#Gay

Minha Primeira Vez sendo femea de Outro macho: A Entrega Sem Volta de um Casado

1.3k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
gays recife

Do desejo escondido ao primeiro beijo que mudou tudo, eu, um homem de 52 anos casado há mais de 25, finalmente parei de fingir que não queria sentir o peso de um corpo masculino sobre o meu, gemendo baixo enquanto meu cuzinho virgem era aberto pela primeira vez na vida.

Sempre me vi como um cara hétero raiz, daqueles que curtem mulher, cerveja gelada no Bar do Cais em Recife e futebol no Arruda. Mas desde os 30 e poucos, quando via um homem forte na rua, uma fantasia safada surgia na mente: eu de quatro, sendo dominado, sentindo uma rola grossa me rasgando devagar. O medo travava tudo. Até que não aguentei mais negar.

Entrei num site de encontros discretos. Conversei com vários, mas marcava e desmarcava na hora H. Até que apareceu ele: Rodrigo, 44 anos, negro, pele escura brilhando de saúde, solteiro, voz grave e calma como o mar de Boa Viagem à noite. Educado, bem dotado — caralho, as fotos que ele mandava me deixavam com a boca seca. O que me fisgou de verdade foi o jeito dele: sem pressa, sem vulgaridade barata. Conversávamos horas no WhatsApp, ele me chamava de “meu macho tímido”, me perguntava como foi meu dia no trabalho, ria das minhas piadas sem graça. Criamos uma confiança gostosa, quase íntima.

Um dia ele mandou: “Vem pra minha casa no Recife Antigo, só pra tomar uma cerveja e conversar, prometo que não vou forçar nada”. Meu coração disparou. Eu sabia que era mentira — e queria que fosse. Peguei o carro, estacionei perto do Marco Zero e subi as escadas antigas do prédio dele, pernas tremendo.

Toquei a campainha. Rodrigo abriu a porta sorrindo, camisa aberta mostrando o peito definido, cheiro de homem misturado com perfume amadeirado que me deixou tonto na hora. “Entra, Gustavo”, disse com aquela voz rouca que arrepiava. Sentamos no sofá, cerveja gelada na mão, papo fluindo. Ele perguntou se podia me abraçar. Eu disse que sim. O abraço foi quente, forte. Depois veio o pedido: “Posso te beijar?”. Meu “pode” saiu quase sussurrado.

O beijo foi fogo puro. Língua dele invadindo minha boca com calma e fome ao mesmo tempo, molhado, profundo. Senti suas mãos grandes descendo pelas minhas coxas, apertando minha bunda por cima da calça. Sem perceber, minha mão já estava dentro da bermuda dele, segurando aquele pauzão negro — grosso, pesado, latejando quente na palma. Era maior do que eu imaginava. Meu cu piscou só de tocar.

Ele gemeu baixo no meu ouvido: “Tá gostando, né, safado?”. Eu só consegui gemer de volta, envergonhado e louco de tesão.

Rodrigo me pediu um beijo na cabeça da rola. Eu ajoelhei ali mesmo na sala, puxei a bermuda dele pra baixo e encarei aquela coisa linda, veias saltadas, glande brilhando. Dei um beijinho tímido. Depois outro. Logo estava lambendo tudo, chupando com vontade, mesmo sem prática nenhuma. O gosto salgado, o cheiro forte de macho me deixavam maluco. Ele segurava minha cabeça com carinho, dizendo: “Isso, vai devagar, meu putinho… tá chupando gostoso pra caralho”.

Ele me levantou, me carregou no colo como se eu não pesasse nada e me levou pro quarto. Me deitou de bruços na cama, tirou minha roupa devagar. Quando senti a língua dele no meu rego virgem, quase gozei ali. Ele lambia fundo, molhando tudo, chamando-me de “cadelinha branquinha”, “minha fêmea”. A língua áspera entrava e saía, me fazendo rebolar sem controle. Eu gemia como uma vadia, o rosto enterrado no travesseiro.

“Vai com calma, Rodrigo… tá doendo só de imaginar”, pedi, voz falhando.

Ele cuspiu direto no meu buraquinho, espalhou com o dedo grosso e começou a forçar a cabeça da rola. Doeu pra porra. Uma dor quente, queimando, como se eu estivesse sendo rasgado ao meio. Mas o tesão era maior. Meu cu piscava, querendo mais. Ele parou, acariciando minhas costas, sussurrando: “Relaxa, Gustavo… deixa ele entrar devagarinho”.

Meu próprio corpo traiu: eu empurrei pra trás. Metade da rola já estava dentro, me abrindo de um jeito que eu nunca senti. Ele segurou minha cintura firme e, num golpe só, enterrou tudo. Gritei alto, um grito misturado com gemido. Doía pra caralho, lágrimas escorreram, mas meu pau babava no lençol. Ele se deitou sobre mim, peito colado nas minhas costas, e começou a se mexer devagar. “Agora rebola pra mim, minha cadelinha… mostra como quer ser comida”.

Eu rebolei. Envergonhado pra cacete, mas rebolando como puta em cio. Ele gemia alto: “Caralho, Gustavo, teu cu tá apertado pra caralho… tá me engolindo todo”. O som molhado dos corpos batendo, as bolas dele batendo na minha bunda, o cheiro de suor e sexo enchendo o quarto. De repente senti um peido escapar do meu cu esticado — barulhento, quente — e ele riu rouco: “Isso, solta tudo pra mim, vadia… tá soltando vento enquanto eu te fodo”.

A dor virou prazer puro. Ele metia forte agora, me chamando de mulherzinha, de puta casada. Gozei sem nem tocar no pau — um gozo longo, quente, que me deixou tremendo inteiro. Rodrigo grunhiu e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente, grossa, que escorreu pelas minhas coxas quando ele saiu devagar.

Ficamos abraçados, suados, ofegantes. Ele beijava meu pescoço e dizia: “Você nasceu pra isso, sabia?”.

A partir dali nos encontramos várias vezes. Ele me comia em todas as posições: de quatro no sofá olhando pro mar de Olinda, de lado na cama com uma perna levantada, até eu cavalgando ele no chão da sala, rebolando enquanto ele apertava meus mamilos. Eu chupava até engasgar, bebia todo o leitinho dele, lambia suas bolas suadas. Ele me dominava com carinho e força, me fazia sentir a fêmea mais safada do mundo. Eu soltava peidos sem vergonha quando ele metia fundo, e ele adorava — “Isso, solta o cheirinho pra mim enquanto eu te arrombo”.

Mas um dia Rodrigo recebeu transferência pro interior de Pernambuco, pra perto de Caruaru. Nunca mais nos vimos. Eu voltei pra minha vida de casado, mas o desejo não morreu. Todo dia penso naquele cu ardendo de prazer, na dor gostosa virando vício, no jeito que ele me olhava enquanto me enchia.

Talvez um dia eu volte a ser a putinha de outro homem carinhoso, másculo e bem dotado… quem sabe até mais bruto, me fazendo gritar mais alto, me deixando com o cu aberto e escorrendo por dias.

Se você curtiu essa minha primeira entrega sem volta e quer acompanhar todas as minhas aventuras escondidas — as fotos, os vídeos, os áudios gemendo enquanto levo rola — é só me procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Lá eu posto tudo sem censura, bem picante e real.

Agora me conta nos comentários: você já sentiu essa vontade de se entregar pra outro homem? Qual foi sua primeira vez? Ou tá guardando esse desejo ainda? Comenta aqui embaixo, quero ler tudinho e quem sabe até responder pessoalmente. Quem sabe sua história não vira minha próxima inspiração pra uma nova aventura bem safada…

Eu tô aqui esperando. E meu cu… ele ainda lembra e lateja só de pensar no próximo.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos