Oficial: sou atleta de grande clube e adoro comer cu de casadas.
Bom dia a todos os amigos, eu sou um jovem atleta iniciando um grande clube aqui no Grande Recife e moro no Conjunto Residencial na praia do Janga, que é bastante conhecido e bastante populoso. Neste conto picante e explícito, eu revelo como arrombo o cu de uma casada safada chamada Vanessa, uma morena rabuda de 28 anos que trai o corno manso do marido dela, o Eduardo, enquanto ele fica só filmando e tirando fotos como um otário submisso, eu fodo forte o rabo dela até ela peidar, gemer alto e se cagar na minha pica grossa, deixando o cu todo aberto e vazando porra, com diálogos sujos, cheiros de suor e sexo, sons de pele batendo e arrombamento, tudo isso pra te deixar louco de tesão e querendo mais aventuras como essa, que posto diariamente – leia até o final pra sentir o clímax e imaginar você no lugar do corno ou da puta.
Eu acordo cedo, como sempre, o sol mal raiando na praia do Janga, e já sinto o pau duro só de pensar na mensagem que recebi ontem à noite da Vanessa, essa puta casada que mora a poucas quadras daqui no mesmo conjunto. "Vem me arrombar hoje, meu corno vai trabalhar tarde, mas ele sabe e quer filmar tudo", ela escreveu, mandando uma foto do cu piscando pra mim. Eu rio sozinho no espelho, admirando meu corpo atlético, músculos definidos dos treinos no clube, pau de 22 cm grosso como uma lata de cerveja, pronto pra destruir mais um rabo de mulher comprometida. Adoro isso, caralho, o fetiche de foder cu de casada, deixar elas arrombadas, peidando e se borrando na minha vara, enquanto o corno chifrudo só observa ou filma, sem tocar em nada. É o meu treino particular, melhor que qualquer academia.
Chego na casa dela por volta das 9h, entro pela porta dos fundos como combinado, e lá está a Vanessa, vestida só com uma camisola rosa fina que mal cobre a bunda enorme, empinada, daqueles rabos que balançam quando anda. Ela é morena, pele bronzeada do sol da praia, unhas pretas compridas, piercing no umbigo, e um cheiro de perfume misturado com excitação que já me deixa doido. O corno, o Eduardo, um cara magrelo de uns 35 anos, tá ali no sofá, celular na mão, olhos vidrados, sem dizer porra nenhuma. "Bom dia, putinha", eu digo, puxando ela pela cintura e enfiando a mão por baixo da camisola, apertando aquela bunda macia. Ela geme baixinho: "Ai, seu safado, meu cu já tá latejando só de pensar na tua pica grossa me rasgando". O cheiro de buceta molhada invade o ar, misturado com o suor do meu corpo depois da corrida até aqui.
Eu a jogo na cama de casal deles, o lençol rosa todo amassado, e mando ela empinar de quatro. "Mostra esse cu pra mim, sua vadia casada", eu ordeno, e ela obedece, abrindo as nádegas com as mãos, revelando o cuzinho rosado, depilado, piscando ansioso. O Eduardo se posiciona do lado, ligando a câmera, respirando pesado como um porco no cio, mas sem ousar se aproximar. "Filma tudo, corno de merda, vê como tua mulher vira puta na minha mão", eu digo pra ele, rindo, enquanto tiro a roupa e meu pau salta pra fora, veias pulsando, babando pré-gozo. Vanessa olha pra trás, olhos cheios de tesão: "Porra, que pauzão, vai me arrombar toda, né? Meu marido nunca me fode assim, ele é molenga". Eu cuspo na cabeça da pica e esfrego no cu dela, sentindo o calor, o cheiro de ânus excitado misturado com lubrificante que ela já passou.
Enfio devagar no começo, só a cabecinha, e ela já grita: "Aaaai, caralho, tá doendo, mas não para, fode essa puta!". O som de pele esticando, o cu se abrindo aos poucos, é música pros meus ouvidos. Eu empurro mais, metade da pica dentro, e sinto o anel apertado cedendo, o cheiro de sexo anal forte no ar, suor escorrendo pelas costas dela. "Tá gostando, sua rapariga? Teu cu tá engolindo minha vara grossa", eu falo, dando um tapa na bunda que deixa marca vermelha. Ela peida alto, um "pffft" ecoando no quarto, e ri nervosa: "Porra, me fez peidar, seu filho da puta, mas continua, me arromba!". O Eduardo filma de perto, zoom no cu dela se dilatando, o pau entrando e saindo, e eu vejo ele duro na calça, mas ele não toca, só obedece como um cachorro.
Acelero o ritmo, socando forte agora, o som de "ploc ploc ploc" das bolas batendo na buceta molhada dela, cheiro de porra e cu misturados, suor pingando. "Vai, fode mais forte, me faz cagar na tua pica, seu atleta safado!", ela implora, unhas cravadas no lençol, bunda tremendo. Depois de uns três minutos, como sempre acontece com essas putas, ela tenta sair: "Ai, não aguento, tá muito grosso, me rasgando!". Mas eu seguro pela cintura, tatuagens no meu braço brilhando de suor, e forço mais fundo: "Porra nenhuma, decidiu dar o cu, aguenta agora, sua vadia casada! Pensa no teu corno vendo isso depois". Ela peida de novo, um fedor de sexo cru no ar, e sinto algo quente escorrendo – ela se cagando um pouco na cabeça da minha pica, lubricando mais. "Isso, se borra toda, puta, adoro quando vocês se sujam assim", eu digo, rindo, enquanto o Eduardo tira fotos, clic clic, capturando o cu aberto, a porra vazando.
Viro ela de lado, pau ainda dentro, e fodo lateral, mão apertando a bunda, dedos enfiados na buceta pra ela gozar duplo. "Olha pro teu marido, diz pra ele como minha pica é melhor", eu mando. Ela olha pro Eduardo, gemendo: "Amor, ele tá me arrombando, teu pauzinho nunca fez isso, eu sou puta dele agora, aaaah!". O corno murmura: "Continua, filma eu mesmo, vê ela gozando no cu". O cheiro é intenso, mistura de esperma, cu arrombado, suor salgado, e os sons – gemidos altos, peidos involuntários, pele colidindo – enchem o quarto. Eu sinto o gozo subindo, soco mais rápido: "Vou encher teu cu de porra, sua safada, vai pra casa vazando leitinho pro corno lamber depois". Ela goza primeiro, corpo convulsionando, "Porraaaa, tô gozando no cu, me fode!", e eu explodo dentro, jatos quentes preenchendo o rabo dela, transbordando.
Tiro o pau devagar, o cu dela fica aberto, um buraco vermelho pulsando, porra escorrendo pelas coxas. "Olha isso, corno, teu presente", eu digo, enquanto o Eduardo filma o close-up, e tira mais fotos. Vanessa cai na cama, ofegante, cheiro de sexo pairando: "Caralho, você me destruiu, não vou sentar por dias". Eu me visto, pau ainda meia-bomba, e saio, deixando eles ali – ela arrombada, ele com os vídeos pra se masturbar depois. Tudo meu posto emwww.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife
E isso é só o começo, amigos, tem mais aventuras em breve com outras casadas aqui do Janga, o corno sempre só filma e faz as fotos, novas postagens diárias pra vocês baixarem e se deliciarem. Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Comenta aí embaixo o que achou, qual parte te deixou mais duro, e sugere a próxima puta casada que eu devo arrombar – quem sabe não é a tua?
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