Corno chora hoje em dia, ao ver o que estou fazendo com meu cu, que ele reijeitou e humilhou
Ah, se você soubesse o quanto minha vida mudou de uma prisão de humilhações para um paraíso de prazeres proibidos, onde eu, Leona, a gorda rejeitada pelo meu ex-marido corno, agora fodo com homens de todas as idades, dando o cu de frente pra câmera, gemendo alto, peidando no pau e até cagando de tesão enquanto o bairro inteiro comenta e ele chora no bar, implorando por misericórdia que nunca vai ter – isso é só o começo de uma saga de vingança e luxúria que vai te deixar com o pau latejando ou a buceta encharcada, querendo devorar cada detalhe, ver as fotos e vídeos quentes anexados, e ansiar pelas próximas aventuras diárias que eu posto, com sorteios de conteúdos exclusivos pra quem comenta e deixa o e-mail aqui embaixo.
Eu acordo todo dia com um fogo no cu que não apaga, lembrando das noites em que implorava pro meu ex, aquele filho da puta magrelo chamado Tiago, pra me foder. "Você é uma gorda nojenta, Leona, sua barriga balança como gelatina e sua bunda fede a suor velho", ele cuspia na minha cara, me deixando sozinha na cama enquanto ia se masturbar no banheiro olhando pornô de magrinhas. Eu chorava, me sentia um lixo, mas um dia o saco encheu. Separei daquele corno manso, joguei as coisas dele na rua e gritei: "Vai se foder sozinho, seu pau mole!" Foi aí que, navegando na internet pra me distrair, descobri o site da Selma www.selmaclub.com . Meu Deus – ops, sem nomes divinos –, que revelação! Abri um perfil rapidinho, postei umas fotos minhas de calcinha atolada na bunda grande, e o mundo se abriu. Homens de todo o Brasil mandando mensagens, querendo vir pra Recife me visitar, me comer em casa mesmo, no bairro onde ainda moro, pertinho do Tiago, que agora sabe de tudo e chora como uma vadia.
Meu primeiro encontro pós-separação foi com um moleque de 19 anos, o vizinho aqui do lado, o Paulo. Ele era magrinho, tatuado no braço, daqueles que jogam bola na rua e me olhavam de canto quando eu passava de shortinho curto. Eu o seduzi fácil: chamei pra consertar uma lâmpada na sala, como se eu fosse uma dona de casa inocente. "Entra, Paulo, senta aí no sofá enquanto eu pego a escada", eu disse, balançando a bunda enorme de propósito. Ele sentou, os olhos grudados nas minhas coxas grossas, e eu vi o volume crescendo na bermuda dele. "Tá quente aqui, né? Vou tirar a blusa", murmurei, jogando a roupa no chão, ficando só de sutiã apertado que mal segurava meus peitos fartos. Ele gaguejou: "Leona, você é... puta merda, que mulherão!" Eu ri, me aproximei e puxei a bermuda dele pra baixo, revelando um pau jovem, duro como pedra, cheirando a suor fresco de moleque. "Vem, me fode, mas filma tudo pro meu site", eu ordenei, ligando a câmera escondida no canto da sala, igual como a Selma e as amigas dela fazem nos vídeos quentes.
Ele me jogou no sofá de costas, mas eu virei: "Não, de frente, quero olhar na tua cara enquanto você arromba meu cu". Ele cuspiu na mão, lambuzou o pau e enfiou devagar no meu rabo, que piscava de tesão. "Caralho, Leona, teu cu é apertado pra caralho, mas engole tudo!", ele grunhiu, bombando forte. Eu gemia alto, "Ahhh, fode, porra! Me arromba, seu moleque safado!", sentindo o cheiro de sexo misturado com o suor da minha bunda grande. Peidei no pau dele sem querer, um barulho alto, fedorento, e ele riu: "Puta que pariu, que delícia, peida mais!". Eu forcei outro peido, sentindo o ar quente escapando enquanto ele metia mais fundo. A barriga balançava, os peitos pulavam, e eu olhava pra câmera, sabendo que o Tiago ia ver isso e chorar. "Vai, goza no meu cu, enche de porra quente!", eu implorei, e ele gozou, jorrando leite grosso que escorria pelas minhas coxas. Filmei tudo, postei no site, e no dia seguinte o bairro comentava: "A Leona tá dando pra todo mundo, o Tiago tá sabendo e tá destruído".
Mas não parei aí. Seduzi o encanador, um cara de uns 40 anos, casado, chamado Marcos, que veio arrumar a pia da cozinha. "Entra, Marcos, a pia tá entupida", eu disse, vestindo só um robe solto que mal cobria minha buceta peluda. Ele se abaixou pra olhar o cano, e eu me curvei ao lado, deixando o robe abrir, mostrando a bunda enorme. "Puta merda, Leona, você tá sem calcinha?", ele sussurrou, o pau endurecendo na calça jeans suja. "Sim, e querendo pau. Vem, me fode aqui na cozinha mesmo", eu respondi, puxando ele pro balcão. Liguei a câmera escondida no armário, focando na gente. Ele me virou de quatro no balcão, mas eu insisti: "De frente, quero ver teu rosto de safado enquanto mete no meu cu". Ele cuspiu na rola grossa, cheirando a trabalho suado, e enfiou no meu rabo, esticando as pregas. "Caralho, que cu guloso, Leona! Engole tudo, sua puta gorda deliciosa!", ele rosnou, bombando ritmado. Eu gemia, "Fode, porra! Me faz peidar no teu pau, seu encanador tarado!". Peidei alto, o cheiro de cu misturado com o da cozinha, e ele acelerou: "Peida, vadia! Tô quase gozando!". Senti um coco mole escapando junto com o pau, cagando um pouco na rola dele, mas ele nem ligou: "Que nojento delicioso, continua!". Gozamos juntos, eu esguichando da buceta enquanto ele enchia meu cu de esperma. Postei o vídeo, e ouvi que o Tiago viu no bar, chorando: "Aquela gorda tá me humilhando pro bairro todo".
Pra aumentar o tesão, fodi com um velho de 70 anos, o Seu Alberto, que entregava água no bairro e conhecia o Tiago de anos. "Entra, Seu Alberto, põe a garrafa na área de serviço", eu chamei, de camisola transparente. Ele era magro, enrugado, mas o pau dele endureceu rápido quando viu minhas curvas. "Leona, você é uma tentação, menina", ele disse, voz rouca. Eu sorri: "Vem, me fode no quintal, mas de frente pro teu pau velho entrar no meu cu". Liguei a câmera no muro, escondida. No quintal, deitada na grama, abri as pernas grossas, e ele enfiou o pau murcho que endurecia aos poucos no meu rabo. "Ahhh, Seu Alberto, mete devagar, mas fundo, porra!", eu gemi, sentindo o cheiro de velho misturado com terra úmida. Ele bombava: "Teu cu é quente, Leona, melhor que da minha falecida!". Peidei longo, fedorento, e ele riu: "Peida no pau do véio, sua safada!". Forcei mais, cagando um pouquinho na grama enquanto ele metia. "Goza, velho tarado! Enche meu cu pra eu mostrar pro Tiago que até você me fode melhor que ele!". Ele gozou fraco, mas satisfeito. O vídeo bombou no site, e o Seu Alberto até contou pro Tiago no bar: "Sua ex é uma puta profissional agora, corno".
E o bairro fervia. Todo mundo sabia, comentavam nas esquinas: "A Leona tá dando o cu pra geral, filmando tudo". O Tiago, aquele corno filho da puta, bebia todo dia, chorando nas mesas: "Ela peida e caga nos paus, e eu que chamava ela de fedida... perdi tudo". Isso me dava mais tesão ainda, saber que ele via os vídeos quase diários, revoltado. Seduzi o entregador de pizza, um negão de 25 anos chamado Victor, que veio à noite. "Entra, Victor, a pizza tá fria, mas eu tô quente", eu disse, abrindo a porta nua. Ele largou a caixa, olhos vidrados na minha barriga grande e bunda farta. "Puta que o pariu, Leona, você é demais!". Liguei a câmera na sala, e fomos pro sofá. "De frente, senta no meu cu", eu ordenei, montando nele de costas primeiro, mas virando pra olhar na cara dele. O pau preto enorme esticou meu rabo, "Caralho, que cu apertado, mas guloso!", ele grunhiu. Eu quicava, gemendo: "Fode, negão! Me faz peidar alto!". Peidei explosivo, cheiro forte de cu suado, e ele acelerou: "Peida mais, vadia! Tô sentindo teu coco roçando no pau". Caguei um pouco, sujando as bolas dele, mas continuamos. "Goza, porra! Enche meu cu pra o corno ver!". Ele jorrou, e eu postei, sabendo que o Tiago ia surtar.
No banheiro, fodi com o técnico de TV, um cara de 35, o Renato, que veio arrumar o sinal. "Entra no banheiro, Renato, tem um problema na tomada aqui", menti, nua no chuveiro. Ele entrou, pau endurecendo. "Leona, você... fode comigo?". "Sim, de quatro no chão, mas de frente pra câmera". Escondi a câmera no espelho. De quatro, ele meteu no cu, "Que bunda fedida deliciosa!", cheirando meu suor. "Fode forte, seu técnico safado! Me arromba!". Peidei molhado, cagando no pau, sons de ploc ploc no azulejo. "Continua, porra! Goza no meu cu sujo!". Ele gozou, e o vídeo foi hit.
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Continuei com o eletricista, um gordo de 50, o José, que conhecia o Tiago do futebol. "Arruma o fio aqui na cozinha, José", eu disse, de saia sem calcinha. Ele se abaixou, viu minha buceta, e eu puxei: "Fode meu cu na mesa". Câmera ligada. De frente, sentado na cadeira, eu sentei no pau dele, quicando. "Caralho, Leona, teu cu fede mas é bom pra porra!", ele disse. Peidei seco, cheiro forte, e caguei levemente. "Goza, gordo! Pro corno invejoso ver".
Na área de serviço, com o entregador de gás, um jovem de 22, o Matheus. "Põe o botijão aí, Matheus, e me põe no cu". De costas na máquina de lavar, mas virei pra frente. Pau fino mas longo, metendo fundo. "Fode, moleque! Peida no teu pau, ouve o som: prrrrt!". Cagou escorrendo, mas tesão puro. Gozamos rindo.
No quintal, com um amigo do Tiago, o Carlos, de 45. "Vem ver o jardim, Carlos", e lá fodi de frente, olhando pra ele enquanto peidava e cagava no pau, câmera capturando tudo. "Teu amigo corno tá chorando, mas eu tô gozando!".
E assim vai, todo dia uma foda nova, postada no site. O Tiago, corno manso, agora só filma na imaginação dele, mas na real, ele sofre vendo eu dar o cu pra geral, de 19 a 70, seduzindo quem passa. Mais aventuras em breve, com novas postagens diárias – comenta aqui embaixo e deixa teu e-mail, pois fazemos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisamos por e-mail pros sortudos.
Mas vamos a mais detalhes quentes. Lembro de uma noite com dois ao mesmo tempo: o Paulo de volta, e um velho de 65, o Seu Francisco, que entregava jornal. Chamei os dois pra "uma reunião". Na sala, nua, eu disse: "Um no cu, outro na boca, mas filmando de frente". Câmera rolando. O Paulo meteu no cu, eu de quatro mas virada, olhando pra ele, peidando alto: "Prrrrt! Fode, porra!". O Seu Francisco na boca, pau velho fedendo a mijo, mas eu chupava gulosa. "Chupa, vadia! Engole meu leite velho!". Peidei mais, cagando no pau do Paulo, cheiro enchendo a sala. Gozaram juntos, eu esguichando.
Outra vez, no banheiro com o Victor de novo. "Vem tomar banho comigo", e lá, de frente no chuveiro, ele meteu no cu sob a água. "Água no cu misturada com peido, que tesão!", eu gemi. Peidei borbulhante, cagando na água, sons de splash. "Goza, negão! Pro corno se afogar em lágrimas".
Na cozinha, com o Marcos outra vez. De quatro no fogão, mas virei: "Olha na minha cara enquanto arromba". Pau grosso esticando, peidos secos, cheiro de gás misturado. Caguei mole, sujando o chão. "Limpa com a língua se quiser, safado!". Ele lambeu, gozando forte.
No quintal à noite, com o Seu Alberto. Deitada na rede, cu pra cima, mas virei pra frente. Pau velho entrando devagar, peidos longos, cheiro de noite úmida. "Véio, me faz cagar no teu pau!". Caguei, ele riu: "Delícia, Leona!".
E o bairro? Fervendo. Mulheres invejando, homens querendo. O Tiago, bebendo, chorando: "Ela fode melhor sem mim, corno que sou". Me dá tesão saber.
Mais uma: seduzi o carteiro, um de 30, o Eduardo. "Entrega a carta no cu", brinquei. Na porta, puxei pra dentro, câmera na sala. Sentada de frente no pau dele no sofá, quicando. "Fode, carteiro! Peida alto: prrrrt!". Cheiro de papel misturado com cu. Caguei, sujando o sofá. "Goza, porra! Entrega teu leite no meu rabo".
No banheiro com o Renato de novo. De pé, encostada na parede, cu pra ele, mas virei o rosto. "Olha pra mim enquanto mete". Pau médio bombando, peidos molhados, cheiro de sabonete. "Caga, vadia! Tô sentindo". Caguei, escorrendo pelas pernas.
Na área de serviço, com o José. Na pilha de roupas, de frente sentada. "Gordo, arromba meu cu fedido!". Peidos explosivos, cheiro de detergente. Caguei nas roupas, rindo.
No quintal com o Carlos. De quatro na terra, virada. "Amigo do corno, fode forte!". Peidos sujos, cheiro de terra. Caguei na grama.
E assim, dia após dia, fodo, filmo, posto. O site bombando, amizades pelo Brasil vindo me visitar, fodendo em casa. O Tiago sofre, mas eu gozo. Mais aventuras logo, diariamente. Comenta, deixa e-mail pros sorteios – vídeos quentes te esperando.
Vamos estender essa luxúria. Uma vez, chamei três: Paulo, Victor e Matheus. Na sala, eu no meio, um no cu, um na buceta, um na boca. Câmera capturando de frente. "Fodem, porras! Me arrombem!". Peidos no cu do Paulo, cagando no pau dele enquanto Victor metia na buceta molhada, cheiro de sexo coletivo. "Peida mais, Leona! Que fedor delicioso!". Gozamos em cadeia, porra por todo lado.
No banheiro com Seu Alberto e Seu Francisco. Dois velhos no cu alternado. "Mete, véios! Peidem no pau não, sou eu que peido!". Peidos longos, cagadas leves, cheiro de idoso e cu.
Na cozinha com Marcos e Renato. Dupla penetração no balcão. "Fodem meus buracos, safados!". Peidos explosivos, cagadas sujando o piso.
No quintal com José e Carlos. Orgia na grama. "Amigos do corno, me encham!". Peidos, cagadas, risos.
O tesão de saber o Tiago vendo? Incomparável. Ele liga às vezes, chorando: "Para, Leona, por favor". Eu rio: "Fode-se, corno! Assiste mais".
E continuo, seduzindo mais: o padeiro de 28, o Fábio. Na cozinha, pão na mão, pau no cu. "Fode enquanto como, peida no teu pau quentinho!".
O mecânico de 42, o Sérgio. Na garagem, mas levei pro quintal. "Arruma meu cu, mecânico!". Peidos oleosos, cheiro de graxa.
O professor de 55, o Antônio, que ensinava no bairro. "Ensina-me a foder, prof!". Na sala, de frente. "Aluno nota 10 em cu!".
Cada foda detalhada, gemidos altos, diálogos sujos: "Mete, caralho! Sente meu peido fedido?". Cheiros: suor, cu, porra. Sons: slap slap das bolas, prrrt dos peidos, splash das cagadas.
E o corno? Sofrendo, filmando na mente, mas eu posto real. Mais em breve, diário. Comenta, e-mail pros sorteios – não perca.
Pra fechar um ciclo, fodi com um amigo íntimo do Tiago, o Henrique, de 38. Ele veio "conversar" sobre o ex. "Henrique, fode meu cu pra ele ver". Na sala, de frente sentando. "Teu amigo é corno, mas tu é macho!". Peidei alto, caguei no pau, cheiro enchendo. "Goza, traidor delicioso!".
No banheiro, sozinha mas imaginando, mas não – chamei o Paulo de novo. "Banho de porra!". De quatro virada, peidos aquosos.
Na cozinha, Victor. "Pizza de cu!". Sentando de costas, virando.
Área de serviço, Matheus. "Lava meu cu com pau!".
Quintal, Seu Alberto. "Jardim de peidos!".
Infindável. O bairro fala, Tiago chora, eu gozo. Visitem o site, amizades quentes. Mais aventuras logo, posts diários. Comenta aqui, deixa e-mail – sorteios diários de vídeos e fotos, avisamos por e-mail. Tesão eterno.
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Comentários (1)
Gayzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk
Responder↴ • uid:3nwp9ttw20j