#Gay #Grupal #Teen

Inspetor de alunos e segurança fodem o novinho

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Escriba-T-JC

Moleque é flagrado dando o cuzinho para o professor e é fodido ferozmente pelo inspetor de alunos e o segurança casado.

Ler o conto anterior vai fazer esse te dar mais prazer. Vamos ao conto!

*****

Eu era inspetor de alunos a mais de cinco anos, trabalhando numa escola bastante ativa na comunidade e isso me dava muito prazer. Depois de tanto tempo trabalhando naquele local, já conhecia quase todos os alunos por nome e até seus familiares.
Dentre todos os alunos que eu observava, um deles vinha se destacando em minhas observações: Eduardo, ou melhor, Dudu, como todos o chamavam.
O Dudu era um moleque bonitinho, educado, tinha uma beleza quase andrógina, corpinho arredondado, cheio de curvas, uma certa timidez, mas também um olhar meio atrevido, meio sonso, que vinha se destacando mais nos últimos meses. Passou de um moleque meio tímido e acanhado, para um moleque mais disposto, sorridente, entrosado com os outros.
De vez em quando ele aparecia no colégio em horários que não era o dele. Observando o moleque eu poderia apostar que tinha coisa ligado a sexo nesse seu comportamento.
O moleque estava naquela idade em que só se pensa em sexo, principalmente depois que se experimenta. Ele estava com quinze, quase dezesseis anos.
Antes de continuar a história com o Dudu, eu vou me apresentar. Me chamo Osvaldo, estava com trinta e oito anos, sou negro, magro, nem alto nem baixo. Um tipo comum. Solteiro por opção, nunca gostei de compromisso sério com ninguém, mas sempre gostei de uma boa putaria. Não posso ver um buraco dando mole que logo quero meter. Seja ele de homem, de mulher, ou de veadinho. Esses são meus preferidos. Adoro um cuzinho novinho e apertado. Tenho um pau grande, não muito grosso, mas bem comprido, quase vinte e um centímetros.
Eu vi, a umas semanas atrás, o Dudu disfarçadamente entrando no banheiro do segundo andar, durante um evento noturno que teve no colégio, e logo em seguida vi uns alunos mais velhos saindo de dentro do mesmo banheiro, todos se arrumando e disfarçando o comportamento. Eu deduzi que aquele comportamento estranho tinha a ver com o fato de o Dudu também estar lá dentro juntamente com eles.
Essas minhas suspeitas se tornaram mais claras, quando, alguns dias depois eu o flagrei dentro do galpão esportivo do colégio, onde são dadas as aulas de educação física, sozinho com o professor Joel, um negão grande e muito bonito. Um safado que está sempre metendo o pauzão nas alunas e nos alunos também, que, coincidentemente é meu primo em segundo grau. Nós escondemos esse parentesco para não criar desconforto entre os alunos e outros funcionários. Só o diretor e alguns poucos funcionários sabem do nosso parentesco.
Eu perguntei o que ele estava fazendo lá no galpão, mas ele disfarçou e logo o Joel interferiu, dando a resposta por ele, o que me fez ter certeza que ali tinha coisa.
Se ele tinha aguentado o pauzão do Joel, que é um jumento pauzudo, eu também ia querer provar daquele cuzinho novinho e gostoso. Depois que ele saiu do galpão eu continuei conversando com o Joel e perguntei:
— Tem certeza que não estava acontecendo nada de diferente aqui dentro, professor Joel? – Eu perguntei dando risada, pois era engraçado a gente se tratar assim, sendo primos e dividindo apartamento, já que éramos dois machos solteiros e sozinhos no mundo.
— Tenho sim, Inspetor Osvaldo. Essa maldade toda que você está imaginando, é coisa da sua cabeça pervertida. – Ele me respondeu sorrindo com um tom bem gaiato, que sempre usávamos quando estávamos a sós.
— Minha cabeça não é pervertida não primo. É que ela conhece muito bem a safadeza que mora aí dentro de você. E pela carinha do moleque, e pela mancha que estou vendo aí na tua calça, bem n altura da cabeça de tua vara preta, com certeza esse moleque sofreu em teu caralhão. – Falei isso e ele não se conteve, caiu na gargalhada, como sempre fazia quando era pego mentindo.
— Deixa de ser bisbilhoteiro primo. Deixa o moleque em paz. – Ele me respondeu.
— Claro que eu deixo o moleque em paz. Eu só quero provar daquele rabinho gostoso que ele tem. Se ele aguentou teu pauzão no cu, com certeza ele aguenta o meu que é bem menor. Eu também quero estourar aquele cuzinho.
— Quem disse que teu pau é pequeno, primo? Puta pé de mesa que tu tens aí no meio das pernas. Vai à luta. O moleque é uma delícia mesmo. Tá pronto pra levar rola na rua. Chora um pouco, mas aguenta levar rola sim. Mas tudo em segredo hein! Eu ainda quero comer aquele cuzinho. – Ele me disse e foi arrumando sua mochila pra ir embora.
— Eu sabia que você tinha metido naquele moleque. Eu já tinha desconfiado que os maloqueiros da turma da noite tinham fodido ele lá no banheiro, no dia do seminário. Agora, vendo-o sair daqui todo desconfiado, eu tive certeza. Fica tranquilo que comigo é segredo garantido. O diretor jamais vai saber de tuas sacanagens com os alunos. – Eu disse isso rindo e dando uma tapinha nas costas dele. Lembrando o fato de saber que ele fode o nosso diretor.
— Assim que eu gosto! Segredo em família. Quem sabe a gente não consegue levar o moleque lá no apartamento pra gente fazer uma festinha.
O Joel foi embora, eu fiquei com a imagem do moleque na minha cabeça e tão excitado estava que senti meu pau inchar dentro da calça. Nem ouvi o Zecão, segurança da noite, me chamando na porta do galpão.
— Tá surdo Osvaldo? Tô te chamando há um tempão. – Ele falou, me tirando do devaneio em que me encontrava, pensando no cuzinho do moleque e como faria pra fodê-lo. Eu me virei para ele e nem me dei conta de que estava de pau duro. Ele olhou e apontou para meu volume.
— O que foi Zecão? Diga! – Eu falei tentando disfarçar minha excitação. Ele sorriu e comentou descaradamente:
— Pelo volume no meio de tuas pernas estava pensando em putaria. Sossega esse facho, rapaz. Eu vou lá fora para verificar os portões da lateral. Se for fazer alguma putaria animada vê se não esquece de seu amigo aqui. – Ele falou, sorrindo novamente.
O Zecão era meu amigo de longa data. Ele tinha 40 anos, era alto, encorpado, fortão, branco, com um bigodão farto e cara de mal, que metia medo nos alunos.
Ele morava perto da escola, era casado com uma mulher que vivia dentro da igreja e enchendo o saco dele para ele se converter à religião dela. Eles tinham dois filhos pequenos. Ele sempre gostava muito de putarias com algumas alunas e empregadas do colégio, ou com algum buraco quentinho que aceitasse seu pauzão branco, com uma cabeçona rosada, já que em casa não tinha sexo de qualidade, pelo menos era o que ele me dizia.
Eu dei risada e continuei imaginando como fazer para comer o cuzinho do Dudu.
Eu acho que tem algum anjo protetor dos pobres mortais carentes de putaria, pois alguns dias depois desse ocorrido, a oportunidade de estar frente a frente com o moleque, apareceu da maneira mais tranquila possível.
Ia ter uns festejos em homenagem à prefeitura da cidade, nossa escola iria sediar alguns eventos e os estudantes fariam apresentações. Entre esses alunos estavam o Dudu e uma amiguinha dele, que fariam leituras de poemas históricos e os ensaios seriam à noite, no espaço de ciências, que ficava no anexo do segundo andar.
Por volta de umas dezenove horas eles já estavam no espaço de ciências, acompanhados de outros alunos e de uma professora de língua e literatura. Eu estava no turno da noite e fiquei ansioso para ter uma oportunidade de falar com o moleque. O Zecão estava no portão da frente, pois as turmas dos cursos da noite sairiam mais cedo, justamente por conta dos preparativos para os festejos.
— Ainda bem que os alunos já foram embora, agora tem só aqueles moleques chatos, ensaiando as besteiras que farão no sábado. – Me falou o Zecão, com aquele jeito peculiar dele. Eu respondi qualquer coisa e fiquei de olho no pessoal que estava ensaiando.
Era vinte e uma horas, quando alguns alunos foram saindo, ficou apenas o Dudu, uma aluna mais velha e a professora, que já arrumava a bolsa para sair e daria uma carona para a aluna. Eu fiquei por perto da sala de ciências, com a desculpa de que iria fechar tudo, quando ouvi o Dudu recusar a carona da professora, dizendo que morava ali perto e que não precisava. Eu senti que ele queria ficar sozinho no colégio. Ele não sabia que as duas turmas noturnas tinham ido embora.
A professora saiu com a aluna e ele foi em direção ao corredor, deu uma olhada para dentro da sala dos carinhas que tinham fodido ele, fez uma carinha decepcionada e foi em direção ao banheiro. Acho que o putinho tinha vindo pronto para ser fodido pelos putos. Dei um tempinho e fui também em direção ao banheiro.
Entrei silenciosamente no banheiro, o vi de costas para a porta, com a bermuda abaixada e aquela bundinha gostosa aparecendo. Vi suas mãos se movimentando e percebi que ele tava se masturbando. Acho que ele aproveitou para lembrar dos caras fodendo o cuzinho dele ali dentro e resolveu dar uma gozada antes de ir embora. Me aproximei silenciosamente e falei:
— Tudo bem aí, Dudu? Tá precisando de ajuda? – Ele se virou e olhou para mim, com carinha de assustado, começou a gaguejar tentando dar uma desculpa:
— Eu, eu, estava... – Ele tentava falar, mas eu me aproximei e nem deixei ele terminar a fala.
— Relaxa moleque! Não precisa ter medo. Eu sei o que você estava fazendo. Tava se lembrando dos caras te fodendo aqui dentro e resolveu bater uma. Fica tranquilo, fica só entre a gente. Vamos fazer isso ficar mais gostoso. Me deixa te ajudar a gozar. – Eu falei isso já com o pau duro dentro das calças e passando a mão na carinha dele, que continuava assustado.
— Eu não sei do que você tá falando. – Ele murmurou baixinho, tentando soar natural.
— Sabe sim, putinho. Eu sei que os caras te foderam e também sei que o professor Joel estourou o teu cuzinho e você gostou. Também quero te foder, se você deixar. Olha como estou. – Nessa hora eu botei o pau pra fora e os olhos do moleque cresceram, vendo a mangueira dura em sua frente. “Pode pegar nele. É todo seu”. – Eu completei, vendo que ele não se mexia.
— Pode aparecer alguém. Tá tarde e eu preciso ir. – Ele disse, sem convicção na voz.
— Só está a gente aqui, moleque. Todos já foram embora. Vamos brincar um pouquinho depois eu te levo em casa.
Nessa hora ele levou a mão até meu pauzão e o apertou. Eu dei um gemido gostoso e ele começou a movimentar a mão em meu pau, como se batesse uma pra mim.
— Põe na boca, moleque! Se abaixa e mama meu caralho! – Eu falei autoritário e ele me obedeceu. Ele estava novamente diante de um pau pretão e ele fez com gosto. Engoliu meu caralho e mamou gostoso. Aproveitei que ele estava curvado e comecei a alisar a bundinha dele. Passei os dedos em suas preguinhas e ele gemeu. Molhei meu dedo de saliva e meti em seu cuzinho, sentindo aquele buraquinho apertado e quentinho.
— Ain! Meu cuzinho! – Ele gemeu, quase miando e eu vi sua pele toda arrepiada. Ele estava curtindo.
— Gosta de levar no cuzinho, né moleque? Gosta de rola nesse buraquinho. – Ele apenas gemeu novamente, abriu as pernas e empinou mais a bundinha gostosa. Eu entendi o gesto e afundei meu dedo em seu rabo, que parecia estar lubrificado com um óleo. Acho que o putinho foi pronto para ser arrombado.
— Tá gostoso! Mete mais um dedo. – Eu delirei com esse pedido. O putinho estava gostando e queria mais. Puxei ele e dei um beijo em sua boquinha vermelha e falei em seu ouvido:
— Tem coisa melhor pra meter aí. Vem comigo! Vamos pra sala de ciências. Lá a gente fica mais à vontade. – Ele apenas subiu a bermuda e me acompanhou.
Assim que entramos na sala eu o puxei para a mesa que ficava no canto e já abaixei sua bermuda, deixando o rabo dele exposto.
— Espera um pouquinho. – Ele falou isso e pegou um vidrinho pequeno no bolso da bermuda e borrifou nas pontas dos dedos, deixando um cheiro de amêndoas no ar. O putinho levou um óleo de massagem para lubrificar o cuzinho para os machos dele meterem. Meu pau trincava de duro e logo ele estava curvado sobre a mesa, nu da cintura pra baixo, só de camiseta, com as pernas bem abertas e o rabo empinado.
Eu encaixei a cabeça do caralhão bem na entradinha e forcei. O pau foi deslizando sem dificuldades para dentro do cuzinho dele, que só gemia e se abria mais. O putinho tinha tomado gosto por dar o rabo.
Meus pentelhos encostaram em sua bundinha e eu comecei o entra e sai. A princípio de leve, mas logo estava bombando fundo nele. A mesa fazia um barulhinho e ele gemia gostoso.
— Geme putinho! Geme no pau do macho que te fode. Tá gostoso? Tá gostando da rola do inspetor?
— Tá gostoso! Mete mais! Mete mais rola em meu cuzinho. – Ele gemeu e pediu feito uma puta no cio. A porta estava entreaberta e eu vi o Zecão, batendo uma punheta, enquanto assistia a tudo. Eu pisquei o olho na direção dele.
— Você gosta de levar rola nesse cuzinho, moleque? Gosta de ser arrombado? – Eu perguntei.
— Gosto muito! Gosto de ser arrombado! Arromba meu cuzinho. – Ele respondeu e abriu o cu com as duas mãos. – Eu fiz um gesto com a mão e o Zecão entrou, com aquela rola branca enorme, dura e apontada para a frente, como uma espingarda de nervos. O moleque olhou assustado, mas eu o tranquilizei.
— Quieto, moleque! Você gosta de rola e chegou mais pra você. Fica quietinho que os machos vão te arrombar. Mete amigo! Mata tua fome no rabo desse putinho. – Eu falei arrancando meu pau do cu dele e passei para o Zecão, que só encostou o pau no buraco que o moleque abria com as duas mãos e empurrou, foi entrado firme, sentindo a delícia daquele cuzinho.
— Ai meu cu! Ah meu cuzinho! Tá me arrombando, seu puto! – O moleque gemeu alto, quase um grito.
— Grita putinho! Geme na rola do macho. – Eu falei enterrando meu pauzão na boquinha dele.
— Abre o cu, seu putinho! Vou te arregaçar e encher teu cu de porra. – Falou grosso o Zecão, atolando tudo dentro do moleque.
A partir dali nós metemos e arregaçamos o cu do moleque em todas as posições. Colocamos ele de frango assado e, depois de meter muito, nós gozamos no fundo do cuzinho dele. O buraco estava aberto e muito quente, de tanto que a gente meteu.
O Zecão praticamente nem tirou o pau de dentro. Segurou as coxas do moleque e continuou metendo no cu dele, fazendo o leite espumar dentro. Eu, vendo aquela fome e brutalidade do Zecão, fiquei de pau duro e comecei a meter novamente.
— Chega! Não estou mais aguentando. Meu cu tá ardendo. – O moleque gemia e a gente metia.
— Mais um pouquinho, moleque. Estou com fome de cu. Quero foder mais. Você aguenta sim, é novinho e cheio de energia. – O Zecão metia e o moleque se abria todo. O cu dele já estava abertão, as beiradas vermelhas e arregaçadas. De repente ele começou a gemer muito alto e forte, seu corpinho tremia e o pau dele esguichava leite pra todo lado.
Gozamos junto com ele e seu cu pingava leite, completamente aberto e arregaçado por nossos cacetões. Foi de longe minha melhor foda até ali.
Fomos ao banheiro e nos limpamos direitinho. Era quase onze horas da noite quando eu deixei o moleque na frente da casa dele.
— Quando você quiser levar rola no cu é só me avisar, Dudu. Eu dou um jeito. – Falei, dando um beijinho de leve em seus lábios.
— Vai demorar até eu me recuperar. Vocês acabaram comigo. – Ele falou com um risinho safado nos lábios.

Menos de uma semana depois o moleque estava todo sorridente passeando pelo colégio. Me olhou e piscou o olho com aquela carinha de puta feliz.

*****

Tá aí uma aventura forte e erótica com esse moleque gostoso.
Vote e comente! Quero saber da experiência de vocês com o texto.
Abraços a todos!

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Comentários (1)

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  • roberth: seus contos sao os melhores,punheta e gozada farta em tos sseus contos, vc e o melhor.

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