#Gay #Teen

O trabalho e seus segredinhos

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ogaynovo

A viagem à praia foi uma virada de chave e a descoberta acenou para novas oportunidades. O silêncio dizia muito sobre aquilo que passava na minha cabeça. Eu sabia que a Sílvia havia feito um grande favor e descarregar energias negativas colocando prazer em seu lugar era o natural. Aos poucos, se a minha amizade com a Sílvia era extensão dela com minha mãe, agora, ela virara uma confidente e seu apoio aos meus interesses elevaram sua pessoa ao grau de amplo respeito e confiança. Eu poderia obter a liberdade e o sexo para relaxar esquecendo tudo aquilo que ocorria em casa, seja violência psicológica, humilhações ou física. A Sílvia mostrara o caminho e nele mergulhei para tentar minimizar tais violências numa fase adolescente para a idade adulta. Faltava pouco, é verdade, aos dezesseis anos eu comecei a maturar rápido a cada nova relação com o Torres, um homem de quarenta e dois anos, moreno, baixo e magro, divorciado que soube manter o meu gosto. Um novo branquinho e gordinho, baixo, mostrava que não chegara só para uma ou duas transas e sim adentrar uma escolha de vida sendo retificado a cada nova relação. A minha coragem vinha ao ser hipnotizado pelo seu carnudo pau moreno médio e eu nada podia reclamar, ao contrário, estava bem e saía sorrindo.

Quatro meses se passaram daquela viagem ao qual eu havia jogado minha virgindade ao espaço e havia evoluído muito para não deixar mais o gay enrustido que existia em mim. A realidade nua e crua mostrava um jovem consciente e bem safado para a idade. O corpo pede, não há como evitar e a minha vontade era obter cada vez mais o sexo para chegar ao prazer. O Torres fazia seu papel sinalizando que meu novo gosto seria maior se fizesse mais. Aquela dor inicial já não aparecia tanto e fui percebendo que era acostumar e logo a sensação de tesão e excitação vinham juntas e misturadas durante os atos. O sítio da Sílvia conheceu o proibido onde o novinho foi se soltando de vez diante da pica morena. Este acordo sigiloso entre quatro paredes ou nas profundezas do mato alto cercado de árvores promovia muita tara no caralho dele e o calor quente na entrada do meu rabo que aceitava o vai e vem até sem esforço ou tais caretas. Mordendo o lábio e pedindo para foder meu cu, eu tinha a plena cobertura para realizar aquilo que não tinha em minha casa ou bairro.

Eu já não poderia ser mais chamado de iniciado e no papo com a Sílvia ela incentivou para tomar mais atitude não ficando restrito ao Torres. Eu não tinha a resposta para o “quem colocar no lugar” e ela riu. Enquanto minha mente ia, a dela estava voltando e não sabia. Sílvia sabia que eu precisava preparar o terreno para sair de casa tão logo fizesse dezoito e a saída foi convencer meus pais que eu precisava trabalhar e eles concordaram. A aceitação já significava que meu destino estava traçado e logo a Sílvia viu a chance de unir o útil ao agradável literalmente. Na realidade, levou até um amigo dela que precisava de alguém que fizesse o trivial dentro do escritório. O papo entre os dois já bem soltos e indicando amizade longa deu a chance de começar no dia seguinte. Saímos de lá e no caminho ela pediu que eu não colocasse qualquer barreira aos pedidos do amigo e rimos! Olhamos e perguntei como ficaria o Torres, ela disse que o tempo diria e rimos bem alto! Segredinho entre nós, eu estava ciente de tudo e vi na Sílvia a mais indicada para estas coisas.

Os primeiros dias foram mais papo e muitos sorrisos para um ambiente leve e cheio de expectativas. As perguntas sobre sexo já vieram e mesmo constrangido fui audaz e dei o mapa real para ele. A Sílvia havia adiantado muito sobre a minha pessoa e vi um caralho preto duro e comprido bem cabeçudo surgir do nada embaixo da mesa. Sem qualquer possibilidade de flagra, eu e ele ali dentro que trabalhávamos e mais ninguém, fui estimulado a botar a mão e alisar, punhetar! Solto, eu nem pensei e aquela carne viva enrijeceu ainda mais na mão boba para que eu entrasse embaixo da mesa e desse início a mamada gostosa como eu fazia no pau do Torres. O diferencial era aquele tamanho de rola, coloque uns 19 para 20 cm de puro pau preto! Fazendo o meu papel, eu mandei chupadas fortes e a realidade mostrava que teria dificuldades para lidar com aquilo se pedisse meu cu que já piscava. Um homem muito experiente de quarenta e oito anos, careca e alto, gordinho e cheio de tara deixava tudo acontecer. Barros é o tipo de cara que não olha para idade, ao contrário, ele sabia que era chegado e na prática, ele contratou para o fim maior: comer um viado em início de carreira! Negócio bom de chupar, ele levantou para fechar a cortina e no sofá permitiu que eu entrasse no meio de suas pernas e eu fiz uma verdadeira saga para agradá-lo: chupei as bolas e fui percorrendo o pau na vertical com a minha língua, segurei bem firme e toquei punheta, cuspi e mostrei todo o meu repertório com mamadas fortes até meio pau sentindo o cheiro de caralho! Os pentelhos não tiveram sorte para conhecer a minha boca mesmo ganhando uma garganta profunda e tendo ânsia! Babei e logo botou as mãos na minha cabeça e queixo para um vai e vem preenchendo a boca safada que eu tenho. Finalizou segurando o pau e deu uma balançada! Tirou e falei que ele era gostoso.

O momento havia chegado e no sofá, eu fiquei de quatro para conhecer outro caralho. Uma cuspida no meu rabo, uma passada de mão, o toque na bunda arrepiou com seu carinho e as pernas deram uma tremidinha para eu receber boas pinceladas, ele segurar a rola carnuda e forçar contra o meu cu branco! Aquela enorme cabeça passou e foi causando uma sensação completamente diferente das fodas anteriores com o Torres: o caralho preto foi alargando meu cu e fui alvo da pressão sentindo uma zonzeira que passou rápido e ele já impunha sexo rápido para abrir terreno e sentir as potentes cabeçadas. Chamando meu rabo para conexão, não demorou muito, talvez um minuto e meio, ele virara a chave para mandar excitação e fazer meu tesão parar nos céus! Ainda que eu abrisse a boca gemendo e com caretas, a verdade, meu cu estava aguentando aquilo e melhor: sem colocar dificuldade. O vai e vem esquentou tudo depressa e foi colocando camadas de tesão, eu mordia o lábio e olhos fechados, fui curtindo cada centímetro do pau preto que não sossegou enquanto eu não abri a minha bunda de um lado para permitir que a foda acontecesse indicando entrega. Enterrando, apertando minha bunda, tirando caretas do meu rosto, ele deu um tapa de leve no bundão e tirou partindo para nova posição.

Sentou no sofá e mandou abrir a minha bunda com o cu já bem piscando e praticamente aberto. Abri bem e curvado, ele começou a brincar com passadas de mão, enfiando dedos e provocando uma excitação gostosa com sua língua áspera que cutucava a entrada do cu safado e mandou saliva, suas mãos seguraram a minha bunda e ele enfiou a cara para que eu sentisse não só língua como respiração em meu rabo! A safadeza requeria entrega, fechei os olhos e gemi com a boca aberta, mordi mais o lábio em resposta. Dedadas eram o ponto chave para botar fogo no cu assanhado por rola e ele deitou no sofá para fazer um gesto com o indicador e chamar para ganhar mais rola. Eu só passei a minha perna sobre o seu corpo concretizando o encaixe!

A palavra tesão estava na cara dos dois e eu tratei de sorrir após engolir com o cu todo o caralho possível e ficar quicando de olhos fechados soltando “delícia”, e um “adoro pau”. Mãos em seu peito, abaixei para ganhar um beijo de língua e libertar de vez. Eu sempre achei estranho levar beijo na boca vindo de homem e ele fez o que eu não esperava: sua língua era gostosa e trabalhava a minha para gerar mais excitação partindo para cruzar os braços na minha cintura mandando sua carnuda e deliciosa pica preta foder meu cu! A boa surra não era aquela que eu levava dos meus pais e sim a dada pelo seu caralho tarado e cheio de vontade para entregar o melhor sexo no sofá. Foram segundos longos e tensos que eu gaguejei com caretas bem feias e a tensão disparou na minha cabeça! Os corpos já em estado de transpiração e suor botavam mais excitação e ri de leve ao pensar: “estou dando trabalho” e entre reboladas, sentadas no talo e quicadas, vieram mais “surras de pica” criando o cenário perfeito para uma gozada fortíssima com gemido alto! Cada jato significava o poder do pau preto sobre o cu branco novinho e sem tirar eu senti o cu melar para continuar a saga. O esperma deu a grudada entre o pau e a bunda ficando bem gostoso e sua lubrificação interna botou o pau para percorrer muito mas muito fácil meu cu tarado! Um tapa e levantei já sorrindo e falando que o pau dele era uma delícia e disse que era só o começo e depois teria mais. Cu latejando do jeito que eu gosto, melado e grudando, essa sensação total de rabo fodido dava mais tesão alimentando novas relações.

O cheiro de sexo no ar combinado com minha passada de mão para ver como havia ficado, eu sorri ao descobrir que o cu estava aberto, indicavam que aquele o Barros é um safado e bom fodedor. Acompanhando os olhares com sorrisos de coisa proibida, fomos ao banho. O ambiente fora pensado para ser um “escritório do sexo”, digamos assim. Banho já tomado e papeando, seu sorriso era a marca registrada com a aparente calma de quem tinha realizado uma tara que há muito não via. Temeroso, ele pediu sigilo e como resposta eu soltei um “quando quiser, já sabe” e sorrindo com os olhos novamente acompanhando, fui para a mesa verificar o serviço.

Na prática, o trabalho era só atender ao telefone e agendar a visita dele para fechar negócio e com isto, eu tinha tempo até para estudar por lá. Entre a uma da tarde e cinco, podia acontecer de tudo: ficar sozinho e nada acontecer ou obter uma foda com pau preto ampliando o meu gosto pela coisa. Claro, a Sílvia, curiosa, queria saber se tudo estava indo bem e disse que sim, rimos e falou que a vida era assim mesmo e logo eu sairia do inferno de casa para ganhar a tão sonhada paz e liberdade.

A real que a Sílvia fez aquilo que eu deveria fazer por conta própria. Vendo que eu não tinha contatos, ela tratou de fazer o papel de diplomata entregando uma nova amizade para mim. Ela sabia que um jovem como eu não teria alternativas para sexo caso não fosse levado para a situação e tudo passava pelo segredo e sigilo entre nós. O melhor de tudo isto: ela abriu a porta para eu ter uma paz durante dois períodos: pela manhã eu estudava e a tarde estava no emprego só chegando em casa 18 horas. Eu trancava em meu quarto após a janta e fui isolando todo o problema dos meus pais sobre a minha pessoa. Das 18 até 21 horas eu estudava e fui percebendo que tendo emprego e grana, eu sairia dali rapidinho. Estava cedo precisando maturar a ideia.

Quanto ao Barros, ele viu a sorte pintar na forma de cu branco novinho e disponível para foder quando quisesse. A verdade, ele contratara um viado para suas necessidades e eu fui dando conta até acostumar com suas pegadas fortes e cheias de taras. Rolava muita rapidinha para matar nossa vontade, coisa de dez para doze minutos, sexo dado com intensidade resultando em gozadas no cu ou na boca e eu apreciei tudo como registro da experiência.

Nesta época, eu comecei a registrar tudo em código no meu diário de fodas. Ler depois de algum tempo causava muito tesão e meu cu era tocado para sentir prazer. O bom que eu estava tomando coragem e segui o caminho certo. Virar a fêmea de pau preto para obter sexo era tudo aquilo que ocorria no momento. Feliz, eu valorizava meu emprego como fosse o último pau que sobrara no mundo.

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