Casada da muribeca deixou corno bêbado e veio me dar o cu aqui
Boa tarde, meus amigos! Cheguei agora aqui em casa nesse final de tarde de domingo, 1 de fevereiro de 2026, feliz da vida e ainda sentindo o cheiro forte e suado da bunda de Marília grudado na minha cara, velho – um aroma de cu quente, misturado com suor do dia quente, que me deixa de pau duro só de lembrar. Foi uma foda épica no prédio abandonado do Muribeca, onde essa casada puta, ignorada pelo marido corno que só bebe e não come direito essa rabuda fogosa, me deu o cuzinho rosado com força, gemendo, peidando e cagando tudo misturado com porra enquanto eu socava sem dó, filmando o arrombo pra vocês verem como ela vira uma vadia no cio quando escapa da casa cheia de bêbados; e isso é só o começo, porque tem mais aventuras quentes vindo em breve com postagens diárias cheias de fotos e vídeos pra vocês se acabarem na punheta e comentarem o que acham, me contando suas histórias de cornos e putas do dia a dia.
Estou aqui sentado no sofá, o pau ainda meia-bomba latejando nas calças, o cheiro dela impregnado nas minhas narinas como um perfume proibido, e não consigo parar de sorrir. Marília, essa morena rabuda de seios fartos e sorriso banguela que me enlouquece, apareceu na padaria hoje de manhã, vestida com aquela blusinha florida apertada que mal contém as tetas balançando, e um shortinho branco colado na bunda enorme, marcando cada curva como se pedisse pra ser apertada. Eu tava comprando pão, mas meus olhos grudaram nela imediatamente – ela pegando um pãozinho, se inclinando sobre o balcão, a bunda empinada como um convite, e eu já imaginando o cheiro natural que sai dali depois de um dia quente. "Ei, gata, tá linda hoje", eu sussurro pra ela no ouvido enquanto passo por trás, roçando de leve o pau endurecendo na sua raba. Ela vira o rosto, os óculos escuros no rosto, e sorri aquele sorriso safado, mostrando os dentes faltando que me deixam louco porque é real, é mulher do povo, não essas frescuras de academia. "Você de novo, seu safado? Meu marido tá em casa enchendo a cara, mas eu tô louca pra uma escapada", ela responde baixinho, os olhos brilhando de tesão reprimido.
A gente marca rapidinho ali na padaria, entre os cheiros de pão fresco e café, o ar quente do forno misturando com o suor dela que já tá escorrendo pelo decote. Ela conta que o corno, esse idiota chamado João, motorista de app que só trabalha e bebe, não toca nela direito há meses – só uma rapidinha sem graça, papai-mamãe, goza e ronca. "Ele diz que eu engordei, que não sou mais a mesma, mas olha pra essa bunda, seu puto, ela merece pau de verdade", ela desabafa, apertando minha mão embaixo do balcão. Eu sinto o calor da palma dela, úmida de excitação, e já planejo tudo: o prédio abandonado ali perto, daqueles cheios de grafites e escadas quebradas, onde ninguém vai nos pegar. "Me espera lá em uma hora, vem sem calcinha pra facilitar", eu mando, e ela morde o lábio, assentindo. Enquanto ela vai embora balançando a raba, eu fico ali, o pau latejando, imaginando o que vem pela frente – o cheiro, o gosto, o arrombo total.
Uma hora depois, ela chega no prédio, suadinha do calor de Recife, o sol de fevereiro torrando tudo. O lugar tá um caos: paredes pichadas com "Não tem pão" e outras merdas, escadas rangendo, o barulho distante de crianças jogando bola na rua e funk tocando alto nos vizinhos. Ninguém imagina que ali dentro, numa salinha escondida no segundo andar, Marília tá se despindo devagar, tirando a blusinha florida que gruda no corpo suado, revelando os peitos enormes, os mamilos duros como pedras, marrons e convidativos. "Olha pra mim, seu maluco, eu sou gorda mesmo, mas você ama, né?", ela provoca, virando de costas e baixando o shortinho branco, revelando a bunda gigantesca, branca e macia, com celulites que me deixam doido – nada de perfeição falsa, é carne real, suada, com aquele cheiro forte de cu que não foi lavado direito depois de um dia inteiro. Eu me aproximo, o pau já pra fora da calça, duro como ferro, e abro aquelas nádegas com as mãos, sentindo o calor úmido subindo. "Caralho, Marília, que cheiro de bunda suada, isso me mata", eu digo, metendo a cara ali no meio, esfregando o nariz e a boca no rego quente, inalando fundo aquele aroma almiscarado, misturado com suor e um toque de xixi do dia – nojento pra uns, mas pra mim é o tesão puro, me faz lamber o cuzinho rosado que pisca pra mim.
Ela geme alto, se apoiando na parede rachada, as unhas cravadas no concreto sujo. "Seu nojento, lambe mais fundo, vai, mete a língua nesse cu que o corno nem olha mais", ela manda, se tocando na buceta depilada, os dedos escorregando no mel que já tá pingando. Eu obedeço, enfiando a língua no buraco apertado, sentindo o gosto salgado e amargo, o anel se contraindo ao redor enquanto ela rebola na minha cara, sufocando-me com a raba. Os sons ecoam no prédio vazio: os gemidos dela, "Ahhh, porra, isso, lambe esse cu fedido", o barulho molhado da minha língua invadindo, e o peido que escapa dela de repente, um "pffft" quente e fedorento que me faz gemer de prazer. "Desculpa, amor, mas você me deixa louca, não aguento segurar", ela ri, mas eu não paro, lambo mais, sentindo o cheiro intensificar, o pau babando pré-gozo no chão empoeirado.
Agora é hora do principal: eu a viro de frente pra parede, ela empina a bunda, abrindo as pernas grossas. "Me fode no cu, Daniel, seu macho fodedor, o corno merece chifre, merece gaia nessa cabeça de pau mole", ela grita baixinho, mordendo o braço pra não gritar alto. Eu cuspo na cabeça da pica, grossa e veiuda, e encosto no cuzinho rosado, apertado como virgem. "Vai doer, safada, mas você ama, né?", eu provoco, empurrando devagar. Ela geme de dor, "Aiii, caralho, tá rasgando, vai devagar, seu puto", mas abre mais as pernas, rebolando pra ajudar. A cabeça entra com um "plop" molhado, o buraco quente e apertado engolindo centímetro por centímetro, o calor me envolvendo como um forno. "Porra, que cu gostoso, quente pra caralho", eu rosno, sentindo as paredes internas pulsando ao redor do pau. Começo a socar devagar, depois mais forte, o som de pele batendo em pele, "clap clap clap", ecoando no quarto abandonado, misturado com os gemidos dela: "Soca mais, Daniel, arromba essa puta, eu sou sua vadia, o corno tá lá bebendo com os amigos, enchendo a cara de cachaça, falando merda sobre futebol, e eu aqui dando o cu pra você, peidando como uma porca".
Ela peida alto agora, "pffft pffft", o cu relaxando mais, abrindo caminho pro pau entrar fundo, e eu soco sem piedade, as bolas batendo na buceta molhada. "Gosta de dar a bunda, né, sua casada safada? Diz que sou teu macho, diz que o corno merece ser chifrado todo dia", eu mando, puxando o cabelo dela. "Sim, porra, você é meu macho alfa, fode esse cu, o corno é um filho da puta que não me come direito, merece gaia enorme, ahhh, tô com dor de barriga agora, vai sair merda, não para", ela responde, a voz tremendo de tesão e dor. O cheiro muda, fica mais forte, terroso, e ela começa a fazer força, o cu se abrindo mais, peidando e deixando escapar um pouco de merda misturada com o lubrificante natural. "Caralho, que vadia imunda, caga no pau, vai", eu incentivo, socando mais rápido, sentindo o calor e a meleca ao redor, o pau deslizando fácil agora no buraco arrombado. Ela grita abafado, mordendo o braço, "Tô cagando, porra, tô gozando com isso, mete mais, enche de porra esse cu sujo".
Eu não aguento mais, o tesão explode: gozo forte, jatos quentes inundando o cuzinho, "Toma porra, sua puta, enche esse bundão", eu rosno, o pau pulsando lá dentro. Quando tiro, filmo tudo – o cu arrombado, vermelho e aberto como uma cratera, vazando esperma branco misturado com merda marrom, escorrendo pelas coxas grossas. Ela geme, faz força, "Olha, Daniel, tá saindo tudo, pffft, ahhh", peidando alto por uns 20 minutos, o cheiro preenchendo o ar, fedorento e excitante, enquanto ela se limpa com guardanapos que trouxe de casa, rindo: "Você é louco, me deixa uma bagunça, mas adoro". Depois, ela se veste rapidinho, beija minha boca ainda com gosto de cu, e volta pra casa, pro corno e os amigos bêbados, como se nada tivesse acontecido. Tudo jeu completo em www.selmaclub.com , www.fanvue.com/brasileiras e www.fanvue.com/selmarecife
Adoro isso, amigos, chifrar esses maridos cornos que nem imaginam como as esposas são putas no fundo. Aqui no Recife, nos bairros como Muribeca, tem mulher assim aos montes – simples, do dia a dia, com bundas maravilhosas, seios fartos, e um tesão reprimido que explode comigo. Marília não é modelo, tem dente faltando, sorriso banguela, corpo gordo, mas é isso que me deixa maluco, o real, o cru, o cheiro natural que nenhuma frescurinha esconde. Pra achar o autor desses contos quentes, só procurar por Selma Recife no site, lá tem todos os vídeos, fotos e histórias pra vocês se deliciarem. Comentem aí embaixo o que acharam, contem suas experiências com casadas putas ou cornos mansos, e fiquem ligados que tem mais aventuras em breve, postagens diárias com novas fodas épicas pra deixar vocês viciados. Até a próxima, seus safados!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽


Comentários (0)