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Encontro com uma mulher selvagem: ficção ilustrada!

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Boa noite a todos os amigos, aqui é novamente Daniel e estou muito feliz com esse espaço aberto que vou deixar aqui para vocês, onde eu posso extravasar minhas mais loucas fantasias e fetiches, já que a Artificial não tem limites para nossas imaginações e fetiches. Quem conhece já meus vídeos, fotos e contos sabe que sou louco por bundas, por cheiros naturais de mulheres comuns do dia a dia. Faço fotos com micro câmera de mulheres reais nas ruas, praças, paradas de ônibus, praias e muito mais, mas também gosto de pensar em fetiches que são verdadeiras ficções deliciosas como esse que eu vou contar para vocês com essas fotos e vídeos abaixo que criei com IA, e sei que muitos vão se deliciar, pois estou colocando milhares de materiais desses por dia nesse novo site e vocês podem ir lá verificar. Imaginem só: eu, Daniel, um cara obcecado por bundas gigantes e cheiros primitivos, viajo no tempo de volta ao Sertão brasileiro pré-histórico, me deparo com uma mulher selvagem, peluda, suada, com uma bunda colossal virada pra cima em posição de quatro, olhos raivosos me encarando como um animal feroz, mas eu conquisto ela aos poucos com presentinhos modernos, ensino ela a falar poucas palavras, assusto com isqueiro, encanto com espelho onde ela se admira sem parar, e o que começa com carinhos inocentes vira uma foda selvagem cheia de gemidos, cheiros fortes de suor e cu, dedadas dolorosas no cuzinho virgem dela, até um anal brutal com dor e prazer misturados, passando dois dias na cabana transando sem parar, com o corno imaginário só filmando e tirando fotos de tudo, e no final eu volto pro presente prometendo mais aventuras em épocas diferentes, com novas postagens diárias de fetiches insanos que vão deixar vocês babando e querendo mais – leiam tudo, vejam as fotos e vídeos, comentem aqui deixando e-mail pra sorteios diários de pacotes exclusivos que aviso por lá, e pra achar mais do meu conteúdo, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife E www.fanvue.com/brasileiras

Aqui estou eu, Daniel, no meio desse Sertão seco e antigo, o sol queimando minha pele como se eu fosse um intruso nesse mundo perdido no tempo. O ar é grosso, cheio de poeira e um cheiro de terra seca misturado com vegetação podre, daqueles que grudam na narina e fazem o pau pulsar só de imaginar o que vem pela frente. Eu acabei de ativar minha máquina do tempo improvisada – uma merda high-tech que inventei no meu porão fedorento lá no presente – e pum, caio nessa era pré-histórica, milhares de anos atrás, onde tudo é selvagem, sem leis, sem roupas, só instinto puro. Meu coração bate forte, o suor já escorrendo pelas costas, e eu carrego minha mochila com bugigangas modernas: um isqueiro, um espelhinho de bolso, umas barras de chocolate que derretem no calor, e minha câmera microscópica pra registrar tudo, porque sou viciado em capturar bundas reais e imaginárias. Caminho por esse terreno rochoso, pedras cortantes sob os pés, arbustos espinhosos arranhando as pernas, e de repente, ouço um grunhido baixo, animalesco, que me faz parar. Olho adiante e lá está ela: uma mulher primitiva, nua como veio ao mundo, de quatro no chão arenoso, com uma bunda enorme, redonda, duas bolas carnudas e suadas erguidas pro céu, balançando levemente enquanto ela cava a terra com as mãos peludas. Seus cabelos grisalhos e longos caem pros lados, o rosto virado pra mim com uma expressão de raiva pura, boca aberta mostrando dentes amarelados, olhos verdes penetrantes como de uma fera pronta pra atacar. "Porra, que visão do caralho!", penso eu, o pau já endurecendo na calça jeans que trouxe do futuro. O cheiro dela chega com o vento: um misto de suor azedo, cu não lavado há séculos, e um fedor natural de fêmea selvagem que me deixa louco, como se eu estivesse cheirando o paraíso proibido.

Eu me aproximo devagar, mãos erguidas pra mostrar que não sou ameaça, mas ela rosna mais alto, os braços cobertos de pelos grossos se tensionando, unhas sujas cravadas na terra. "Calma, gata selvagem", digo baixinho, sabendo que ela não entende porra nenhuma. Seus peitos pendem pesados, mamilos escuros balançando, e aquela bunda... caralho, é colossal, maior que qualquer rabão que vi nas ruas de Recife, lisinha mas suada, com uma rachadura profunda que promete segredos fedorentos. Eu tiro o espelhinho da mochila primeiro, porque sei que curiosidade mata o medo. Mostro pra ela, refletindo o sol, e ela pisca, confusa, inclinando a cabeça. "Olha só pra você, sua vadia primitiva", murmuro, estendendo o braço. Ela se aproxima devagar, narinas dilatadas cheirando o ar, e pega o espelho com dedos trêmulos. Quando vê o próprio reflexo, solta um gritinho de surpresa, depois ri – um som rouco, gutural, como se nunca tivesse se visto antes. Ela ajeita os cabelos grisalhos, passa a mão no rosto, admirando os traços fortes, a sobrancelha grossa, as orelhas pontudas que parecem de elfo selvagem. "Bonita... eu bonita", ela tenta dizer, imitando sons que ouve de mim, porque comecei a ensinar palavras simples enquanto ela se distrai. Dou uma barra de chocolate derretida, e ela morde, os olhos se arregalando com o doce, lambuzando a boca. "Doce... bom", grunhe ela, lambendo os dedos. O corno imaginário na minha mente – aquele puto que só filma e tira fotos sem participar – já está clicando mentalmente, capturando cada detalhe dessa conquista.

Ela se anima com os presentinhos, o medo virando curiosidade. Mostro o isqueiro, acendo uma chama rápida, e ela pula pra trás, gritando "Fogo! Fogo mau!", caindo de bunda no chão, as nádegas se abrindo levemente e liberando um cheiro forte de cu suado que me atinge em cheio, fazendo meu pau latejar. "Calma, é fogo bom, veja", digo, acendendo de novo e soprando pra apagar. Ela ri nervosa, se aproximando, tocando minha mão com cuidado. Seu toque é áspero, unhas arranhando levemente, mas há uma faísca ali, um calor que não é só do sol. Eu me sento ao lado dela, no chão poeirento, e começo a dar carinho: passo a mão nas costas peludas dela, sentindo a pele quente, suada, os músculos tensos relaxando aos poucos. "Bom... carinho bom", ela murmura, imitando minha voz. Ela se vira, me olhando com aqueles olhos ferozes agora mais suaves, e retribui, passando as mãos peludas no meu peito, por cima da camisa, cheirando meu suor moderno misturado com o dela. O cheiro no ar é insano: suor dela, meu, terra úmida, e um fedor de xoxota selvagem que vaza quando ela se mexe. Eu a abraço devagar, puxando seu corpo nu contra o meu, sentindo os peitos esmagados no meu tórax, a bunda colossal encostando na minha virilha. "Porra, que delícia de selvagem", penso, o pau duro roçando nela.

Ela se entrega rápido, como se o instinto animal dela sentisse o tesão no ar. Começa a dar carinho de volta, mãos explorando meu corpo, descendo pras coxas, roçando acidentalmente no volume da calça. "Grande... duro", ela diz, rindo baixinho, a voz rouca ecoando no Sertão vazio. Eu passo a mão nas costas dela, descendo devagar pra bunda, apertando aquelas bolas carnudas, sentindo o suor escorrer entre os dedos. "Sua bunda é do caralho, sua putinha pré-histórica", digo, e ela geme baixinho, não entendendo as palavras mas sentindo o tom. Eu deslizo o dedo no meio da rachadura, suada e quente como um forno, o cheiro subindo forte, animal, de cu fedorento misturado com suor de dias sem banho. "Cheiro... forte", ela grunhe, mas não se afasta, arqueando as costas. Quando chego no ânus, toco levemente, sentindo o buraco apertado, peludo ao redor, pulsando. Tento enfiar o dedo devagar, lubrificado só pelo suor, e ela solta um grito de dor, se afastando rápido, rosnando "Dor! Não!". "Calma, vadia, vou devagar", digo, puxando ela de volta com carinho, beijando o pescoço suado. Ensino ela a beijar: colo minha boca na dela, língua invadindo, e ela resiste no começo, mas depois gosta, sugando minha língua como se fosse um pau. "Beijo... gostoso", murmura, mordiscando meu lábio. Beijo a nuca dela, cheirando os cabelos oleosos, e ela treme, gemendo alto, o corpo se entregando.

Aos poucos, volto pro cuzinho. Faço ela deitar de bruços na terra quente, bunda pra cima, e massageio as nádegas, abrindo devagar. O cheiro é overpowering: cu animal, suor rançoso, um fedor que me deixa alucinado, pau babando pré-gozo na calça. "Relaxa, sua safada selvagem", digo, cuspindo no dedo e circulando o ânus. Ela geme de dor no começo, mas misturado com prazer quando eu alterno com carinhos na xoxota peluda, dedos escorregando no mel natural dela. "Ah... bom... dor boa", ela grunhe, empinando mais a bunda. Enfio o dedo devagar, centímetro por centímetro, sentindo o aperto virgem, quente como lava, o fedor intensificando com o movimento. Ela urra, unhas cravando na terra, mas não foge, rebolando levemente. "Fode meu dedo, sua puta", incentivo, e ela obedece, gemendo "Mais... dedo mais". O som é molhado, chap chap do suor e cuspe, ecoando no silêncio do Sertão. Depois de minutos assim, ela goza pela primeira vez, corpo tremendo, um jorro de mel na minha mão, gritando "Prazer! Prazer grande!".

Levamos pro sexo de verdade. Eu tiro a calça, pau duro saltando pra fora, veias pulsando, cabeçona vermelha babando. Ela olha curiosa, tocando, cheirando o cheiro de macho moderno. "Grande... cheiro bom", diz, lambendo a ponta experimentalmente. Eu a posiciono de quatro novamente, como na foto inicial, bunda erguida, e miro no cuzinho. Cuspo muito, espalhando, e empurro devagar. "Porra, que apertado do caralho!", gemo, a dor dela misturada com a minha, mas o prazer vencendo. Ela grita "Dor! Grande dor!", lágrimas nos olhos, mas eu continuo, devagar, "Relaxa, vadia, vai virar prazer". Centímetro por centímetro, entro naquele cu virgem, fedorento, quente, sentindo as paredes apertarem como uma luva. O cheiro sobe forte, de bunda fodida, suor e merda primitiva, me deixando louco. Começo a bombar devagar, ela urra, mas aos poucos geme "Bom... fode... fode cu!". O som é de carne batendo, ploc ploc suado, nossos gemidos ecoando. "Sua puta selvagem, toma pau no rabo!", grito, apertando as nádegas, vendo o pau entrar e sair, coberto de umidade fedorenta. Ela rebola, gozando de novo, o cu piscando no meu pau, me fazendo gozar dentro, jatos quentes enchendo o buraco, escorrendo pra fora com cheiro forte.

Passamos dois dias na cabana que improvisei com galhos e folhas, transando sem parar. De manhã, acordo com ela chupando meu pau desajeitada, aprendendo rápido, babando tudo. "Chupa... gostoso", diz, engolindo até a garganta, tossindo mas continuando. Eu como a xoxota dela, peluda e fedorenta, língua explorando o clitóris inchado, ela gritando "Língua! Língua prazer!". Fodemos em todas as posições: ela por cima, bunda quicando no pau, cheiro de suor enchendo a cabana; eu por trás, anal de novo, com menos dor agora, ela pedindo "Mais cu! Fode forte!". O corno mental filma tudo, cliques imaginários capturando os peitos balançando, a bunda aberta, os gemidos roucos. Cheiros constantes: suor, cu, xoxota, gozo misturado, um fedor delicioso que impregna tudo. Diálogos picantes o tempo todo: "Sua vadia peluda, toma no rabo!", eu digo; "Fode... pau grande... cu meu!", ela responde, aprendendo palavrões que ensino. No segundo dia, ela me ensina coisas dela: como caçar com pedras, mas acaba em foda no chão, terra grudando na pele suada.

No final dos dois dias, a máquina do tempo pisca, hora de voltar. Eu a beijo uma última vez, prometendo "Volto... mais prazer". Ela chora, grudando em mim, cheiro dela no meu corpo. Volto pro presente, pau ainda latejando, com fotos e vídeos na câmera. Mas pretendo retornar pra essa época e muitas outras – Egito antigo, selvas amazônicas pré-colombianas, ilhas perdidas – pra mais fetiches insanos com mulheres selvagens, bundas gigantes, cheiros animais. Tem mais aventuras desse tipo em www.fanvue.com/brasileiras e em breve, com novas postagens diárias no site. Comentem aqui deixando e-mail, pois faremos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisaremos por e-mail pra quem participar. Um grande abraço de Daniel.

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