeira (dando palco para maluco kkk).

Mas enfim, dentro do carro começou a brincadeira de eu ficar mexendo na orelha dele, depois apertar o peito dele (inclusive, os peitos definidos eram uma DLC). Mas isso ainda era na frente de geral e a gente só levava na brincadeira. Já chegou a acontecer de eu dar um beijinho na bochecha dele também para brincar, e eu tirando mó casquinha. Mas, até então, era tudo brincadeira, até porque para todos ali eu era hétero.

Isso ficou por uns dois meses, até que chegamos a algumas semanas atrás, quando começaram uns assuntos mais íntimos (foi o período em que comecei a morar sozinho). Aí falei para ele, zoando, que agora seria uma mulher por noite (na realidade, acho que nem gosto de mulher, falei zoando só).

Aí ele falou que, quando não estava na igreja, era assim também. Segundo ele, "arrebentava" uma sempre. Mas, na realidade, acho que ele seja virgem ou tenha transado muito poucas vezes.

Desde então, acabamos tendo mais liberdade para falar algumas coisas. Mas mudou um pouco mesmo quando, na semana retrasada, observei que o almoxarifado da obra estava uma zona. Não tinha controle de nada e, quando eu e meu tio íamos pedir material, ficávamos perdidos.

Aí pensei no Luca, em tirar ele do canteiro e colocar no almoxarifado para arrumar tudo, ensinar a fazer inventário e botar ordem naquilo lá. Até porque ele já tinha reclamado comigo que trabalhar no canteiro era muito ruim, que estava acabando com ele e tal. E confesso que fiquei meio mal, porque eu e ele temos basicamente a mesma idade e eu tive oportunidades que ele não teve. Aí falei com meu tio e com o encarregado sobre usar ele no almoxarifado, e chamei ele. Ele topou.

Aí fui ensinar para ele. Comecei ensinando como receber os materiais quando chegassem (o pessoal vivia recebendo errado e me dando dor de cabeça). Mas lembro que, nesse dia em que eu estava ensinando ele, não sei por que, ele passou a mão no meu pescoço. E, porra, meu pescoço é muito sensível e me dá tesão. Aí eu falei para ele parar, porque eu ia ficar todo arrepiado.

Ele perguntou o porquê, e eu disse que era um ponto fraco meu. Ele foi e falou que era dele também. Falando daquele jeito, rindo e meio com vergonha, disse que uma vez uma menina passou a língua no pescoço dele e deixou ele louco.

Aí eu, querendo zoar e tirar uma casquinha, passei a mão acariciando o pescoço dele e disse algo do tipo: "Vamos ver se é sensível mesmo". Ele se contorceu todo. Desde então, fiquei fazendo isso nele para descontrair, mas aí ele começou a fazer em mim também.

No outro dia, quando eu estava ensinando ele a cadastrar os materiais na plataforma da empresa, passei a mão no pescoço dele e fui até o peito dele, por cima da blusa, dando uma estimulada. Eu senti o peito dele ficar duro na hora. Ele ficou meio vermelho e rindo todo sem graça.

Aí eu agi com naturalidade e falei que o meu também era sensível e me dava muito tesão. Disse que alguém já tinha passado a língua no meu peito e que era muito bom.

Depois que vi que o peito dele tinha ficado duro, comecei a alisar mais ele e tal. Teve uma hora que reparei no braço dele. Pqp, uma delícia, definido e grande por causa do trabalho. Fui e elogiei, me usando como comparação, falando que eu só tinha gordura e osso.

Aí ele levantou a blusa e, meu Deus, que visão dos céus. Então eu disse para ele: "Se eu fosse mulher, eu te dava, tá?". Ele ficou com vergonha e tal.

Os dias foram passando e as brincadeiras ficando cada vez mais descaralhadas. Aí eu comecei a passar a mão na bunda dele e tal, e ele na minha também. Às vezes ele falava: "Qualquer dia eu vou tacar um beijo nessa sua boca". Ele parecia estar perdendo um pouco da vergonha, ou então dava uma rebolada meio desengonçada para mim, brincando.

Nesse meio tempo, várias vezes ele se abaixava para pegar alguma coisa perto de mim e eu dizia: "Abaixou tem que mamar". Ele ia e botava a língua para fora, como se estivesse lambendo a cabeça do meu pau. Só aquilo já me deixava duro pra caramba.

Teve um dia que peguei uma régua de escola para ele usar lá e, brincando, perguntei qual era o tamanho dele. Sem mentira, ele apontou para o 19 cm. Eu fiquei rindo.

Depois disso, teve mais umas brincadeiras de eu ficar mexendo no peito dele e deixando ele duro. Do nada, ele foi e deu um tapinha no meu pau. Aí eu me senti na liberdade de fazer o mesmo.

Aí começou. Sempre que tenho a oportunidade agora, pego no pau dele por cima da calça e, às vezes, ele faz isso também comigo. Mas ele nunca sentiu o meu duro, nem eu o dele.

Mas aí vamos para hoje. Hoje eu botei a mão por dentro da blusa dele e alisei as costas dele. Ele ficou doido, falou que é muito sensível e tal. Mas senti ele já meio assim: "Acho que esse moleque é viado mesmo e não tá só brincando".

E ele até disse para mim hoje: "Eu gosto de mulher".

Fiquei meio desanimado, porque talvez ele só estivesse brincando mesmo e eu levando para outro lado. E fico com medo também de ficar brincando assim com ele e depois ele soltar isso para o pastor dele (meu tio).
E falar para vocês, a quantidade de punheta que a bati pensando nela, não esta escrit, mlk gostoso da porra

Enfim, o que vocês acham? Alguma dica? Será que ele só estava levando na brincadeira mesmo?

Pessoal, qualquer atualização, se tiver, eu conto aqui. Mas acho que não vou mais fazer essas brincadeiras com ele não, só se ele fizer mesmo.

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JBL_26 #Gay

Comentários (5)

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  • Coroa60comtesãonorabo: É como se diz no dito popular: Água mole pedra dura, tanto bate até que fura. Enfim, toda brincadeira leva a um propósito, e isto é real, com certeza ambos estão se curtindo, e com o tempo com certeza estão um interessado no outro. Ninguém faz nada obrigado, a não ser que por impulso esteja afim. Ele já deu a brecha, o melhor e cair pra cima, com certeza irá rolar sexo entre ambos, e o melhor a ser feito é aproveitar.

    Responder↴ • uid:1dngf105qyjx
  • Brtuga: Aqui eu tô exatamente igual, estou sempre brincando com um colega de serviço, sempre essas brincadeiras de ficamos pegando e tals, ele deixou eu dar uma lambidela no peito dele, mas aí teve um dia estamos perto de sair do serviço brinquei de mamar ele, fomos até um lugar mais isolado ele colocou o pau para fora, quando eu cheguei perto ele não quis e saiu rindo, pensei até que estava fudido, mas não, no outro dia continuamos com as mesmas brincadeiras

    Responder↴ • uid:e8go5soib
  • Beterraba: Eu achava que não, mas realmemte tem MUITO homem casado que n transparece em nada, mas quando ta sozinho com os parceiro é muito mais puta que muito viado. Continua nas brincadeiras que logo tem mamada no almoxarifado

    Responder↴ • uid:fuor96t0i
  • Coroa.: Show. Continua brincando de leve mas não para. Comecei brincando assim com um motorista da empresa que trabalhei. As passadas de mão foram crescendo, no pau, na bunda e nos peitinhos. Ambos casados jamais imaginavamos que chegaria onde chegou. As coisas esquentaram no dia de uma carona, quando além das mãos começamos a usar a boca numa troca de mamada tão boa que nos levou até a cama onde passamos a fuder um ao outro durante muito tempo até eu me aposentar e mudar de cidade..

    Responder↴ • uid:18ri7bt0hhhv
  • Beto: Continua cara investindo eu comecei com uma brincadeira e que brincadeira foi essa que acabei dando meu cuzinho e até hoje continuo porque gostei muito

    Responder↴ • uid:g62bi2fv1