#Incesto #Teen

A familia erótica - 1. O Rei da Casa

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darkfic69

Dionísio era o filho mais novo e também o que mandava naquela casa, por ser o único filho homem. Ele morava sozinho com suas irmãs.
— Eca, tá faltando açúcar. Volte e faça de novo o meu suco. Dessa vez, coloque mais açúcar.
— Tá bem, meu irmãozinho. Irei refazer novamente o seu suco. — disse Isadora.
Isadora era a irmã mais velha. Era como se fosse a segunda mãe daquela casa, cuidando de tudo. Morena, alta, peituda, com uma voz doce e sotaque nordestino.
— Aqui, meu irmãozinho. Dessa vez coloquei bastante açúcar, tá bem doce...
Depois de um gole, Dionísio cuspiu tudo para fora, sujando o vestido da irmã.
— Eca, tá muito doce. Tem açúcar demais. Quer que eu fique diabético? Vá fazer de novo e, dessa vez, coloque menos açúcar.
— Sim, meu irmãozinho... — disse Isadora, com o mesmo tom de voz de sempre, indo refazer o suco pela quinta vez.
A irmã mais nova se chama Isabella, tinha o desejo flor da pele. Curiosa e bastante pervertida. Nesse momento ela se encontrava em seu quarto na cama, com som alto pra pode abafar seus gemidos naquela intensa masturbação.
— Aaaaahhhh caralho... isso, me foder com força... enfiar essa sua enorme pica dentro da minha xoxotinha... aaaaaahhhhh...
Ela não parava de enfiar aquele enorme dildo grosso e preto dentro da xota. De repente, a porta bateu com tanta força que fez o dildo escapar da mão dela e cair no chão. Assustada e ofegante ao mesmo tempo, ela veste rapidamente a roupa e corre para abrir a porta.
— Ah, meu irmão... quer alguma coisa?
— Porque diabo a porta está fechada? Sabe que eu odeio portas fechadas. E diminua o som, está muito alto.
— Desculpa, meu irmão, eu achei que você tinha saído.
Desconfiado, Dionísio observou o ambiente. Algo não parecia normal. Reparou nos cabelos bagunçados da irmã, no suor pingando por sua testa oleosa, na respiração ofegante e no enorme farol marcado sob a blusa fina, que destacava seus seios medianos.
— Já desliguei o som, meu irmão... Agora vou voltar a ler meu romance, que eu estava lendo antes de você chegar...
Dionísio foi até o outro lado da cama e pegou um objeto no chão.
— O que é isso, Isabella?
— Não sei, meu irmão... — Disse ela nervosa.
— Então tu não sabe o que um dildo está fazendo ao lado da sua cama? Ainda mais estando bem úmido e com cheiro de buceta. Não vai me dizer que estava se masturbando com isso. Diz a verdade, sabe que eu odeio mentira.
— Sim, meu irmão, eu estava me masturbando.
— Sabe as regras da casa: nada de masturbação escondida. Você sabe que tem dia e hora para fazermos isso todo mundo junto. Mas você decidiu fazer isso sozinha e escondida? Ainda mais usando esse pênis de borracha gigante.
— Desculpa, irmão, eu sinto muito. Juro que foi a primeira e última vez. O pênis de borracha nem é meu, é da minha amiga, que me emprestou. Ela me convenceu a fazer isso...
— Não coloque a culpa nos outros. Você sabe o que acontece com quem desobedece às regras da casa.
— Sim, eu sei. Mereço ser punida, meu irmão.
Dionísio se aproximou da irmã. Ela virou de costas e levantou a pequena saia, mostrando sua bunda. Ele encheu a mão e deu dez tapas com força naquela nádega, deixando a marca de sua mão em sua pele. Ela abaixou a saia e se virou com expressão arrependida, mas ainda ofegante.
— Toma, devolva o dildo para sua amiga. Odeio esse tipo de coisa. O único formato de pênis que pode haver nesta casa é o meu próprio pênis.
— Sim, meu irmão, irei devolver esse brinquedo.
Dionísio saiu, deixando a porta aberta. Isabella havia aprendido a lição, ainda sentindo a bunda dolorida pelos tapas.
Isadora apareceu novamente com o suco. Dessa vez, agradou ao paladar sensível de Dionísio.
— Parabéns, agora o suco está gostoso... Não é só o suco que está uma delícia... — disse ele, olhando para aquelas enormes pernas morenas apertadas numa saia curta azul.
Dionísio a puxou, e ela caiu dentro da rede. Ele apalpou aqueles enormes seios.
— Nossa, Isadora, seus seios estão enormes de repente.
— É que segui sua dica, irmãozinho. Coloquei silicone. Gostou?
— Adorei, dá muito boa pra dar uma mamada.
Ela colocou os seios para fora, e ele abocanhou aqueles enormes mamilos duros. Era como voltar à infância e experimentar as tetas da mãe. Não existia sensação melhor do que aquela: uma boa mamada nas tetas.
Dionísio enfiou a perna entre as pernas de Isadora, encostando o joelho em sua buceta. Ela sentiu aquela perna pressionar sua buceta molhada. Dionísio descer a mão pra debaixo das saias da irmã, sentindo aquela enorme buceta úmida. Ele começa a masturba-la.
— Oh, Dionísio... aaaaaahhhh, porra... — ela gemeu, o corpo todo tremendo dentro da rede, que balançava a cada movimento enquanto ele afundava os dedos grossos e calosos na buceta molhada dela de tanto tesão. A respirada dela ficou ofegante, os mamilos duros esbarrando no peito dele, a rede rangendo debaixo dos corpos suados.
— Vai, goza pra mim, sua putinha... — ele rosnou, acelerando o dedo, enfiando e tirando com força, sentindo como ela apertava em volta, sugando os dedos pra dentro, a rede balançando cada vez mais.
— Aaaaaahhhhh, não vou aguentar, não vou aguentar... — ela repetia, as unhas cravando nas costas dele, a bunda se levantando da rede, como se quisesse mais, sempre mais.
— Abra os olhos, olhe para mim, sua safada — ele ordenou, a voz rouca de desejo, a rede oscilando com o movimento do corpo dele.
Ela obedeceu, abrindo aqueles enormes olhos castanhos, brilhantes de luxúria, a boca entreaberta, a língua molhada passando pelos lábios. Encostou mais perto a barriga na dele, esmagando os seios macios contra o peitoral dele, gemendo a cada metida brutal dos dedos dentro dela. O som molhado dos dedos entrando e saindo misturava com o rangido da rede e os gritos abafados dela. Até que, de repente, o corpo inteiro dela se contraiu, os dedos dos pés se curvando, e ela se tremeu toda, revirando os olhos de prazer, o gozo escorrendo pela coxa, molhando os lençóis da rede.
Dionísio tirou os dedos melados, brilhantes com o gozo dela, e os colocou na boca dela.
— Chupa, sua vagabunda. Lamba tudo — ele mandou, segurou o queixo dela e forçou os dedos entre os lábios dela, a rede balançando suavemente.
Ela obedeceu, chupando os dedos com gosto, lambendo cada um, saboreando o próprio sabor, os olhos semicerrados de prazer.
— Boa garota, foi uma boa gozada... — ele suspirou, satisfeito, a rede se acalmando aos poucos.
— Foi bom demais... eu adoro quando você me masturba, meu irmão — ela ofegou, abraçando-o toda carinhosa, o corpo ainda tremendo dos espasmos do orgasmo, a pele quente e suada colada na dele, a rede balançando levemente com o movimento.
Os braços de Isadora estavam tão macios e quentinhos, o cheiro do perfume nostálgico misturado com o aroma do sexo, do suor, do gozo. Aquele cheiro, aquele calor, aquele contato, aquele balanço suave da rede... tudo isso fez com que ele acabasse adormecendo, exausto, mas feliz.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Anonimo: 2/10

    Responder↴ • uid:1e0xlvq9fpbg