Carla e Sheila: As maiores putas casadas de são Paulo.
Eu sou a Carla, a morena bunduda do condomínio Jardim das Acácias, em Taubaté, SP. Todo mundo aqui sabe quem eu sou: a vadia casada que adora dar o cu. Tenho 28 anos, uma tatuagem de flor grande nas costas e um ♠️ com “B” bem marcadinho logo acima da minha bunda. Meu marido, o Júnior, é um corno manso que já aceitou faz tempo que eu sou uma puta depravada. E adora.
Minha vizinha de porta, a Sheila, loira platinada, peituda e com bunda tão grande quanto a minha, é minha parceira de putaria. A gente é famosa no condomínio inteiro. As donas de casa falam mal da gente no grupo do WhatsApp, mas os maridos delas babam quando vazam nossos vídeos.
Tudo começou quando eu e a Sheila entramos no site **Selma Club** e no Telegram **VI de Selma e amigas**. A gente viu os vídeos daquele macho… aquele pau preto, grosso, veioso, brilhando de lubrificante e porra. Ficamos molhadas pra caralho. Mandei mensagem pra ele na hora:
“Sou a Carla de Taubaté. Eu e minha amiga Sheila somos as duas putas mais famosas do condomínio. Queremos seu pau no nosso cu domingo. As duas lado a lado, bem doloroso, bem sujo, sem limite. Pode gravar tudo.”
Ele respondeu rápido:
“Domingo 14h. Quero os cuzinhos cheirando a puta. Quero sentir o cheiro antes de arrombar.”
Chegamos no apartamento dele pontualmente, vestidinhos curtinhos, sem nada por baixo. Assim que ele abriu a porta, eu já senti minha buceta latejar.
**Macho**:
“Porra… as duas famosas de Taubaté. Os cornos deixaram vocês virem mesmo?”
Eu ri, já tirando o vestido e ficando pelada:
“Deixaram sim. O Júnior me deu um tapa na bunda antes de eu sair e falou: ‘Grava tudo, amor. Quero ver depois como ficou teu cu destruído’.”
A Sheila já estava de quatro na cama, empinando aquela bunda loira enorme ao meu lado. Eu me posicionei do lado dela, bundas coladinhas, bem juntinhas. Nossos cuzinhos piscando, já lubrificados, brilhando.
O Macho se ajoelhou atrás de nós. Primeiro senti a cabeça grossa e quente do pau dele encostando no meu cu.
**Eu (Carla)**:
“Vai devagar no começo… hoje tá bem apertado… ai caralho…”
Ele forçou. Só a cabeça entrou e eu já gritei:
“AAAAAH PORRA! Tá rasgando! Tá queimando meu cu! Tá muito grosso!”
Ele tirou devagar, o pau melado do meu cu, e encostou direto no nariz da Sheila.
**Macho**:
“Cheira o cu da tua amiga, vadia.”
**Sheila**:
“Hmmm… cheiro forte de cu de puta… tá fedendo gostoso… me dá nojo e me deixa louca…”
Depois ele enfiou no cu dela. A Sheila gritou alto, voz rouca:
**Sheila**:
“AI MEU DEUS! Tá entrando fundo! Tá no meu intestino! Tá doendo pra caralho!”
Ele começou a comer nós duas alternadamente. Estocada funda na minha bunda, depois na dela. O barulho de carne batendo ecoava no quarto. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma:
**Eu**:
“Mais fundo, macho! Arromba o cu dessa puta casada! Meu marido nunca chegou nem na metade disso! Me fode como as vadias de Taubaté merecem!”
**Sheila**:
“Olha o ploc ploc ploc… tá me destruindo! Tô chorando mas quero mais!”
Enquanto ele metia bem fundo em mim, eu não consegui segurar. Soltei um peido longo, quente e molhado bem na cabeça do pau dele.
**Eu** (rindo entre gemidos):
“Peidei no teu pau, amor… sente o cheiro do meu cu sujo… tá fedendo a puta depravada…”
Ele gemeu de tesão e enfiou o pau melado direto na boca da Sheila. Ela chupou gulosa, baba escorrendo no queixo.
**Sheila**:
“Gosto de cu da Carla… peido de vadia… que nojo delícia…”
Ele colocou nossas bundas ainda mais coladas, quase um cu em cima do outro, e começou a meter alternando rápido. Eu chorava de dor e prazer, lágrimas escorrendo:
**Eu**:
“ARROMBA! ARROMBA MEU CU! Eu sou a Carla, a puta morena mais famosa de Taubaté! Meu cu é teu!”
**Sheila** (gritando junto):
“Me fode também! Somos as duas putas do condomínio! Nosso cu é público!”
Peidos escapavam toda vez que ele tirava o pau. O quarto inteiro cheirava a cu dilatado, lubrificante, suor e putaria pesada. Ele segurou meu cabelo e meteu com força bruta no meu cu, depois no da Sheila. A gente gritava junto, vozes roucas e destruídas.
No final ele tirou o pau e gozou horrores. Jatos grossos, quentes, brancos, enchendo nossos dois cuzinhos abertos, vermelhos, pulsando. A porra escorria pelos meus pentelhos e pela bunda da Sheila.
Eu ainda tremendo, voz fraca:
**Eu**:
“Meu cu tá destruído… amanhã vou pro mercado andando torto pra todo condomínio ver que fui arrombada…”
**Sheila**:
“E eu vou chegar em casa com o cu piscando pro Marquinhos lamber tudinho, como sempre.”
O Macho bateu o pau mole nas nossas bundas meladas e falou sorrindo:
“Domingo que vem de novo. Quero esses dois cuzinhos ainda mais arrombados.”
Eu olhei pra Sheila, sorri com cara de vadia completa e respondemos juntas:
**Nós duas**:
“Pode deixar, macho… o cu das putas mais famosas de Taubaté tá sempre aberto e pronto pra você.”
E o vídeo… bom, já deve estar rodando no Telegram **VI de Selma e amigas** agora.
Todo mundo em Taubaté vai ver.
Ele terminou de gozar nos nossos cus, deu um tapa forte em cada bunda, riu e falou:
“Vocês duas são foda. Vou tomar um banho e depois tenho que sair. Fiquem à vontade pra limpar o estrago.”
Assim que a porta do banheiro fechou, eu e a Sheila nos olhamos. Nossos olhos estavam vermelhos de tanto gemer e chorar, as bundas latejando, os cus abertos, vermelhos, escorrendo porra grossa branca misturada com lubrificante. A gente sorriu com aquela cara de puta safada que a gente sabe que tem.
Eu (Carla):
“Vem cá, sua vadia loira… vem limpar o cu da tua amiga.”
A Sheila nem pensou duas vezes. Ela me empurrou de costas na cama, abriu minhas pernas e minha bunda com as duas mãos e enfiou a língua bem fundo no meu cu arrombado. Eu soltei um gemido longo, rouco:
Eu:
“Aaaahhh porra, Sheila… lambe tudo… enfia essa língua bem fundo no meu intestino… tira a porra dele de dentro de mim…”
Ela gemia enquanto me comia com a boca, a língua entrando e saindo, fazendo barulho molhado, chupando a porra misturada com o meu gosto de cu. Eu sentia a porra escorrendo direto pra boca dela.
Sheila (voz abafada, lambendo):
“Hmmm… teu cu tá tão aberto, Carla… tá piscando na minha língua… gosto de porra de macho misturado com teu cheiro de puta… delícia…”
Eu segurei a cabeça dela e empinei mais a bunda, esfregando meu cu melado na cara dela. Depois trocamos. Eu coloquei a Sheila de quatro e abri aquele bundão loiro. O cu dela estava destruído, vermelho, inchado, escorrendo porra. Eu cuspi em cima e enfiei a língua o mais fundo que consegui.
Eu:
“Caralho, teu cu tá enorme hoje… tá soltando peidinho quente na minha boca… que nojo gostoso…”
Sheila (gemendo alto):
“Lambeee… come meu cu arrombado, morena… tira toda essa porra com a língua… eu amo quando você faz isso…”
A gente se virou de lado, 69 de cu. Cada uma com o rosto enterrado na bunda da outra, línguas entrando fundo, chupando, lambendo, sugando. A gente soltava peidinhos curtos uma na boca da outra e ria safada. Depois viramos de frente.
Eu chupei os peitos grandes dela, mordi os bicos rosados enquanto enfiava dois dedos na buceta dela, toda molhada. Ela fez o mesmo comigo. A gente se beijou com gosto de cu e porra, línguas enroladas, baba escorrendo.
Eu (entre beijos):
“Eu amo foder com você, Sheila… amo mais do que com qualquer macho. A gente se entende… sabe exatamente como a outra gosta de apanhar no cu, de ser tratada como puta…”
Sheila (ofegante, dedos dentro de mim):
“Eu também, amor… você é minha puta favorita. Adoro quando a gente dá o cu juntas pro mesmo pau… e depois limpa tudo na boca uma da outra. Nossos cornos nunca vão entender isso.”
Eu ri, mordendo o pescoço dela:
Eu:
“O Júnior é o maior corno manso do mundo. Ele sabe que eu tô aqui, sabe que meu cu tá destruído, e quando eu chegar em casa ele vai pedir pra cheirar meu cu antes mesmo de eu tomar banho. Vai lamber tudo que sobrar… e vai gozar só de ouvir o relato.”
Sheila:
“O Marquinhos é pior. Ele me manda mensagem durante a foda pedindo foto do cu arrombado. Depois ele lambe minha buceta e meu cu enquanto eu conto o quanto doeu… e goza sem nem encostar no pau. Dois cornos perfeitos pra duas putas como a gente.”
A gente gozou assim, esfregando buceta uma na outra, dedos no cu, línguas na boca. Eu gozei primeiro, tremendo, gritando o nome dela. Depois ela, molhando minha coxa toda.
Não paramos. Fomos pra banheira. Enchemos de água quente, entramos juntas. Eu sentei no colo dela, de frente, e a gente continuou se beijando devagar, seios colados, mãos lavando e apertando as bundas doloridas.
Eu (sussurrando enquanto ela enfiava um dedo no meu cu de novo):
“Eu gosto quando dói, sabia? Gosto de sentir o cu queimando no dia seguinte, de andar torto no condomínio e saber que todo mundo desconfia que fui bem comida.”
Sheila:
“Eu também… adoro chorar enquanto o pau entra, adoro peidar no pau deles, adoro o cheiro de cu sujo. E amo mais ainda quando a gente termina assim… só nós duas, lambendo tudo, gozando sem pressa.”
A gente ficou mais de uma hora na banheira, se tocando, se lambendo, se beijando. Gozamos mais duas vezes. Quando saímos, nossas bundas ainda estavam vermelhas e abertas, mas limpinhas por fora e cheias de lembrança.
Antes de ir embora, eu dei um beijo demorado na Sheila e falei:
Eu:
“Domingo que vem a gente repete. E depois… a gente vem pra cá de novo, só nós duas, pra limpar tudo.”
Sheila (sorrindo, unhas vermelhas apertando minha bunda):
“Pode deixar, morena. O cu e a boca da tua amiga loira sempre vão estar disponíveis pra você.”
Cheguei em casa andando devagar, cu latejando. O Júnior estava na sala, já com o pau na mão.
Mas isso… é outra história.
A gente adora falar dessas coisas enquanto limpa o cu uma da outra.
Eu estava de quatro na cama, bunda empinada, e a Sheila enfiava a língua bem fundo no meu cu arrombado, chupando a porra que ainda escorria. Eu gemia e falava ao mesmo tempo:
Eu (Carla):
“Ai Sheila… lambe mais fundo… lembra aquele universitário de 19 anos que nos chamou ano passado? O garoto era virgem de cu, pagou 800 reais só pra gente peidar na cara dele. A gente sentou na cara dele uma de cada vez, peidando direto na boca e no nariz. Ele gozou sem nem tocar no pau, só com o cheiro do nosso cu sujo.”
Sheila (tirando a língua do meu cu, baba e porra escorrendo no queixo):
“Eu lembro… ele implorava ‘peida mais forte, tias’. O cu dele era tão inocente… Depois pediu pra gente cagar um pouquinho na boca dele. Eu fiz. Soltei um pedacinho pequeno, quentinho… ele mastigou chorando de nojo e gozando ao mesmo tempo. Que nojo gostoso.”
Eu virei ela de costas, abri aquele bundão loiro e enfiei minha língua bem fundo, sentindo o gosto forte do cu dela misturado com a porra do Macho.
Eu:
“E aquele empresário de 52 anos, todo engravatado? O cara era rico pra caralho, dono de concessionária aqui em Taubaté. Pagou 3 mil reais pra gente ir no motel e fazer ‘receita especial’. Ele queria que a gente cagasse na prato, misturasse com xixi, lubrificante e fizesse ele comer de colher. Eu caguei primeiro, bem molinho. Você mijou em cima. Ele comeu tudo, vomitou, chorou… e pediu mais. No final gozou lambendo nosso cu sujo de merda.”
Sheila (gemendo enquanto eu lambia):
“Porra, Carla… eu amo quando a gente lembra dessas coisas. Teve aquele velho de 70 anos do grupo do Selma… o aposentado tarado. Ele só queria xixi na boca. A gente fez ele deitar no chão do banheiro e mijou direto na garganta dele, as duas ao mesmo tempo. Ele engasgava, tossia, mas engolia tudo. Dizia que o xixi de puta casada era melhor que viagra.”
Eu subi no corpo dela, peito com peito, buceta molhada roçando na dela, e a gente se beijou com gosto forte de cu e porra.
Eu (sussurrando entre beijos):
“Lembra o machinho de 25 anos que se achava o rei? Disse que ia aguentar tudo. A gente sentou na cara dele uma atrás da outra e descarregou. Peido molhado, depois cocô mole direto na boca. Ele tentou cuspir, mas a gente segurou a cabeça. No final ele estava todo cagado, chorando, pau duro pra caralho. Disse que nunca mais ia ser o mesmo.”
Sheila (rindo safada, apertando minha bunda):
“Eu gosto mais quando eles pedem pra gravar. Teve aquele outro de 40 e poucos, casado, que queria receita de ‘bolo de merda’. A gente cagou dentro de um pote, misturou com leite condensado, xixi e porra dele mesmo. Ele comeu um pedaço inteiro enquanto a gente sentava na cara dele. O nojo no rosto dele era tão grande que eu gozei só de olhar.”
A gente rolou na cama, agora eu por baixo, Sheila por cima, esfregando a buceta na minha boca enquanto lambia meu cu de novo.
Eu (voz abafada, falando enquanto lambia):
“Os cornos dos nossos maridos nunca vão chegar nesse nível… O Júnior sabe que eu faço isso tudo, mas quando eu chego em casa ele só pede pra cheirar meu cu e lamber o resto. Ele é manso demais pra comer merda. O Marquinhos é igual. Os dois são cornos perfeitos pra gente continuar sendo as putas mais famosas de Taubaté.”
Sheila (quase gozando na minha boca):
“Eu amo ser nojenta com você, Carla… amo quando a gente atende esses pedidos absurdos, de 19 até 70 anos… universitário, empresário, velho tarado, tudo. Quanto mais nojento, mais eu gozo. Peido na cara, merda na boca, xixi quente na garganta, cuspe, tudo…”
A gente gozou forte de novo, tremendo, gritando, bucetas molhando a cama inteira. Depois fomos pra banheira de novo, água quente, e continuamos conversando baixinho, dedos dentro dos cus doloridos.
Eu:
“Domingo que vem, depois do Macho arrombar a gente de novo… a gente pode chamar aquele universitário de novo. Ou o velho. Ou os dois. O que você acha?”
Sheila (beijando minha boca com gosto de tudo):
“Os dois. Quero ver eles competindo pra ver quem aguenta mais nojo.”
A gente riu, se beijou demorado e ficou ali, peladas, bundas latejando, já pensando na próxima putaria.
Eu sou a Carla. Tudo meu está em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu
E não tem nada que me deixe mais molhada do que lembrar o quanto eu e minha amiga somos depravadas.
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Comentários (1)
José Carlos: Que cuzinho gostoso
Responder↴ • uid:46kphpcet0b