#Coroa #Incesto #Sado

O berro que acendeu o meu fogo

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Capador

O sol batia direto na terra vermelha e o suor escorria pelo meu peito peludo, molhando a camisa velha que eu nem trocava mais. Eu, o João, tava ajudando no serviço como sempre, mas naquele dia o velho Mané resolveu dar um jeito num peão que tinha entregado o serviço todo torto. O Chico, um sujeito grandão, de barba cerrada e barrigão que balançava quando ele andava, tinha ferrado a cerca do curral inteiro. Postes tortos, arame frouxo, boiada quase fugindo. Meu sogro não perdoava erro desses.

O velho Mané era daqueles cabra macho de verdade, daqueles que a gente respeita na hora. Uns 55 anos bem vividos, bigode grosso grisalho, chapéu preto de aba larga sempre na cabeça, peito largo coberto de pelo escuro que descia até a barriga grande e mole, daquelas que a gente ganha trabalhando de sol a sol e comendo feijão com arroz todo dia. Nada de tanquinho, só carne de homem que aguenta o tranco. O pau dele, quando ficava à mostra nos dias de banho no rio, era grosso, pesado, com uma veia que pulsava forte. Ele era o capador oficial da região, o cara que resolvia as coisas na marra quando precisava. E naquele dia ele decidiu que o Chico ia aprender na pele o que é pagar pelo erro.

Eu tava escondido atrás da cerca de eucalipto, só olhando. O sogro amarrou o Chico num tronco velho de árvore, as cordas apertando os pulsos grossos e as pernas abertas. O peão tava pelado, o corpo todo suado brilhando, pelos pretos cobrindo o peito e a barriga que subia e descia rápido de medo. O pau dele, meio mole de pavor, pendia entre as coxas grossas. Meu sogro pegou a faca afiada, aquela de cabo de osso que ele usava pra castrar novilho, e se aproximou devagar, sorrindo por baixo do bigode.

— Tu ferrô o serviço, Chico. Agora vai aprender o que é dor de verdade, filho da puta — rosnou o velho, a voz rouca de quem fuma cigarro de palha desde moleque.

O Chico começou a espernear, gritando que ia pagar, que tava arrependido, mas o sogro não ligou. Com uma mão firme na base do saco do peão, apertou forte, esticando a pele. A faca brilhou no sol. Eu senti um calor estranho subindo pela minha virilha. Meu pau começou a inchar dentro da calça jeans surrada, latejando forte enquanto eu via o velho Mané fazer o corte limpo, preciso. O sangue jorrou quente, o Chico berrou como um animal no abate, o corpo se contorcendo todo, a barriga tremendo, os olhos esbugalhados de dor. O sogro cortou os dois bagos de uma vez, jogou no chão e pisou em cima, esmagando devagar enquanto o peão chorava e se mijava inteiro.

Eu não conseguia tirar os olhos. Aquela dor crua, aquele poder do velho dominando o outro homem, o cheiro de sangue misturado com suor e terra... Meu pau ficou duro como pau de cerca, babando pré-gozo na cueca. Fiquei ali, respirando pesado, a mão apertando o volume sem nem perceber. Quando o sogro terminou, limpou a faca na calça e deu um tapa na cara do Chico, que ficou gemendo no chão, eu quase gozei só de olhar. Voltei pra casa correndo, o coração batendo no peito como tambor.

Cheguei em casa com o pau ainda latejando. A Rita, minha esposa, tava na cozinha preparando o rango, de vestido fino colado no corpo dela, que não era de modelo de revista não — barriga macia de quem pariu, peitos pesados, coxas grossas de quem anda o dia todo na roça. Ela viu minha cara e já soube que eu tava com fogo.

— Que cara é essa, João? Tá com o pau duro assim por quê? — perguntou, rindo safada, os olhos descendo pro meu volume.

Não falei nada. Agarrei ela pela cintura, levantei o vestido e enfiei a mão entre as pernas. A buceta dela já tava molhada, quente. Joguei ela na mesa da cozinha, abri as pernas grossas e meti o pau de uma vez, fundo, sentindo ela apertar em volta. Enquanto eu socava forte, lembrava do berro do Chico, do jeito que o saco dele foi cortado, do sangue quente escorrendo. Cada estocada eu imaginava aquela dor, o poder do meu sogro, e ficava mais brabo. A Rita gemia alto, as unhas cravando nas minhas costas peludas, a barriga dela batendo na minha.

— Me fode, João... caralho, tá louco hoje — ela arfava.

Eu virava ela de quatro, segurava naqueles quadris largos e metia mais fundo ainda, o suor pingando da minha barriga na bunda dela. Lembrava do rosto do Chico se contorcendo, dos bagos esmagados no chão, e gozei forte, enchendo ela toda, o corpo tremendo como se eu tivesse levado um choque. A Rita gozou junto, gritando meu nome, mas eu ainda tava pensando no velho Mané e naquilo tudo.

Mais tarde, quando a poeira baixou, eu tava sentado na varanda fumando um cigarro. O Zezinho, meu filho, chegou do serviço. Vinte e três anos, forte do trabalho no campo, mas com aquele corpo de quem come bem e não malha — barrigão redondo e peludo igual o meu, peito largo coberto de pelo escuro, pernas grossas, pau que dava pra ver o volume na calça quando ele suava. Ele tava com um chapéu de palha meio torto na cabeça, suado, sorrindo pra mim como se nada tivesse acontecido.

— E aí, pai? O serviço lá no curral deu certo?

Eu olhei pra ele e senti o pau mexer de novo. Imaginei o Zezinho amarrado naquele mesmo tronco, o saco esticado na mão do meu sogro, a faca descendo devagar. Imaginei o berro dele, o corpo se debatendo, aquela barriga tremendo de dor enquanto os bagos eram cortados e pisados. Meu pau endureceu outra vez só de pensar em capar meu próprio filho, ensinar ele a respeitar o serviço na marra, dominar aquele corpo igual o velho Mané tinha feito com o Chico. Fiquei ali, quieto, o cigarro tremendo na mão, o tesão subindo forte de novo.

A roça é assim, véi. A gente resolve as coisas do jeito que dá. E às vezes a dor vira o melhor combustível pro fogo.

Quer falar com o capador? Mande seu número no telegram @snbomn

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