Dei pro amigo do corno e cheguei lambuzada pra ele limpar
Eu sempre soube que meu marido adorava me ver sendo devorada por outro macho. Já rolou troca de casais em motéis da BR-101, ménage com amigos em Boa Viagem, até casas de swing em Olinda, mas nada se compara à adrenalina daquela noite em que decidi trazer a marca de outro homem grudada na pele direto pra nossa cama em Casa Amarela. Foi safado, intenso e deixou ele louco de tesão... e eu já tô louca pra repetir com mais um (ou dois). Quer saber cada detalhe sujo dessa aventura? Então cola aqui até o final, porque o que vem por aí vai te deixar com vontade de me acompanhar nas próximas.
Tudo começou numa conversa inocente no WhatsApp com o Renan, amigo antigo do meu corno, aquele moreno alto, corpo malhado de academia na Jaqueira, 32 anos, sorriso safado que já me deixava molhada só de imaginar. Eu tinha certeza: a rola dele era daquelas que esticam a calcinha antes mesmo de entrar. Comecei jogando indiretas, mandando foto de biquíni na praia de Piedade, ele respondeu com elogios pesados. Daí pra troca de nudes foi um pulo. Quando vi aquela pica grossa, veiuda, quase 22 cm apontando pra câmera, meu grelo pulou. Tirei print na hora e mandei pro meu marido: “Olha o que teu amigo tem guardado pra mim, amorzinho...”. Ele respondeu com áudio gemendo, pau duro, dizendo que mal podia esperar pra me ver gozada por outro.
Marquei com o Renan num motel chique na Av. Caxangá, daqueles com suíte temática, luz neon rosa, espelhos no teto e banheira hidromassagem. Cheguei de vestido curto, sem calcinha, já sentindo o ar condicionado gelado batendo na buceta lisinha. Ele abriu a porta só de cueca boxer esticada, cheiro de perfume amadeirado misturado com tesão. Mal trocamos duas palavras, já estávamos nos pegando na porta. Beijo molhado, língua brigando, mão dele apertando minha bunda com força. “Tá com pressa, safada?”, ele riu rouco no meu ouvido.
Sentei na cama king size, puxei a cueca dele pra baixo e aquela rola pulou na minha cara. Grossa, quente, cabeça brilhando de pré-gozo. Mal cabia na boca, mas eu forcei, engasgando gostoso enquanto olhava pra ele. “Chupa devagar, sua putinha casada, quero sentir essa boca gulosa”. Eu obedeci, lambendo da base até a cabeça, chupando as bolas pesadas, sentindo o cheiro forte de macho. Ele gemia alto, segurando meu cabelo, fodendo minha garganta devagar. Depois me deitou, abriu minhas pernas e meteu a língua na minha buceta encharcada. Chupava o grelo com pressão, enfiava dois dedos, eu rebolava na cara dele, gemendo alto: “Isso, lambe a buceta que meu marido não enche...”.
Entre goles de vinho tinto, ele colocou a camisinha e me penetrou de uma vez. Aquela pica imensa abriu caminho, esticando tudo, doeu um pouco no fundo, mas a dor virou prazer rápido. “Caralho, que bucetinha apertada... teu corno não te fode direito, né?”. Eu ri safada: “Ele adora ver outro me abrindo”. Cavalguei forte, quicando, peitos balançando, ele apertando meus mamilos. Depois de quatro, ele meteu com força, batendo a virilha na minha bunda, o barulho ecoando no quarto. Soltei um peido sem querer de tanto tesão, ele riu: “Tá relaxada mesmo, hein, vadia”. Eu corei, mas isso só me deixou mais excitada.
Gozei duas vezes tremendo, unha cravada nas costas dele. Aí ele tirou a camisinha, pediu pra eu abrir a boca, mas mudou de ideia: gozou forte na minha barriga, jatos quentes subindo até os seios, escorrendo devagar pela pele suada. Que porra grossa, quente, cheiro forte de macho dominando o ar. Fiquei ali, lambuzada, sentindo cada gota grudar.
Fingi tomar banho rápido (só passei água no rosto), mantive a porra colada na pele, vesti o vestido por cima e saí. Ele me deixou na porta de casa, na rua calma de Casa Amarela, e ainda rolou um beijo demorado na calçada, língua na língua, vizinho podia ver. “Amanhã a gente repete?”, ele perguntou. Sorri: “Quem sabe...”.
Entrei, meu marido tava na sala de pau duro, olhos brilhando de ansiedade. “Conta tudo, amor, mostra”. Levantei o vestido devagar, mostrei a barriga e os peitos lambuzados de porra seca. Ele caiu de joelhos, cheirou primeiro, depois lambeu tudo, língua quente limpando cada gota, chupando meus seios, descendo pra buceta ainda inchada e sensível. “Que delícia de porra alheia na minha esposa...”. Me comeu ali mesmo no sofá, metendo forte enquanto gemia: “Tu é minha putinha perfeita”. Gozei de novo só de lembrar do Renan me arrombando.
Agora fico pensando: e se na próxima eu chamar mais um amigo dele? Ou marcar no carro em Boa Viagem, gozar na praia deserta? Meu cu ainda tá sensível da vontade que deu de pedir pra ele meter lá também, mesmo sabendo que ia doer pra caralho no começo... mas que dor gostosa seria.
Quer acompanhar essas aventuras de perto, ver mais detalhes sujos das próximas vezes que vou sair pra ser fodida e voltar marcada pro meu corno lamber? Procura na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Lá eu posto tudo fresquinho.
Me conta nos comentários: você gostaria de ser o próximo a me deixar assim, toda gozada pra meu marido limpar? Ou prefere ser o corno assistindo de longe? Fala aí, tô louca pra ler e me inspirar na próxima sacanagem. 💦
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Comentários (1)
Sofininfetinha: Amo ouvir esses tipos de conto, histórias pesadinhas é um tesão!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk