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Seduzi ela na feira e comi seu cu na cama d corno.

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Bom dia a todos os meus amigos safados! Imaginem só: eu, um caçador incansável de casadas comuns do interior de Pernambuco, seduzo uma gata curvilínea e sorridente na feira lotada, com cheiro de frutas maduras e suor no ar quente, e termino o dia com ela de quatro na cama bagunçada da casa simples, gritando de prazer enquanto eu devoro e arrombo sua bunda suada e fedida, misturando gemidos, peidos podres e uma gozada épica que deixa tudo melado de porra e merda – e isso é só o começo dessa putaria selvagem que vai te deixar com o pau latejando e implorando por mais detalhes, fotos e vídeos quentes que eu mesmo gravei pra vocês se deliciarem.

Eu caminho pela feira movimentada aqui no interior de Pernambuco, o sol queimando a pele e o ar cheio de cheiros misturados: frutas maduras apodrecendo no calor, suor de corpos apertados entre as barracas coloridas, e aquele aroma inconfundível de gente comum vivendo o dia a dia. Meu olho capta ela imediatamente – Janaína, uma casada simples, com cabelos cacheados bagunçados pelo vento, pele morena brilhando de suor, vestindo um macaquinho estampado apertado que marca suas curvas generosas, o tecido grudando nas coxas grossas e na bunda redonda enquanto ela barganha tomates e abobrinhas com os feirantes. Ela sorri pra mim quando nossos olhares se cruzam, um sorriso inocente de mulher que cuida da casa e do marido, mas eu sei ler os sinais: os olhos piscam um segundo a mais, o corpo se inclina levemente na minha direção. "Ei, gata, esses tomates parecem tão suculentos quanto você", eu solto com um sorriso malicioso, e ela ri, corando, mas não desvia o olhar. Meu pau já dá um pulo na calça, imaginando o que vem por baixo daquele pano barato.

Enquanto ela continua as compras, eu fico colado, puxando papo sobre o calor insuportável, sobre como o suor deixa tudo mais pegajoso e excitante. "Você tá toda molhadinha, hein? Esse sol não perdoa", eu digo baixinho no ouvido dela, sentindo o cheiro do desodorante barato misturado ao suor azedo das axilas. Janaína me olha de lado, mordendo o lábio, e sussurra: "Você é doido, homem? Meu marido pode aparecer a qualquer hora". Mas ela não se afasta, e eu sei que ganhei terreno. Meu carro tá estacionado ali perto, perfume forte no pescoço pra deixar ela louca, e eu vou aprofundando: falo de como adoro mulheres reais, com cheiro de vida, não aquelas frescuras de salão. "Quero cheirar você inteira, Janaína, esse suor todo me deixa louco de tesão". Ela ri nervosa, mas seus olhos brilham, e eu sinto o ar ficar mais pesado entre nós.

Finalmente, convenço ela a dar uma escapada. "Só um papo rápido na minha casa, ninguém vai saber", ela diz, mas eu sei que é mentira – o tesão tá estampado na cara dela. Chegamos na casinha humilde, paredes descascadas, cama com lençol florido todo amassado, e eu já ataco: beijo a boca dela com fome, mãos subindo por baixo do macaquinho, sentindo a pele quente e úmida. Levanto os braços dela e enfio o nariz nas axilas suadas, lambendo o salgado azedo que me faz o pau endurecer como pedra. "Porra, que cheiro delicioso de puta suada", eu gemo, e ela me empurra de leve: "Seu nojento! Tá fedendo, eu nem tomei banho direito hoje". Mas ela tá ofegante, as tetas subindo e descendo, e eu passo o dedo no vinco da bunda dela por cima da calcinha, cheiro e lambo na frente dela. "Delícia, Janaína, sua bunda suada é o paraíso". Ela me chama de imundo, de porco fedorento, mas seus olhos dizem o contrário – tá curiosa, excitada com essa loucura.

Eu a jogo na cama, tiro o macaquinho devagar, revelando a pele marcada de sol, a marca de biquíni grande de mulher comportada que só vai à praia com a família. Ela fica de quatro, bundão branco empinado, e eu abro as nádegas com as mãos trêmulas de tesão. O cheiro sobe forte: cu azedo, suado, com um toque amargo de quem não limpou direito depois do dia na feira. "Caralho, que fedor gostoso de cu podre", eu digo, e ela geme: "Não, me deixa tomar banho, isso é nojento!". Mas eu não paro – meto a língua no buraco apertado, lambendo o salgado amargo, sentindo o gosto de merda velha misturado ao
suor, e meu estômago revira de nojo e tesão ao mesmo tempo. "Porra, Janaína, seu cu é uma fossa deliciosa, tô lambendo sua merda e amando". Ela se toca freneticamente, gritando abafado no travesseiro: "Seu porco imundo, lambe essa merda toda, me faz gozar com essa língua nojenta!". O quarto fede a cu suado, peidos leves escapando enquanto ela rebola na minha cara, e ela goza tremendo, o corpo convulsionando.

"Quero foder essa bunda agora, Janaína, só no cu pra não engravidar do corno do seu marido", eu digo, pegando manteiga da cozinha e passando no pau latejante e no buraco dela. Ela hesita: "Vai doer, eu tentei uma vez jovem e foi foda". Mas eu empurro devagar, a cabeça grossa abrindo o anel apertado, sentindo o calor úmido engolindo centímetro por centímetro. "Puta que pariu, que cu quente e fedido", eu gemo, e ela grita: "Tá grossa demais, seu safado, vai devagar ou eu paro essa porra!". Eu socando devagar, o cheiro de manteiga misturando ao fedor de cu, e de repente ela peida alto, um bafo podre subindo: "Desculpa, tô com dor de barriga". Eu rio: "Adoro, sua vadia, peida mais nesse pau, deixa fedendo tudo". Ela rebola, gemendo: "Seu nojento, tá adorando meu peido podre? Socaaaa, me arromba essa bunda suja!". Dois minutos depois, ela tá implorando: "Tô com vontade de cagar, sai, porra!". Mas eu agarro a cintura dela, cravo fundo: "Caga no pau, sua puta casada, vadia de corno, goza cagando tudo!".

Ela goza de novo, revirando os olhos, gritando no travesseiro pros vizinhos não ouvirem, e começa a cagar ali mesmo – merda quente escorrendo cada vez que eu tiro e meto, peidos altos ecoando no quarto pobre, o fedor de podridão tomando conta, misturando ao cheiro de suor e sexo selvagem. "Caralho, olha essa merda toda no meu pau, Janaína, você é uma porca deliciosa", eu digo, socando forte enquanto ela treme: "Seu louco, tô cagando no seu pau, me enchendo de nojo e tesão, goza logo nessa fossa!". Eu explodo, enchendo o cu dela de porra quente, misturando à merda vazando, e ela corre pro banheiro, peidando alto no vaso, o som de explosão ecoando enquanto o cu arrombado solta tudo. Puta que pariu, que gozada insana, sabendo que o corno dela tá no campo trabalhando, sem ideia da safada que tem em casa.

Pra achar o autor dessa putaria toda, só procure pelos contos quentes que eu posto todo dia. Tudo meu posto em www.selmalub.com , www.fanvue.com/selmarecife e www.fanvue.com/brasileiras Tem mais aventuras vindo em breve, com novas postagens diárias de casadas comuns sendo devoradas – comam as fotos e vídeos aí embaixo, e comentem pra eu mostrar pra ela o que vocês acham dessa bundinha cagona e safada, vai deixar ela louca de tesão pra próxima rodada!

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