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Meu Cu Latejando Depois de Levar Rola do Cunhado: Quero Mais Amanhã Quando Ela Sair Cedo

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Era uma daquelas férias de julho em que o calor de Recife parecia derreter até as ideias. Eu, casado há sete anos com Juliana, sempre acabava recebendo o irmão caçula dela, o Lucas, um moleque de 19 anos recém-completos, magrelo, falante pra caralho e viciado em Free Fire. Toda vez que ele aparecia na nossa casa em Boa Viagem, eu já sabia: controle suado, latas de energético espalhadas e um falatório sem fim sobre skin lendária. Eu odiava. Até aquela noite em que tudo virou de cabeça pra baixo.

Resumo rápido pra vocês entenderem o tamanho da putaria que rolou: eu, um cara hétero de 32 anos, terminei dando o cu pro cunhadinho de 19 anos, chupando ele como se não tivesse amanhã, tomando rola de quatro no sofá da sala, cavalgando no quarto de visitas e gozando juntos enquanto a minha mulher ainda tava no cursinho de inglês na Madalena. E o pior (ou melhor): quero mais. Muito mais. Se você tá com tesão só de imaginar, fica até o final que as aventuras vão ficar cada vez mais sujas. Pra me achar e ver as próximas putarias, é só digitar www.selmaclub.com. Agora segura aí que o conto começa de verdade.

Juliana saiu às 19:50 pro cursinho, beijou minha bochecha e disse “volta antes das dez, amor”. Eu sorri, tranquei o portão e voltei pra sala. Lucas tava largado no sofá, sem camisa, só de short de tactel cinza, o volume já marcando um pouco. Jogamos duas partidas rápidas, ele gritando “headshot, caralho!” toda hora. Uns vinte minutos depois, ele pausou o jogo do nada.

— Mano… posso te perguntar uma parada meio doida?

Olhei de lado, já prevendo alguma merda de adolescente.

— Manda.

— Jura que não conta pra Ju?

Suspirei, fingindo impaciência, mas o coração já tinha dado uma acelerada esquisita.

— Fala logo, moleque.

Ele coçou a nuca, vermelho.

— Qual o tamanho do teu pau mesmo?

Eu caí na gargalhada. Esperava qualquer coisa menos isso.

— Nunca medi direito, sei lá. Por quê? Tá com curiosidade de macho agora?

Ele riu sem graça, mas insistiu.

— Mostra com a mão então. Tipo… faz o tamanho.

Fiz o gesto clássico: duas mãos juntas, uns 16 cm mais ou menos. Ele fez biquinho de desdém.

— Sério? Achei que era maior. Tipo… bem maior.

Dei risada alta.

— E o teu, então? Mostra aí.

Ele fez um gesto parecido, talvez uns 15 cm. Eu duvidei na hora.

— Tá viajando, isso aí não tem 15 não. Tá inflando.

Ele ergueu a sobrancelha, desafiador.

— Então mostra o teu de verdade que eu mostro o meu.

Naquele segundo senti um calor subindo pela barriga. Nunca tinha rolado nada com homem, nunca nem pensei nisso direito. Mas ali, sozinho com o cunhado da minha mulher, o clima proibido, o risco dela chegar… meu pau deu uma pulsada forte dentro da cueca. Resolvi entrar no jogo.

— Se o teu for mesmo desse tamanho, eu mostro o meu.

Ele mordeu o lábio, hesitou uns segundos, depois puxou o short pra baixo devagar. O pau saltou pra fora, duro, reto, cabeça vermelha brilhando de excitação. Era grande mesmo pra idade dele. Meu coração disparou. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele guardou de novo e cruzou os braços.

— Sua vez.

Olhei pra ele com um sorriso torto.

— Vem aqui tirar ele pra fora, então.

Ele arregalou os olhos, riu nervoso.

— Eu tirei sozinho!

— Pois é. Mas o meu você vai ter que pegar com a mão.

Ele ficou parado uns segundos, respirando fundo. Depois se aproximou devagar, ajoelhou na frente do sofá. Levantou minha camisa, abriu o botão da bermuda, desceu o zíper. Quando puxou a cueca pra baixo, meu pau saltou duro na cara dele. Vi os olhos dele brilharem, a boca entreaberta. Ficou olhando fixo, como se estivesse medindo com a vista.

— Caralho… é grosso mesmo — murmurou.

Deixei ele admirar uns segundos, depois puxei a bermuda de volta.

— Chega, né?

Ele voltou pro lugar dele rindo, mas o clima já tinha mudado. Uns minutos depois, ele jogou a bomba:

— Você já chupou alguém?

Engoli seco.

— Homem? Não. E tu?

Ele baixou a cabeça, vermelho.

— Já… no vizinho lá de Jaboatão.

Lembrei do tal vizinho, um cara de uns 23 anos, fortão. Imaginei os dois se pegando escondido e meu pau latejou mais forte.

— E é bom?

— Muito. Se quiser… eu faço em você.

Olhei pra ele, malicioso.

— Eu não sei fazer. Me ensina primeiro.

Ele sorriu, safado.

— Eu faço em você, mas você tem que fazer em mim depois.

— Fechado.

Ele veio, abriu minha bermuda de novo, segurou meu pau com a mão trêmula e enfiou na boca. A sensação foi absurda: quente, molhado, apertado. Desceu umas cinco vezes e parou, rindo.

— Só isso? — reclamei, frustrado.

— Agora é sua vez.

Não precisei de mais convite. Fui até ele, mandei tirar o short todo. Ele obedeceu. Ajoelhei entre as pernas dele, segurei aquele pau quente, dei uma cheirada funda — cheiro de menino suado, sabonete barato e tesão puro. Abocanhei quase tudo, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Chupei com vontade, subindo e descendo, babando tudo. Ele gemia baixinho, as coxas tremendo.

— Caralho… tá fazendo melhor que o Ricardinho…

Tirei da boca, bati o pau na língua e perguntei:

— E esse cuzinho aí… já deu?

— Algumas vezes… dói no começo, mas depois fica bom pra caralho.

— Quer tentar o meu?

Os olhos dele brilharam.

— Sério?

Olhei o relógio: 20:40. Juliana só chegava depois das 22h. Tinha tempo.

— Tira tudo e deixa a roupa no banheiro. Se ela chegar cedo, corre pro chuveiro.

Ele obedeceu rapidinho. Peguei o KY que ficava na gaveta do criado-mudo (usava com Ju), passei bastante no pau dele. Voltei pra sala, fiquei de quatro no sofá, empinando a bunda. Ele riu.

— Caralho, tu é peludo pra porra.

— Sou macho, ué — respondi, já com o cu piscando de ansiedade.

Ele encostou a cabeça. Empurrou rápido demais. Eu travei.

— Calma, porra! Devagar, senão rasga!

Ele obedeceu. Foi entrando aos poucos. Senti cada centímetro abrindo caminho. Doía, mas o tesão era maior. Quando encostou a barriga na minha bunda, eu puxei mais o quadril dele pra garantir. Ficamos parados uns segundos, meu cu se acostumando.

— Pode ir… devagar.

Ele começou um vai e vem lento. O barulho do lubrificante era obsceno. Meu pau pingava no sofá. Olhei por baixo: os ovos dele batendo nos meus. Gemi baixo.

— Isso… mete gostoso…

Ele acelerou. Segurou minha cintura com força. Eu me sentia uma vadia sendo arrombada. Queria tudo: mais posições, mais gozo, mais risco.

Levamos pro quarto de visitas. Passei mais KY, deitei de costas na cama dele, abri as pernas.

— Vem… come mais.

Ele encaixou, meteu fundo. Beijamos desajeitado, língua brigando. Depois troquei: sentei no colo dele, engoli tudo de uma vez. Rebolei forte, subindo e descendo, sentindo ele pulsar dentro de mim. Ele apertou meus joelhos, respirou fundo.

— Tô quase…

— Então pega meu pau e bate junto. Vamos gozar juntos.

Ele obedeceu. Punhetou rápido enquanto eu quicava. Nossos gemidos se misturaram. Senti o pau dele inchar, pulsar forte. Gozei jorrando no peito dele, ele gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra rala e quente. Ficamos ofegantes, suados, coração na boca.

Depois ele foi pro banho. Eu sentei na privada, sentindo o cu latejar, dolorido, mas satisfeito pra caralho. Olhei o relógio: 21:45. Perfeito.

Saí do banheiro e pensei: isso foi só o começo. Amanhã ela sai cedo pro trabalho. Eu tô de folga. E o Lucas fica mais três dias aqui.

Se você chegou até aqui com o pau duro ou a buceta molhada, comenta aí embaixo o que você faria se fosse eu. E pra acompanhar as próximas aventuras (porque isso tá longe de acabar), é só entrar em www.selmaclub.com.

Tô louco pra saber quem vai querer ver o próximo capítulo.

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Comentários (1)

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  • FarrukSub: Continuaaaa

    Responder↴ • uid:1dvh83vxhzcp