Marido enchendo a cara e eu comendo o cu de sua esposa.
Tive o maior tesão nessa safada da Sofia, essa putinha de 20 anos que vocês vão babar vendo nas fotos e vídeos abaixo, casada com um otário desempregado que só sabe encher a cara e fumar o dia todo, deixando ela sozinha e carente, trabalhando de faxineira no bairro, e hoje eu finalmente realizei meu fetiche mais louco com essa bunda empinada e suja dela, chupando, cheirando e metendo sem dó nesse cu fedorento e quente, com ela gemendo como uma vadia no quintal, cagando no meu pau enquanto gozava, tudo isso enquanto o corno bebia no bar ali perto, e no final ela cuspiu toda a porra no chão, me deixando louco por mais, e vocês vão pirar com os detalhes picantes, os cheiros podres e os diálogos safados que vão fazer vocês quererem ler até o fim e comentar o que acharam, porque tem mais aventuras quentes vindo em breve, com postagens diárias cheias de putaria.
Aqui estou eu, no meu barraco simples em Nova Descoberta, olhando para Sofia inclinada varrendo o chão com aquela vassoura velha de palha, o shortinho branco apertado marcando toda a bunda redonda e suada, com uma mancha marrom úmida bem no meio das nádegas que me deixa com o pau latejando instantaneamente. Ela é morena, cabelo preto molhado de suor grudado no pescoço, top branco colado nos peitos fartos, pés descalços no piso sujo, e o cheiro dela invade o ar – um misto de suor azedo, desodorante barato vencido e aquela essência de mulher trabalhadora que não tem tempo para frescuras. "Porra, Sofia, você tá me matando com essa bunda balançando assim", penso enquanto finjo arrumar ferramentas na bancada, mas meu olho não sai daquela mancha suspeita no short, imaginando o que tem por baixo. Ela vira o rosto, aqueles olhos castanhos maliciosos me encaram, e sorri tímida, mordendo o lábio inferior faltando um dente na frente, o que só aumenta o tesão nessa vadia real, nada de perfeitinha.
Ela continua varrendo, o som da vassoura raspando no chão misturado com o barulho distante de cachorros latindo no bairro, e eu me aproximo por trás, roçando de leve o pau duro na calça contra a bunda dela. "Ei, Paulo, para com isso, vai que alguém vê", ela sussurra, mas não se afasta, pelo contrário, empina mais, esfregando de volta como uma gata no cio. "Seu marido tá no bar de novo, né? Enfiando cachaça goela abaixo com aqueles viados, enquanto você rala aqui sozinha", eu digo, apertando a nádega esquerda dela, sentindo o tecido úmido e quente. Ela suspira, os ombros caindo: "É, o Marcos é um frouxo, só gasta com cigarro e pinga, me deixa apertada com as contas, e nem atenção me dá mais. Tô cansada dessa merda". Eu sorrio por dentro, sabendo que é a brecha perfeita. "Vem cá, eu te mostro como ganhar grana fácil na net, com fotos e tal, mas primeiro, me deixa te elogiar, sua safada. Você é uma delícia, essa bunda me deixa louco há meses". Ela cora, mas os olhos brilham: "Você é doido, Paulo, mas... eu também te olho, viu? Aquele seu jeito de homem forte me dá um friozinho na buceta".
Não perco tempo, puxo ela para mim e nos beijamos ali mesmo na porta do barraco, a boca dela com gosto de cigarro barato e suor, língua grossa dançando na minha, o cheiro de axila suada me invadindo as narinas, me deixando mais duro que pedra. "Caralho, Sofia, você cheira a puta de verdade, adoro isso", murmuro entre beijos, descendo a mão para apertar a bunda, sentindo a mancha pegajosa no short. Ela ri baixinho: "Tá louco? Eu tô suada toda, nem tomei banho direito hoje". Mas isso só me excita mais, imagino o cu dela fedendo, sujo do dia de faxina. "Quero te levar pro quintal, fazer um churrasco diferente, mas você tem que ficar peladinha pra mim, realizar meu fetiche com essa raba deliciosa". Ela hesita, olha pros lados: "E se o Marcos volta? Ele tá no bar, mas...". "Ele tá podre de bêbado, não vai nem lembrar o nome dele. Vem, vai ser nosso segredo, sua putinha casada". Ela morde o lábio, excitada: "Tá bom, mas faz foto só pra você, hein? Me sinto uma vadia fazendo isso".
Levamos pro fundo do quintal, a churrasqueira velha de tijolo ali, carvão espalhado no chão, o sol batendo forte, cheiro de fumaça velha misturado com lixo acumulado. Eu tiro o short dela devagar, revelando a bunda nua, redonda, com celulites reais que me deixam maluco, e uma mancha marrom espalhada nas nádegas, como se tivesse sujado de algo – porra, o tesão explode. "Olha essa bunda, Sofia, perfeita pra um homem como eu devorar". Ela fica de costas, empinando, segurando o espeto de churrasco como se fosse assar algo, mas é ela quem tá pegando fogo. "Tá vendo? Tô toda suja, Paulo, que vergonha", ela diz, mas a voz treme de excitação. Eu me ajoelho atrás, abro as nádegas com as mãos, e o cheiro bate forte: cu sujo, fedendo a merda acumulada, suor e um azedo podre que me faz salivar. "Caralho, que fedor delícia, adoro cu de mulher casada assim, sem frescuras". Ela tenta fechar: "Não, Paulo, tá fedendo pra caralho, me deixa lavar". "Nem fudendo, sua vadia, eu quero assim, cru e nojento". Meto o nariz dentro, inspirando fundo o aroma forte de ânus sujo, depois a língua, lambendo o buraco quentinho, sentindo o gosto amargo, salgado e azedo de merda fresca, a textura pegajosa na língua me deixando louco. "Ahhh, seu doido, tá lambendo meu cu podre? Que nojo... mas tá bom, porra, continua", ela geme, se tocando na buceta molhada.
Ela se vira, os peitos balançando no top rasgado que eu tiro, ficando nua ali no quintal sujo, o vento levando o cheiro de podridão misturado com excitação. "Quero foder esse cu, Sofia, me dá essa bunda virgem de novo". Ela confessa: "Só dei pro meu tio uma vez, quando era novinha, doeu pra caralho, me traumatizou. Pedi pro Marcos, mas o otário disse que meu cu fede demais, que é sujo e nojento, não quer botar o pau num buraco fedorento". Eu rio: "Azar dele, sorte minha, sua puta. Vem, deita na mesa velha aqui". Pego manteiga da cozinha, passo no pau latejante e no cu dela, o buraco piscando, fedendo ainda mais perto. "Vai devagar, Paulo, meu cu é apertado", ela implora, mas empina. Eu posiciono a cabeça da pica no anelzinho marrom, empurro devagar, sentindo a resistência, o calor úmido abrindo aos poucos. "Porra, que cu quente, Sofia, tá engolindo minha rola como uma faminta". Ela geme alto: "Aiii, tá doendo, mas... caralho, tá gostoso, vai mais fundo". O som de pele batendo, o cheiro de manteiga misturado com merda subindo, eu sinto pedaços moles na cabeça do pau, o que me faz bombar mais forte. "Sente isso? Meu pau tá sujo de sua merda, sua vadia, adoro foder cu cagado".
Ela se toca furiosamente: "Fode mais rápido, Paulo, tô gozando no meu cu! Ahhh, merda, tô peidando, desculpa". O som de peido úmido escapa, fedendo mais o ar, mas eu acelero: "Peida mais, sua puta, relaxa e caga no meu pau se quiser". Ela goza tremendo, gritando: "Tô com dor de barriga, Paulo, preciso sair pro banheiro". "Nem fudendo, caga aqui mesmo, no meu pau, como uma porca safada". Ela me chama de maluco, mas goza de novo, o cu apertando minha rola, e eu gozo forte dentro, jorrando porra quente no reto dela. Quando tiro, o cu fica aberto, vermelho e sujo, porra misturada com merda escorrendo. Ela se abaixa no chão sujo do quintal, faz força e cuspe tudo pra fora: "Olha isso, Paulo, tô cagando sua porra toda, que putaria". O cheiro podre enche o ar, a visão dela cagando ali me deixa pronto pra mais, mas ela ri: "O Marcos nem sonha que a mulher dele virou puta anal pra você".
E aí, galera, curtiu essa putaria real com a Sofia? Comenta abaixo o que achou, qual parte mais te deu tesão, e me segue pra achar o autor e não perder as próximas aventuras em www.selmaclub.com onde posto tudo meu, desde 2008 – tem mais postagens diárias vindo, com fetiches ainda mais loucos e safados, vocês vão viciar nessa merda.
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