A nova realidade que mudou o mundo parte 129 - Ciclo da vida
Depois de um longo dia sob o Sol, dentro da maldita gaiola, e passar a noite no quarto do meu pai. Eu acordei com o corpo dolorido, a mente confusa e o coração batendo forte, a noite tinha sido longa. Meu pai me usou como boneca sexual até quase o amanhecer, me fodeu no cu, na boca, na buceta, me fez gozar tantas vezes que eu perdi a conta. Eu ainda sentia o gosto dele na garganta, a porra seca grudada nas coxas, o cu latejando. Mas o que mais doía não era o corpo. Era a vergonha misturada com aquele tesão doentio que eu já não conseguia controlar.
Quando o guarda me tirou da cama do meu pai e me levou para o galpão das negras, eu soube que o dia seria pior. Meu pai tinha me dado uma ordem clara antes de sair: Hoje as macacas ficam trancadas no galpão. Você vai ficar lá o dia inteiro e quando eu voltar, no começo da noite, cada uma delas tem que ter no mínimo cinquenta vergões de chicote nas costas. Se alguma tiver menos… você vai ser punida como nunca foi punida na vida.
Ele sorriu ao dizer isso. Eu conhecia aquele sorriso. Era o mesmo que ele dava quando me fodia com força. Eu entrei no galpão carregando o chicote de couro cru que ele me entregou. As negras estavam todas lá, mais de vinte, acorrentadas pelos pulsos e tornozelos às argolas fixas nas paredes e no chão. Elas não podiam se defender. Não podiam se mexer direito. Só podiam olhar para mim, e elas olharam com ódio, com medo e com desprezo.
Eu me senti pequena, senti vergonha., senti pena. Mas também senti um calor baixo na barriga. Um tesão doentio, confuso, que me deixava molhada só de pensar no que eu ia fazer.
Escolhi uma negra alta, de seios pesados. Ela me olhou com raiva, e eu levantei o chicote e bati. O couro estalou contra as costas dela. Ela soltou um gemido rouco. Eu bati de novo, e de novo. Cada golpe deixava uma marca vermelha grossa. Eu contava em voz alta: Um… dois… três…
Ela chorava, seu corpo tremia. Eu sentia minha buceta latejar e quanto mais ela sofria, mais molhada eu ficava.
Passei para outra, uma mais nova, magra, que tentou se encolher. Eu bati com mais força. Os vergões surgiam rápidos, vermelhos, inchados. Ela gritava e implorava. Eu gozei pela primeira vez só de ouvir os gritos dela, sem nem tocar em mim. Um orgasmo rápido, quente, vergonhoso. Eu tremi, gemendo baixinho, enquanto o chicote continuava caindo.
O dia passou assim, né. Eu andava pelo galpão, chicote na mão, batendo em costas, bundas, coxas. Algumas negras choravam em silêncio, outras xingavam baixinho, eu sentia o ódio delas. Sentia a pena que algumas ainda tinham de mim, a filha do repórter, que agora era obrigada a machucar as próprias colegas. Mas o tesão era maior.
Eu escolhi uma negra de peitos grandes e a fiz ficar de quatro. Bati até os seios dela ficarem vermelhos e inchados. Depois a obriguei a lamber minha buceta enquanto eu batia nas costas dela. Eu gozei na boca dela, segurando o cabelo crespo, esfregando minha buceta molhada no rosto dela enquanto o chicote caía.
Em outra, eu usei uma agulha fina e costurei os lábios da buceta dela com linha grossa, só para ouvir ela chorar. Eu ri enquanto costurava, o clitóris latejando de excitação. Depois a fiz lamber meu cu enquanto eu gozava de novo, esfregando minha bunda no rosto dela. Eu gozei muitas vezes durante o dia.
Cada vez que uma negra gritava, cada vez que eu via um vergão novo surgir, cada vez que eu via lágrimas escorrendo por rostos escuros, eu sentia um prazer doentio subir pela barriga. Eu me masturbava enquanto batia nelas, os dedos entrando na minha buceta molhada, gozando com o chicote ainda na mão. Mas no meio de todo esse tesão, eu sentia nojo de mim mesma.
Eu via o olhar de Yara, a irmã de Maya me encarando com ódio puro, de uma cela anexa ao galpão, com um pequeno espaço para ventilação que permitia ela me olhar. Eu via o medo nas meninas mais novas. E uma parte de mim, a parte que ainda era Julie, a filha da Caroline, sentia pena. Queria parar, queria pedir desculpas. Mas a outra parte, a puta que meu pai criou, queria mais.
Queria ver elas sofrerem, queria ouvir elas implorarem, queria gozar enquanto elas choravam. Quando a noite chegou, quase todas tinham mais de cinquenta vergões. Algumas tinham sessenta, setenta. Eu estava exausta, suada, a buceta dolorida de tanto gozar, as mãos tremendo segurando o chicote.
Meu pai chegou no começo da noite, e ele olhou ao redor, viu as costas marcadas, as negras chorando, e sorriu para mim: Boa garota. Você fez um bom trabalho hoje. Ele me puxou pelo cabelo e me beijou com força, a mão descendo para apertar minha buceta molhada: Você está virando uma puta sádica de verdade, filhinha. Eu estou orgulhoso.
Eu sorri contra a boca dele, mesmo sentindo o gosto amargo da culpa. Porque eu sabia que amanhã seria pior, E porque, no fundo, uma parte de mim já não queria que fosse diferente. Mas, a festa ainda não acabou.
Meu pai trouxe uma negrinha nova pela coleira, jovem, talvez dezesseis anos, pele escura brilhante, corpo magro e intacto. Ela não estava no galpão durante o dia, e não tinha levado uma única chicotada, quando eu vi, meu estômago gelou. E ele disse: Olha só, filhinha, com a voz calma e divertida. Essa macaca aqui não recebeu os cinquenta vergões. Faltou uma escrava ser punida. E como você é a responsável por elas hoje… a punição é sua. Eu abri a boca para protestar, mas ele já estava me olhando com aquele olhar que não aceitava discussão.
Sua ordem foi: Os vinte peões do hotel vão passar a noite toda comendo você. Aqui mesmo, no meio das negras. Para que todas vejam exatamente o que você é, só mais uma escrava imunda, uma puta comum, sem privilégio nenhum.
Ele me empurrou para o centro do galpão, as negras acorrentadas ergueram a cabeça, o ódio nos olhos delas era palpável, elas sabiam o que ia acontecer e elas queriam ver. Os peões entraram em fila. Vinte homens suados, fortes, fedendo a trabalho, a cachaça e a desejo bruto. Eles me olharam como se eu fosse carne fresca. Meu pai me jogou de quatro no chão sujo, no meio do círculo de negras e ordenou: Comecem. E não tenham pena.
O primeiro peão não esperou. Ele abriu o zíper, segurou meu cabelo loiro e enfiou o pau grosso na minha boca até o fundo. Eu me engasguei, baba escorrendo, mas meu corpo traiu: minha buceta ficou molhada na mesma hora. Ele fodeu minha garganta com força, batendo fundo, enquanto outro se ajoelhava atrás de mim e enfiou o pau inteiro na minha buceta sem aviso. Eu gozei quase imediatamente em um orgasmo forte, vergonhoso, que fez meu corpo inteiro tremer. Eu gemi com o pau na boca, esguichando no chão sujo enquanto as negras assistiam em silêncio. O som molhado das estocadas ecoava no galpão. Eles me viravam, me usavam, me passavam de mão em mão como uma boneca.
No começo foi tesão puro, eu cavalgava um pau atrás do outro, rebolando, apertando a buceta, chupando com fome. Gozava sem parar. Cada vez que um gozava dentro de mim na buceta, no cu, na boca, eu tremia de prazer, o corpo convulsionando, esguichando forte o suficiente para molhar o chão ao redor. Eu ouvia as negras murmurando puta, traidora, cadela loira, e isso só me deixava mais molhada. Elas viam tudo.
Viam meu rosto de puta enquanto eu engolia porra, viam meu cu aberto sendo fodido por paus grossos, viam eu gozar como uma cadela enquanto elas estavam acorrentadas e humilhadas. Mas depois de umas duas horas, o cansaço chegou. Meu corpo doía, a buceta inchada, o cu ardendo, a garganta rouca, mas eles não paravam. Um atrás do outro. Sem descanso, sem carinho, só paus entrando, saindo, gozando. Eu ainda gozava, mas agora os orgasmos eram mais fracos, quase doloridos. Meu corpo tremia de exaustão, suor escorrendo, lágrimas misturadas com baba e porra.
E então veio a dor, e por volta da quarta hora, o prazer virou agonia. Cada estocada no cu parecia uma facada. Minha buceta estava tão inchada e sensível que cada pau que entrava queimava. Eu chorava, implorava baixinho por favor… devagar…, mas eles riam e metiam mais forte. Um peão enfiou a mão inteira na minha buceta enquanto outro fodia meu cu. Eu gritei, o corpo se contorcendo, mas eles não paravam.
Eu gozava mesmo sentindo dor, com orgasmos secos, doloridos, que me faziam soluçar. Meu esguicho agora era fraco, quase só um jorro de líquido claro misturado com dor. As negras assistiam em silêncio, algumas com um sorriso cruel no rosto. Elas viam a putinha do dono sendo destruída, viam eu virar exatamente o que elas eram, uma escrava qualquer.
Meu pai assistia de uma cadeira no canto, fumando, o pau na mão, sorrindo satisfeito. Eu chorei mais alto quando o décimo quinto peão gozou no meu cu. Meu corpo inteiro tremia de exaustão e dor. A buceta latejava, o cu queimava, a garganta doía. Mas eles continuavam, mais paus, mais porra e mais estocadas brutas. Quando o último peão gozou na minha boca e saiu, eu desabei no chão sujo, o corpo coberto de sêmen, suor, baba e meu próprio gozo. A buceta e o cu abertos, pulsando, escorrendo porra de vinte homens. Eu soluçava baixinho, exausta, quebrada, o corpo todo doendo.
As negras olhavam para mim em silêncio, e algumas cuspiam em meu corpo, outras só sorriam com ódio. Eu sabia que, a partir de hoje, eu não era uma puta que tinha sido usada a noite inteira na frente de todas elas. E o pior era que, mesmo com o corpo destruído e a alma em pedaços, uma parte minúscula e doente de mim ainda sentia um último tremor de tesão ao lembrar de como eu gozei enquanto elas assistiam.
Eu fechei os olhos, o rosto colado no chão imundo, e sussurrei para mim mesma: Eu sou só uma puta… como todas vocês.
E o galpão ficou em silêncio, só se ouvia minha respiração fraca e o som distante de correntes, afinal amanhã seria outro dia.
a amar o gosto da humilhação.
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