Professora da caatinga trai o marido quando sai. Mal tem água para o básico.
Ah, porra, olha só essa cena que me deixa louco de tesão toda vez que lembro: Rosana, minha professora safada de Cabrobó, completamente pelada no sol escaldante da Caatinga, de quatro no chão seco, bundão empinado pra cima, pele morena brilhando de suor e poeira, pegando água turva daquela cacimba rasa com um balde enferrujado. Os peitos pesados balançando, pingando suor, a bunda redonda e firme aberta, mostrando o rego suado e escuro, o cu piscando de vergonha enquanto ela se inclina mais, mergulhando a mão na água lamacenta. Eu, Daniel, o tarado que vocês seguem no site da Selma desde 2008, chego por trás dela sem avisar, pau já duro latejando na calça, e penso: caralho, essa é a imagem perfeita da mulher real que me faz gozar sem nem tocar – suja, natural, fedendo a dia inteiro sem banho, queimada pelo sol do Sertão.
Ela me vê chegando, vira o rosto suado, óculos embaçados de calor, e sorri com malícia misturada com medo: "Daniel, seu doido, aqui fora? Meu marido pode aparecer... e olha como eu tô, nem lavei direito hoje". Eu me aproximo, ajoelho na terra quente, cheiro primeiro as costas dela, aquele fedor forte de suor acumulado, salgado, misturado com terra seca. "Cala a boca, sua puta, eu vim pra cheirar e lamber tudo que você tem de sujo". Levanto os braços dela, meto o nariz nas axilas úmidas, o desodorante barato quase vencido virando um cheiro azedo delicioso, lambo devagar, sentindo o gosto salgado na língua, os pelinhos eriçados. "Porra, Rosana, teu cheiro de axila suada é melhor que qualquer perfume caro, me deixa com vontade de gozar na cara".
Ela geme baixo, "Tá louco... isso é nojento, Daniel", mas empina mais a bunda, sabendo o que vem. Eu abro as nádegas com as duas mãos, meto a cara inteira no meio daquela bunda quente, o cheiro podre me invadindo: suor velho, falta de água, um toque amargo de cu que mal foi lavado, feridinhas do calor deixando tudo mais cru. "Abre mais, vadia, deixa eu provar esse cu imundo". Passo a língua devagar no anel enrugado, sabor azedo e ruim pra caralho, mas é exatamente esse nojo que me faz pulsar. Lambo fundo, circulando, sentindo a textura áspera, o gosto forte de merda misturado com suor. Ela se toca na xota, dedos escorregando no melado, gemendo alto: "Ai, caralho, continua... tá me deixando louca, sua língua no meu cu sujo...".
Não aguento, abaixo a calça, pau babando, e meto na xota dela ali mesmo, de quatro na beira da cacimba, água suja respingando nos nossos corpos. Bombada forte, pele batendo na pele, ploc ploc ecoando na Caatinga vazia. Ela grita: "Fode, Daniel, fode essa xota fedida de professora pobre!". Sinto a respiração dela ofegante, o cheiro de mulher suada no meu rosto, peitos balançando com cada estocada. Gozo quase, mas paro, puxo pra dentro da casa simples.
Na cozinha, vejo a manteiga na mesa de madeira gasta. Pego um punhado, esfrego no pau duro, depois no cu dela. "Agora vai ser no cu, sua safada". Coloco a camisinha colorida, vermelha dessa vez, pra ver o pau brilhando. Meto devagar, sentindo o anel apertado cedendo, quente pra caralho. "Tá rasgando, Daniel... aaaah, porra, mete tudo!". Empurro até o talo, pego pela cintura fina, bombando ritmado, o cu engolindo meu pau inteiro. Ela começa a peidar de vergonha, pffft pffft, cheiro forte de cu sujo subindo, "Desculpa... tô com vontade de cagar, ai que nojo...". Mas goza mais forte, xota pingando no chão de terra batida.
Olho pra baixo: pau entrando e saindo, cabeça saindo melada de merda marrom, brilhando com manteiga e sujeira. "Caralho, sua puta cagona, isso me deixa louco!". Acelero, os peidos saindo altos, ela tremendo, gozando gritando meu nome. Explodo dentro do cu, enchendo a camisinha de porra quente, sentindo as contrações apertando.
Ela se levanta trêmula, corre pro poço lá fora, ainda nua, se agachando na cacimba pra se lavar com a água escura, bundão empinado de novo, pingando tudo. Eu fico atrás, tirando fotos discretas, capturando cada detalhe: pele brilhando, suor misturado com porra escorrendo, cu vermelho e aberto. É isso que me move, o tesão puro por mulheres comuns como Rosana, compartilhando essa safadeza crua com vocês todos.
Pra ver mais fotos e vídeos dessa putinha do Sertão, é só ir no site da Selma Recife – Daniel tá lá desde 2008 mostrando tudo em www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo . Comentem aí embaixo se gozaram lendo, me contem o que mais querem ver nela, suas fantasias sujas. Tem mais aventuras quentes vindo em breve, postagens diárias pra vocês se acabarem de tesão!
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