Jacilda é mais uma sertaneja casada, que seduzi e mostrei coisas que ela nem imaginava.
Meu nome é Daniel. Sou eletricista autônomo e vivo viajando pelas zonas rurais de Pernambuco. Naquela tarde quente de maio, fui chamado para consertar a fiação de uma casinha simples na zona rural de Caruaru. Cheguei suado, com a camisa grudada no corpo, e lá estava ela: **Jacilda**.
Ela tinha uns 32 anos, casada há mais de dez com um homem que passava o dia inteiro na roça. Estava exatamente como nas fotos: dentro da cozinha velha, com paredes manchadas de umidade, fogão a gás enferrujado e prateleiras cheias de mantimentos. Usava um vestido branco bem surrado, fino, cheio de furinhos e marcas de uso, colado no corpo pelo suor do dia. Cabelo preto longo até a cintura, óculos de grau simples, pele morena brilhando de suor. Tinha um corpo cheio, bunda grande e pesada, seios médios que balançavam quando ela se mexia.
— Bom dia, moço. O Zé saiu cedo pra roça… o problema é na tomada ali do canto — disse ela, tímida, sem conseguir me olhar direto nos olhos.
Enquanto eu trabalhava, ela me servia água gelada e ficava por perto, inquieta. Conversamos sobre a vida no sítio, o preço do feijão, o calor infernal. Percebi que ela estava carente. O marido mal olhava pra ela, segundo o que deixou escapar. Eu sorria, elogiava o café que ela fez, e aos poucos vi o rosto dela corar.
Terminei o serviço quase no fim da tarde. O sol ainda queimava lá fora, mas dentro da cozinha o ar estava abafado, cheirando a lenha, comida e suor feminino.
— Jacilda… você é uma mulher muito bonita. Não sei como seu marido te deixa sozinha tanto tempo — falei, chegando mais perto.
Ela baixou a cabeça, mexendo nervosamente na barra do vestido.
— Para com isso, Daniel… eu sou casada. Se alguém da família souber, ou meu marido… meu Deus, eu morro de vergonha. Aqui em Caruaru todo mundo se conhece.
Mesmo assim, não saiu do lugar. Eu me aproximei por trás enquanto ela fingia arrumar as coisas na pia. Encostei meu corpo no dela, sentindo o calor da bunda grande contra meu pau que já estava meia-bomba.
— Só um pouquinho… ninguém vai saber — sussurrei no ouvido dela, beijando de leve o pescoço suado.
Jacilda tremeu inteira.
— Não… eu nunca traí… eu sou direita… ai, Daniel, para…
Minhas mãos subiram por baixo do vestido, subindo pelas coxas grossas até apertar aquela bunda macia e quente. Ela soltou um gemidinho abafado.
— Não toca aí… minha bunda tá toda suada do dia inteiro… eu tenho vergonha… tá suja…
— É exatamente assim que eu gosto — respondi, apertando mais forte, sentindo a carne transbordar entre meus dedos.
Ela tentou afastar minhas mãos, mas sem força. Eu levantei o vestido até a cintura, revelando a calcinha branca simples, já úmida de suor e grudada na pele. O cheiro subiu forte: suor azedo de mulher que trabalhou o dia todo na cozinha quente, sem banho.
— Ai que vergonha, Daniel! Não olha… por favor… — implorou, voz tremendo, tentando puxar o vestido pra baixo.
Ajoelhei atrás dela, afastei a calcinha pro lado e colei meu nariz bem no meio daquela bunda suada e quente. Inspirei fundo, várias vezes. O aroma era forte, penetrante, com aquele toque terroso de cu suado.
— Hummm… que cheiro bom pra caralho… — murmurei.
— Não! Pelo amor de Deus, não cheira aí! Tá suado… eu tô imunda… meu marido nunca fez isso… eu sou limpinha… — choramingou, mortificada, o rosto vermelho de vergonha.
Mas ela não se afastou. Pelo contrário, abriu um pouco as pernas quando minha língua começou a lamber devagar toda a fenda, sentindo o gosto salgado forte. Cheguei no cuzinho e girei a ponta da língua ali. Jacilda soltou um gemido longo, as mãos agarradas na pia.
— Ai… que coisa suja… não lambe dentro… eu nunca deixei ninguém… aaaahh…
Enfiei a língua o máximo que pude, fodendo aquele cuzinho virgem com ela. Jacilda gemia baixinho, o corpo tremendo, dividida entre a vergonha e o prazer novo.
— Daniel… se meu marido descobrir… se minha sogra ou as comadres souberem… eu tô ferrada… nunca mais vou poder olhar na cara de ninguém aqui em Caruaru…
Levantei, tirei o pau pra fora — grosso, latejando — e esfreguei a cabeça bem no cuzinho molhado de saliva.
— Hoje esse cu virgem vai ser meu, Jacilda. Vou comer bem devagar pra você sentir tudo.
— Não… por favor… eu tenho medo… dói muito… eu nunca fiz anal na vida… vai rasgar tudo… — implorou, voz embargada, lágrimas nos olhos.
Segurei firme na cintura dela e forcei. O anelzinho apertadíssimo resistiu. Quando a cabeça entrou, Jacilda gritou:
— Aaaaiii! Tá doendo! Tira! Tira pelo amor de Deus! Tá muito grosso… ai meu cu!
Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o interior quente e virgem estrangular meu pau. Ela chorava e gemia ao mesmo tempo:
— Tá rasgando… aaaahhh… para um pouco… eu não aguento… meu Deus, que dor…
Quando estava todo dentro, parei, sentindo o cuzinho pulsar loucamente ao meu redor. Comecei a meter bem devagar. Jacilda gemia alto, uma mistura de dor, vergonha e tesão.
— Que cu apertado… tá me espremendo inteiro, sua safada…
De repente, **prrrrrrrrrt** — um peido longo e quente escapou bem na minha rola.
— Ai que humilhação! — soluçou ela. — Sai… eu não consigo segurar… que nojo…
O cheiro forte me deixou mais excitado. Meti mais fundo.
— Solta tudo, Jacilda… peida na pica do macho que tá te arrombando.
Outro peido molhado saiu enquanto eu socava. Então senti algo quente e mole pressionando a cabeça do meu pau.
— Nãooo… Daniel, para… tô cagando… ai meu Deus, tô cagando no seu pau! — gemeu ela, completamente humilhada, voz rouca de vergonha.
Senti o cocô quente saindo devagar, lambuzando minha rola grossa enquanto eu continuava metendo naquele cu sujo. O cheiro forte de merda fresca misturado com suor tomou a cozinha inteira. Eu estava enlouquecido de tesão.
— Isso… caga no meu pau, sua putinha casada de Caruaru… solta tudo enquanto eu te fodo — rosnei, acelerando as estocadas.
Jacilda chorava de vergonha, mas empinava a bunda pra trás, gemendo alto:
— Eu sou uma nojenta… se meu marido souber que eu caguei na rola de outro homem… ele me mata… aaaahhh… tá saindo mais… tá tão fundo… que dor gostosa…
O barulho molhado e sujo ecoava. Eu metia com força, sentindo o cocô escorrendo pelas minhas bolas. Gozei violentamente, enchendo aquele cu cagado com jatos grossos de porra quente, misturando tudo.
Quando tirei o pau, um filete marrom e branco escorreu pelas coxas grossas dela, pingando no chão. Jacilda ficou ali, pernas tremendo, vestido ainda na cintura, olhando pra trás com o rosto vermelho, lágrimas e tesão.
— Olha o que você fez comigo, Daniel… eu nunca mais vou ser a mesma… — sussurrou, voz fraca.
Passei a mão na bunda lambuzada, espalhando a sujeira.
— Agora você é minha puta do cu, Jacilda. Toda vez que seu marido for pra roça, eu volto pra cheirar essa bunda suada, lamber dentro e comer esse rabo virgem até você cagar de novo na minha rola.
Ela baixou a cabeça, mordendo o lábio, o cuzinho ainda piscando e pingando.
— …E se alguém descobrir? — perguntou baixinho.
— Ninguém vai descobrir. Esse segredo sujo é nosso.
Continuação – A Sertaneja de Caruaru
Jacilda ainda estava apoiada na pia, pernas tremendo, o vestido embolado na cintura, o cuzinho arrombado piscando e escorrendo uma mistura nojenta de porra, cocô e saliva pelas coxas grossas. Ela olhava pra trás com os olhos vermelhos, o rosto molhado de lágrimas e suor.
— Meu Deus, Daniel… olha o estado que você me deixou… eu caguei na sua rola… que nojo… eu sou uma mulher casada, direita… nunca imaginei que ia fazer uma coisa tão suja na vida.
Eu sorri, ainda com o pau lambuzado, e virei ela de frente. Beijei sua boca com força, enfiando a língua. No começo ela resistiu, mas logo correspondeu, gemendo baixinho.
— Você gozou gostoso, né? Mesmo achando nojento.
Ela baixou a cabeça, envergonhada.
— Gozei… gozei como nunca na vida. Mas é nojento… eu não sou assim… ou sou?
Não dei tempo pra ela pensar. Tirei o vestido dela completamente, deixando ela só de calcinha suja. Os seios médios, mamilos escuros e duros, a barriguinha macia de quem pariu. Ajoelhei e chupei aqueles peitos enquanto enfiava dois dedos na buceta dela — molhada pra caralho.
— Ai… Daniel… devagar… eu tô sensível…
Lambuzei os dedos e enfiei na boca dela.
— Chupa. Prova sua própria buceta.
Ela chupou, tímida no começo, depois com mais vontade. Coloquei ela de quatro no chão da cozinha, bem em cima do tapetinho velho. Abri as pernas grossas e meti meu pau sujo direto na buceta quente e apertada.
— Aaaahhh… que gostoso… — gemeu ela, empinando a bunda. — Mais fundo… mete mais fundo…
Fodi ela com força, fazendo os peitos balançarem. Jacilda gemia alto, descobrindo um lado que nunca conheceu.
— Eu nunca gozei assim com meu marido… ai que delícia… me fode, Daniel… me fode como uma vadia…
Depois de fazer ela gozar de novo na buceta, puxei o pau e encostei na boca dela.
— Chupa. Limpa tudo.
— Mas saiu da minha buceta… e antes tava no meu cu sujo… — protestou, com nojo no olhar.
— Exatamente. Chupa, Jacilda.
Ela abriu a boca, hesitante, e começou a chupar. No começo fazia cara de nojo, mas foi se empolgando, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta até engasgar. Depois eu virei ela de novo, colei meu pau ainda sujo no cuzinho e meti de uma vez.
— Aaaaiii! Ainda tá dolorido… mas continua… não para…
Agora ela empinava sozinha, rebolando, pedindo mais. O cuzinho já estava mais arrombado, soltando peidos molhados a cada estocada forte.
— Prffffft… ai que vergonha… tô peidando sem parar na sua rola…
— Solta tudo, sua puta. Quero comer esse cu cagado de novo.
Meti com força. Logo o cocô começou a sair de novo, lambuzando tudo. Jacilda gemia alto, gozando pela terceira vez, o corpo convulsionando.
— Eu tô gozando… tô gozando no cu sujo… que nojento… mas que delícia… eu sou uma nojenta… aaaahhh!
Enquanto eu socava aquele cu imundo, o celular dela tocou em cima da mesa. Era o marido.
— Atende — ordenei, sem tirar o pau de dentro dela.
— Não… Daniel… ele vai perceber… — sussurrou apavorada.
— Atende agora.
Ela pegou o celular com a mão tremendo, ainda de quatro, meu pau enterrado até o talo no cu arrombado e sujo.
— Alô… oi amor… — atendeu, voz rouca, tentando disfarçar.
Eu comecei a meter devagar, bem fundo.
— Tô bem… sim… o eletricista ainda tá aqui terminando o serviço… — gemeu baixinho quando meti mais forte.
O marido falava do outro lado:
— Tô quase chegando, amor. Uns 15 minutos e tô aí. Comprou o pão?
— Comprei… sim… tá tudo bem… aaaah… — ela mordeu o lábio com força quando eu dei uma estocada mais fundo.
— Que barulho foi esse? — perguntou o marido.
— Nada… é o fogão… tá com problema… o moço tá consertando… te espero, beijo.
Ela desligou e soltou um gemido alto:
— Seu louco… ele tá quase chegando… tira… ai meu Deus…
Em vez de tirar, eu meti mais rápido, socando aquele cu cagado com vontade. Jacilda gozou de novo, tremendo inteira, apertando meu pau.
— Gozei de novo… com meu marido quase em casa… eu sou uma vadia…
Gozei pela segunda vez, enchendo o intestino dela de porra quente. Quando tirei, um jorro marrom e branco escorreu no chão. Rápido, peguei um pano de prato, limpei o grosso, ajudei ela a vestir o vestido surrado. Ela ainda estava com as pernas tremendo, o cu latejando.
Coloquei minha camisa, fingi que estava guardando as ferramentas. Dois minutos depois o marido chegou.
— Boa tarde, seu Zé. Terminei o serviço. Olha aqui, troquei os fios velhos, agora tá tudo seguro — falei, mostrando a instalação nova.
Jacilda estava vermelha, cabelo bagunçado, tentando ficar atrás da mesa. O marido nem desconfiou.
— Obrigado, Daniel. Quer uma água? Jacilda, serve pro moço.
Ela serviu, as pernas ainda fracas, sentindo meu gozo e o resto de cocô escorrendo devagar pela coxa por baixo do vestido. Olhou pra mim com uma mistura de vergonha, tesão e medo.
— Qualquer coisa me liga que eu volto — falei, olhando direto pra ela.
O marido sorriu, sem imaginar nada.
— Pode deixar. Minha Jacilda é uma santa, né? Sempre em casa, cuidando de tudo.
Eu sorri por dentro. Santa coisa nenhuma. Acabara de gozar como uma puta no cu sujo enquanto falava com ele no telefone.
Quando saí, Jacilda me acompanhou até a porta. Baixinho, sussurrou:
— Você destruiu meu cu… e eu… eu quero mais. Mas pelo amor de Deus, toma cuidado. Se meu marido descobrir…
— Na próxima vez vou te comer na cama de vocês — respondi.
Ela mordeu o lábio, apertou as coxas e fechou a porta.
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