Garoto rural 2
Continuação do GAROTO RURAL. Leiam o primeiro para entender o segundo.
Recomendo ler o primeiro relato “GAROTO RURAL” para entender o segundo.
Depois que o garoto me comeu duas vezes naquela terça feira de carnaval do ano passado, na minha pequena chácara na região metropolitana de Curitiba, ficou combinado que ele retornaria no domingo trazendo o amigo dele, mencionado no primeiro conto. Pois bem, os dias transcorreram calmos, voltei a trabalhar já na quarta feira de cinzas, com o rabo ainda ardido pelas estocadas fortes do moleque e aguardando ansioso pelo fim de semana planejado. Até lá o cuzinho estaria recuperado e pronto para a jornada dupla que se aproximava. Na sexta feira me ligou o garoto rural perguntando se poderia passar no sábado em casa, pois o amigo dele não retornaria logo, somente no meio da semana seguinte. Fiquei frustrado, pois ansiava por conhecer o amigo dele, mas disse que viesse no finalzinho da tarde que eu prepararia um jantarzinho para nós. Combinado! Ele veio no sábado, por volta das 18h00m, agora com uma bicicleta maior, dessas de trilha mesmo. Estava lindo, corado e suado, com a testosterona vazando pelos poros. Dava pra sentir o cheiro dos hormônios em profusão, brigando internamente entre si. Ele deve ter acelerado muito pra chegar, pois não parava de suar. Recomendei que tomasse um banho enquanto terminava de preparar uma bela macarronada com camarão ao vinho branco. Ele aceitou a sugestão e dei-lhe uma toalha e tirava as roupas na minha frente mesmo, enquanto eu me segurava para não desmaiar. O pau dele já estava ficando nervoso, pois sabia que teria um buraquinho quente para se alojar daqui a pouco. Ele foi para o chuveiro deixando a porta aberta e eu fui estender suas roupas suadas para pegar um ar na área externa da casa. Voltei ao chuveiro e ele estava com o pau em riste e me chamou para entrar com ele no chuveiro. Falei: “Nai, nai, vamos jantar primeiro” e saí antes que eu me arrependesse. Ele terminou o banho e saiu com a toalha enrolada na cintura. Eu lhe dei um pacote embrulhado de presente. Ele ficou surpreso e abriu. Tinha uma sunga de banho que eu havia comprado. Ele vestiu na hora e ficou linda nele. Ela era um pouco cavada, azul com pequenos riscos brancos. Ajeitei o pau dele para que ficasse o mais volumoso possível, coisa que não precisava, pois tanto para a direita como para esquerda o trem era tentador... E já estava ficando dura de novo! Coisa boa a juventude! Não se podia encostar... “Vamos jantar, piá!”, ordenei. O moleque comeu, hein... Tomamos vinho branco e ele ficou bem alegrão. Deixei tudo na mesa e fomos para a sala continuar bebendo. Não me aproximava muito dele, senão não conseguiríamos nem deixar passar a digestão. Perguntei porque o amigo dele viria só na semana que vem. Ele respondeu: “Ah cara! O povo dele é enrolado demais, ele ficou pistola! A avó dele mora no interior de São Paulo e foram visitar a velha. Lá ela queria que a levassem na casa da outra filha que mora a uns 100 km e pai dele também queria ver essa irmã, aí fodeu a programação deles... Pensa num piá que ficou puto! Principalmente porque eu liguei e contei sobre aquele dia que estive aqui na sua casa.” Disse ainda que o amigo sugeriu pegar um busão e retornar sozinho para casa, mas os pais não deixaram. Eles foram para a tal cidade da tia, que é mãe do primo que eles comeram, relatado no primeiro conto. Depois eu soube que o amigo dele encontrou com esse primo, que tinha um salão de cabelereiro na cidade e que lhe sugeriu passar lá no fim do expediente, já que sua agenda estava cheia o dia todo e que faria um corte de cabelo pra ele, na faixa. Lógico que ele “sacou” a deixa. Soube que ele foi e o primo estava sozinho, pois os outros cabelereiros já tinham encerrado o expediente. O cara fechou as portas e o amigo do garoto rural passou a vara de novo no primo. Eu ficava louco com essas histórias. A molecada não perdoa mesmo. É pau dentro! Voltando agora pro garotão gostoso sentado no sofá, todo, todo, com aquele olhar de mendigo pedindo um cú pra se aliviar, urgente. Quando percebi, a sunga de banho estava no chão e ele já estava com o saco esparramado e o pau nervoso igual uma naja pronta pro ataque. Caí de boca, claro! Ele queria gozar na minha boca e deixei. Engoli tudo! Um leite cremoso, ácido, forte, proteína pura. Perguntei se ele queria dormir em casa. Topou na hora e só iria ligar para avisar em casa que dormiria na casa de “um amigo”, pois sempre fazia isso, mas avisava. Tinha começado a chover e não dava mais para ir pra piscina. Ficamos pelados, largados no sofá da sala assistindo filmes pornôs héteros. Eu comentava sobre o pau dos atores e ele sobre as bucetinhas das meninas e assim fomos até tarde e meio bêbados. Fomos para a minha cama, que é grande e deitamos sem roupa mesmo. Encostei um pouco nele e o pau respondeu na hora! Moleque fdp, de tarado!!! Aí ele quis meter pra dentro. Só fiquei deitado de bunda pra cima e ele foi me mordiscando as costas inteira e roçando a pica dura na minha bunda. Sabia provocar e me matar de tesão. Mordeu a minha bunda inteira e deixava chupões que estalavam. Eu estava muito cheiroso e pedi-lhe que passasse a língua no meu cú... Ele se ergueu e ficou surpreso com o pedido. “É, uai! Faz de conta que é uma buceta, pô!!! Deixei preparado pra você”. Cara, ele foi, devagar, roçando a língua pelas beiradas e depois queria enfia-la inteira, tanto que gostou. Eu me contorcia. Ele ia de Norte ao Sul com aquela língua forte e pontuda. Lubrificou bem com a própria língua e foi colocando aquele pau maciço, centímetro por centímetro, até o saco dizer que não podia ir junto, pois não caberia kkkkk. Pela primeira vez na vida gozei sem encostar no pau. As bombadas eram cadenciadas, bem ritmadas e seu cheiro era pura masculinidade dominante, temperadas pelas putarias que ele falava no meu ouvido, tipo: “Esse cuzinho é de quem, hein?”, “Tá gostoso, tá, safado?”, “Quer rola, quer puto?”, “Teu macho vai te encher de porra, viado!”. Sim! Ele tinha o domínio total sobre mim, um guri de 17 anos, forte, dominador, determinado, gostoso, vibrante, excitante, pauzudo, cheio de porra transbordante e eu desesperado: “Meu caralho! Me apaixonei! Fodeu!”. Ele gozou fartamente e eu sentia a pulsação do pau dele na minha argola, enquanto ele gozava. Dava pra conta-las. Ele ficou sobre mim um tempão, morto, exaurido, suado, coração batendo aceleradamente, até que o pau dele foi escorregando e escapando lentamente do meu cú detonado. Fomos tomar banho juntos. Ele esfregou as minhas costas, bunda, cú e eu, as costas dele. Ele tem uma bundinha até bem feitinha, mas ainda em formação máscula. Agora, o pau e saco é algo de se reproduzir numa tela, fazer um belo quadro para pendurar na parede. Fomos dormir, já passavam das duas da madruga. Começamos a despertar pelas 07h30 e ele foi encostando, encostando, encostando, e eu sentido aquele “dedão” roçando e começou tudo outra vez. Mesmo de toba ardido não resisti. Lubrifiquei bem e deixei ele se divertir... Nunca vi tamanha energia. Ele me pediu pra filmar a foda com o celular um pouco para enviar pro amigo. Eu falei que pegasse somente o tronco dos nossos corpos e que não aparecesse rosto de ninguém, mas que antes de enviar, eu iria dar uma conferida se não tinha aparecido nada que nos comprometesse. Ele fez direitinho e eu conferi. Ficou bem legal. Mandou pro amigo que logo ligou para ele. Deixamos na viva voz. Ele: “Ôooo fela da puta!! Você aí comendo um cuzinho e eu aqui no meio dessa veiarada!” kkkkkkkk... Rimos um monte. Eu me apresentei e rolou conversa, até que ele me contou que comeu o primo de novo, coisa que relatei no início desse conto. Ele: “Cara, você tem um rabo gostoso, hein... Vi no filme que o meu brother aí te furou legal”... (Eles são de uns palavreados que me diverte até hoje). Respondi: “Sim! Esse porra é tarado, isso sim! Meu cu está ardido já”. Ele: “Deixa estar, quando eu for aí, você vai ter que remendar, vou botar pra torar, meu pau é maior que o dele kkkkkk”... O outro: “Sai fora! É nada!”. E eu: “Manda uma foto”. Mandou e é enorme, mas não sei se maior que do garoto rural. Um pouco torta, mas muito grossa na base e mais fina na ponta, o clássico arrombador de cú. Aproveitei para perguntar se eles tinham namoradas, paqueras, ficantes ou uns “comes” por aí. Responderam que até tinham, sem compromissos, de vez em quando, mas as meninas estão muito frescas e “sebosas”, não liberam o cuzinho de jeito nenhum, segundo eles, coisa que eles aprenderam a apreciar, desde que comeram o tal do primo cabelereiro. “Mulher pra mim tem que liberar o cuzinho”, disse o que estava no interior de São Paulo. Perguntei a ele se iria atrás do tal primo de novo e dar mais uma foda antes de retornar. Ele respondeu que não tinha outro jeito, pois tinha ficado com tesão vendo o nosso vídeo e que o priminho iria sofrer naquele dia mesmo. Pedi então que ele fizesse um filme igual ao nosso e enviasse. Cara, ele fez! O garoto rural continuou até no final do domingo na minha casa. Que tesão de foda do guri no vídeo que ele enviou! Ele enfiava o pau e tirava todo pra fora rapidamente, deixando a argola do primo sem saber o que estava acontecendo, tipo “O”, até se tocar que a rola tinha saído, para então fechar e levar outra estocada. A gente só ouvia os gemidos do felizardo do primo. Falei pro amigo que convidasse o primo para vir uma hora dessas e fazermos uma festinha daquelas, os quatro. Ele veio e isso será o quarto conto. Enquanto isso, remarcamos a foda a três, então, para o próximo fim de semana, quando o amigo do garoto rural retornasse para a sua casa com a família, e esse será o terceiro conto. Prometo!
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Comentários (2)
Preto: Aguardando o terceiro conto
Responder↴ • uid:1evgk20lmh4rSossegado: Pode esperar, vou escrever ainda. So ando muito ocupado, mas lembro oerfeitamente do enconteo com o amigo do garoto rural, que nunca chegava mas chegou e foi de foder, literalmente.
• uid:2ql026xii