Na fazenda
Na vastidão verdejante da fazenda de cana-de-açúcar, sob o sol inclemente do Brasil colonial, o Coronel Aristides reinava com punho de ferro. Dezenas de escravos africanos, arrancados de suas terras natais, labutavam sob o chicote, forçados a cultivar a terra fértil. Castigos e torturas eram a rotina, marcas indeléveis na pele e na alma daqueles que ousavam desafiar a vontade do senhor.
Um dia, a filha do Coronel, a bela e aparentemente pura Cecília, retornou à fazenda. Seus olhos claros e sorriso doce contrastavam com a brutalidade do ambiente. Ela era encantadora, tratava os escravos com uma gentileza incomum, palavras de conforto e pequenos gestos que acendiam uma chama de esperança em meio à escuridão. Bantu, afilhado do Coronel e filho do escravo mais leal, era o foco de sua atenção. Forte, robusto e de uma beleza selvagem, Bantu era a personificação da juventude e da força.
Cecília, com sua astúcia, tecia uma teia de sedução sutil. Pequenos favores, olhares demorados, toques acidentais, tudo cuidadosamente calculado para despertar o desejo em Bantu. Ele, ingênuo e alheio às intenções da moça, via nela apenas a bondade e a compaixão.
Um dia ensolarado, Cecília convidou Bantu para um passeio. Levaram-no a um recanto isolado, o lago da fazenda, um lugar de águas calmas e cercado por árvores frondosas. Ali, longe dos olhares curiosos, ela propôs um banho. Bantu, constrangido, recusou. Não era certo, em sua visão, que ele a visse nua, e vice-versa. Cecília, com um sorriso enigmático, ignorou sua hesitação e mergulhou nas águas cristalinas.
Enquanto Bantu permanecia de costas, admirando a beleza da natureza, Cecília saiu do lago. A pele clara, agora molhada e brilhante, contrastava com os cabelos escuros e a expressão decidida. Sem hesitar, ela despiu-se, revelando um corpo escultural, perfeito em cada detalhe. Aproximou-se de Bantu, a respiração ofegante, e o beijou.
O choque paralisou Bantu. Seus lábios encontraram os dela, quentes e macios, e o mundo pareceu girar. Tentou resistir, protestar, mas a força da moça, a suavidade de sua pele, a intensidade do beijo, tudo o dominava. Cecília, vendo a hesitação do escravo, intensificou o ataque. Desabotoou sua camisa velha e beijou seu peito, descendo até a cintura, onde a calça surrada o cobria.
Com mãos ágeis, ela desfez o cinto e a fivela, libertando o membro de Bantu. A visão o deixou atônito. Um pênis imponente, do tamanho de um pé de homem, grosso e repleto de veias saltadas, latejava em ereção. Cecília, com uma sensualidade que contrastava com sua imagem de pureza, envolveu o membro com a boca, chupando-o com fervor.
Bantu, rendido ao prazer, gemeu. O corpo, antes tenso, relaxou. A cada movimento da moça, a cada toque, a cada gemido, a intensidade aumentava. Cecília, com maestria, aprofundou a penetração, levando-o ao limite.
Levantou-se, e Bantu, ainda de costas, sentiu o corpo dela sobre o seu. Cecília encaixou-se, sentando-se sobre o pênis, que a preencheu por completo. O atrito, a pressão, a sensação de estar completa, tudo a extasiava. Rebolou sobre ele, em movimentos lentos e sensuais, apreciando cada instante.
Minutos depois, Bantu explodiu em um turbilhão de prazer. O corpo convulsionou, a alma se libertou. Cecília, satisfeita, saiu de cima dele, limpou-se e partiu, sem dizer uma palavra.
Bantu, sozinho, levou as mãos ao rosto, desesperado. Se alguém soubesse, a morte seria certa. Lavou-se nas águas do lago, tentando apagar a memória daquele momento proibido. Depois, partiu, carregando o peso da culpa e do desejo.
O que eles não sabiam era que o Coronel Aristides, que levara seu cavalo para beber água no lago, testemunhara tudo. A princípio, a fúria tomou conta dele. A ousadia da filha, a audácia do escravo, tudo era inaceitável. Mas, aos poucos, uma estranha excitação tomou conta de seu corpo. Não pela filha, isso seria repugnante, mas pela virilidade de Bantu.
As costas largas e musculosas do escravo, a força que emanava dele, tudo o atraía. Nunca sentira algo assim por outro homem. Um desejo estranho, proibido, crescia dentro dele, um desejo que o atormentaria por muito tempo. Aquele dia, na fazenda de cana-de-açúcar, o destino de todos mudara para sempre. A inocência fora perdida, a paixão proibida fora despertada, e o Coronel, o senhor daquelas terras, agora era refém de seus próprios desejos.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (3)
.....: Esse é um conto teste feito por ia no musely nsfw.
Responder↴ • uid:pjjf1m2lcy0Sofininfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:1e8jh5bda3ijCOM CALMA: O coronel corinthiano vai virar viado e dar o cu para o escravo Bantu...
Responder↴ • uid:1cnj1wv2zy0o