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Entrando para industria do porno gay interracial parte 10

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Acordei no quarto de Jefrey e pra minha surpresa vi ele fodendo uma travesti loirinha e fui forçado a participar, ainda que contrariado

Jefrey percebeu que eu tinha acordado.
A travesti loirinha levava pau de quatro na cama de Jefrey e gemia feito uma puta.
Jefrey ao me ver acordado sentado no sofa mandou que eu me juntasse a eles na cama.
Eu não me senti confortável para me juntar a eles e fui até o banheiro.
No espelho, em me ví com cara de cansado, olheiras e as cenas de Jefrey fodendo aquela travesti me causaram muito ciume.
Eu me olhava envergonhado por estar com ciúmes daquela travesti por estar com o macho que havia me comido por duas vezes.
Eu continuava a ouvir a travesti gemendo no pau de Jefrey.
Eu sentei no vaso sanitário para pensar o que fazer.
Eu queria ir embora dali, mas também queria ficar e dar novamente para aquele macho safado.
Mas minha cabeça não aceitava competir com aquela travesti.
Os sons dosgemidos me faziam sentir tesão e logo meu cú começou a piscar.
Não foi legal, pois percebi que estava muito dolorido.
Eu peguei um pedaçõ de papel Higiênico e usei paraverificar os estado do meu cú e me assustei ao perceber um contorno irregular do esfincter anal.
Jefrey tinha deixado meu cú todo inchado. Nunca tinha sentido meu cú parecendo um lábio fazendo um biquinho, mas ele tinha deixado ele assim com a foda que me deu mais cedo.
Resolvi ir embora e saí do banheiro.
Pra minha surpresa fui abordado por Jefrey na saída do banheiro e ele perguntou porque eu não fui pra cama.
Respondi que estava indo embora, mas Jefrey disse que estava me esperando acordar para fazermos sexo outra vez.
Tentei se firme com ele, mas acho que ele não estava preparado para essa minha decisão e foi me pegando pelo braço e me arrastando para a sua cama.
Lá ele me jogou na cama e disse que era para eu me despir e esperar que ele já estava voltando.
Vi ele andando em direção ao banheiro.
Passaram-se alguns minutos quando Jefrey voltou.
Seu pau estava meia bomba, e sem a camisinha que ele vestia quando foi ao banheiro.
A travesti nada falou e foi engatinhando até Jefrey e começou a mamar seu pau.
Eu fiquei ali olhando aquilo e mais puto ainda de ver aquela travesti usufruindo do pau que tinha me deixado encantado pela primeira vez.
Jefrey mandou eu me juntar a ela e eu me mantive parado até ele gritar e ser imperativo.
Eu tremi com a forma como ele falou e acabei engatinhando até ele.
A travesti me olhava de lado pois não paava de mamar o pau de Jefrey.
Eu fiquei ali esperando ela largar o pau de Jefrey para poder fazer a minha parte.
Jefrey vendo que eu aguardava, teve que tirar o pau da boca da travesti para me dar ele para mamá-lo.
Pegeui seu pau já muito rígido de novo e preencheu por completo minha boca.
Ele já foi fzendo o pau ir no meio da minha garganta e me fazendo babar ele todo e asfixiar.
A travesti assumia quando ele tirava o pau da minha boca e ela chupava ele, que se deixava ser chupado, mas quando era minha vez ele fodia minha boca com vontade.
Depois de um tempo, atravesti não largou mais o pau de Jefrey e eu resolvi dividir seu pau com a travesti.
Então, ficamos ali de quatro diante de Jefrey, chupando o pau dele ao mesmo tempo. Eu de um lado e ela de outro.
As vezes eu nas bolas dele e ela no pau e logo depois invertíamos.
Jefrey mandou a gente parar e posicionou eu a travesti lado a lado deitados com as bundas na borda do colchão nos pés da cama.
Ele vestiu outra camisinha e meteu no cú da travesti.
Ela gemeu e começou a levar estocadas. Ele começou a gemer como antes e jogava a cabeça de um lado pro outro mostrando quão destruidor é o pau de Jefrey quando ele está fodendo um cú.
Eu apenas me mantinha segurando as pernas flexionadas junto ao meu peito, demonstrando estar pronto para levar pau a hora que Jefrey quisesse.
Jefrey não queria deixar nenhum de nós sem pau muito tempo, então tirou o pau do cú da travesti e meteu em mim.
Nossa, como eu estava dolorido, mas não ia negar cú para Jefrey, especialmente porque estaria deixando Jefrey todo para aquela travesti.
Então eu suportei por vários minutos as estocadas furiosas de Jefrey apenas para irritar aquela travesti.
Jefrey tirou o pau de mim e voltou para a travesti que entrou em competição e puxou Jefrey fazendo ele se deitar em cima dela enuanto ele fodia seu cú.
Vi Jefrei a beijando enquando metia aquele pau enorme e rígido no cú da travesti que gemia de forma melosa e de vez em quando me olhava com um sorrisinho escroto como se quisesse me humilhar.
Dessa forma Jefrey ficou fodendo ela bastante tempo, quase me esquecendo ali.
Não quis ficar pra trás etoquei as costas de Jefrey e comecei a alisar para chamar sua atenção.
Ele me olhou e percebeu que eu queria atenção dele também.
Ele tirou o pau da tavesti e me posicionou deitado ao lado dela e meteu de novo em mim.
Ele passou a deitar o corpo sobre mim e também comecou a me beijar enquanto metia.
Eu me senti bem em ser fodido e beijado na boca por Jefrey. Era estranho, mas não posso dizer que me senti desconfortável.
Com isso, eu também comecei a gemer e por incrível que parece saía bem fininho e nem fiz isso de forma deliberada.
A posição, o beijo e as sensações que o pau de Jefrey me faziam sentir foram os responsáveis por este meu comportamento. Não fiz de forma forçada para competir com a travesti.
Percebi que ele poderia também não estar fazendo aquilo apenas por competição.
Então a travesti me olhou ali sofrendo embaixo do corpo de Jefrey e ela pegou na minha mão e apertou.
Aquilo foi bem reconfortante e senti como um apoio moral para aguentar aquela foda.
Jefrey mandou ela deitar ao meu lado e começou a revesar a foda de forma mais rápida.
Eu e a travesti estavamos lado a lado levando pica sem parar e então lembrei da cena em que os caras brancos faziam a orgia na piscina e o diretor mandou a gente dar as mãos em apoio um ao outro enquanto os caras negros fodiam a gente.
Eu peguei na mão dela e entrelacei os dedos apertando como se estivesse apoiando ela que sofria no pau de Jefrey.
Ela me olhou de volta e vi seu olhar de agradecimento e aceitação do meu gesto.
Daí pra lá, nos ficamos assim, de mãos dadas e nos olhando enquanto Jefrey nos fodia o cú com muita vontade.
Passeamos por um mundo de posições sexuais antes de Jefrey nos brindar com sua ejaculação.
Jefrey nos colocou de joelhos a sua frente e voltamos a dividir seu pau levando ele a lavar nossos rostos com sua porra abundante.
Depois Jefrey foi para o banheiro e nós ficamos ali conversando até ele sair e se deitar na cama.
Sem nada falar ele dormiu rápido ignorando a gente.
Ela tomou seu banho e eu também.
Depois ficamos uma boa parte da madrugada conversando sobre amenidades e também sobre o homem que Jefrey mostrou ser.
No fim fiquei feliz por ter conhecido ele e por não ter indo embora na noite anterior e ter perdido o sexo maravilhoso que Jefrey me proporcionou.
Na próxima parte vou contar sobre o segundo dia de filmagens com Jefrey. Muita submissão, Sado e Hardcore, a especialidade de Jefrey.

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