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Duas casadas usam essas calça jeans para seduzir e dar suas bundas.

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Eu e Manu, duas cinquentonas safadas e cheias de fogo no rabo, estamos aqui rebolando nessas calças jeans justas que moldam nossas bundas como se fossem feitas para enlouquecer qualquer macho alfa por aí, enquanto nossos maridos cornos mansos ficam em casa babando e aceitando que suas esposas são putas insaciáveis que adoram seduzir estranhos, dar o cu até doer, nos beijar com língua molhada e trocar de pau como se fosse brincadeira de criança, tudo isso culminando em uma orgia selvagem onde humilhamos esses corninhos patéticos ao telefone, deixando vocês, leitores tarados, morrendo de tesão para devorar cada detalhe sujo, imaginar nossas curvas suadas e implorar por mais aventuras quentes que virão em postagens diárias.

Aqui estou eu, Selma, a morena curvilínea com essa bunda empinada que faz cabeças virarem na rua, apertada nessa calça jeans azul clara que gruda na minha pele como uma segunda camada, realçando cada curva do meu quadril largo e das coxas grossas, sentindo o tecido roçar contra minha boceta já úmida só de pensar no que vem pela frente. Manu, a loira vadia ao meu lado, ri alto enquanto ajusta a dela, que marca sua raba redonda e firme, aquelas pernas longas esticadas como se estivesse pronta para montar em qualquer cacete que aparecer. Estamos em Recife, no calçadão à beira-mar, o sol batendo forte na nossa pele bronzeada, o cheiro de sal misturado com o suor que começa a escorrer entre nossos peitos, e eu sinto um arrepio quando ela me puxa pela mão, sussurrando no meu ouvido: "Olha só pros machos babando, Selma. Essa calça nossa é uma arma letal, faz eles imaginarem rasgando tudo e metendo fundo no nosso cu até a gente gritar."

Caminhamos rebolando, o som dos nossos tênis brancos batendo no asfalto molhado da chuva recente, e eu sinto os olhares famintos grudados na minha bunda, como se cada passo fizesse o jeans esticar mais, ameaçando rasgar nas costuras. Manu pisca para um cara alto, musculoso, que passa de bicicleta e quase cai ao nos ver. "Ei, gostoso, quer ver o que tem por baixo dessa jeans apertada?", ela provoca, a voz rouca de tesão, e eu rio, apertando sua mão, sentindo meu clitóris pulsar contra o tecido grosso. Nossos maridos? Aqueles cornos mansos estão em casa, provavelmente se masturbando pensando em nós sendo fodidas por estranhos. O meu, um bundão conformado, me mandou mensagem mais cedo: "Divirta-se, amor", e eu respondi com uma foto da minha raba no espelho, só para ele sofrer.

Paramos num bar à beira da praia, o vento quente carregando o aroma de coco e cerveja, e pedimos duas caipirinhas geladas. Manu se inclina sobre o balcão, empinando a bunda para o bartender, um negão forte com olhos de predador. "Serve pra gente algo que esquente ainda mais, vai?", ela diz, lambendo os lábios. Eu me sento ao lado, cruzando as pernas, sentindo o jeans apertar minha virilha, e toco de leve na coxa dela por baixo da mesa. "Lembra da última vez, Manu? Aquele pauzudo que a gente pegou no motel, como ele gemeu quando você sentou no cu dele enquanto eu chupava suas bolas?" Ela ri, os olhos brilhando: "Ah, sim, e o seu corno ligando no meio, ouvindo tudo. 'Isso, sua puta, goza no pau de outro', eu falei pra ele, e ele só gemia do outro lado."

O bartender, vamos chamá-lo de Tiago, não resiste e se aproxima, o volume na calça dele já crescendo. "Vocês duas são um perigo ambulante nessas jeans", ele diz, voz grave, cheirando a suor masculino e colônia barata. Manu o puxa pelo colarinho: "Quer testar o poder delas? Vem com a gente pro banheiro, e a gente te mostra como essas bundas engolem pau até doer." Eu sinto um calor subindo pela minha espinha, a boceta encharcando a calcinha fina por baixo do jeans, e seguimos ele pro fundo do bar, o som da música alta abafando nossos passos. No banheiro apertado, fedendo a mijo e desinfetante, Manu tranca a porta e me beija com fome, sua língua invadindo minha boca, o gosto de limão da caipirinha misturado com saliva quente. "Me chupa primeiro, Selma, me deixa molhada pra esse macho foder meu cu", ela manda, e eu ajoelho, abrindo o zíper da jeans dela devagar, o som do metal rangendo ecoando.

Puxo a calça pra baixo, revelando sua bunda branca e macia, marcada pelas linhas do jeans, e enfio a cara ali, lambendo seu cu apertado, sentindo o cheiro almiscarado de suor e excitação. "Porra, que delícia, sua vadia", ela geme, empurrando a raba contra meu rosto, enquanto Tiago abre a calça dele, sacando um pau grosso, veias pulsando, babando pré-gozo. "Olha isso, Manu, vai caber no seu cu apertado?", eu provoco, e ela ri: "Vai doer pra caralho, mas é isso que a gente quer, né? Dor e prazer misturados, enquanto nossos cornos mansos ficam em casa com o pau mole." Tiago não espera mais, me levanta e me vira contra a parede, rasgando minha jeans até os joelhos, o tecido estalando, e enfia os dedos na minha boceta encharcada. "Que puta molhada você é", ele grunhe, cheirando meu pescoço suado.

Eu gemo alto, o som ecoando no azulejo frio: "Mete logo, seu filho da puta, fode minha boceta enquanto Manu chupa seu saco." Ele obedece, enfiando o pau inteiro de uma vez, o atrito do jeans ainda nas minhas coxas aumentando a sensação, cada estocada fazendo minha bunda quicar. Manu se ajoelha, lambendo as bolas dele enquanto ele me come, e eu sinto o orgasmo se aproximando, o cheiro de sexo preenchendo o ar úmido. "Liga pro seu corno, Selma", ela manda, e eu pego o celular, discando com mãos trêmulas. "Oi, amorzinho, ouve isso? Tiago tá me fodendo como você nunca consegue, seu corno patético", eu digo, e do outro lado, ele suspira: "Sim, continua, me humilha mais." "Seu pauzinho mole não serve pra nada, né? Enquanto eu gozo no cacete de um estranho, você fica aí se punhetando."

Troca de posição: Manu empina a bunda na pia, o jeans arriado, e Tiago mira no cu dela, cuspindo pra lubrificar. "Vai devagar no começo, seu safado, mas depois mete forte", ela ordena, e ele empurra, o pau grosso esticando o anel apertado, fazendo ela gritar de dor misturada com prazer. "Caralho, tá rasgando meu cu, mas não para, fode mais fundo!" O som de pele batendo em pele, o cheiro de suor e porra no ar, e eu me junto, beijando Manu enquanto ela é enrabada, minha língua dançando com a dela, mordendo seu lábio inferior. "Troca comigo, Manu, deixa ele foder meu cu agora", eu peço, e ela sai, o cu piscando vermelho, e eu tomo o lugar, sentindo a dor lancinante quando ele entra, o jeans roçando nas minhas pernas, ampliando cada sensação. "Porra, que cu guloso, Selma", ele grita, bombando forte, e eu gozo gritando, o corpo tremendo.

Nós três nos entrelaçamos, Manu chupando meu peito enquanto Tiago nos fode alternadamente, o banheiro virando um caos de gemidos e palavrões: "Suas putas casadas, vou encher vocês de porra enquanto os cornos choram." Ligamos pro corno dela também, em viva-voz: "Ouve isso, seu inútil? Sua esposa tá dando o cu pra um estranho e amando cada segundo de dor." Ele responde fraco: "Sim, me contem mais, humilhem esse corno aqui." Nós rimos, gozando juntas, o esperma escorrendo pelas nossas pernas, misturado com suor, o jeans todo amassado e sujo. Veja essa calça em https://temu.to/k/gqenmzyu4yk

Saímos dali cambaleando, ajustando as calças, o poder delas intacto, deixando Tiago exausto no chão. "Essas jeans são mágicas, Manu, seduzem qualquer um", eu digo, e ela concorda: "E tem mais, leitores safados, aventuras quentes vindo em postagens diárias. Comentem aí o que querem ver na próxima, seus tarados, e sigam pra não perder nada." Caminhamos de volta pela praia, o sol se pondo, sabendo que amanhã tem mais, mais machos, mais dor no cu, mais humilhação pros cornos, e vocês vão voltar por mais.
Selma e Manu
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