#Outros

Ontem dei meu cu nesse rio abaixo. esta semana tem mais.

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MANU RECIFE

Bom dia a todos os amigos, aqui é a Manu Recife falando diretamente pra vocês, essa coroa safada de 52 anos que adora ser puta casada e mostrar pro mundo inteiro como um macho de verdade fode o que o corno do meu marido Manuel nunca soube. Passei o final de semana numa pousada deliciosa em Bezerros, no interior de Pernambuco, a convite de um novo amigo que conheci pelo meu Telegram – ele pirou quando viu meus vídeos, fotos e contos no site da Selma Recife, onde eu e várias amigas temos perfil. Agora, no final do ano e começo do outro, eu, a Selma e outras putas vamos começar nossa maratona de viagens, e aqui em Bezerros já começamos forte: fomos conhecer vários lugares incríveis, mas o que mais me deixou molhada foi essa cachoeira num rio simples, baixa, mas com uma água cristalina gelada que abraça a pele. Eu, topless só de calcinha fio dental bege transparente enfiada no rabo, de quatro na pedra no meio do rio, enquanto o Paulo, esse macho dotado que me convidou, arrombou minha buceta e depois meu cu apertado até eu gritar, chorar, peidar desesperada e quase cagar de dor, tudo filmado pelo meu corno Manuel pra vocês baixarem as fotos e vídeos completos no site. Foi a foda mais suja, mais humilhante e mais gostosa da minha vida, e isso é só o começo – tem muito mais aventuras vindo por aí, com novas postagens diárias cheias de putaria.

Chegamos na cachoeira cedo, o sol ainda morno batendo nas pedras, o barulho da água caindo constante, aquele cheiro de mato molhado misturado com terra. Eu já estava excitada só de imaginar o que ia rolar. O Paulo, alto, corpo malhado de academia, pele morena queimada de sol, sorriso de quem sabe que vai destruir uma casada, me puxou pra perto assim que descemos do carro. Manuel ficou ali do lado, câmera na mão, já sabendo o papel dele: filmar tudo sem falar merda nenhuma.

Paulo me abraçou forte por trás, as mãos grandes apertando minha cintura, descendo pra bunda. “Que rabo delicioso, Manu… essa coroa safada veio mesmo pra ser comida no meio do mato, né?” Ele roçou o pau já duro na minha bunda por cima do short jeans que eu usava. Eu gemi baixinho, sentindo o volume. “Vai, Paulo… me usa como quiser, meu corno adora ver.”

Ele me virou de frente, me beijou com força, língua invadindo minha boca, gosto de cerveja da manhã misturado com desejo puro. As mãos dele subiram pela minha blusa, apertando meus peitos grandes, mamilos já duros. “Tira essa porra de roupa, puta. Quero te ver pelada nessa água.” Eu obedeci rapidinho, tirei a blusa, o sutiã, o short, ficando só com a calcinha fio dental bege, quase transparente, já marcando a rachinha molhada. O tecido fino enfiado no cu, deixando as nádegas quase todas de fora.

Paulo tirou a camisa, a bermuda, ficou só de sunga, o pau marcando enorme. Manuel filmava tudo caladinho, pauzinho mole dentro da calça – coitado.

Paulo me puxou pra dentro do rio, a água gelada batendo na canela, depois na coxa. Ele me abraçou de novo, beijando meu pescoço, mordendo a orelha. “Olha pro teu corno ali, Manu. Diz pra ele o que vai acontecer.” Eu olhei pra Manuel, sorri safada. “Manuel, olha bem, corno manso… esse macho vai foder tua esposa aqui no rio, vai meter esse pauzão na minha buceta e no meu cu até eu gritar. Tu só filma, tá? Não serve pra mais nada.”

Paulo riu alto. “Isso mesmo, corno inútil. Tua mulher é minha puta hoje. Vai ver como se fode uma vadia de verdade.”

Ele me virou de costas, mãos na minha bunda, apertando forte. Abaixou o rosto, cheirou fundo entre as nádegas, por cima da calcinha. “Hmm… cheiro de puta excitada… rabo suado de coroa safada.” Ele puxou a calcinha pro lado, enfiou o nariz no meu cu, cheirando mais fundo. “Porra, que cu gostoso… vou lamber essa merda toda.”

A língua dele veio quente, lambendo o reguinho, circulando o anelzinho apertado. Eu gemi alto, a água batendo nas pernas. “Ai, Paulo… lambe meu cu, vai… lambe essa puta casada…” Ele lambia com vontade, língua apontada tentando entrar, saliva escorrendo. Manuel filmava de perto, eu via o zoom na cara dele, vermelho de tesão e humilhação.

Paulo se levantou, tirou a sunga, o pau saltou pra fora: grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando, uns 23 centímetros fácil. “Olha isso, Manu. Isso é pau de homem. Não essa piroquinha do teu corno.” Eu me abaixei na água, peguei aquele caralho com as duas mãos, cheirei a cabeça. “Hmm… pau de macho… cheiro forte, gostoso…” Abocanhei, engolindo o máximo que conseguia, garganta ardendo. Ele segurou meu cabelo molhado, metendo na boca. “Chupa, puta… chupa esse pau que vai arrombar teu cu.”

Eu chupava com vontade, baba escorrendo, barulho de glup glup na cachoeira. “Olha pro corno, Manu. Diz pra ele.” Eu tirei o pau da boca um segundo: “Manuel, olha tua esposa chupando pau de estranho… tu nunca vai ter isso, corno.”

Paulo: “Isso, corno otário. Tua mulher é chupadora profissional. Vai ver ela engolir porra alheia.”

Ele me levantou, me virou de costas, me colocou de quatro nas pedras lisas do rio, água batendo na barriga. A calcinha ainda no lugar, só puxada pro lado. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada da buceta. “Vai doer gostoso, coroa… essa buceta casada vai sentir o que é pau de verdade.”

Empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo caminho. “Ai porra… que pau grosso… vai devagar…” Mas ele meteu mais forte, metade entrou de uma vez. Eu gritei: “Aaaah! Caralho!” A buceta esticando, ardendo deliciosamente.

“Começa a filmar de perto, corno. Filma tua esposa sendo fodida como cadela.” Paulo mandou.

Ele começou a bombar, lento no começo, depois mais rápido. Plaft plaft plaft na água, som ecoando na cachoeira. Eu gemia alto: “Ai… fode… fode minha buceta, Paulo… mete esse pauzão!”

Frases voavam:

Eu: “Manuel, olha como ele me fode… tu nunca chegou nem perto disso, corno fraco.”

Paulo: “Tua mulher é uma vadia, corno. Buceta molhada pra caralho alheio.”

Eu: “Isso… me chama de vadia… eu sou puta casada, adoro ser comida na frente do corno.”

Paulo: “Corno manso, olha o pau entrando e saindo… tua esposa tá gemendo como nunca gemeu contigo.”

Eu: “Verdade, Manuel… teu pauzinho não faz nem cócegas… esse aqui me rasga!”

Paulo: “Vai gozar no pau de estranho, puta? Vai, goza pra teu corno ver.”

Eu gozei primeiro, pernas tremendo na água gelada, buceta piscando no pau dele. “Aaaah… tô gozando… porra!”

Ele continuou metendo forte, água espirrando. “Agora vira, quero ver essa cara de puta gozando.”

Me virou de frente, pernas pra cima, metendo missionário na pedra. Olhos nos olhos. “Olha pro corno e diz que ama meu pau.”

“Manuel, eu amo o pau do Paulo… amo ser fodida por macho de verdade… tu é só corno pra filmar.”

Paulo: “Boa puta… corno, tua esposa me ama agora.”

Mais frases:

Eu: “Filma bem, corno… filma tua mulher sendo destruída.”

Paulo: “Essa buceta é minha hoje, corno. Vou encher de porra.”

Eu: “Enche, Paulo… enche tua puta… Manuel nunca enche nada.”

Paulo: “Corno inútil, olha como ela rebola… puta treinada.”

Eu: “Sou puta sim… puta do teu pau, Paulo… fode mais forte!”

Depois de uns vinte minutos de buceta, ele tirou o pau melado de gozo meu, brilhando. “Agora o cu, Manu. Quero esse rabo apertado.”

Eu fiquei nervosa. Meu cu é apertadinho, faz tempo que não leva pau grande. “Vai devagar, Paulo… meu cu é virgem pra pau desse tamanho…”

Ele riu. “Virgem uma porra. Mas vou arrombar mesmo assim.”

Me colocou de quatro de novo, cuspiu no cu, enfiou um dedo, depois dois, abrindo. “Relaxa, puta… vai entrar.”

Posicionou a cabeça no anel. Empurrou. “Ai… porra… dói…” Só a cabeça entrou, eu já gritava. “Aaaah! Tá rasgando!”

Ele forçou mais, metade do pau entrou. Eu chorei: “Ai caralho… dói demais… tira, Paulo… por favor…”

Mas ele segurou firme na cintura. “Quieta, puta… aguenta… corno, filma o cu da tua esposa sendo arrombado.”

Eu gritava alto, ecoando na cachoeira: “Aaaah! Meu cu… tá ardendo… nunca levou pau tão grosso!”

Ele metia devagar, saindo e entrando mais fundo. “Porra, que cu apertado… delícia de coroa…”

De repente senti a barriga revirar. “Paulo… espera… tô com dor de barriga… preciso sair… vou cagar…”

Ele riu safado. “Caga no pau então, puta… vai ser mais gostoso.”

Segurou mais forte, meteu fundo. Eu tentei segurar, mas saiu um peido alto, molhado. “Prrrr… ai não…”

Ele: “Isso, peida no pau, vadia… corno, filma tua esposa peidando enquanto leva no cu.”

Eu chorei de vergonha e dor: “Ai… tá saindo… vou me cagar… por favor tira…”

Mas ele metia mais forte, o pau saindo melado, marromzinho. Outro peido desesperado, mais forte. “Prrrrrr… aaaah… tô me cagando… Manuel, olha tua esposa se cagando no pau do macho…”

Paulo: “Porra, que delícia… cu sujo de puta… corno, tua mulher é porca mesmo.”

Eu gritava e chorava: “Tira… por favor… tá doendo muito… vou cagar tudo…”

Ele não tirava, metia mais rápido. “Aguenta, vadia… vou gozar nesse cu imundo.”

Mais peidos, o pau saindo cada vez mais melado. Cheiro forte no ar, misturado com água do rio. Eu soluçava: “Aaaah… me libera… preciso cagar…”

Ele deu uns tapas na bunda. “Quieta, puta… toma rola no cu sujo.”

Finalmente ele acelerou, grunhindo: “Vou gozar… toma porra no cu, vadia!”

Gozou fundo, jatos quentes dentro do meu ânus arrombado. Eu senti tudo, misturado com a merda. Quando ele tirou, o pau saiu marrom, porra escorrendo.

Ele me deu um tapa na bunda. “Vai, puta… vai pro rio soltar essa porra toda… como um animal.”

Eu corri pra água mais funda, agachei, soltei tudo: esperma, merda, peidos altos na água. Manuel filmando tudo, zoom no meu cu aberto, vermelho, escorrendo.

Paulo riu: “Olha a puta casada cagando no rio… corno, tua esposa é a porca mais deliciosa que já fodi.”

Eu, ainda tremendo: “Manuel… filma bem… pra todo mundo ver o que teu corno deixa acontecer…”

E pra vocês que estão lendo isso tudo, babando, querendo ver as fotos dessa bunda molhada na cachoeira e os vídeos completos dessa foda suja, é só procurar na internet por www.selmaclb.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem tudo, meus vídeos, fotos, contos, e de várias amigas também.

Lembrando que a partir de quarta-feira eu e a Selma vamos começar a viagem pras praias do Sul da Paraíba, inclusive Tambaba, e vamos transmitir tudo ao vivo: as fodas, as viagens, as putarias do dia inteiro. Na outra semana já estaremos em Piranhas e Paulo Afonso, cheias de macho novo. Se você quer participar, quer foder uma coroa safada como eu, não perde tempo: entra no meu Telegram https://t.me/+0cl06-s3aMY1NzIx e combina comigo. Vai ser o início de ano mais puto da vida de todo mundo.

Tem muito mais aventuras vindo por aí, novas postagens diárias com fotos, vídeos e contos quentes. Fiquem ligados, cornos e machos… um grande beijo molhado dessa puta casada, Manu Recife.

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Comentários (1)

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  • Armando: Deus me livre, olha o tipo....

    Responder↴ • uid:h1g3smjrhz2