#Corno #Incesto #Teen #Virgem

Flagrei meu irmão fodendo minha sobrinha novinha 2

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Contador Incestuoso

Duas semanas depois, meu celular tocou no meio da tarde chuvosa de garoa fina, típica transição de verão pra outono goiano, trovões distantes ecoando.

Duas semanas depois, meu celular tocou no meio da tarde chuvosa de garoa fina, típica transição de verão pra outono goiano, trovões distantes ecoando. Era Chico: "Miguel, vem pro sítio agora. Precisamos conversar, seu depravado filho da puta. A Sabrina me contou tudo." Minha resposta ficou engasgada, eu disse apenas sim e desliguei o celular . Dirigi rápido pela estrada lamacenta, pneus atirando lama vermelha, chegando ao sítio com coração martelando. Chico me esperava na varanda coberta da casa de tijolos, braços cruzados sobre o peito largo de roceiro, barba por fazer molhada de chuva, olhos castanhos faiscando raiva crua, camisa xadrez grudada no torso suado. "Entra no barracão, caralho. Vamos resolver isso como homem, cê me paga."No barracão mesmo — mesmo cheiro de palha úmida, esterco e agora terra molhada —, ele me encurralou contra a parede de madeira gasta e lascada, punho cerrado, veias saltando no antebraço forte. "Tu fodeu minha filha de 14 anos? Minha Sabrina, a menina que eu criei e tu viu crescer? Vou te quebrar a cara, seu fdp depravado!" Avançou com fúria, corpo tensionado de ódio. Eu me preparei pro soco que racharia meu nariz, violência física pura, irmandade de sangue virando ódio. "Para, Chico, seu puto! Tu é o depravado número um aqui!", gritei empurrando o peito dele com as duas mãos, nós dois ofegantes como touros, punhos prontos, respiração pesada misturando cheiros de cigarro e cerveja velha. "Eu vi tudo primeiro! Cê suando, metendo na Sabrina de quatro nessa porra de palha aqui mesmo, ela gemendo 'pai, dói' e tu rindo 'se acostuma com pau de macho'. Tenho o vídeo gravado no celular, olha essa merda!"Empurrei o phone na cara dele, tela de 6 polegadas mostrando o vídeo em HD: câmera tremida capturando Sabrina desconfortável na palha de milho, rostinho franzido, Chico bombando sem piedade os quadris fortes, gemidos claros "tá doendo" dela, slap-slap úmido, gozo final transbordando coxas finas em close cruel. Ele congelou no lugar, rosto pálido sob a barba rala molhada, punho enorme baixando devagar como chumbo, olhos vidrados na tela. "Porra, Miguel... tu filmou a gente? Filho da puta esperto." Os ânimos se acalmaram como mágica goiana — raiva fervendo virando cumplicidade suja e quente, o proibido unindo irmãos de novo. Sentamos exaustos num banco de madeira carcomido, abri duas cervejas quentes da geladeira improvisada no barracão, chuva tamborilando forte no telhado de zinco ondulado como trilha sonora. "Ela me contou tudo: que cê subornou ela, que ela estava com medo por isso te deu. Eu respondi: pra mim ela gostou. Olhei para ele e sorri, ele sorriu de volta. Aproveitei no cumplicidade e perguntei quando começou a relação incestuosa com a filha. Ele me disse: " desde que separei da mãe dela há seis anos atrás". Respondi: porra cara, ela era bem novinha." Sem cerimônia ele tascou essa: "vamos fazer o seguinte. A gente divide a Sabrina. Ela é gostosa demais pra um pau só, né?" Nada de polícia, nada de briga, família é pra isso."Concordei com aceno lento, pau endurecendo na calça jeans suja de lama só de visualizar: "Combinado, irmão. Semanas pra ela se acostumar com a ideia de dois machos, aí a gente fode juntos no barracão. Suruba familiar de verdade. E a gente grava tudo em vídeo pro nosso arquivo secreto, tripé e ângulos bons." Ele riu rouco pela primeira vez, tapa forte nas minhas costas calejadas: "Vai ser foda, Miguel. Sempre tive a vontade de ver minha filha fodendo com outro, melhor assim, fica tudo em família." Semanas se passaram em tensão elétrica, minha ansiedade estava me matando. Finalmente, marcamos pro sábado, Chico fechando a lanchonete mais cedo com desculpa de "dor de barriga", eu chegando com caixa de cerveja Brahma gelada, tubo de lubrificante KY comprado na farmácia e dois celulares: um no tripé de alumínio apontado pro monte de palha de milho fresca, outro na mão pra closes. O barracão iluminado só por uma lâmpada amarelada de 40W pendurada no teto baixo, sombras dançando nas paredes de madeira gasta, ar úmido cheirando a terra molhada, palha e excitação prévia. Sabrina esperava nervosa no centro, vestidinho florido curto de rodada colando nas curvas mirins recém-arredondadas, sardas brilhando no rosto corado de vergonha e tesão, olhos verdes faiscando dúvida mas bundinha rebolando instintiva quando nos viu chegando pelados, paus meia-bomba balançando. "Pai e tio juntos? Ela deu um passo para trás receosa e surpresa. Meu irmão então a acalmou: " filhinha, de hoje em diante cê vai ser nossa namoradinha, já conversamos sobre te ver fodendo com outro na. Minha frente, lembra?" "Ai, não sei se meu aguento os dois juntos", murmurou tímida, voz fina de menina, mas mãos finas já apertando as coxas finas uma na outra. Chico a puxou pelo braço magro, beijando a boquinha carnuda com língua de pai possessivo: "Relaxa, filhinha minha. Hoje tu vira nossa putinha oficial de família. Sorri pra câmera rodando, vai ser nosso pornô particular."A suruba rolou como filme pornô caseiro profissional, real e visceral como as fodas reais de interior — sem cortes, suor pingando, gemidos ecoando no zinco, câmera capturando cada textura de pele suada, sêmen viscoso e espasmos. Começamos devagar pra aquecer a tímida. Eu tirei o vestidinho florido pelas alças finas, revelando peitinhos pontudos sem sutiã, mamilos rosados duros como botões; Chico chupava voraz os bicos sardentos enquanto eu lambia a bucetinha lisinha e inchada no feno úmido, close da câmera no clitóris pulsando na minha língua áspera de tio. Sabrina caiu de joelhos na palha, boquinha carnuda alternando nossos paus, meu pau grosso e reto primeiro na garganta fina, engasgando golfadas de saliva escorrendo pelas sardas e peitinhos quicando; pau veiudo e curvo do pai na mãozinha fina punhetando as bolas peludas suadas. "Chupa os dois machos da família, vadiazinha!", grunhiu Chico, vídeo tremendo com os primeiros gemidos abafados dela. Sabrina ficou de quatro no monte de palha amarela de milho, bundinha branca empinada com marcas vermelhas frescas de mãos calejadas, buceta rosada piscando melada; Chico na frente, pau grosso enterrado na garganta dela, bolas peludas batendo o queixo sardento, barba rala molhada de baba; eu atrás, quadris bombando slap-slap audível na buceta apertada, mãos espalmando a bundinha, suor pingando das minhas costas pras dela, sêmen pré-gozo escorrendo devagar pelas coxas finas tremendo. Um enxame de tanajuras rodopia a em volta da lâmpada"Olha teu pai te fodendo a boca enquanto o tio enche tua buceta de porra, rosnei, câmera em ângulo baixo pegando tudo.Sabrina montou Chico de frente na palha, buceta engolindo o pau grosso do pai até o talo, sucos vaginais escorrendo bolas dele, peitinhos pontudos quicando ritmados pra câmera; eu atrás lubrificando o cuzinho apertado virgem com cuspe grosso e lubrificante dedos médios girando, depois enfiando meu pau devagar — ânus rosado esticando como elástico, ela gritando "Devagar, tio!". O pai embaixo falou meio rindo, meio autoritário: " aguenta Sabrina, já estava na hora de cê perder o cabacinho do cú " Meu pau todo melado de lubrificante para dentro das entranhas da minha sobrinha, chegando até o talo. Comecei um vai e vem devagar. Ela mesmo tempo, foi se soltando, rebolando cada vez mais rápido, fazendo os paus quase se tocarem por dentro dela. De lado no feno bagunçado, pernas finas dela entrelaçadas nas nossas coxas peludas: eu na buceta bombando profundo, paredes contraindo visíveis no close; Chico no cu sincronizado, veias pulsando no movimento, mãos apertando peitinhos suados. Suor escorrendo nas sardas como chuva, unhas dela cravando o braço do pai, olhos verdes revirados: " não parem, não parem, tá gistoso". Levantamos ela, suaa pernas finas enroladas na minha cintura suada, eu bombando buceta pra cima erguendo o corpinho leve ritmada, peitinhos quicando contra meu peito grisalho; Chico por trás cutucando a garganta com pau, saliva pingando bundinha exposta. Parede de madeira lascada arranhando as costas dela, iluminação criando brilhos no suor e líquido vaginal com pré- gozo pingando.69 com Mudamos para um 69, Chico deitado lambendo buceta voraz, língua raspando clitóris inchado; Sabrina 69 mamando o pau veiudo dele, boquinha distendida babando; eu ajoelhado atrás metendo cu fundo, bundinha aberta piscando para o celular que gravava. Agora eu estava deitado, ela cavalgando meu pau no cu rebolando selvagem como potranca; Chico em pé fodendo a boca, bolas no nariz sardento, fios longos de saliva voando com cabelos loiros suados. Sabrina esmagada nua no meio da palha, corpo magrinho convulsionando suado corado sardas destacadas; Chico debaixo pau grosso pulsando gozo na buceta, jatos internos transbordando coxas finas; eu por cima pau veiudo no cu jatos viscosos escorrendo na bundinha e sardas; expressões de ouro prazer, os olhos verdes dela revirados gemendo êxtase, nós grunhindo exaustos músculos tensos; pelos pubianos, suor gota a gota, sombras profundas na madeira, poças brancas na palha de milho.Sabrina desabou ofegante, buracos piscando sêmen misturado: "Melhor foda da vida... !" Assistimos os vídeos suados com cervejas, rindo cúmplices — arquivos criptografados no Google Drive secreto, surubas semanais virando vício familiar eterno no barracão goiano. Família unida no proibido, Sabrina rainha puta de seus dois machos.Pai e tio felizes e unidos pelo incesto

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Comentários (5)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Clóvis: Caramba, que menina vadia.T Fluss

    Responder↴ • uid:2x0gt8h1b0k
  • Euzinha19: Mano eu amooo esses contos juro ❣️ meu telefram

    Responder↴ • uid:8g6q315zz81
    • Casal: Já peguei minha filha com velho

      • uid:gqbv6tem1
  • @Osmr49: Delicia de conto

    Responder↴ • uid:469c1j5bqrd
  • jonas: Adorei esse capítulo

    Responder↴ • uid:6oei6pwozj