Beto de calcinha
Beto treina de calcinha, e será destruído por 2 machos de uma vez
Alberto, os 19 anos, mantinha uma rotina dupla que ninguém na academia desconfiava. Por fora, mantinha o foco nos treinos pesados, mas, por baixo do short de tactel largo, o segredo dele era a sensação da seda e da renda contra a pele. Naquele final de tarde, com o ambiente já quase vazio, Beto treinava na área dos pesos livres, usando uma calcinha de renda vermelha fio dental, que o deixava visivelmente excitado por trás do pano.
O que ele não imaginava é que Marcus, um negão alto e com o dobro do seu tamanho, estava de olho há tempos. Marcus já tinha reparado no jeito que Beto ajeitava o short e no volume estranho que se desenhava ali. Aproveitando que as últimas já tinham ido embora, Marcus caminhou com passos firmes até o banco onde Beto descansava.
— O treino tá bom, mas acho que o que tá embaixo desse short tá melhor ainda — Marcus soltou, com a voz bem grossa e de marra, parando bem na frente dele.
Beto gelou, sentindo o coração disparar na hora. Ele tentou gaguejar uma desculpa, mas Marcus não deu brecha. Segurou Beto pelo braço com uma força absurda, puxando o cara direto para a sala de avaliação física nos fundos, que estava com as luzes apagadas e a porta destrancada.
Lá dentro, Marcus empurrou Beto contra a maca estofada. Sem perder tempo com lero-lero, baixou o short de Beto de uma vez só, deixando a calcinha vermelha totalmente à mostra, contrastando com as pernas grossas do rapaz. Ao ver a peça feminina esticada e enfiada no meio do rego, os olhos de Marcus brilharam com um tesão bruto.
— Que safado... Curtindo uma calcinha no meio do treino, né? Sua puta, viadinho de merda — Marcus rosnou, com a boca suja entregando o quanto estava excitado.
Marcus se ajoelhou entre as pernas de Beto. Em vez de usar as mãos, ele cravou os dentes na lateral da renda da calcinha. Com umas puxadas brutas, foi arrancando a peça com a boca, descendo o tecido pelas pernas até cuspir o pano vermelho no chão. Livre da calcinha, a bunda branca e redonda de Beto estava exposta, as nádegas tremendo sob a luz fraca que vinha do corredor. O cacete de Beto pulsava de tanto desejo e medo. Marcus abriu a própria calça, libertando uma rola enorme, escura e pesada, que fez Beto engolir em seco.
Sem qualquer preliminar, apenas cuspindo grosso na própria mão e esfregando na cabeça do membro de forma rápida, Marcus virou Beto de bruços na maca. Encaixou-se entre as coxas dele e posicionou a jeba diretamente contra a entrada travada do cu.
— Aguenta o tranco, que agora eu vou rasgar esse teu rabo — Marcus sentenciou perto do ouvido dele, o hálito quente colando no pescoço suado de Beto.
Com um empurrão brutal, seco e implacável, Marcus afundou o pau todo de uma vez só.
A dor foi um choque elétrico na espinha de Beto. A sensação de expansão violenta e o atrito de uma vez só fizeram seu corpo travar inteiro, e ele soltou um berro alto, agudo, que acabou abafado contra o courvin da maca. Suas mãos agarraram as bordas de metal do móvel com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos na hora. Ele tentou arquear as costas de reflexo, tentando fugir do impacto, mas Marcus colou o peito massivo contra as costas dele, esmagando o cara contra a maca e travando o quadril de Beto com as duas mãos enormes.
— Não sai do lugar, caralho! Aguenta essa dor que o teu cu agora é do meu pau — Marcus xingava, começando a meter com estocadas violentas e rápidas.
Nas primeiras investidas, Beto só conseguia chorar e berrar de agonia. O cacete grosso arrombava suas paredes internas sem nenhuma piedade, esticando a carne ao limite a cada golpe. O som oco da bacia de Marcus batendo com força contra a bunda de Beto ecoava na sala fechada, ritmado, misturado aos palavrões pesados que o negão soltava a cada enfiada. Marcus puxava o quadril de Beto para cima, cavando o pau ainda mais fundo, atingindo o limite do canal.
Enquanto a maca rangia alto e os gemidos desesperados de Beto preenchiam o espaço, o barulho da porta abrindo quebrou o isolamento. Igor, o instrutor da academia, entrou no ambiente com passos lentos. Ele tinha ouvido os xingamentos e os baques lá de fora. Ao ver a cena — Marcus destruindo o rabo do viadinho, a calcinha vermelha jogada no chão —, Igor não tentou parar. Um sorriso perverso surgiu no seu rosto. Ele avisou que a academia estava fechada e começou a desabotoar a calça de moletom da firma.
— Que porra é essa aqui? Nem me chamam pro treino? — Igor comentou, com a voz carregada, tirando para fora um pau branco, comprido e cabeçudo, latejando de tanto sangue.
— Chega aí, Igor! Vem calar a boca dessa puta que ela tá gritando demais! — Marcus ordenou, sem diminuir a força das estocadas, suando e metendo cada vez mais fundo na bunda de Beto.
Igor caminhou até a cabeceira da maca. Beto, com o rosto molhado de lágrimas e os olhos esbugalhados de dor e prazer, viu a sombra do instrutor se aproximar. Sem nenhuma cerimônia, Igor segurou Beto pelos cabelos, forçando a cabeça dele para trás, e jogou a pica enorme diretamente contra o rosto dele.
— Abre a boca, safado. Engole minha pica agora — Igor mandou, empurrando a cabeça úmida contra os lábios trêmulos de Beto.
Beto mal teve tempo de respirar. Igor afundou o pau grande goela abaixo de uma vez só, enterrando metade da tora na boca do garoto.
O choque foi duplo. Enquanto Marcus arrebentava o rabo dele por trás com golpes brutais e secos, o pau de Igor invadia sua garganta pela frente, cortando o ar. Beto começou a engasgar violentamente. O reflexo de vômito veio na hora, contraindo os músculos do pescoço, mas Igor segurava sua cabeça com firmeza, ditando um ritmo impiedoso de vaivém.
As lágrimas começaram a escorrer em bica pelos olhos vermelhos de Beto, misturando-se com a boba que vazava pelos cantos da boca por não conseguir engolir. Ele tentava tossir, o peito sacudindo numa ânsia sufocante, mas a pica de Igor continuava batendo no fundo da sua garganta, deixando o cara completamente sem ar. A dor do arrombamento na bunda somada ao sufoco na boca transformou o sofrimento de Beto em um choro sôfrego, agudo e abafado pela carne que entupia sua boca.
— Isso, chora na pica, sua puta do caralho! Olha o estado desse viado, Marcus! — Igor instigava, achando o máximo o sofrimento do rapaz, acelerando as estocadas na boca, fazendo a cabeça de Beto chicotear no limite do pescoço.
— Manda ver, Igor! Deixa essa cadela sem ar! — Marcus berrava de trás, aumentando a violência, o saco batendo estalado contra as coxas de Beto, empurrando a maca contra a parede com força total.
Beto estava completamente encurralado entre os dois homens. Por trás, a rola de Marcus moía suas entranhas, gerando um calor doloroso e insano que fazia seu quadril responder por puro reflexo; pela frente, a pica grande de Igor o amordaçava, arrancando lágrimas de agonia a cada estocada profunda que o fazia engasgar e revirar os olhos. O som na sala era pura brutalidade: o ranger metálico da maca, os baques secos da carne e os barulhos úmidos e sufocados de Beto tentando respirar ao redor do membro do instrutor.
O massacre duplo seguiu sem trégua por minutos arrastados. Beto já não tinha forças para resistir; estava totalmente anestesiado, entregue à submissão absoluta, o corpo tremendo inteiro e o próprio pau pingando pré-gozo sem parar no estofado.
Marcus atingiu o limite primeiro. Com um urro animal, ele travou os dedos na cintura de Beto, cravando as unhas na pele do rapaz, e descarregou um jato massivo de porra quente bem no fundo do cu dele. Quase no mesmo instante, sentindo o aperto desesperado da boca de Beto que continuava a engasgar, Igor soltou um gemido grosso. Ele empurrou o pau até o talo, prendendo a cabeça de Beto contra seu quadril, e disparou uma rajada violenta de porra espessa diretamente no fundo da garganta do garoto.
Beto sentiu o líquido morno e amargo inundar sua boca enquanto ainda sentia o cu pulsar com o leite de Marcus. Sem poder recuar, ele fez um esforço desesperado para engolir tudo, o sêmen de Igor descendo enquanto ele tossia e chorava, limpando a pica do instrutor com os lábios até a última gota.
Quando os dois finalmente se afastaram, liberando o rapaz, Beto desabou de lado na maca, completamente destruído. O corpo tremia em espasmos violentos, a boca babada e os olhos vermelhos de tanto chorar e engasgar. O sêmen escorria tanto pela sua garganta quanto pelas suas coxas, sujando o courvin da sala.
Igor e Marcus ficaram de pé lado a lado, guardando as rolas ainda semiduras para dentro das calças, olhando para o rapaz estirado com um sorriso de superioridade. Beto, mesmo soluçando e sentindo o corpo inteiro arder, olhou para os dois de relance com uma adoração cega, completamente realizado por ter sido o brinquedo brutal dos dois homens da academia.
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