Se o marido descobrir isso...
Meus amigos, se o marido dela estiver vendo isso aqui, vai ter muita confusão mesmo. Mas olha, a culpa não é minha por ter filmado tudo. A culpa é dela, da Helena, por beber demais, por ser uma puta conhecida no bairro inteiro e por não conseguir ficar de perna fechada. Se o cara casa com puta, não deve esperar outra coisa. Quem planta vento, colhe tempestade. E o Fábio colheu um furacão.
Helena é famosa no bairro de Rio Doce, em Olinda, desde bem novinha. Ainda era adolescente quando começou a dar a bunda por aí. Não era só beijinho e amassos não… ela dava o cu valendo mesmo. Muitos machos casados do bairro passaram pelo cuzinho dela. Tinha marido que saía de casa dizendo que ia jogar bola ou tomar uma cerveja e acabava metendo a pica no rabo dela atrás do bar ou no beco escuro. Ela gostava, e quanto maior e mais grosso o pau, mais ela se oferecia.
Quem é do bairro sabe muito bem da fama dela. As comadres fofocavam, as mulheres olhavam torto, mas Helena não ligava. Quanto mais falavam dela, mais ela safadejava. E o pior é que o Fábio, coitado, foi criado ali no mesmo bairro. Ele conhecia toda a história da vadia. Sabia que ela era boca de sino, que já tinha dado pra metade dos machos da região. Mesmo assim, o corno resolveu casar. Deve ter achado que depois do casamento ela ia sossegar. Engano dele.
No bairro tem um barzinho bem conhecido, daqueles antigos, com música alta, cerveja gelada e banheiro masculino que já viu de tudo. É lá que Helena faz a festa. Quando o Fábio viaja (e ele viaja bastante por causa do trabalho), ela enche a cara de cana e vira outra pessoa. Entra no banheiro masculino, tranca a porta com algum sortudo e dá o cu adoidada. Muitos já presenciaram ela saindo do banheiro com a roupa desalinhada, andando de pernas abertas e com cara de quem acabou de levar uma vara grossa.
Pra mim já era boato antigo, até que resolvi conferir com meus próprios olhos. E sexta-feira passada eu flagrei tudo.
Era uma noite quente. Helena chegou no bar com mais duas amigas, também casadas e tão putas quanto ela. As três já chegaram rindo alto, pedindo rodada de cana. Bebiam, dançavam, rebolavam no meio do salão. Eu tava num canto, observando. Quando vi Helena cochichando no ouvido de uma das amigas e depois seguindo pro banheiro masculino, toda desconfiada, olhando pros lados, eu soube que ia rolar. Fui atrás discretamente.
Dentro do banheiro, encostado na parede, já estava o Marcelo. Conhecido no bairro como comedor de casada. Um negão forte, pau grande, grosso, veioso e com fama de não ter piedade. Os dois estavam completamente noiados de tanta cachaça. Cheiro de álcool misturado com suor tomava conta do banheiro pequeno e apertado.
Helena nem esperou muito. Encostou-se na pia, levantou o vestidinho curto e mostrou a bundinha empinada. Marcelo já estava com o pau pra fora, duro como pedra. Ele nem pensou em lubrificar. Estava bêbado demais e com tesão demais. Cuspiu na mão, passou rápido na cabeça da pica e encostou no cuzinho dela.
— Vai devagar, Marcelo… — murmurou Helena, já com a voz embriagada.
Mas ele não quis saber de devagar. Segurou os quadris dela com força e mandou ver. A cabeça grossa do pau forçou a entrada do cu apertado. Helena soltou um grito agudo de dor:
— Aaaaiii porra! Tá muito grosso! Vai devagar!
Mas Marcelo já tinha perdido o controle. Com um golpe forte do quadril, atolou mais da metade da vara de uma só vez. O cu dela se abriu violentamente. Helena gritou mais alto, o corpo inteiro tremendo, as unhas arranhando a pia. A música alta do bar abafou o grito, mas eu, que estava bem perto, ouvi tudo.
Ele não parou. Segurou firme e empurrou até o talo. O cu da vadia engoliu quase todo o pau grosso. Dava pra ver as lágrimas descendo no rosto dela. O anelzinho de couro foi completamente arrombado. Marcelo começou a meter com força, socando fundo, fazendo o corpo dela balançar. Cada estocada era acompanhada de um gemido sofrido de Helena.
— Ai meu Deus… tá doendo muito… tá rasgando meu cu… — choramingava ela.
Mas o Marcelo estava possuído. Metia cada vez mais forte, batendo as bolas pesadas na bunda dela. O barulho molhado de carne contra carne ecoava no banheiro. Helena suava frio, as pernas tremendo. Em determinado momento ele tirou o pau quase todo e meteu novamente com tudo. Ela quase desmaiou de dor.
Depois de uns minutos de foda braba, Marcelo gozou dentro dela. Jatos grossos de porra enchendo o intestino da safada. Quando ele tirou o pau, o cu dela ficou escancarado, piscando, soltando esperma misturado com lubrificação natural. Helena mal conseguia ficar em pé. Sentou-se no vaso sanitário na mesma hora.
E foi aí que começou o show. Ela começou a cagar na frente dele. Peidos altos, longos e molhados saíam sem controle. A bosta misturada com porra escorria. O anel de couro dela tinha sido totalmente destruído. Ela gemia de vergonha e dor ao mesmo tempo, tentando segurar, mas o cu não obedecia mais. Peido atrás de peido, bosta mole saindo. Marcelo só ria, pau ainda semi-duro, olhando a bagunça que ele tinha feito.
— Olha o que você fez com meu cu, seu filho da puta… — reclamava ela entre gemidos.
Eu filmei tudo. Desde a entrada no banheiro até o final, quando ela tentava se limpar, ainda com as pernas bambas e o cu arrombado latejando.
Essa é a realidade da Helena. Uma puta de marca maior que não consegue ficar sem dar o cu. O Fábio, coitado, deve estar viajando achando que a esposa é santa. Enquanto isso ela leva vara grossa no banheiro do bar e sai com o cu destruído.
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Anselmo
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Comentários (1)
Grafit Cacetudo 22cm: Muita porcaria e mentiras não gosto de contos referente a Selma e muito porco e Broxante
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