Convenci minha mulher a transar com o cachorro 3
Depois daquela noite insana, o silêncio na casa do Jardim Santo Alberto virou um abismo. Luís tentava retomar o papo jovial, “Ânge, repete com o Leo?”
Depois daquela noite insana, o silêncio na casa do Jardim Santo Alberto virou um abismo. Luís tentava retomar o papo jovial, “Ânge, repete com o Leo?”, mas ela cortava seco: “Foi uma vez só, esquece essa loucura.” Na creche, continuava a professora animada, cantando com as crianças, quadris rebolando em rodinhas, seios balançando sob blusas floridas. Mas em casa, sozinha, o demônio acordava. Noites de insônia, corpo corpulento suando no calor de janeiro, mão entre as coxas grossas revivendo a língua áspera do Leo, o cachorro, o pau dele travando em sua buceta , sêmen quente transbordando. “Nojo… mas que tesão do caralho”, pensava, masturbando até gozar gemendo baixo, bunda enorme se contorcendo na cama.Luís viajou pra uma feira de artigos esportivos em São Paulo — três dias fora. Primeira noite sozinha, ventilador rangendo, chuva fina batendo na telha. Ângela tomou banho longo, sabonete escorrendo pelos seios pesados como melões, barriga arredondada brilhando, bunda monumental reluzindo sob a água. Saiu nua, pele cor de cobre úmida, cabelos lisos negros colados nas costas. Leo surgiu atrás, focinho farejando pernas fortes. “Vem, meu menino branquinho”, chamou jovial, voz trêmula de antecipação. De quatro no tapete do quarto, bunda empinada como montanha de carne, nádegas abertas revelando buceta depilada já melada, ânus piscando. “Só lambida hoje, hein?”, mentiu pra si mesma.Leo não hesitou: língua rosa gigante lambendo voraz, varreduras amplas da bunda até clitóris, raspando pregas internas com aspereza felpuda. “Aiii, Leo! Tá me lambendo gostoso… mais no grelo!”, gemeu alto, jovial no êxtase, seios pendendo batendo no peito peludo dela mesma. Baba canina misturava ao mel, escorrendo coxas macias em riachos quentes. Empurrou pra trás, bunda tremendo ondas: “Chupa tua dona, menino!” Gozou forte, convulsionando, unhas cravando tapete, urro gutural ecoando — “Porra de cachorro!”Luís ligou: “Saudade, amor.” Ela ofegante: “Eu também… boa feira.” Desligou, coração batendo. Segunda noite, vício chamou mais. De bruços na cama, pernas abertas, Leo montou direto, patas cravando quadris largos, pau vermelho cutucando. “Entra logo, safado!”, guiou ela, rindo nervosa. Penetrou fundo, estocadas caninas frenéticas: 200/minuto curtas, depois longas profundas, nó inchando na porta. “Tá me arregacando, Leo! Pau nodoso fudendo forte!”, gritava, corpo balançando — seios chicoteando lençol, barriga roçando colchão, bunda ondulando estalos molhados. Gozou duas vezes antes dele: “Enche de porra canina!” Leo uivou baixo, jatos quentes inundando, transbordando em golfadas viscosas pingando lençol, cheiro almiscarado impregnando quarto.As bolas caninas entraram na buceta da mulher travando por 20 minutos, ela ofegante, Leo lambendo suor do pescoço, pau pulsando dentro. Soltou com pop, sêmen escorrendo fio grosso pelas coxas até tornozelos. Ângela riu exausta, jovial distorcida: “Meu fodedor particular… marido nem sonha.”Terceira noite, ousadia: cozinha, luz da geladeira aberta, de pé inclinada na pia, bunda pra ele. Leo lambeu voraz, montou, fodeu ritmado contra armário rangendo, pratos tilintando. “Bom menino, bom menino!”, Ela repetia sussurrando e rindo.“Me arromba na cozinha, porra!” Naquela noite ela dormiu com o cão em sua cama, cão e mulher, macho e fêmea. Luís voltou domingo, beijos frios. Ângela sorria jovial na creche, mas noites fingia sono — escapulia pro quintal com Leo, fudendo quieto sob estrelas de Mogi, bunda empinada na grama úmida, nó travando enquanto marido roncava. Vício solo crescia: culpa mordia de dia (“Sou monstro?”), tesão dominava noite (“Só Leo me fode direito”). Descoberta pairava, latidos noturnos, cheiro no quarto,mas ela rebolava mais livre, corpulenta rainha de segredo peludo.Semanas viraram rotina: creche de dia, cadela à noite. Luís notava olhares distantes, mas ela piscava: “Tô ótima, amor!” O Segredo pulsava como o nó do seu doguinho Leo.
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Comentários (2)
Calma: Hoje em dia é normal, muitas mulheres fodem com seus dog.... normal...
Responder↴ • uid:1cnj1wv2zy0oNick: isso msm adorei esposa peituda bunduda dando pra dog
Responder↴ • uid:e3dob2yt7be