A Capagem Brutal do Bandido no Interior: Surra, Foda e a Faca que Acabou com Tudo
**A Capagem Brutal do Bandido no Interior: Surra, Foda e a Faca que Acabou com Tudo**
Era uma noite abafada pra caralho no interior de Goiás, daqueles lugares onde o mato fecha em volta da estrada de terra e ninguém ouve grito nenhum. As facções tinham tomado conta de tudo faz tempo. Roubo, briga, morte – virava rotina. Os policiais, cansados de limpar o sangue dos outros, aprenderam que a única coisa que ainda funcionava era botar medo de verdade. Sem papo de delegacia, sem juiz, sem porra nenhuma. Era surra, rola e, quando o cara merecia, a faca pra acabar com o macho de vez.
O cara que eles pegaram naquela noite se chamava Lucas. Aos 22 anos, ele já tinha o corpo de quem vivia na rua e na roça: ombros largos, peito largo e cheio de músculo, braços grossos com veias marcadas, coxas que pareciam troncos de árvore. A pele morena brilhava de suor, o peito subia e descia rápido quando ele corria, e a bunda... nossa, uma bunda grande, redonda, firme, daquelas que balançavam mesmo quando ele tentava fugir. Entre as pernas pendia um pau grosso, pesado, uns 18 centímetros quando mole, com uma cabeça rosada e um saco grande, cheio, duas bolas grandes e peludas que batiam nas coxas quando ele andava. Ele tinha acabado de assaltar a vendinha do Seu Zé, levando uns trocados e um maço de cigarro. Achou que ia dar certo. Errou feio.
A caminhonete da PM surgiu do escuro, farol alto cortando a poeira. Dois policiais desceram. O Sargento Mendes era um homem grande, 1,90m, 45 anos, com aquela barriga de cerveja que balançava um pouco mas por baixo tinha músculo duro pra caralho. O peito dele era largo, coberto de pelo preto e grosso que descia até a barriga, costas peludas, braços fortes, pernas grossas cheias de pelo. O pau dele, quando ficava duro, era uma rola grossa, veiosa, 22 centímetros, base toda peluda e cheirando a macho suado o dia inteiro.
O Cabo Silva era um pouco mais baixo, 1,80m, 35 anos, mas do mesmo jeito: barriga saliente e peluda, peito e costas tomados de pelo escuro, braços musculosos, coxas fortes. O pau dele era comprido, 20 centímetros, com uma curva pra cima que acertava direto no ponto certo.
Eles não falaram nada. Agarraram Lucas pelos braços e jogaram ele na caçamba da caminhonete como se fosse um animal.
— Hoje tu vai aprender, seu safado — rosnou Mendes, rasgando a camisa do garoto com um puxão só.
A camiseta voou. O peito largo de Lucas ficou à mostra, mamilos escuros endurecendo com o vento quente. Silva riu baixo e puxou a calça e a cueca de uma vez. O pau grosso saltou, o saco pesado balançando entre as coxas fortes. Lucas tentou se soltar, músculos tensionados, mas eles eram dois contra um.
Amarraram os pulsos e tornozelos dele com corda grossa, esticando o corpo nu na caçamba aberta. A bunda grande ficou virada pra cima, brilhando sob a luz dos faróis. Os dois policiais olharam e sorriram.
— Olha esse corpo... bundão firme, pauzão grosso, bolas cheias — disse Silva, passando a mão áspera na nádega.
Eles não foram direto pra surra. Primeiro queriam comer.
Mendes abriu o zíper da calça. O pau dele já estava duro, cabeça brilhando de pré-gozo, pelos pubianos pretos e densos. Ele segurou a cabeça de Lucas pelos cabelos e enfiou a rola na boca dele até o fundo. Lucas engasgou, garganta apertando em volta da grossura. Mendes começou a foder a boca devagar no começo, depois mais forte, a barriga peluda batendo no nariz do garoto, suor escorrendo do peito pro rosto dele.
— Chupa direito, bandido. Engole essa rola de homem.
Enquanto isso, Silva ficou atrás. Abriu as nádegas grandes de Lucas, cuspiu no cu rosado e peludo, enfiou dois dedos, depois três, abrindo o buraco. Sentiu o calor apertado.
— Tá bom e quentinho... vai levar rola agora.
Ele encostou a cabeça do pau e empurrou. Centímetro por centímetro, sentindo o cu se abrir, os músculos da bunda de Lucas tremendo. Quando entrou inteiro, a barriga gordinha e peluda dele bateu nas nádegas. Começaram a comer o garoto de verdade.
Mendes na boca, enfiando até as bolas peludas baterem no queixo. Silva no cu, estocadas fortes, a rola curvada batendo na próstata. O corpo de Lucas balançava na caçamba, suor escorrendo, pau dele contra a vontade ficando duro, latejando, pingando pré-gozo na carroceria quente.
Eles trocaram. Silva tirou do cu e enfiou na boca, fazendo Lucas provar o próprio gosto. Mendes meteu no cu com tudo, a barriga batendo forte, pelos roçando na pele morena. O cheiro era forte: suor de homem, cu, pau, terra molhada.
Eles foderam por quase uma hora. Mudaram de posição várias vezes. Lucas de quatro, de lado, de costas. Gozaram dentro dele duas rodadas cada um. Primeiro Mendes enchendo o cu de porra quente e grossa. Depois Silva gozando na boca, segurando a cabeça e mandando engolir. Lucas gozou duas vezes só com o cu sendo arrombado, jorrando no próprio peito, o pau pulsando sem ninguém tocar.
Quando terminaram, os dois estavam suados, peludos, respirando pesado.
— Agora sim, tá bem molhado e aberto — disse Mendes, dando um tapa forte na bunda.
A surra começou de verdade.
Cassetetes de borracha batiam nas nádegas grandes, cada golpe fazendo a carne tremer e ficar vermelha. Mendes pegou o cinto de couro e chicoteou as coxas, a bunda, as bolas pesadas. Silva batia com a mão aberta, espalmando o cu arrombado, fazendo ele piscar e vazar porra.
Lucas gemia alto, o corpo todo suando, músculos do peito e braços tensionados, lágrimas escorrendo. A dor era bruta, mas o pau dele, mesmo inchado de porrada, ficava meio duro de novo.
Eles viraram ele de lado, abriram as pernas e continuaram batendo direto nas bolas. Cada pancada fazia elas incharem, ficarem vermelhas e sensíveis. A bunda estava roxa, marcada de vergões, o cu aberto brilhando de porra e cuspe.
Depois de mais de meia hora, o corpo de Lucas era um mapa de dor: bunda destruída, coxas roxas, bolas latejando.
Mas a noite ainda não tinha acabado.
Mendes pegou a faca de caça afiada que carregava no cinto. Silva segurou as pernas grossas de Lucas bem abertas, amarrando os tornozelos mais firmes na grade da caminhonete. O pau do garoto ainda latejava, meio duro de tudo que tinha acontecido.
— Chega de bola pra roubar, seu puto — disse Mendes, encostando a lâmina.
Eles esticaram o saco grande. Silva apertou as duas bolas, puxando pra baixo, fazendo a pele fina esticar até ficar lisa e brilhante, veias aparecendo.
A faca encostou bem no meio do saco, logo abaixo do pau.
Lucas balançava a cabeça desesperado, olhos arregalados, corpo inteiro tremendo, peito largo arfando.
Mendes começou a cortar devagar.
Primeiro só a pele externa. A lâmina afiada abriu uma linha fina. Sangue quente jorrou na hora, escorrendo pelas coxas musculosas, pingando na caçamba. Lucas urrou no pano enfiado na boca, o corpo convulsionando.
Mendes cortou mais fundo, separando o saco em dois. A pele se abriu como uma fruta madura, revelando as duas bolas brancas e brilhantes dentro, ainda presas pelos cordões finos. O sangue escorria forte agora, quente, vermelho, misturando com o suor e a porra seca.
Silva segurou a primeira bola com a mão peluda, apertando ela, sentindo ela pulsar. Puxou o cordão, esticando bem. Mendes cortou o cordão com um movimento limpo. A bola saiu na mão dele, quente, pesada, ainda latejando um pouco. Ele mostrou bem na frente do rosto de Lucas.
— Olha aqui, sua primeira bola. Adeus, macho.
Lucas soluçava, o corpo em choque, pau dando espasmos.
Silva puxou a segunda bola. Mendes cortou o outro cordão. A segunda bola saiu, caindo na palma da mão. As duas bolas estavam lá, quentes, cheias de sêmen que nunca mais ia servir pra nada. O saco agora era só uma pele flácida, aberta, pendurada entre as pernas, sangue jorrando sem parar.
O pau de Lucas deu o último espasmo forte. Gozou seco, só contrações, um fiozinho fino saindo da cabeça, enquanto o corpo inteiro tremia e as pernas puxavam as cordas.
Os policiais riram baixo.
Mendes jogou as duas bolas na caçamba, bem do lado da cabeça de Lucas.
— Agora tu é só cu e boca pra sempre.
Eles deixaram ele lá, pelado, sangrando, amarrado na caçamba. A caminhonete seguiu pela estrada de terra, faróis cortando a noite escura.
No interior, a lei era essa. Sem misericórdia. Sem volta.
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