A viagem dos machos: aprendendo a botar a camisinha e perdendo o cabaço
Quando Lucas fez 14 anos, seu pai o levou para uma viagem dos machos: sua iniciação no mundo masculino
Roberto sempre soube que o dia em que Lucas completasse 14 anos seria o momento perfeito para revelar seu lado mais sujo. Ele observava o filho crescer: corpo magro, pele lisa, quase sem pelos no sovaco e aquele pauzinho pequeno que mal aparecia na cueca molhada depois do banho. Roberto ficava duro só de pensar nisso – o contraste entre seu próprio corpo peludo, grosso e dominante, e o filhote delicado, virgem e ainda tão menino.
Chegaram à cabana no fim da tarde. Roberto trancou tudo, desligou os celulares e já foi tirando a roupa na sala.
— Vem cá, filhote. Tira essa roupa devagar pro pai ver. Quero admirar meu menininho de 14 anos peladinho.
Lucas obedeceu, vermelho de vergonha. Quando a cueca caiu, revelou um pau pequeno, uns 10 cm no máximo quando duro, quase sem pelos pubianos – só uma penugem rala e fina. Roberto lambeu os lábios, o pau dele já latejando grosso e veioso.
— Que coisinha linda… tão miudinho, tão delicado. Perfeito pro pai brincar.
Roberto pegou Lucas pelo braço e levou pro quarto. Sentou na cama de pernas abertas, o pau enorme apontando pro teto. Pegou a caixa de camisinhas e jogou uma no colo do filho.
— Primeira lição de homem adulto, filhote: proteção. Hoje você vai aprender a colocar camisinha direito… no pau do pai e no teu pauzinho. E depois a gente vai masturbar um ao outro até gozar. Sem pressa. Quero ver você aprendendo direitinho.
Roberto desenrolou uma camisinha devagar no próprio pau, demonstrando cada passo: apertar a pontinha, desenrolar até a base, sem deixar ar dentro. Depois tirou.
— Viu? Assim. Agora pega uma e coloca no meu pau. Devagar, filhote. Sente como ele pulsa na tua mão.
Lucas pegou a camisinha com dedos trêmulos. Segurou o pau grosso do pai – mal conseguia envolver com a mão – e tentou desenrolar. A camisinha escorregava um pouco no começo, mas Roberto guiou a mão dele.
— Isso… segura firme na cabeça. Desenrola devagar… mais devagar… perfeito. Olha como fica justo no pau grandão do pai. Agora aperta a pontinha pra não ter bolha de ar.
Lucas obedeceu, sentindo o calor e a rigidez pulsando sob o látex. Roberto gemeu baixinho.
— Boa, filhote. Agora me masturba. Bate punheta no teu velho com a camisinha. Aperta mais forte… sobe e desce devagar no começo.
Lucas começou, as duas mãos no pau encapado do pai, subindo e descendo com cuidado. Roberto inclinou a cabeça pra trás, respirando pesado.
— Isso… mais rápido agora. Aperta a base com uma mão e gira a outra no topo. Sente como ele incha mais? Bate punheta no pai como se fosse teu pauzinho… imagina que é você gozando.
Roberto gemia alto, incentivando.
— Porra, filhote… que mãozinha gostosa. Desde que você nasceu eu fantasiava com isso. Trocando sua fralda, vendo você crescer, eu sonhava com o dia que você ia me masturbar assim, com esse teu corpinho delicado. Eu batia punheta pensando em você me punhetando, filhote. E agora tá acontecendo.
Lucas acelerou, excitado com a confissão. Roberto gozou forte, enchendo a camisinha até quase estourar, jatos grossos fazendo o látex inchar na ponta. Ele tirou devagar, mostrou pro filho.
— Olha quanta porra teu pai tem… guardei tudo pra você esses anos.
Agora era a vez de Lucas. Roberto pegou outra camisinha.
— Sua vez, filhote. Vou colocar no teu pauzinho.
Ele se ajoelhou na frente do filho, segurou o pau pequeno com dois dedos e desenrolou a camisinha devagar. Ficava um pouco folgada, mas Roberto apertou na base pra ficar firme.
— Tá vendo? Mesmo pequeno, a gente faz caber. Agora eu te masturbo. Relaxa… deixa o pai te ensinar como gozar gostoso.
Roberto começou devagar, a mão grande envolvendo quase todo o pauzinho encapado. Subia e descia com movimentos leves, massageando a cabecinha com o polegar.
— Sente isso? Aperta aqui embaixo… gira devagar… assim. Goza pra mim, filhote. Você já solta porra, filho? — Lucas só assentiu com a cabeça, incapaz de reagir com palavras.
Lucas gemia fininho, as pernas tremendo. Não demorou: gozou fraquinho, só uns pingos mornos enchendo a ponta da camisinha folgada. Roberto lambeu a camisinha por fora antes de jogar fora.
— Que gozadinha fofa… quase nada. Igualzinha às que eu imaginava você gozando na minha mão quando eu te dava banho.
Com o cansaço da punheta, pai e filho foram dormir cedo. Pelados, suados e abraçados.
Quando Lucas acordou, Roberto já estava de quatro na cama, cu peludo e aberto, lubrificado com vaselina.
— Vem, filhote. Hoje sem camisinha. Enfia esse pauzinho miúdo no cu do pai. Quero sentir meu menininho me fodendo no pelo. — Ele virou o rosto, olhando pra trás com um sorriso pervertido. — Desde que você tinha uns 12 anos eu sonhava com isso. Via você dormindo de shortinho, via o volume pequeno, e ficava imaginando como seria te abrir, te fazer gemer pro pai. Eu me masturbava pensando em te dar, em te melar com minha porra enquanto você gozava fraquinho dentro de mim. E agora… agora é real.
Lucas se posicionou atrás, o pau pequeno já duro. Empurrou devagar. O cu do pai engoliu fácil – era tão pequeno que mal esticava. Roberto gemeu alto, empinando mais.
— Caralho… entra tudo de uma vez, filhote. Nem sinto direito… mas é gostoso saber que é meu filho miudinho me comendo. Meu sonho se realizando.
Lucas começou a meter, os quadris batendo fraco contra as nádegas peludas do pai. Roberto se masturbava por baixo, falando sem parar.
— Isso… mete esse pintinho… goza dentro do pai, vai… enche meu cu com essa gozadinha fraquinha que você tem.
Lucas acelerou o que pôde, gemendo fininho. Gozou em segundos, só uns jorrinhos mornos e ralos dentro do cu do pai. Roberto sentiu os pingos quentes e gozou logo depois, jatos fortes no lençol, enquanto ria.
— Porra, filhote… gozou mesmo pouquinho, né? Mal molhou. Mas eu adorei. Meu cuzinho tá cheio do leitinho do meu menininho. Anos fantasiando… e valeu cada segundo.
Depois, Roberto puxou Lucas pro colo, beijou a boca dele com língua, lambendo devagar.
— Você é perfeito assim, filhote... exatamente o que o pai sonhava desde o dia que te vi nascer. Quando voltar pra casa, todo dia você vai me masturbar e me deixar te masturbar. E eu vou te ensinar mais truques com camisinha… bem safados.
Lucas, ofegante e envergonhado, só assentiu, o pauzinho mole descansando contra a coxa peluda do pai. A viagem tinha sido exatamente o que Roberto planejou: uma iniciação pervertida. E os dois sabiam que isso era só o começo.
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Comentários (1)
Bacellar: Que delícia de conto! Da pra fazer uma continuação!
Responder↴ • uid:6stycmqhrd