Convenci minha esposa a transar com o cachorro 2
Ângela tinha 27 anos, uma morena de pele cor de cobre reluzente, como se polida pelo sol constante de Mogi das Cruzes. Seus cabelos lisos e negros .
Ângela tinha 27 anos, uma morena de pele cor de cobre reluzente, como se polida pelo sol constante de Mogi das Cruzes. Seus cabelos lisos e negros caíam sedosos até os ombros, emoldurando um rosto redondo e expressivo com olhos castanhos vivazes, lábios carnudos sempre prontos para um sorriso largo. Alegre e jovial por natureza, ela era daquelas que iluminava qualquer ambiente — ria alto nas rodas de amigos, dançava forró nas festas do bairro com quadris soltos, e como professora infantil numa creche municipal no centro, transformava aulas em festas com cantigas animadas e abraços apertados. Seu corpo corpulento era um espetáculo de curvas generosas: seios enormes, redondos e pesados como melões maduros, que balançavam livres sob blusas floridas folgadas; quadris largos sustentando uma bunda monumental, redonda e protuberante, que tremia a cada passo ritmado, esticando as calças jeans até o limite e virando cabeças na rua; coxas grossas e macias, barriga levemente arredondada com um umbigo charmoso, braços cheios e pernas fortes de quem cresceu correndo descalça no quintal. Ela se movia com uma confiança jovial, rebolando sem pudor, abraçando a vida com o mesmo entusiasmo que dedicava às crianças da creche.Casada há três anos com Luís, vendedor de artigos esportivos numa loja no Mogilar, dividia uma casa simples no bairro Jardim Santo Alberto, com contas apertadas e Leo, o dálmata grande e agitado que Luís resgatara de um canil dois anos antes. Ângela adorava Leo, chamando-o de "meu menino branquinho" com risadas enquanto o escovava.Era uma quinta-feira quente de janeiro, o ventilador de teto rangendo no quarto, com o barulho distante do trânsito da Avenida Pedro Sampaio. Ângela acabara de sair do banho, enrolada numa toalha fina que mal continha suas curvas explosivas — seios transbordando no decote, bunda empurrando o tecido para baixo. Luís estava deitado na cama, suado após um turno vendendo chuteiras e bolas de futebol, rolando um vídeo no celular com o som baixo. Leo dormia no canto do quarto, cauda branca e preta se mexendo de leve.— Amor, vem cá! — chamou Luís, voz rouca, pausando o vídeo. Ele se sentou, olhos devorando o corpo dela enquanto a toalha escorregava, revelando os seios fartos e rosados.Ângela riu jovial, jogando os cabelos lisos para trás com um movimento animado, e pulou na beirada da cama, sua bunda enorme afundando o colchão como uma onda. Abraçou-o com entusiasmo, seios esmagando o peito dele.— O que foi, hein? Tá com olho de safado! — brincou ela, voz leve e cantada, inclinando-se para um beijo molhado.Ele hesitou, mão no peito peludo. Semanas sem sexo de verdade — turnos na creche e na loja, cansaço. Fantasias de pornô ferviam. Duas cervejas o soltaram.— Ânge, ideia louca pra apimentar. Envolver o Leo... você com ele. Sexo. Eu assisto. Vídeos mostram, dálmatas são foda, língua gigante...O quarto gelou. Ângela congelou, o sorriso jovial evaporando como fumaça. Seus olhos se arregalaram, corpo corpulento enrijecendo.— QUE? Luís, você tá doido de pedra? Sexo com o Leo? Nosso cachorro? Eu sou professora de criança, caralho! Passo o dia ensinando respeito, e você quer me ver fudida por um bicho? Isso é crime, nojo, suruba podre! — gritou ela, voz subindo em pânico, seios tremendo com a fúria. Levantou-se de um pulo, toalha caindo, bunda enorme balançando enquanto gesticulava. — Tu acha que eu sou puta de rua? Sai fora com essa merda! — Lágrimas quentes rolaram pelo rosto cor de cobre, misturando raiva e traição.Luís tentou abraçá-la: "Calma, foi só papo!"— Papo nada! Dorme sozinho hoje! — Ela pegou a camisola, vestindo-a aos prantos, e saiu batendo a porta. Leo acordou, latindo confuso.Os dias viraram semanas de silêncio cortante. Ângela acordava alegre com as crianças na creche, mas em casa era gelo: café em silêncio, olhares desviados, sexo nulo. Luís voltava da loja exausto, tentando conversa jovial que ela cortava seco. Tensão sexual pairava — toques acidentais na cozinha faziam faíscas, mas ela virava o rosto. Noites sozinha no sofá, Ângela rolava o celular, curiosa apesar do nojo. Começou com vídeos leves de zoofilia: mulheres normais, corpos como o dela, gemendo com línguas de cachorro. "Que loucura... mas olha ela gostando", pensava, mão descendo entre as coxas grossas, seios arfando. Dias depois, via montadas completas, paus nodosos enchendo bucetas molhadas. "E se... só pra testar? Leo é manso." Masturbava pensando na língua áspera no clitóris inchado, bunda empinada. Aos poucos, o nojo virava tesão proibido. "Pra salvar o casamento", justificava, rebolando no espelho com seu jeito jovial distorcido em safadeza.Quatro semanas depois, numa sexta chuvosa, jantaram feijão com arroz. Ângela quebrou o gelo, voz trêmula mas com um sorriso tímido:— Luís... sobre o Leo. Pensei muito. Tô topando. Só uma vez. Devagar.Ele sorriu aliviado. No quarto, luz baixa do abajur, ventilador girando devagar contra o ar úmido da chuva. Luís despiu Ângela com mãos trêmulas, beijando cada curva: seios enormes sugados até os mamilos incharem, bunda monumental aberta e lambida. Ela riu nervosa, jovial: "Vai, amor, me prepara." De quatro no tapete macio, corpo corpulento exposto — seios pendendo como sacos pesados batendo no peito, barriga roçando o chão, bunda empinada como uma montanha de carne morena, buceta depilada já brilhando de umidade, cheiro almiscarado de excitação enchendo o quarto.Luís assobiou: "Vem, Leo!" O dálmata trotou, focinho úmido farejando as coxas grossas. Cheirou voraz, nariz gelado pressionando a entrada molhada. Então a língua: longa, rosa e áspera, lambendo em varreduras amplas da bunda até o clitóris, raspando as pregas internas. Ângela gemeu alto, empurrando para trás: "Ai, caralho, que lixa gostosa! Tá me chupando toda, Leo!" Baba canina misturava ao mel dela, escorrendo pelas coxas, som de lambidas molhadas ecoando. Seios balançavam ritmados, suor pingando da pele cor de cobre.Luís ajoelhado ao lado, pau duro pulsando na mão, masturbava devagar, olhos vidrados: "Porra, Ânge, olha tua buceta engolindo a língua dele! Tá pingando no chão, que vadia linda minha!"Minutos de lambidas intensas, Ângela ofegante — "Tô quase gozando só na lambida!" —, Leo montou. Patas brancas cravaram os quadris largos, unhas arranhando levemente a carne macia. Pau vermelho e veioso surgiu, pontudo e grosso na base, cutucando desajeitado: errou duas vezes, roçando a bunda enorme e o ânus, baba lubrificando tudo. Ângela guiou com a mão trêmula: "Entra, menino!" Ele penetrou de supetão — 20 cm quentes e duros esticando as paredes, nó inchando na entrada. Estocadas caninas começaram: rápidas e curtas no início, 200 por minuto, quadris batendo na bunda com estalos altos e molhados, pau saindo e entrando fundo, bolas peludas batendo no clitóris dela. Depois, longas e profundas, nó travando parcial, esfregando o ponto G. Ângela gritava, jovial no êxtase: "Fode forte, Leo! Tá me arrombando, pau nodoso na porta!" Corpo tremia todo — seios chicoteando o ar, bunda ondulando em ondas de carne, suor voando.Luís gemia, punhetando furioso: "Olha ele te fudendo como cadela, Ânge! Essa bunda engolindo pau de cachorro... goza pra mim, porra!" Ele filmava com o celular na outra mão, pau latejando.Leo acelerou, uivando baixo, e gozou: jatos quentes e grossos inundaram a buceta, transbordando em golfadas viscosas que pingavam no tapete em poças leitosas, cheiro forte de sêmen animal no ar. Nó inchou total, travando-os por 15 minutos — Ângela gozou duas vezes, convulsionando, unhas no tapete, gritando: "Tô cheia de porra de cachorro! Pingando tudo!" Leo ofegava no pescoço dela, lambendo suor salgado.Soltou com um pop molhado, mais sêmen escorrendo em fios pelas coxas e pingando no chão. Luís mergulhou na buceta escorrendo, fodendo no sêmen quente até gozar misturado.Deitados depois, Leo lambendo patas, ela riu ofegante: "Insano... semana que vem?"— Sempre, minha safada — ele beijou a pele suada.A rotina mudou. Noites quentes em Mogi ganharam um segredo peludo.Depois daquela noite, o silêncio voltou à casa como uma sombra espessa. O quarto, antes palco de risos e brincadeiras, agora parecia carregado. O cheiro, a lembrança e as imagens vinham como flashes irrecusáveis. Nenhum dos dois sabia se aquilo fora amor, loucura, ou apenas um salto escuro de dois corpos cansados da rotina.
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Comentários (10)
igor: Esposa gostosa da porra
Responder↴ • uid:6oei6pwozjedgar: Bom conto
Responder↴ • uid:6oei6pwozjboris: Que esposa vadia
Responder↴ • uid:6oei6pwozjelio: Desenvolve o conto. Tá muito bom
Responder↴ • uid:6oei6pwozj@observador: Muito bom...
Responder↴ • uid:1e4ejyi3em4n@Ointernalta: Essa safada precisa trepar com um cavalo.
Responder↴ • uid:2qln3doiaAnjinha: da proxima vez tenta escrever em primeira pessoa
Responder↴ • uid:1e64cvsscd79Grafit Cacetudo: Que porra conto e esse trocou os nomes dos personajes não entendí nada
Responder↴ • uid:8k40b7yxikLex75: Zoofilia com cães é muito mas muito gostoso, mas com cavalos...eu vou visitar o meu Boneco todas as semanas e todas as vezes ele me devora com aquela vara colossal...e eu regresso sempre desejosa de mais e mais ..
Responder↴ • uid:bqlg01kv4José: E vc gostou se tratada pelo cavalo gue vc foi ver responda com conto gue me sastifasa meu ego
• uid:13rydhvscbq3