O segredo da enteada pt.2
A continuação da história de Geovanna uma adolescente de 14y que teve seu segredo descoberto por seu padrasto, um técnico de informática de 30y
O colchão afunda sob o peso dos dois. Geovanna está de lado, joelho direito dobrado, perna erguida, pé direito apontando pro teto como quem entrega o arco da sola sem dizer uma palavra. A pele ainda quente, úmida de suor e do que escorreu devagar pela coxa interna. O ar do quarto cheira a sexo cru, a pele salgada, a respiração que não desacelera.
Ricardo está sentado na beira da cama, pau ainda semi-duro, brilhando. Ele passa a mão devagar pela panturrilha dela, sobe até o tornozelo, segura o pé suspenso como se fosse frágil e perigoso ao mesmo tempo.
— O que mais te deu tesão? — sussurra, voz rouca, lábios quase roçando a sola exposta.
Ela demora. Morde o lábio inferior, olhos semicerrados no teto rachado. A voz sai baixa, quase envergonhada, mas honesta:
— Quando… quando você pegou meus pés.
Ele sorri torto, aquele sorriso que não pede perdão. Pega o pé direito com as duas mãos. Polegar pressiona o arco, dedos traçam as linhas da sola como quem lê um mapa secreto. Depois leva à boca. Beija a curva interna, língua lenta lambendo do calcanhar até a base dos dedos. Geovanna estremece inteiro — um arrepio que sobe pela perna, atravessa o ventre, faz os mamilos endurecerem de novo.
Ele chupa o dedão devagar, língua envolvendo, sugando com pressão firme. Depois o segundo, o terceiro, mordiscando de leve a pele macia entre eles. Ela solta um suspiro longo, quase um gemido abafado, quadril se mexendo sutil no colchão, buscando fricção que não chega.
— Não para… — murmura ela, voz tão baixa que mal se ouve.
Ricardo não responde com palavras. Só continua. Muda pro pé esquerdo, repete o ritual: beijos molhados, língua traçando cada vinco, dentes roçando de leve. Uma mão desce pelo corpo dela, dedos encontram o clitóris ainda sensível e inchado do orgasmo anterior. Circula devagar, depois mais rápido, enquanto a boca não larga os pés.
Geovanna não resiste mais. O corpo arqueia, perna direita tremendo no ar, dedos dos pés se curvando contra a língua dele. O segundo orgasmo vem silencioso mas violento — músculos internos contraem no vazio, um tremor que sacode das coxas até o peito, respiração cortada em suspiros curtos e desesperados. Ela tapa a boca com as costas da mão, olhos fechados, rosto corado de vergonha e prazer misturados.
Ele não para. Quando sente o pico dela passar, segura os dois pés juntos, solas viradas pra ele. Posiciona o pau entre eles — ainda duro, escorregadio do que sobrou. Começa a se mover devagar, deslizando entre as plantas macias, quentes, úmidas de saliva e suor. Os dedos dela se flexionam instintivamente, apertando de leve, criando pressão perfeita.
Ricardo acelera. Respiração pesada, olhos fixos nos pés dela. Grunhe baixo, rouco. Goza forte — jatos quentes espirrando nas solas, escorrendo devagar pelos arcos, pingando entre os dedos. Ele segura os pés juntos até o último espasmo, depois solta, deixando-os cair abertos na cama, brilhando, marcados.
Geovanna fica imóvel, perna direita ainda meio dobrada, pé direito pingando devagar. Olha pro teto, respiração lenta voltando ao normal. Não diz nada. Não precisa.
Ricardo se levanta, pega a toalha jogada na cadeira, limpa-se sem pressa. Antes de sair, olha pra ela uma última vez.
— Sexta que vem… se quiser repetir o “vírus” — sussurra, voz quase sumindo no ronco do ar-condicionado.
A porta fecha suave. O quarto fica em silêncio. Só o latejar lento dela, o cheiro de sêmen fresco nas solas dos pés, e a certeza crua de que o corpo já sabe o caminho de volta.
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Comentários (1)
Rita: Essas relações excitam-me por demais
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a