A nova realidade que mudou o mundo parte 160 - Infeliz aniversário
Um ano após a retomada da cidade, os homens organizaram uma grande quermesse de cinco dias para celebrar a vitória sobre a rebelião. O evento foi montado com pompa e ostentação. As ruas principais foram decoradas com bandeiras, tochas e longas mesas repletas de carnes assadas, pães frescos, frutas e barris de bebida. Música alta ecoava por toda a cidade, misturando-se ao som de risadas masculinas e gritos de comemoração. Para os homens, era um festival de vitória, poder e prazer. Para as escravas, era mais uma forma de humilhação coletiva.
Todas as escravas sobreviventes foram obrigadas a participar. Não havia escolha. Cada uma deveria competir em pelo menos três modalidades, selecionadas aleatoriamente pelos organizadores. A dinâmica da premiação era cruelmente simples, apenas a primeira colocada de cada prova ficaria isenta de punição. As demais seriam castigadas de acordo com sua posição, quanto pior a colocação, mais severo o castigo.
As competições foram pensadas para maximizar a humilhação e o sofrimento. Havia provas de resistência física, como corridas com pesos amarrados aos seios e plugues enormes no cu, onde as últimas colocadas eram chicoteadas publicamente. Provas de habilidade oral, nas quais as escravas deviam fazer o maior número de homens gozarem em um tempo determinado, sendo que as piores eram obrigadas a engolir a porra de todos os participantes da prova. Provas de dor, como ficar pendurada pelos mamilos por tempo máximo, ou aguentar choques elétricos nos genitais. E provas de humilhação pura, como competições de esguicho, onde a que ejacular com menos força ou volume era punida com uma queimadura anal pública.
Durante os cinco dias, a cidade inteira se transformou em um grande circo de crueldade. Os homens bebiam, apostavam, comiam e assistiam às escravas sofrerem. As que se destacavam recebiam aplausos e, ocasionalmente, um pouco mais de comida. As que falhavam eram arrastadas para o centro das praças e punidas diante de todos, chicotadas, humilhações sexuais, ou torturas criativas pensadas para entreter a plateia.
Uma grávida, já no final da gravidez, foi poupada de algumas provas mais físicas, mas ainda foi obrigada a participar de competições de serviço oral e resistência à dor. Julie foi forçada a correr, chupar e aguentar humilhações públicas. As gêmeas, Clara e Luísa, foram colocadas para competir diretamente uma contra a outra em várias modalidades, aprofundando ainda mais o abismo que se formara entre elas.
O ar da cidade ficou impregnado de música, cheiro de carne assada, álcool e o som constante de chicotes, gemidos e gritos abafados. Era uma festa para os homens, para as escravas, era apenas mais uma forma de lembrar que sua existência servia apenas para entreter, sofrer e obedecer. E que, mesmo um ano depois da rebelião, o novo mundo seguia exatamente como eles queriam.
As modalidades das provas foram cuidadosamente projetadas para maximizar a humilhação, o sofrimento físico e a degradação psicológica das escravas. Cada competição tinha regras claras e uma dinâmica de premiação implacável. Aqui estão algumas das principais modalidades:
1. Corrida dos Mamilos
As escravas eram amarradas com cordas finas presas aos mamilos, conectadas a pesos ou a outras competidoras. Elas precisavam correr uma distância determinada, com o peso puxando os seios para baixo. As que chegavam por último tinham os mamilos torcidos, apertados com grampos ou queimados com cera quente. Algumas competições incluíam plugues anal vibratórios ligados ao movimento, que aumentavam de intensidade conforme a velocidade.
2. Prova de Engolir Porra
Uma fila de homens era formada. Cada escrava tinha um tempo fixo (geralmente 15 minutos) para fazer o maior número possível de homens gozarem em sua boca e engolir tudo sem tossir ou vomitar. A que engolia mais porra vencia. As últimas colocadas eram punidas com surras ou marcas de ferro quente, ou eram obrigadas a engolir a porra vomitada por todas as competidoras.
3. Competição de Esguicho
As escravas eram colocadas de quatro, com vibradores potentes no clitóris e paus de madeira no cu. Elas competiam para ver quem conseguia esguichar mais longe e com mais volume. As que produziam menos gozo eram punidas com chicotadas nos seios e na buceta, ou com choques elétricos.
4. Prova de Resistência Anal
Cada competidora recebia um plug anal de tamanho progressivo. Elas precisavam aguentar o maior tempo possível com o plug maior inserido, enquanto eram obrigadas a caminhar ou fazer exercícios. As que expulsavam o plug antes do tempo eram punidas com penetração pública por vários homens seguidos.
5. Luta de Irmãs / Amigas
As gêmeas Clara e Luísa foram forçadas a competir diretamente em várias provas. Em uma delas, eram amarradas de frente uma para a outra e obrigadas a se masturbar mutuamente. A que fizesse a irmã gozar primeiro vencia. A perdedora era punida com surra e humilhação pública, enquanto a vencedora ganhava um dia de relativo descanso.
6. Prova de Humilhação Oral
As escravas deviam lamber e chupar os pés, cus e bucetas de outras escravas escolhidas pelos organizadores. A que demonstrasse mais entusiasmo e técnica, avaliada pelos aplausos dos homens, ganhava. As últimas eram obrigadas a limpar o chão com a língua após o evento inteiro.
7. Corrida com Peso no Clitóris
Pequenos pesos eram pendurados diretamente nos clitóris com grampos. As escravas precisavam correr uma longa distância. As que chegassem por último tinham os pesos aumentados e eram forçadas a correr novamente, muitas vezes até desmaiar de dor.
As duas competições mais brutais da quermesse foram projetadas para quebrar não apenas os corpos, mas o último resquício de dignidade das escravas sobreviventes.
8. A Maratona da Dor
A primeira prova foi uma maratona de vinte quilômetros, realizada em um circuito especialmente preparado para maximizar o sofrimento. Todas as escravas foram forçadas a participar. Seus braços foram amarrados com força atrás das costas, os ombros esticados de forma dolorosa. Correntes curtas foram presas aos tornozelos, limitando os passos a movimentos curtos e desajeitados. Elas correram descalças. Um plug anal grosso e pesado foi enfiado em cada uma, trancado para não sair. Objetos de tortura, pequenos grampos com pontas afiadas e pesos, foram presos dentro das bucetas, roçando e machucando a cada movimento. Grampos de metal apertados foram colocados nos mamilos, com correntes leves ligadas a eles.
O percurso era um verdadeiro caminho da agonia. Trechos longos de cascalho pontiagudo cortavam a sola dos pés. Áreas de lama densa misturada com cacos de vidro faziam cada passo sangrar. Trechos de asfalto foram cobertos com arame farpado, rasgando a pele das plantas dos pés e tornozelos. Morros íngremes e subidas íngremes forçavam os corpos exaustos a se esforçarem ao limite, com o peso das correntes e o plug anal tornando cada movimento um tormento.
Faltando pouco mais de cem metros para a chegada, o percurso finalizava com um corredor estreito onde soldados posicionados dos dois lados, ligavam chuveiros enormes de água sanitária diluída sobre as corredoras. O líquido ardente escorria pelos corpos suados, queimando feridas abertas, causando uma coceira insuportável e uma sensação de fogo na pele. Muitas gritavam enquanto corriam os últimos metros, o corpo inteiro ardendo, lágrimas misturando-se ao suor e à água sanitária.
As últimas colocadas eram punidas com severidade ainda maior. As primeiras recebiam apenas um dia sem estupro, um prêmio irônico.
As punições pós-corrida foram tão brutais quanto a própria maratona, servindo como espetáculo público e lembrete coletivo da ordem restaurada.
Assim que as últimas escravas cruzavam a linha de chegada, muitas desmaiando ou rastejando, os soldados separavam os grupos conforme a colocação. Apenas a primeira colocada era liberada para um dia de relativo descanso. Todas as outras eram punidas de acordo com sua posição.
As 10 últimas colocadas recebiam a punição mais severa. Eram amarradas de quatro em plataformas elevadas no centro da praça principal. Seus cus, ainda doloridos pelo plug anal da corrida, eram novamente violados por paus de madeira ainda maiores, girados e empurrados com força. Ao mesmo tempo, grampos com pesos eram presos nos mamilos e clitóris, e elas eram obrigadas a permanecer nessa posição por seis horas, enquanto os homens passavam e as chicoteavam ou mijavam sobre elas. Muitas desmaiavam de dor, mas eram acordadas com baldes de água gelada.
Do 11º ao 50º lugar de trás para frente, eram levadas para o “Círculo da Vergonha”. Colocadas de joelhos em círculo, com as mãos amarradas atrás das costas, eram forçadas a assistir enquanto os soldados escolhiam aleatoriamente algumas delas para serem fodidas publicamente. As que não eram escolhidas tinham que lamber o chão sujo de porra e sangue das que estavam sendo usadas. Depois, todas recebiam uma surra com chicotes de couro cru nos seios e na buceta.
Do 51º ao 200º lugar de trás para frente, eram submetidas à “Prova de Resistência”. Amarradas em postes com as pernas bem abertas, recebiam choques elétricos nos mamilos, clitóris e interior do ânus em intervalos aleatórios por quatro horas. Entre um choque e outro, eram obrigadas a manter um sorriso forçado enquanto os homens as observavam e zombavam.
Do 201º lugar em diante, recebiam punições leves, mas ainda humilhantes, eram obrigadas a limpar todo o percurso da maratona com a língua, de quatro, enquanto soldados as seguiam chutando ou cuspindo nelas. As últimas 100 ainda eram forçadas a carregar pesos amarrados aos seios e à buceta enquanto limpavam.
Todas as punidas tinham que assistir à vencedora recebendo uma refeição decente e um dia sem estupro, o que aumentava ainda mais o ressentimento e a humilhação coletiva.
O espetáculo era transmitido em telões pela cidade inteira. Os homens bebiam, apostavam nos resultados das punições e celebravam cada grito, cada lágrima e cada corpo tremendo de dor. Era a forma perfeita de encerrar cada dia da quermesse, não apenas com a vitória de uma única escrava, mas com o sofrimento público e coletivo de todas as outras.
E, a cada noite, as duas mil sobreviventes voltavam para o galpão sabendo que, no dia seguinte, o ciclo recomeçaria.
9. A Luta na Lama
A segunda competição foi a luta na lama. As escravas foram divididas em pares e jogadas em um grande fosso artificial cheio de lama espessa e escura. A lama, porém, não era comum. Estava misturada com lâminas de barbear quebradas, cacos de vidro afiados e pedras pontiagudas, transformando cada movimento em risco de cortes profundos.
As mãos das competidoras eram algemadas nas costas, forçando-as a lutar apenas com o corpo, ombros, quadris, pernas e cabeças. A regra era simples, a primeira que caísse completamente na lama perdia. A vencedora avançava para enfrentar a vencedora de outra luta, até restar apenas uma campeã.
Elas se chocavam com violência desesperada, escorregando na lama contaminada. Cortes se abriam nas coxas, seios, barrigas e rostos. Sangue misturava-se à lama, tornando-a ainda mais escorregadia e perigosa. As que caíam eram imediatamente arrastadas para fora e punidas de acordo com a colocação, chicotadas, empaladas, queimadas com ferro quente, surradas ou humilhações públicas.
Os homens assistiam das bordas do fosso, gritando, apostando e rindo enquanto as escravas se debatiam, cortavam-se e sangravam umas contra as outras.
Ambas as competições serviam ao mesmo propósito, lembrar às duas mil sobreviventes que, mesmo um ano após a reconquista, seu lugar no novo mundo continuava sendo o mesmo, objetos de dor, entretenimento e dominação masculina. E que a festa da vitória ainda estava longe de terminar. Durante os cinco dias, as competições aconteciam simultaneamente em diferentes praças da cidade. Os homens apostavam, bebiam e assistiam com euforia, enquanto as escravas sofriam publicamente, sabendo que falhar significava punição imediata e severa. Era uma celebração da dominação masculina.
E um lembrete constante para as duas mil sobreviventes de qual era o seu verdadeiro lugar no novo mundo. Os espectadores masculinos estavam em um estado de frenesi quase eufórico durante os cinco dias do festival.
Eles se reuniam em grandes multidões ao redor de cada área de competição, bebidas na mão, olhos brilhando com um deleite sádico. Muitos estavam sem camisa, suando sob o sol, os corpos tensos de excitação enquanto assistiam as mulheres sofrerem. O ar estava carregado com suas risadas, gritos vulgares e o tilintar constante de moedas enquanto apostavam em quem quebraria primeiro, quem esguicharia mais longe ou qual escrava imploraria mais alto.
Suas reações eram cruas e sem filtro, quando uma escrava era obrigada a correr com pesos pesados pendurados nos mamilos, os homens rugiam de riso enquanto os seios balançavam dolorosamente, vibrando a cada vez que uma mulher tropeçava ou gritava. Olha como essas tetas esticam! gritavam, apontando e zombando. Os vencedores das apostas davam tapas nas costas uns dos outros, enquanto os perdedores xingavam e pediam mais uma rodada de bebidas.
Durante as competições de engolir porra, a multidão ficava especialmente barulhenta e vulgar. Eles incentivavam suas favoritas aos gritos, vaiando aquelas que se engasgavam ou vomitavam. Engole tudo, sua vadia nojenta! berros enquanto jatos grossos de sêmen transbordavam de bocas trêmulas. Alguns homens se masturbavam abertamente enquanto assistiam, excitados pela visão de mulheres engolindo desesperadamente carga após carga.
Os eventos de resistência anal atraíam as reações mais viscerais. Os homens se inclinavam para frente, olhos arregalados de luxúria enquanto observavam objetos enormes desaparecendo dentro dos corpos das escravas. Vibravam a cada vez que um cu se esticava obscenamente ou quando a mulher perdia o controle e esguichava de dor. Arromba ela! Rasga essa buceta! rugiam, com os próprios paus visivelmente duros nas calças.
Quando irmãs ou amigas próximas eram forçadas a competir uma contra a outra, especialmente Clara e Luísa, a multidão ficava quase maníaca. Eles adoravam o tormento psicológico, gritando para que uma machucasse a outra mais, fizesse a irmã gozar mais rápido ou batesse mais forte. Faz sua irmã chorar! berravam, claramente excitados pela visão de laços familiares sendo envenenados em tempo real.
Os eventos mais brutais, como a competição de esticamento dos mamilos ou os chicoteamentos públicos das perdedoras, provocavam aplausos estrondosos. Homens subiam em mesas, assobiavam e vibravam enquanto a pele rasgava e o sangue escorria. Alguns até se masturbavam abertamente, ejaculando nas costas das escravas que passavam enquanto riam.
Durante os cinco dias, os espectadores masculinos trataram o festival inteiro como a demonstração definitiva de dominação. Eles celebravam não apenas a vitória sobre a rebelião, mas a subjugação total do corpo e do espírito feminino. Cada grito, cada lágrima, cada orgasmo forçado era prova de que a ordem natural havia sido restaurada.
Eles bebiam, fodiam, apostavam e se deleitavam com o sofrimento. Para eles, não era apenas entretenimento, era justiça, era poder e era prazer.
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Comentários (1)
Sádica: Que tesão essas provas
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