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Daniel e júlia, a sertaneja casada do interior

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Meu nome é Daniel Recife, e eu vivo rodando o sertão atrás de bundas suadas de mulher casada. Ontem foi um dos dias mais intensos que já vivi.

Cheguei na casinha simples de taipa no final da tarde. O marido dela, caminhoneiro, estava viajando há três dias. **Júlia**, 28 anos, morena, cabelo preso bagunçado, corpo marcado pelo trabalho na roça. Entrei na cozinha pobre (sem água encanada, só tanque de cimento) e lá estava ela lavando louça. Blusa bege colada no corpo suado, legging marrom esticada numa **bunda enorme, redonda, carnuda e empinada**. O suor escorria pelo pescoço e costas, e um cheiro forte de mulher que trabalhou o dia inteiro tomava conta do ar.

— Boa tarde, moça. Tô passando por aqui… mas pelo que tô vendo, a senhora tá precisando de uma grana extra — falei, mostrando 200 reais.

Ela parou, ficou vermelha, olhou pro dinheiro e pro chão:

— Oxe, moço… meu marido tá viajando, mas eu sou casada direitinho… o que o senhor quer?

— Quero cheirar e lamber essa bunda suada que tá marcando a legging. Só isso. 200 reais agora na sua mão.

Júlia mordeu o lábio, hesitou bastante, olhou pra porta como se o marido fosse aparecer. A casa gritava pobreza. Finalmente pegou o dinheiro com a mão tremendo:

— Tá bom… mas só cheirar, hein? Nada mais que isso.

Levei ela pro quarto humilde. Virei de costas, abaixei devagar a legging. A bunda enorme saltou pra fora. A calcinha branca velha tinha uma **mancha marrom-amarelada** bem no meio do rego. O cheiro subiu forte: suor azedo acumulado, bunda quente, um fundo de cu sujo.

— Caralho, Júlia… que cheiro delicioso de bunda de sertaneja casada.

Colei o nariz bem no rego e inspirei fundo. Ela tremeu:

— Ai moço… isso é nojento… eu tô fedendo pra caralho… para com isso…

Lambí devagar por cima da calcinha, sentindo o gosto salgado. Depois puxei pro lado. O cu era rosado, mas com resquícios de merda seca. Enfiei a língua. Sabor amargo, azedo, terroso. Ela deu um pulo:

— Ai meu Deus! Tá sujo aí! Para, moço… que nojo!

Segurei firme nas nádegas e continuei lambendo. Aos poucos os gemidos dela foram saindo.

À noite fizemos churrasco no quintal. Comprei carne, linguiça e **muita cerveja gelada**. Depois da terceira lata Júlia já estava diferente. Depois da quinta ela mudou completamente: alegre, solta, rindo alto, rebolando provocante, virando uma puta safada.

— Então você gosta de cheirar bunda de casada, né seu safado? — disse ela, já com a voz mole de cerveja, virando de costas e empinando a bunda pra mim. — Olha como tá suada… tá sentindo o cheiro da mulher do outro?

Ela ria, provocante, mexendo a bunda na minha cara:

— Meu marido nunca viu nada disso… se ele soubesse que a esposa dele tá aqui rebolando pra outro homem… ia surtar. Toma, cheira mais forte, Daniel… enfia esse nariz no meu rego fedido!

Estava totalmente desinibida, feito uma puta barata. Puxava a própria legging pra baixo, abria as nádegas com as mãos e falava:

— Quer lamber o cu da casada? Então lambe, seu tarado! Lambe bem fundo!

Eu lambia enlouquecido enquanto ela gemia alto, rebolando na minha língua.

Meu pau latejava. Coloquei ela de quatro no banco de madeira do quintal, bunda empinada pro luar. Tentei enfiar no cu virgem dela. Era apertadíssimo. Ela gritou de dor no começo, mas a cerveja tinha feito efeito:

— Mete logo, Daniel! Arromba o cu dessa casada! Meu marido nunca pegou aqui… hoje você vai ser o primeiro!

Fui devagar, babando bastante. Meti metade. Ela peidava na minha pica: **PFFFT… PFFFT**. De repente a barriga dela roncou forte. Fez cara de desespero:

— Daniel… tô com dor de barriga forte… ai caralho, sai logo…

Não deu tempo. Enquanto eu metia, ela **cagou quente na minha pica**. Merda mole, quente, escorrendo tudo. O cheiro explodiu no quintal. Eu fiquei louco de tesão, meti mais fundo no cu sujo e gozei forte dentro dela.

— Toma porra no cu cagado, sua sertaneja vadia!

Depois lavamos tudo no pequeno poço ao lado da casa, água fria caindo na bunda melada. Ela tremia, envergonhada, mas com um sorriso safado:

— Nunca fiz nada disso na vida… mas… foi bom pra caralho. Quando meu marido viajar de novo, você volta, hein?

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Essa é só mais uma das centenas de **registros** que tenho desde 2008 até hoje, com dezenas de sertanejas casadas exatamente assim.

Quer ver todos os registros completos?
Comenta **“QUERO SERTANEJA”** que te mando o link direto pro Telegram VIP e pro site da Selma, onde tem tudo pra baixar.

Daniel no interior nunca para… e depois que você ver, você também não vai conseguir parar. 😈

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