Levei Patricinha universitária ontem para o fundo da faculdade...
Eu me chamo Daniel, e pra quem me acompanha desde 2008 sou simplesmente o Daniel, o cara mais viciado em bundas reais de mulher comum que você vai encontrar. Não bundas de academia ou photoshop. Eu amo as bundas de todo dia: as que suam dentro de saia jeans curta o dia inteiro na faculdade simples, apertadas, marcando a calcinha, com aquele cheiro azedo, quente e natural que deixa qualquer homem normal com nojo e eu com o pau latejando. Ando sempre com a microcâmera no bolso, filmando cada investida, cada cheiro, cada gemido abafado. Quando dá certo, posto tudo cru no site e no Telegram VIP. Quando não dá, guardo e tento de novo no dia seguinte.
Ontem, sábado, eu tava no fim da aula de especialização em Tributário naquela faculdade modesta, cheia de azulejo azul rachado, relógio velho na parede e vaso de flores artificiais no balcão. Ela tava lá, exatamente como nas fotos: morena gostosa, cabelo liso longo até o meio das costas, blusinha branca com vermelho caindo dos ombros deixando a pele bronzeada à mostra, saia jeans curta colada naquela bunda redonda, carnuda e empinada, coxas grossas brilhando de suor, chinelinhos brancos. Noiva certinha, mas com cara de quem guarda tesão escondido.
Comecei devagar no corredor:
— Tá um calor do caralho hoje, né? Imagina como essa bundinha deve tá suada depois de tantas horas sentada...
Ela riu, corando:
— Daniel, para de falar besteira, seu safado!
Eu subi o tom:
— Eu adoro mulher natural. Axila com cheiro forte do dia, pé podre de suor, bunda quente e suada... e principalmente o cu. Aquele cheirinho azedo de quem passou o dia inteiro sentada, apertando contra a cadeira. Aposto que o seu tá bem forte e fedido.
Ela arregalou os olhos, mas mordeu o lábio inferior:
— Que nojo, Daniel! Você é doente mesmo... Eu sou noiva, caralho!
Mostrei o celular com o site aberto, meu perfil completo:
— Sou eu. O famoso Daniel. O que cheira bundas, lambe pés fedidos, enfia a cara em cu sujo e filma tudo desde 2008.
Ela ficou chocada, mão na boca:
— Nojento pra caralho! Você cheira bunda de mulher casada, pé podre, axila com desodorante vencido? Que merda é essa? As pessoas acham que eu nem peido e você quer sentir minha bunda suada o dia todo?
Mas a voz dela tremeu de excitação:
— ...Confesso que me deu uma curiosidade safada. Tô achando nojento... mas tô molhando a calcinha.
— Hoje, lá nos depósitos do fundo, só tem o vigilante. Ele não vai ver a gente entrar. Eu quero sentir seu cheiro natural, te deixar louca. Topa?
Ela hesitou, mas os olhos tavam brilhando de tesão:
— Tá bom... mas só se você não me arrombar demais. Meu noivo viajou, mas não pode saber nunca. Tô com muito medo... mas muita curiosidade também.
Entramos no quartinho dos fundos: paredes de azulejo azul sujo, cadeira velha quebrada, cheiro de mofo e poeira, luz amarela fraca. Mal fechei a porta ela já tava rindo nervosa:
— Você é completamente louco, Daniel... louco pra caralho!
Puxei ela com força, beijei aquela boca carnuda, mão subindo por baixo da saia. Passei o dedo bem no meio da bunda suada, sentindo a calcinha enfiada no risco, toda molhada de suor. Levei o dedo na cara dela:
— Cheira. Cheira o suor da sua própria bundinha de patricinha.
Ela fez cara de nojo:
— Ecaaa! Tá fedido pra porra, seu nojento! Parece que eu segurei peido o dia inteiro...
Eu cheirei fundo, lambi o dedo devagar na frente dela:
— Delícia... Agora senta aí.
Ela sentou na cadeira velha. Tirei os chinelos. Os pés dela tavam podres: suor azedo forte, cheiro de chulé misturado com couro do chinelo, sujos do dia todo. Levantei os braços dela, enfiei o nariz nas axilas suadas e lambi devagar. Ela já gemia alto, mão dentro da saia se tocando.
— Quero cheirar essa bunda agora — rosnei.
— Tá muito suada, Daniel... passei a manhã toda sentada na aula. Deve tá horrível, com cheiro de bunda velha. Vamos pro motel, eu tomo banho primeiro...
— Não quero banho. Quero natural. Quero o cheiro de patricinha que as pessoas acham que nem sua.
Ela ficou de pé, apoiou as mãos na parede, empinou aquela bunda perfeita da foto. Levantei a saia devagar. A calcinha branca comum tava toda enfiada no meio das bandas grossas, manchada de suor. O cheiro subiu forte: bunda quente, suor azedo, cu apertado. Abri as bandas com as duas mãos e enfiei a cara inteira.
De repente ela soltou um peido longo, quente e abafado direto no meu nariz. Cheiro forte de ovo podre misturado com bunda suada e merda guardada.
— Ai meu Deus, desculpa! — ela riu envergonhada. — Eu sou patricinha, ninguém imagina que eu solto peido assim podre... mas segurei o dia todo na faculdade.
Eu inspirei fundo, deliciado:
— Porra, que cheiro gostoso. Peida de novo pra mim.
Ela peidou mais três vezes: dois curtos e explosivos, um longo e molhado que fez barulho. O depósito inteiro ficou fedendo a cu sujo de patricinha. Eu tirei a calcinha, o cu dela rosado, brilhando de suor, com um leve marrom acumulado. Meti a língua fundo, chupando forte, lambendo tudo.
— Você tá lambendo meu cu fedido... seu doente! Tá sentindo gosto de merda? — ela gemia, rebolando na minha cara. — Que nojo... mas continua chupando esse cu podre!
Enfiei dois dedos fundo, rodei, tirei sujos de marrom e mostrei pra ela:
— Olha como seu cu tá sujo, vadia. Cheira sua própria merda.
Ela cheirou, quase vomitou:
— Que nojooo! Tira isso da minha cara, seu pervertido!
Mas gozou ali mesmo, tremendo inteira, molhando as coxas. Botei o pau pra fora e enfiei devagar no cu apertado. Ela mordeu o próprio braço pra não gritar:
— Ai que dói... mas mete mais! Arromba esse cu de noiva que o meu noivo nunca tocou!
Meti fundo. O cu dela tava quente, apertado, molhado de suor e merda. Toda vez que eu tirava, o pau saía sujo. Ela peidava com o pau dentro, peidos molhados e barulhentos, enchendo o ar de fedor. Eu esfregava o pau sujo na cara dela:
— Cheira sua merda enquanto eu fodo seu cu, patricinha nojenta.
Ela quase vomitou de nojo, mas gozava sem parar:
— Eu sou uma vadia podre... meu noivo não imagina que meu cu é tão sujo e fedido... me fode mais forte!
Gozei lá dentro, enchendo o cu dela de porra quente. Quando tirei, o cu ficou piscando, escorrendo uma mistura grossa de esperma branco com merda mole marrom. Ela agachou um pouco e soltou mais um peido longo e molhado, empurrando tudo pro chão. O azulejo ficou imundo: poças de merda, esperma escorrendo, manchas marrons espalhadas, cheiro insuportável de cu arrombado.
Ela olhou pro chão sujo, ofegante:
— Olha o que você fez, Daniel... o chão tá cheio da minha merda e da sua porra. Que nojo total... mas eu nunca gozei tanto na vida, seu louco.
Hoje é domingo, o noivo dela ainda viajando. Ela me mandou áudio gemendo de manhã:
— Vem logo. Quero aqueles fetiches com comida... leite condensado, chocolate, mel lambuzando meu cu... e depois me arrombar de novo. Tô molhada só de lembrar do cheiro de ontem.
Aguarde, porque hoje esse cu de patricinha vai ficar ainda mais destruído, lambuzado, fedido e completamente filmado.
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