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Minha Esposa Evangélica Virou Puta Safada do Vizinho Negro e...

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**Título: Minha Esposa Evangélica Virou Puta Safada do Vizinho Negro e do Chefe no Nosso Quarto: Eu, o Corno Devoto, Filmei Tudo, Gozei Assistindo Ela Levar Creampie, Dar o Cu e Engolir Porra Quente Enquanto Me Chamava de Corno Inútil**

Era uma quinta-feira comum em Recife. Eu, Marcos, 38 anos, engenheiro, casado há doze anos com a Camila, 35, a mulher mais linda e recatada que já vi. Corpo de academia, bunda empinada, peitos firmes que enchiam o sutiã 42D, pele morena clara e um olhar inocente de quem frequentava a igreja evangélica três vezes por semana. A gente transava uma vez por mês, sempre no escuro, missionário, sem gemidos altos. Eu gozava rápido, ela fingia que gostava. Mas eu sabia que ela sonhava com mais. E eu… eu sonhava com ela sendo usada por outro.

Tudo começou quando o vizinho novo, o Rodrigo, se mudou pro apartamento ao lado. Negro, alto, 1,90m, corpo de academia pesada, voz grossa e um volume na bermuda que não deixava dúvida: o cara era dotado pra caralho. Ele era personal trainer e logo virou amigo do chefe da Camila, o Dr. Paulo, um cara de 45 anos, casado, mas safado pra porra. Os dois começaram a frequentar nossa casa pra “churrasco de fim de semana”. Eu via como eles olhavam pra ela. E Camila… ela corava, mas rebolava mais quando passava por eles.

Uma noite, depois de umas cervejas, eu soltei a bomba. Estávamos na cama, eu já de pau duro só de imaginar.

— Amor… e se você desse uma chance pro Rodrigo? Ele te olha como se quisesse te comer inteira.

Ela arregalou os olhos, chocada.

— Marcos! Pelo amor de Deus, sou casada! Sou evangélica!

Mas o tom não era de raiva. Era de tesão reprimido. Eu insisti, mostrei fotos dele sem camisa no Instagram. Ela mordeu o lábio. Naquela noite, pela primeira vez em anos, ela gozou de verdade enquanto eu a fodia imaginando a rola preta do vizinho dentro dela.

Duas semanas depois, o plano estava armado. Eu fingi uma viagem de trabalho pro interior. Na verdade, instalei câmeras no quarto e no banheiro, e me escondi no closet com o notebook, pau na mão. Camila sabia que eu estava assistindo. Era o nosso segredo sujo.

Rodrigo chegou primeiro. Entrou sem camisa, short folgado. Camila estava de vestido leve, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido.

— Cadê o Marcos? — ele perguntou, já puxando ela pela cintura.

— Viajou… — ela respondeu, voz tremendo de tesão. — E eu tô sozinha… e molhada.

Ele não perdeu tempo. Beijou ela com fome, mãos grandes apertando aquela bunda que era só minha. Camila gemeu alto, algo que nunca fez comigo. Ele tirou o vestido dela num segundo. Os peitos saltaram livres, mamilos duros. Rodrigo chupou um, depois o outro, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela.

— Caralho, Camila… você tá encharcada. Seu corno do marido não te come direito, né?

Ela riu, safada pela primeira vez.

— Ele goza em dois minutos. Quero rola de verdade… Quero você me arrombando.

Eu no closet, pau latejando, gravando tudo. Rodrigo tirou o short. A rola dele era monstruosa: grossa como meu pulso, veias saltadas, mais de 25cm. Preta, brilhando. Camila caiu de joelhos, olhos brilhando.

— Meu Deus… é maior que meu braço.

Ela chupou como uma puta profissional. Babava, engasgava, lambia as bolas pesadas. Rodrigo segurava o cabelo dela e fodia sua boca.

— Engole, vadia. Sua boca de esposa santa foi feita pra isso.

Depois ele a jogou na nossa cama de casal. Abriu as pernas dela e meteu tudo de uma vez. Camila gritou de prazer, unhas cravando nas costas dele.

— Ai, caralho! Tá me rasgando! Mais fundo, Rodrigo… me fode como o corno do meu marido nunca fez!

Ele meteu sem piedade. Estocadas fortes, a cama batendo na parede. A buceta dela fazia barulho molhado, squirt escorrendo. Ela gozou pela primeira vez em minutos, corpo tremendo, olhos revirados.

— Eu sou tua puta agora! Goza dentro, me enche de porra preta!

Rodrigo rugiu e gozou. Creampie grosso, escorrendo pela coxa dela. Mas não parou. Virou ela de quatro e meteu no cu sem aviso. Camila gritou de dor e prazer misturados.

— Sim! Arromba meu cu virgem! O Marcos nunca teve coragem!

Eu gozei ali mesmo, no closet, vendo minha esposa sendo sodomizada no nosso quarto.

O chefe, Dr. Paulo, chegou meia hora depois. Encontrou Camila ainda com a buceta pingando porra. Ele riu.

— Então é verdade… a santinha virou putinha.

Eles me comeram juntos. Rodrigo na boca, Paulo na buceta. Depois dupla penetração: um no cu, outro na buceta. Camila delirava, babando, pedindo mais.

— Eu sou a puta de vocês! Meu marido é um corno inútil que só assiste! Gozem em mim!

Eles gozaram de novo. Porra na cara, nos peitos, dentro. Ela engoliu o que pôde, lambendo os paus sujos.

Eu saí do closet quando eles terminaram. Camila me olhou, cara lambuzada, sorrindo.

— Viu, amor? Agora você tem sua hotwife. E eu… eu nunca mais vou ser a mesma.

Rodrigo e Paulo riram, deram um tapinha na bunda dela e foram embora.

Desde aquela noite, Camila virou outra. Toda semana tem “reunião” com eles. Eu filmo, assisto, gozo. Às vezes participo, lambendo a porra que eles deixam dentro dela. VEja e baixe em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu tudo nosso.

E o melhor? Ela ainda vai à igreja domingo de manhã. Mas agora, quando o pastor fala de pecado… ela só sorri, sentindo a porra escorrendo na calcinha.

Se você curtiu, comenta aí embaixo: quantas vezes você gozou lendo? Quer a parte 2 com o irmão dela entrando na jogada? 🔥

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