#Gay #Teen

Meu colega de quarto Vitor - Parte 3

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Pietro abriu a porta de mansinho, quase com medo do barulho da maçaneta. Dava pra sentir o coração dele acelerado, a luz do abajur tava fraquinha, só pra ver as coisas no quarto. Vítor já tava lá, sentado na cama, olhando fixo pra porta, tipo quem esperou a noite inteira. Sem camisa, só de moletom preto que mostrava bem as pernas, no escurinho ele parecia ainda maior: alto, definido, com a pele brilhando, o peito forte, a barriga sarada, bigode certinho e um olhar que já tinha escaneado o Pietro todo.
— Chegou — Vítor falou, a voz meio grossa
Ele se levantou, Pietro fechou a porta e trancou. As mãos tremiam um pouco.
— Vim direto da biblioteca. Não consegui estudar nada hoje — Pietro riu, meio nervoso jogando a mochila no chão
Vítor chegou perto, com calma. Parou perto o bastante para Pietro sentir o calor dele.
— Pensou em que? — perguntou, meio de lado
Pietro olhou pra ele.
— Em você... Me comendo, do jeito que você falou na aula
Vítor deu um sorriso de lado, ajeitando o bigode. Passou a mão na nuca de Pietro, fazendo um carinho
— Então chega aí, meu doce.
Ele puxou Pietro pra perto e beijou. Não foi nada bruto, foi um beijo calmo, com a língua, como se não tivesse pressa. Pietro soltou um gemido baixinho, passando a mão no peito dele, sentindo os mamilos. Vítor foi guiando Pietro de costas até a cama, sem parar o beijo
Encostou na cabeceira, Vítor se afastou só pra tirar a camisa e jogar no chão. Olhou bem o corpo de Pietro, magrinho, com a pele clara, os ombros e a barriga lisos. Bem diferente dele.
— Olha você... — Vítor falou baixinho. — Todo bonitinho, tão frágil, só de te olhar assim, já viu, né?
Pietro ficou vermelho, mas não desviou o rosto. Vítor abaixou o moletom e a cueca de uma vez.
E lá estava tudo, enorme, Pietro arregalou os olhos, mesmo já tendo visto antes.
— Nossa... Parece maior — sussurrou.
Vítor riu e pegou a mão de Pietro, levando até seu pau
— Pega, sente como tá duro por sua causa.
Pietro fechou os dedos em volta, mal conseguindo. Tava quente, pulsando e Vítor gemeu, empurrando um pouco na mão dele.
— Isso... Assim. Agora deita, abre as pernas.
Pietro fez o que ele mandou, o coração quase saindo pela boca. Deitou na cama, Vítor tirando o resto da roupa dele com cuidado.
Ficou ali, nu, com as pernas tremendo um pouco. Vítor subiu na cama e pegou o lubrificante na gaveta (já tinha deixado ali de propósito) passando bastante nos dedos.
— Relaxa, meu bem — sussurrou, beijando o pescoço de Pietro. — Vou com calma, vou preparar você direitinho, vai sentir tudo, mas sem dor, viu?
Começou com um dedo, fazendo massagem e Pietro gemeu baixinho.
— Isso... Abre pra mim — Vítor falou no ouvido dele, mordiscando. — Que bundinha apertada... Vai engolir meu dedo todinho. Imagina quando for a vez do resto.
Pietro choramingou, segurando o lençol.
— Vítor... Devagar...
— Devagar, sim. — Ele colocou o dedo todo, girando devagar. Quando achou o ponto certo, Pietro deu um gemido alto, levantando o quadril.
— Aí... Isso. — Vítor sorriu. — Achou.
Colocou o segundo dedo e Pietro gemeu mais alto, tremendo.
— Tá sentindo? — Vítor sussurrou, a voz rouca. — Dois dedos te abrindo, já pensou quando forem três... E depois eu, com meu pauzão te esticando todo.
Pietro tava ofegante, vermelho.
— Por favor... Quero... Você dentro.
Vítor tirou os dedos e passou lubrificante no próprio pau, se masturbando enquanto olhava pra Pietro.
— Me olha entrar — mandou, colocando a ponta na entrada. — Quero ver sua cara quando eu te abrir de verdade.
Empurrou devagar, só a ponta, Pietro arregalou os olhos e gemeu.
— Tá grande... Muito grande.
— Shhh... Relaxa. — Vítor parou, beijando a testa e a boca dele — Que lindo você assim, apertadinho, me querendo. Meu pau vibrando aí dentro, tá sentindo?
Pietro concordou, com lágrimas nos olhos. Vítor empurrou mais, aos poucos. Quando tava na metade, parou de novo.
— Isso... Meu doce, levando metade de mim. Tão molhadinho, você nasceu pra isso, pra mim.
Pietro gemeu alto, segurando nos braços dele.
— Mais... Por favor...
Vítor foi até o fim, gemendo quando sentiu tudo encaixar.
— Nossa... Todo dentro, você me engoliu inteiro. Tá sentindo? Tô lá no fundo.
Começou a se mexer, devagar, com força. A cada movimento, Pietro gemia mais alto.
— Isso... Grita pra mim. Deixa eu ouvir como você tá afim, vou te marcar como meu.
Pietro chorava, levantando o quadril.
— Vítor... Mais forte... Por favor...
Vítor foi mais rápido, segurando as pernas de Pietro, abrindo mais. O som molhado dos dois corpos ecoava no quarto.
— Tá gostando, né? — sussurrou no ouvido, mordiscando. — Tá gostando de sentir meu pau dentro de você.
Pietro gritou, tremendo. Gozou forte, sem nem tocar em si mesmo.
— Isso... Goza pra mim, meu safadinho. Aperta meu pau... Nossa...
Vítor foi mais fundo, até gozar também, jorrando tudo dentro de Pietro. Ficou ali, tremendo, respirando. Depois de um tempo, saiu devagar, vendo a bagunça: tudo vermelho, lubrificante pra todo lado.
— Olha o que eu fiz com você... — falou baixinho, deitando do lado e abraçando Pietro.
— Te fiz homem, te enchi todo. Agora você é meu.
Pietro, ainda ofegante, encostou a cabeça no peito dele, sentindo o coração acelerado.
— Foi... incrível — sussurrou.
Vítor beijou a testa dele, abraçando forte.
— É só o começo, amanhã tem mais e depois também.
Pietro riu, cansado e feliz.
— Promete?
— Prometo, meu amor.

Duas Semanas Se Passaram.
No começo, era como um segredo guardado a sete chaves. Depois daquela noite de quarta, quando Vítor e Pietro foram para a cama pela primeira vez, os dois acordaram meio sem jeito.
Pietro ficava todo vermelho quando via Vítor saindo do banheiro, só de toalha e com umas gotas escorrendo pelo corpo. Vítor, com um sorriso de canto, soltou um
- Hoje, depois do rango, lá no quarto. Chega cedo, hein.

Dia 1 (quinta)

O almoço no RU acabou umas 13h40, Pietro chegou primeiro, morrendo de nervoso.
Vítor entrou dois minutos depois, trancou a porta, jogou a mochila no chão e já foi tirando a camisa.
- De quatro na cama, quero ver essa sua bunda abrindo de novo pra mim.
Vítor passou um pouco de lubrificante nos dedos, preparou ele com calma, dizendo baixinho.
- Todo dia agora, meu bem. Depois do almoço você vem aqui e abre as pernas pra mim, vai ser a nossa hora.
Entrou devagar, mas fez mais forte que da primeira vez, Pietro mordeu o travesseiro pra não gritar.
Gozou duas vezes antes de Vítor encher ele todo. Depois, cada um pro seu lado Vítor foi pra academia, Pietro pra sala de edição, ninguém nem imaginava o que tinha rolado.

Dia 3 (sábado)

Fim de semana, o lugar tava mais vazio. Vítor mandou um zap lá pelas 13h15:
- Tô no RU, em 10, depois cola direto.
Dessa vez foi na cama de Vítor, ele deitou de costas e puxou Pietro pra sentar no colo. - Senta devagar, quero ver a sua cara enquanto você desce no meu pau.
Pietro foi descendo aos poucos, soltando uns gemidos baixos, Vítor segurava na cintura dele, controlando o ritmo.
- Isso… joga essa bunda pra lá e pra cá. Tá viciado no meu pau, né? Cada dia mais fácil de entrar.
Ficaram quase uma hora nessa, Pietro gozou no peito dele. Vítor limpou com a língua antes de gozar dentro, abraçando Pietro forte pra não vazar nada.

Dia 5 (segunda)

Alguém bateu na porta bem na hora que Vítor tava metendo de ladinho, sem fazer muito barulho, Pietro travou.
Vítor tapou a boca dele com a mão, continuou fundo, dizendo no ouvido
- Quieto, caralho. Se ele entrar, vai te ver todo fudido no meu pau
A pessoa só queria um carregador emprestado e já foi embora. Vítor acelerou depois, gozou forte, gemendo baixinho no pescoço de Pietro.

Dia 8 (quinta)

Pietro começou a sentir o corpo diferente. Andava mais devagar depois do almoço, meio dolorido, mas já tava se acostumando. Vítor percebeu.
- Tá doendo?
perguntou, enquanto beijava o pescoço dele antes de entrar.
- Um pouco… mas eu gosto.
- Então abre mais, hoje vou te pegar de bruços, de cara pro travesseiro. Quero te ouvir choramingar o meu nome.
Entrou de uma vez, sem dó, Pietro mordeu o lençol, com lágrimas de prazer. Vítor foi fundo, falando um monte de besteira
- Cada dia mais apertado pra mim, meu pau te moldando. Daqui a pouco você não vai conseguir ficar sem isso depois do almoço.

Dia 10 (sábado)

Quase foram pegos de novo, um cara gritou no corredor
“E aí, Vítor, vai jogar bola hoje?”
Vítor respondeu da porta, com o pau dentro do Pietro, que tava de quatro na cama, escondendo o rosto no travesseiro.
- Tô ocupado agora, cara, depois te falo.
Fechou a porta, virou Pietro de barriga pra cima e continuou, com mais vontade.
- Quase que te entreguei, hein? Imagina se ele entra e vê você todo aberto, cheio de leite. Ninguém imagina que eu sou gay, mas só você sabe que eu passo a hora do almoço te comendo.

Dia 12 (segunda)

Pietro chegou atrasado do RU, Vítor já tava pelado, sentado na cadeira.
- Vem cá, de joelhos.
Pietro chupou devagar, aprendendo o jeito que fazia Vítor gemer. Depois Vítor levantou ele como se não fosse nada, sentou no colo e fez de pé, segurando nas coxas dele.
- Tá ficando bom nisso, desce sozinho agora. Olha como entra fácil, meu pau todinho sumindo aí dentro.
Gozaram juntos, Vítor segurou Pietro, beijando devagar enquanto o pau amolecia lá dentro.

Dia 14 (quarta)

Duas semanas certinhas, o almoço terminou umas 13h45. Pietro entrou primeiro no quarto. Vítor chegou logo atrás, trancou a porta e tirou a roupa, dessa vez foi mais calmo, quase carinhoso.
Deitaram de lado, Vítor atrás, entrando devagar, com o braço forte na cintura de Pietro.
- Duas semanas… – disse Vítor no ouvido dele, estocando fundo e devagar.
- Você virou meu vício, sabia?.
Pietro gemeu, virando o rosto pra beijar.
- E você virou o meu.
Vítor acelerou aos poucos, com a mão grande no pau de Pietro, fazendo no mesmo ritmo das estocadas.
- Goza comigo hoje, quero sentir você apertando enquanto eu te encho de porra de novo.
Gozaram quase juntos, Vítor ficou lá dentro um tempão, respirando fundo no pescoço dele.
- Ninguém pode saber – sussurrou Pietro, com a voz rouca.
- Ninguém vai saber – respondeu Vítor, beijando a nuca.
- Pra todo mundo, eu continuo sendo o cara que só joga vídeo game e malha.
Se vestiram devagar, trocaram um beijo antes de sair cada um pro seu lado.

A festa já tava bombando quando eles chegaram. Luzes coloridas pra todo lado, um somzaço de funk e eletrônica misturado, e aquele cheiro de cerveja quente com churrasco queimado, sabe? Era a festa da Engenharia, que geral da facul ia, até quem não era da área.
Pietro, Vítor e o resto do pessoal da república combinaram de ir juntos: a Maria (a mais saidinha do curso de Cinema), o Rian (o cara que sempre arrumava treta por causa de futebol), o Lucas (na dele, mas mandava bem no violão) e mais duas minas que eles mal conheciam. Entraram pelos fundos, com o Vítor na frente, carregando a mochila térmica cheia de cerveja gelada pra eles não terem que pagar o olho da cara lá dentro.
Pietro foi logo atrás, tentando não parecer nervoso, já faziam duas semanas que o depois do almoço virou rotina, mas a eles ainda não se entregavam em público, Vítor o hétero na dele e Pietro o calouro que ninguém zuava.
Maria foi a primeira a falar quando se juntou perto da piscina inflável (que já tava furada).
— Gente, olha só esses dois! — ela gritou, pra conseguir falar por cima da música, e apontou pra Pietro e Vítor com o copo vermelho na mão.
— Quem diria, hein? No começo, eu jurava que vocês iam se estranhar feio. Você, todo certinho com seus livros, e o Vítor com aquela cara de quem ia te botar pra correr do quarto na primeira noite.
E olha aí viraram melhores amigos, vivem grudados agora — Ela riu alto e deu um tapão no ombro do Vítor.
Pietro sentiu seu rosto queimar, mas disfarçou, bebendo um gole da cerveja. O Vítor só deu um sorrisinho de canto, daqueles que mostram o bigodinho, e abraçou Pietro de lado, como se fossem só brother.
— É, a gente se acertou — ele respondeu, com a voz grossa de sempre.
— Ele é tranquilo, mas aguenta a onda. E eu... bom, eu sou o que sou.
A Maria olhou, maliciosa.
— Sei, aguentando a onda, né? Tá bom, grandão. Mas falando sério, tô feliz por vocês. Vocês são tipo... o oposto um do outro, o fortão e o garoto mais sensível. Combina!
Pietro quase engasgou com a cerveja. O Vítor apertou o seu ombro de leve, como quem diz relaxa, e mudou de assunto:
— Cadê o churrasco? Tô morrendo de fome.
A galera se espalhou um pouco. O Lucas pegou o violão e começou a tocar alguma coisa mais calma num canto, a Maria foi dançar com as meninas e o Rian sumiu pra pegar mais bebida.
Pietro e o Vítor ficaram ali perto, encostados numa mesa improvisada, bebendo devagar. Foi quando o Rian voltou, com duas latas geladas e um sorrisinho de quem ia aprontar.
— Vítor, meu camarada! — ele gritou, batendo no peito dele. — Olha ali, ó. A loirinha de blusa vermelha. A Gabi, do Direito, tá te secando desde que a gente chegou. Falou que te acha um gato e quer te pegar hoje, vai lá, cara! Ela tá a fim.
Pietro sentiu um negócio esquisito na barriga, virou o rosto de leve, como quem não quer nada, e viu a menina, era gata mesmo, alta, sorridente, dançando com as amigas e olhando pra eles de vez em quando.
O Rian deu um empurrãozinho no ombro do Vítor.
— Vai lá, meu! Não vai perder essa, né? Faz tempo que você não pega ninguém. Tá virando santo?
Vítor olhou pra menina por uns segundos. Analisou tudo rapidinho como sempre fazia. Depois, olhou para Pietro que tava fingindo prestar atenção na latinha de cerveja.
— Não, mano — o Vítor falou, sem mais nem menos. — Tô de boa.
O Rian arregalou os olhos.
— De boa? Véi, ela é mó gata! E tá na cara que te quer. Vai lá dar uns amassos, pelo menos.
O Vítor deu de ombros e tomou um gole da cerveja.
— Não tô a fim! Hoje não.
O Rian riu, sem acreditar.
— Você tá doente? Ou virou padre? O Vítor, que todo mundo acha que come geral, recusando uma mina dessas?
O Vítor olhou de novo pra menina, depois pra Pietro que agora encarava o chão, com as bochechas vermelhas por causa da luz colorida.
— Tô de boa mesmo — ele repetiu, com a voz tranquila. — Se ela quiser, que venha trocar uma ideia comigo, mas eu não vou atrás.
O Rian balançou a cabeça, zuando.
— Tá apaixonado por alguém, é isso? Fala a verdade, meu! Tem uma gata na sua cabeça?
O Vítor deu uma risadinha baixa, rouca, e abraçou Pietro de novo, dessa vez mais forte, mais possessivo, mas ainda tentando disfarçar.
— Pode ser — ele disse, olhando direto pra Pietro enquanto falava. — Tem alguém que não sai da minha cabeça, não consigo prestar atenção em mais nada.
Pietro levantou os olhos e encontrei os do Vítor. Meu coração disparou. Ele piscou beeem devagar, um sinal que só ele entendeu.
O Rian deu um tapa na própria testa.
— Pô, então por que não trouxe ela pra festa? Apresenta pra gente!
O Vítor sorriu de canto.
— Quem sabe um dia. Por enquanto... tô curtindo a companhia que eu já tenho. — Ele apertou o ombro de Pietro mais uma vez antes de soltar.
O Rian revirou os olhos, rindo.
— Tá bom, seu misterioso. Mas se mudar de ideia, a Gabi tá ali ainda, não bobeia.
O Rian foi dançar com as meninas. Pietro ficou quieto por uns segundos, depois falou baixinho, só pra o Vítor escutar:
— Você podia ter ido, ninguém ia suspeitar
Ele se aproximou, chegou perto do ouvido e sussurrou:
— Não quero, eu quero você. Só você, todo dia, depois do almoço… e hoje à noite, quando a gente voltar pro quarto.
Pietro sentiu um frio na barriga.
— Então a gente vaza mais cedo? — perguntou, com a voz meio ansiosa.
O Vítor sorriu, mostrando o bigodinho.
— Mais meia hora. Pra não dar muito na cara, depois eu te levo pra casa... e te beijo todinho, do jeito que você gosta.

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Comentários (1)

Regras
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  • Semaj: Extraordinário! Poxa! Muito bem contado. Algumas coisas avulsas, mas deu para identificar e imaginar todos os cenários. Continue, está gostoso.

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