Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk Capítulo 02-As aulas evoluíram
Caralho, mãe… seu cuzinho está lindo… tá vermelho e inchado mesmo… fazendo biquinho… parece que tá chamando meu pau de volta.
Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk
Capítulo 02-As aulas evoluíram
Depois daquela manhã nua no quarto, onde a cabecinha grossa do meu pau abriu o cuzinho virgem dela só um pouquinho — menos de dois centímetros, mas o suficiente pra ela tremer inteira e gemer “tá abrindo… tá enchendo meu cuzinho” —, eu não consegui mais olhar pra ela da mesma forma. Toda vez que passava pelo corredor e via o rebolado sutil da bunda redonda dentro do vestidinho caseiro, meu pau dava um pulo, lembrando do calor apertado daquele anel rosado piscando em volta da glande. E ela sabia. Sabia que eu queria mais. Sabia que ela também queria.
Meu pai ainda estava viajando — mais um dia inteiro pela frente. Nina tinha mandado mensagem que ia dormir na casa da amiga de novo. A casa era nossa, silenciosa, quente, cheirando a pecado desde cedo.
Por volta das quatro da tarde, mamãe apareceu na porta do meu quarto vestindo só uma camisola curta de algodão branco, fina, quase transparente no contra-luz. Sem sutiã, sem calcinha. Os peitos cheios balançavam livres a cada passo, os mamilos rosados já duros marcando o tecido como duas balinhas. Quando ela se aproximou, vi a bucetinha raspadinha brilhando entre as coxas grossas — ela estava molhada antes mesmo de começar.
— Filho… — sussurrou ela, voz tremendo um pouco. — Hoje… hoje eu não aguento mais só roçar. Meu cuzinho ainda tá inchadinho de ontem… tá latejando o dia inteiro pensando na cabecinha grossa abrindo ele. Mas… mas eu quero outra coisa primeiro.
Ela parou na minha frente, mordeu o lábio inferior daquele jeito que me deixava louco, e olhou direto pro volume marcando na minha bermuda de tactel fina.
— Quero… quero dar beijinhos nela. Só beijinhos leves. Na cabecinha. Pra… pra conhecer o gosto. Pra ver se consigo aguentar.
Meu coração disparou. Meu pau pulsou forte dentro do tecido, babando pré-gozo na hora.
— Tá pedindo mesmo, mãe? Beijinho na cabecinha do pau do seu filho?
Ela assentiu devagar, rosto vermelho até as orelhas, mas os olhos verdes brilhando de tesão culpado.
— Tô. Tô pedindo. Porque… porque eu não paro de imaginar o gosto. O cheiro. Meu Deus do céu, Paulo… isso é tão errado… tão sujo… mas meu corpo quer. Minha boca quer sentir.
Eu me levantei da cama, desci a bermuda devagar. O pau saltou pra fora, reto, grosso, veias saltadas, a cabecinha vermelha e inchada brilhando com um fio longo de pré-gozo pendurado. Devia estar uns 22 cm, latejando na frente do rosto dela.
Ela ajoelhou devagar no tapete, as coxas grossas se abrindo um pouco, deixando a bucetinha exposta pingando mel pelas coxas branquinhas. O cheiro doce de excitação dela subiu forte, misturado com o perfume floral que ela sempre usava.
— Meu Deus… tá ainda mais grosso hoje… tá babando tanto… — murmurou ela, voz rouca.
Ela se aproximou devagar, o hálito quente batendo na glande. Primeiro veio só o nariz: ela encostou a ponta do nariz na cabecinha, cheirou fundo, fechou os olhos.
— Que cheiro forte… cheiro de homem… cheiro de pecado…
Depois o primeiro beijinho. Leve, quase tímido. Os lábios macios e carnudos tocaram a glande bem no meio da fenda, onde o pré-gozo escorria. Ela deu um selinho casto, mas deixou os lábios entreabertos, sentindo o gosto salgadinho e viscoso na ponta da língua.
— Ai… tá quente… tá salgado… tá grosso na minha boca…
Ela deu outro beijinho, dessa vez mais demorado. Os lábios se abriram um pouquinho mais, envolvendo só a pontinha da cabecinha. A língua dela roçou de leve na fenda, lambendo o pré-gozo que pingava. Ela gemeu baixinho, um som molhado e necessitado.
— Meu Deus… que delícia… que gosto bom… tão grosso… tão quente…
Eu segurei a nuca dela com cuidado, sem forçar.
— Continua, mãe… dá mais beijinhos… lambe se quiser…
Ela obedeceu. Começou a dar beijinhos por toda a cabecinha: na glande inchada, nas laterais, descendo um pouco pela coroa. Cada beijinho era mais molhado, mais demorado. A língua dela saía mais, lambendo devagar, circulando a cabeça grossa como se estivesse limpando um sorvete derretendo.
— Tá pulsando na minha língua… tá babando mais… — sussurrou ela entre um beijo e outro.
Os peitos dela balançavam enquanto ela se mexia, os mamilos duros roçando na minha coxa. A bucetinha pingava tanto que dava pra ver gotinhas caindo no tapete. Ela levou uma mão entre as próprias pernas, começou a se esfregar devagar o clitóris inchado enquanto beijava meu pau.
— Filho… eu… eu tô ficando louca… quero mais… quero sentir na boca inteira…
Ela abriu a boca devagar, hesitante. Envolveu só a cabecinha com os lábios quentes e macios. A língua dela rodou em volta, lambendo tudo: o pré-gozo, a glande, a coroa. Ela chupou de leve, como quem prova algo proibido.
— Ai… que grosso… mal cabe na boca… — gemeu ela com a boca cheia.
Eu gemi alto, segurando a cabeça dela com as duas mãos agora.
— Chupa mais, mãe… chupa o pau do seu filho… engole mais um pouquinho…
Ela tentou. Abriu mais a boca, deixou uns cinco centímetros entrarem. A cabecinha batia no céu da boca dela, a língua pressionando embaixo. Ela chupava ritmadamente, subindo e descendo devagar, babando saliva que escorria pelo pau e pingava nas bolas.
— Tá gostoso… tá pulsando na minha boca… — murmurava ela entre chupadas, voz embolada.
Eu sentia o gozo subindo rápido. Fazia dias que eu segurava, imaginando exatamente isso: a boca da minha mãe religiosa, casada, evangélica, chupando meu pau como se fosse a coisa mais natural do mundo.
— Mãe… eu… eu vou gozar… não aguento mais…
Ela não tirou a boca. Pelo contrário: chupou mais forte, mais rápido, olhando pra cima com aqueles olhos verdes cheios de tesão e culpa.
— Goza, filho… goza na boca da mamãe… me enche… me dá teu leitinho quente…
Foi o suficiente. Meu pau inchou mais ainda dentro da boca dela. Dei um gemido rouco e gozei forte. O primeiro jato grosso bateu direto na garganta dela. Ela arregalou os olhos, mas não cuspiu. Engoliu rápido, gemendo alto, o corpo tremendo enquanto gozava também — os dedos enfiados na buceta, mel escorrendo pelas coxas.
Jato atrás de jato, eu enchia a boca quente dela. Ela engolia tudo, lambendo a cabecinha pra não deixar nada escapar. Quando terminei, ela tirou devagar, a boca brilhando de saliva e porra, um fio branco ligando os lábios à glande.
— Meu Deus do céu… engoli tudo… engoli a porra do meu próprio filho… — sussurrou ela, voz rouca, rosto vermelho de vergonha e prazer.
Ela se levantou devagar, as pernas bambas. Me deu um beijo na boca — língua com gosto de porra misturada com a dela —, depois sussurrou no meu ouvido:
— Amanhã… amanhã eu quero sentir isso no cuzinho. Tudo. Até o talo. Meu cuzinho virgem quer teu pau inteiro agora.
Ela saiu do quarto nua, a bunda tremendo, a buceta pingando, deixando o cheiro de sexo e rendição no ar.
Eu fiquei lá, pau ainda semi-duro, coração disparado. A boca da mamãe tinha provado. E agora queria tudo.
Depois daquela tarde em que a mamãe ajoelhou e engoliu toda a minha porra quente, gemendo “engoli a porra do meu próprio filho” com os olhos cheios de culpa e tesão, o ar da casa mudou de vez. Não tinha mais como fingir que era só “aula de dança” ou “roçar sem querer”. Ela me olhava diferente: os olhos verdes demoravam mais nos meus, o rebolado da bunda ficava mais lento e provocante quando passava por mim no corredor, e toda vez que eu encostava “sem querer” na cozinha, ela soltava um suspiro baixinho e apertava as coxas.
Meu pai ainda estava na viagem — mais um dia de liberdade. Nina mandou mensagem que ia ficar mais uma noite na casa da amiga. A casa era nossa, quente, silenciosa, cheirando a sexo desde a manhã.
Por volta das cinco da tarde, ela apareceu na porta do meu quarto vestindo só uma camisola de cetim azul clarinho, curtíssima, que mal cobria a metade da bunda. Sem nada por baixo, claro. Os peitos cheios balançavam livres, os mamilos rosados já duros marcando o tecido fino. Quando ela se aproximou, vi a bucetinha raspadinha brilhando entre as coxas grossas — lábios inchados, clitóris aparecendo pequeno e vermelho, mel escorrendo devagar pelas pernas branquinhas.
— Filho… — sussurrou ela, voz tremendo de vergonha e desejo. — Eu… eu não aguento mais só chupar você. Meu corpo tá pegando fogo desde ontem. Meu cuzinho ainda tá latejando lembrando da cabecinha abrindo ele… e minha bucetinha… ai, meu Deus… tá pingando o dia inteiro pensando na tua boca.
Ela parou na minha frente, mordeu o lábio inferior forte, e abriu um pouco as pernas, deixando eu ver melhor o mel escorrendo.
— Quero… quero que você beije lá embaixo. Na bucetinha… e no cuzinho. Só beijinhos leves. Pra… pra conhecer o gosto da mamãe. Mas devagar, Paulo… isso é o maior pecado de todos… filho beijando a buceta da mãe… beijando o cuzinho virgem…
Meu pau deu um pulo dentro da bermuda na hora. Eu já estava duro só de ouvir.
— Tá pedindo mesmo, mãe? Beijinho na bucetinha molhada da mamãe? E no cuzinho apertadinho?
Ela assentiu rápido, rosto vermelho até o pescoço, mas os olhos brilhando.
— Tô. Tô pedindo. Porque… porque eu não paro de imaginar tua língua quente lambendo meus lábios… lambendo meu clitóris… lambendo meu buraquinho apertado… Meu Deus do céu, isso é tão errado… tão sujo… mas eu quero. Quero sentir tua boca lá.
Eu me aproximei, tirei a camiseta e a bermuda rápido. O pau saltou pra fora, grosso, latejando, babando pré-gozo. Ela olhou fixo, lambeu os lábios sem perceber.
— Deita na cama, mãe. De quatro. Empina essa bundona pra mim.
Ela obedeceu devagar, tremendo. Subiu na cama, ficou de quatro, joelhos afastados, bunda empinada alto. A camisola subiu toda, deixando a bunda redonda e branquinha completamente exposta. O rego se abriu naturalmente, mostrando o cuzinho rosado e apertadinho piscando, e logo abaixo a bucetinha inchada, lábios entreabertos, mel escorrendo em fios grossos pelas coxas.
Eu ajoelhei atrás dela, segurei as nádegas macias com as duas mãos, abri devagar. O cheiro subiu forte: doce, molhado, cheiro de buceta excitada misturado com um toque sutil de sabonete floral. Meu pau pulsou forte.
Primeiro beijinho no cuzinho. Leve, casto. Meus lábios tocaram o anel rosado, quente, macio. Ela gemeu alto na hora.
— Ai… filho… tá beijando meu cuzinho… tá quente na boca…
Eu dei mais um beijinho, depois outro, mais demorado. A língua saiu de leve, lambendo a pele lisa em volta do anel. Ela tremeu inteira, empinou mais.
— Meu Deus… tua língua… tá lambendo meu buraquinho… tá molhado…
Depois desci devagar. Beijinho na carne macia entre cuzinho e buceta. Depois direto na entrada da bucetinha. Os lábios inchados eram quentes, melados. Beijei devagar, sentindo o gosto salgadinho e doce do mel dela na língua.
— Ai… Paulo… tá beijando a bucetinha da mamãe… tá lambendo meus lábios…
Eu abri mais com os polegares, expondo o clitóris duro e vermelho. Dei um beijinho leve bem na pontinha. Ela gritou baixinho, corpo arqueando.
— Ai… ali… no clitóris… tá pulsando na tua boca…
Não aguentei mais só beijar. Abri a boca inteira, colei os lábios na buceta dela e chupei devagar. A língua entrou entre os lábios, lambendo de baixo pra cima, circulando o clitóris inchado. O mel escorria na minha língua, grosso, quente. Ela gemia alto agora, rebolando a bunda contra meu rosto.
— Filho… chupando a buceta da mãe… lambendo tudo… ai… que delícia… que língua gostosa…
Eu chupei mais forte, língua rodando no clitóris, depois enfiando um pouquinho na entrada molhada. Ela apertava as coxas na minha cabeça, tremia inteira.
— Tá… tá me chupando gostoso… tá lambendo fundo… meu Deus… vou gozar… vou gozar na boca do meu filho…
Eu segurei a bunda dela com força, enfiei a língua mais fundo, lambendo as paredes internas quentes e meladas, depois voltei pro clitóris e chupei ritmadamente, como se estivesse mamando. Ela gritou rouco, corpo convulsionando.
— Ai… ai… tô gozando… tô gozando na tua boca… toma… toma o leitinho da mamãe…
Um jorro quente e grosso saiu dela. O mel escorreu na minha boca, no queixo, pingando no lençol. Ela gozou forte, tremendo as coxas, apertando minha cabeça entre as pernas, gemendo alto e repetindo “filho… filho… gozei na tua boca… engoliu tudo da mamãe…”.
Quando o orgasmo passou, ela caiu de bruços na cama, ofegante, bunda ainda empinada, bucetinha vermelha e inchada pulsando, mel escorrendo pelas coxas. Virou o rosto devagar, olhos vidrados, rosto vermelho.
— Meu Deus do céu… gozei na boca do meu próprio filho… tua língua me fez gozar tão forte… nunca gozei assim…
Ela se arrastou pra mim, me deu um beijo na boca — língua com gosto do mel dela misturado com o meu —, depois sussurrou rouca:
— Amanhã… amanhã eu quero teu pau no cuzinho. Tudo. Até o talo. Meu cuzinho quer ser arrombado pelo pau grosso do filho… quer sentir ele enchendo tudo.
Ela se levantou devagar, pernas bambas, saiu do quarto nua, a bunda tremendo, deixando um rastro de gotinhas no chão e o cheiro forte de gozo no ar.
Eu fiquei lá, pau latejando, boca cheia do gosto da buceta da mamãe, sabendo que amanhã o cuzinho virgem dela ia finalmente conhecer cada centímetro.
Depois daquela tarde em que eu chupei a bucetinha inchada da mamãe até ela gozar forte na minha boca, tremendo as coxas grossas e gritando “tô gozando na tua boca… toma o leitinho da mamãe”, o clima entre a gente ficou ainda mais pesado. Ela andava pela casa com um sorriso culpado nos lábios carnudos, o corpo todo relaxado depois do orgasmo, mas os olhos verdes ainda queimando de desejo. Toda vez que eu passava perto, ela roçava “sem querer” a bunda redonda na minha virilha, soltava um suspiro baixinho e apertava as coxas, como se ainda sentisse minha língua lambendo o clitóris duro.
Meu pai ligou à noite dizendo que a viagem ia se estender mais dois dias — obra atrasada. Nina mandou áudio que ia ficar mais uma noite na casa da amiga, “pra terminar o trabalho em paz”. A casa era nossa de novo. Silêncio, calor, cheiro de sexo pairando no ar desde cedo.
Na manhã seguinte, por volta das dez, mamãe apareceu na cozinha vestindo só uma regata velha minha — daquelas largas de time de futebol —, que mal cobria os peitos cheios e deixava a bunda inteira de fora quando ela se abaixava pra pegar algo na geladeira. Sem calcinha, claro. A bucetinha raspadinha brilhava entre as coxas, ainda vermelhinha e inchadinha de ontem, um fiozinho de mel escorrendo devagar.
Ela me viu sentado na mesa, sorriu de lado, mordeu o lábio inferior daquele jeito que me deixava louco.
— Filho… bom dia — sussurrou ela, voz rouca, vindo devagar na minha direção.
Parou na minha frente, entre minhas pernas abertas. A regata subiu um pouco, mostrando o monte de Vênus lisinho e os lábios inchados. Meu pau já estava duro dentro da cueca boxer fina.
— Eu… eu pensei a noite inteira no que aconteceu ontem — disse ela, baixinho, olhando pro volume marcando na minha cueca. — Tua língua na minha bucetinha… me fazendo gozar tão forte… Mas… mas eu ainda sinto culpa. Meu Deus do céu, Paulo… eu gozei na boca do meu próprio filho. Isso é pecado grande demais.
Eu segurei a cintura dela por cima da regata, puxei devagar pra perto.
— Mãe… relaxa. Ontem foi lindo. Você gozou gostoso, eu provei teu leitinho… mas hoje a gente pode fazer algo que não é pecado nem traição.
Ela levantou a sobrancelha, curiosa, mas já corando.
— Como assim?
Eu sorri, voz baixa e calma.
— Se você me chupar… só chupar… engolir meu leitinho… isso não é traição pro pai. Não é penetração, não é nada que entre em você. É só carinho com a boca. É só… ajudar teu filho a relaxar. E você mesma disse ontem que gostou do gosto. Que era salgadinho, quentinho, grosso… que queria mais.
Ela engoliu em seco, os olhos fixos no meu pau latejando na cueca. Vi o pescoço dela ficar vermelho, subindo até as orelhas.
— Mas… mas é errado… sou tua mãe… casada… evangélica…
— Errado seria eu sofrer com tesão acumulado por você, mãe. Errado seria eu gozar pensando em outra mulher quando a culpada é você rebolando essa bundona na minha frente. Se você me chupar e engolir tudo… é só amor de mãe pro filho. Não tem traição. Não tem pecado. É só… prazer puro. E você gosta do gosto, né? Admitiu ontem.
Ela ficou em silêncio uns segundos, mordendo o lábio forte. Depois assentiu devagar, quase imperceptível.
— Tá bom… você… você tem razão. Não é penetração. Não é traição. É só… só a boca. Só pra te ajudar. E… e eu gosto mesmo do gosto. Meu Deus… como eu gosto…
Ela ajoelhou devagar no chão da cozinha, as coxas grossas se abrindo, a bucetinha pingando mel no piso frio. Puxou minha cueca pra baixo com as duas mãos trêmulas. Meu pau saltou pra fora, grosso, reto, veias pulsando, cabecinha vermelha babando um fio longo de pré-gozo.
— Meu Deus do céu… tá ainda maior hoje… tá pulsando tanto… — murmurou ela, voz rouca de tesão.
Ela segurou a base com a mãozinha delicada — os dedos nem se tocavam em volta da grossura —, depois aproximou o rosto. Primeiro cheirou fundo, fechando os olhos.
— Que cheiro forte… cheiro de macho… cheiro do meu filho…
Depois o primeiro beijinho na cabecinha, leve, casto. Os lábios macios tocaram a glande, sentindo o pré-gozo salgadinho. Ela gemeu baixinho.
— Tá quente… tá babando na minha boca…
Abriu os lábios devagar, envolveu só a cabecinha. A língua rodou em volta, lambendo tudo: a fenda, a coroa, o pré-gozo viscoso. Chupou de leve, como quem prova algo proibido.
— Ai… que grosso… mal cabe… mas que delícia… gosto tão bom…
Eu segurei a nuca dela com cuidado.
— Chupa mais, mãe… engole mais um pouquinho… mama o pau do teu filho gostoso…
Ela obedeceu. Abriu mais a boca, deixou uns oito centímetros entrarem. A cabecinha batia no céu da boca dela, a língua pressionando embaixo, chupando ritmadamente. Saliva escorria pelos cantos da boca, pingando no pau e nas bolas. Ela gemia embolado, vibrando na glande.
— Tá pulsando na minha boca… tá grosso… tá quentinho… — murmurava entre chupadas.
Eu sentia o gozo subindo rápido. Fazia dias que eu segurava, imaginando exatamente isso: a boca quente da mamãe religiosa engolindo tudo sem culpa.
— Mãe… eu… vou gozar… engole tudo, vai…
Ela não tirou. Pelo contrário: chupou mais forte, mais fundo, olhando pra cima com aqueles olhos verdes cheios de tesão rendido. Uma mão dela desceu pra bucetinha, esfregando o clitóris inchado enquanto mamava.
— Goza, filho… goza na boca da mamãe… me enche de leitinho quente… eu quero… eu gosto tanto do gosto…
Foi o suficiente. Meu pau inchou dentro da boca dela. Dei um gemido rouco e gozei forte. O primeiro jato grosso bateu direto na garganta. Ela arregalou os olhos, mas engoliu rápido, gemendo alto, o corpo tremendo enquanto gozava também — dedos enfiados na buceta, mel escorrendo pelas coxas.
Jato atrás de jato, eu enchia a boca quentinha dela. Ela engolia tudo, lambendo a cabecinha pra não deixar nada escapar, gemendo de prazer a cada gole.
— Hummm… que grosso… que quente… que gostoso… — murmurava com a boca cheia, voz embolada.
Quando terminei, ela tirou devagar, lábios brilhando de saliva e porra, um fio branco ligando a boca à glande. Lambeu tudo, limpou a cabecinha com a língua, depois olhou pra mim com um sorriso safado e culpado.
— Meu Deus… engoli tudo de novo… engoli a porra quente do meu filho… e gostei tanto… o gosto é viciante… salgadinho, grosso, quentinho…
Ela se levantou devagar, pernas bambas, me deu um beijo na boca — língua com gosto de porra misturada com a dela —, depois sussurrou no meu ouvido:
— Amanhã… amanhã vamor ter uma aula especial.
Ela saiu da cozinha rebolando devagar, a regata subindo, mostrando a bunda tremendo e a buceta pingando. Deixou o cheiro doce de gozo e rendição no ar.
Eu fiquei lá, pau ainda semi-duro, coração disparado. A mamãe tinha engolido sem culpa. E agora queria tudo.
Depois daquela manhã na cozinha em que mamãe ajoelhou e engoliu toda a minha porra sem culpa nenhuma, gemendo “o gosto é viciante… salgadinho, grosso, quentinho”, eu soube que não tinha mais volta. Ela já tinha provado na boca, já tinha gozado na minha língua, já tinha admitido que o cuzinho piscava o dia inteiro pensando no pau grosso abrindo ele. O próximo passo era inevitável: meter de verdade. Devagar, mas fundo.
Meu pai ainda na viagem — mais um dia de folga. Nina tinha voltado pra casa no final da tarde anterior, mas passou o dia inteiro trancada no quarto dela estudando pro vestibular. A casa estava quieta, mas não vazia. Isso tornava tudo mais perigoso… e mais excitante.
Por volta das sete da noite, quando Nina disse que ia tomar banho e depois ver série no quarto dela, mamãe apareceu na porta do meu quarto. Vestia a minissaia preta rodadinha que eu tinha dado semanas atrás — curtíssima, plissada, mal cobrindo a bunda quando ficava em pé —, e uma blusinha cropped preta justa, decotada, daquelas que ela chamava de “blusa de piriguete” quando via as meninas da rua usando. Sem sutiã, os peitos cheios balançando livres, mamilos rosados marcando o tecido fino. Por baixo da saia… nada. Nem fio dental. Só a bucetinha raspadinha e o cuzinho rosado esperando.
Ela entrou rápido, trancou a porta com cuidado, mas deixou a chave na fechadura — só por precaução.
— Filho… hoje… hoje eu não aguento mais esperar — sussurrou ela, voz tremendo de tesão e medo. — Meu cuzinho tá latejando desde ontem. Tá se lembrando da cabecinha grossa abrindo ele. Mas… mas tem que ser devagar. Só a cabecinha, tá? Promete? Só a cabecinha dentro… pra eu sentir o quentinho… sem forçar.
Eu já estava duro só de ver ela assim: minissaia voando, bunda empinada, olhos verdes brilhando de culpa e desejo.
— Prometo, mãe. Só a cabecinha. Vem cá.
Tirei a camiseta e a bermuda rápido. O pau saltou pra fora, grosso, reto, veias pulsando, cabecinha vermelha babando pré-gozo. Ela olhou fixo, mordeu o lábio forte.
— Meu Deus do céu… tá enorme… vai doer… mas eu quero…
Ela se virou de costas, levantou a minissaia toda até a cintura, ficou de quatro na cama, joelhos afastados, bunda empinada alto. O rego se abriu naturalmente: cuzinho rosado piscando, bucetinha inchada pingando mel pelas coxas grossas. O cheiro subiu doce e molhado, enchendo o quarto.
Eu ajoelhei atrás, segurei as nádegas macias, abri devagar. Passei a cabecinha grossa pelo rego, lambuzando com o mel dela. Ela gemeu baixinho no primeiro toque.
— Ai… tá quente… tá babando no meu cuzinho…
Posicionei a glande bem no anel apertado. Pressionei devagar. O cuzinho resistiu no começo, mas cedeu um pouquinho — a cabecinha entrou inteira, esticando o anel rosado em volta da coroa grossa. Ela gritou baixinho, corpo tremendo.
— Ai… filho… tá entrando… só a cabecinha… tá abrindo meu cuzinho virgem…
Eu parei ali, pulsando dentro dela. Sentia o calor apertado, as preguinhas internas massageando a glande. Ela respirava pesado, empinando mais.
— Tá… tá grosso demais… mas é gostoso… fica assim… só a cabecinha…
Mas eu via que ela queria mais. O corpo dela pedia. Empurrei devagar, centímetro por centímetro. Ela gemeu alto, mas não mandou parar.
— Paulo… espera… só a cabecinha… ai… tá indo mais… tá abrindo mais…
Metade do pau já estava dentro — uns 10 ou 11 cm, grosso, esticando o anel ao limite. O cuzinho dela apertava forte em volta da haste, pulsando, tentando sugar mais. Ela tremia inteira, coxas apertando, unhas cravadas no lençol.
— Meu Deus… metade… metade do pau do meu filho tá no meu cuzinho… tá enchendo tudo… tá doendo um pouquinho… mas é delícia… não tira…
Eu dava estocadinhas leves, só mexendo a metade que estava dentro. Cada movimento fazia o anel abrir e fechar, as preguinhas se esticando visivelmente. Ela gemia rouco, rebolando devagar contra mim.
— Ai… filho… tá metendo no cuzinho da mamãe… tá arrombando devagar… que grosso… que quente…
Eu segurei a cintura fina dela, puxei mais um pouquinho — agora quase 12 cm dentro. Ela gritou baixo, corpo arqueando.
— Ai… mais fundo… não aguento… mas não para… mete mais…
Estávamos no ritmo, devagar, fundo, quando de repente…
Toc toc toc.
A maçaneta girou. A porta tremeu.
— Mano? Tá aí? — voz da Nina do outro lado. — Posso entrar um segundinho? Preciso pegar meu carregador que deixei aí ontem.
Mamãe congelou. Eu também. Meu pau ainda metade dentro do cuzinho dela, pulsando forte. Ela virou o rosto pálido, olhos arregalados de pânico.
— Meu Deus do céu… a Nina… — sussurrou ela, voz quase sumindo.
Eu respondi rápido, voz controlada:
— Espera aí, Nina! Tô trocando de roupa, já abro!
Mamãe saiu devagar de mim — o pau escorregou pra fora com um “plop” molhado, o cuzinho dela ficando aberto um pouquinho, vermelho e inchado, piscando vazio. Ela puxou a minissaia pra baixo às pressas, mas a saia era curta demais — metade da bunda ainda aparecia. A blusinha cropped marcava os mamilos duros, o rosto vermelho, suado.
Ela correu pro canto do quarto, fingindo arrumar algo na escrivaninha. Eu subi a bermuda rápido, o pau ainda duro marcando forte, molhado do cuzinho dela.
Abri a porta só uma fresta.
Nina olhou desconfiada.
— Que demora, mano. E… mãe? O que você tá fazendo aqui?
Mamãe virou rápido, tentando sorrir natural.
— Ah, filha… vim pedir pro Paulo me ajudar a arrumar uma coisa no armário dele. Ele tem umas ferramentas…
Nina franziu a testa, olhando da minissaia curtíssima da mãe pra blusinha decotada.
— Com essa roupa? Tá parecendo que veio pra balada, mãe. E tá suada… tá tudo bem?
Mamãe riu nervoso, ajeitando o cabelo.
— Tá quente hoje, filha. E eu tava ajudando aqui… mexendo em caixa pesada. Pronto, já vou pro meu quarto.
Ela passou pela Nina rápido, rebolando sem querer, a minissaia subindo um pouco e mostrando a curva da bunda. Nina estranhou, mas não falou nada. Entrou, pegou o carregador e saiu resmungando:
— Vocês dois são estranhos hoje…
Quando a porta fechou, mamãe voltou correndo pro meu quarto minutos depois, trancou de novo. Estava ofegante, olhos brilhando de adrenalina e tesão.
— Meu Deus… quase fomos pegos… a Nina quase viu… quase viu o pau do irmão metido no cuzinho da mãe…
Ela se aproximou, levantou a saia de novo, virou de costas.
— Mas… mas eu quero terminar. Volta… mete de novo. Metade… ou mais. Meu cuzinho tá aberto agora… quer mais.
Eu não esperei. Tirei a bermuda, posicionei de novo. A cabecinha entrou fácil dessa vez — o cuzinho já acostumado, escorregadio. Empurrei devagar: metade de novo, depois mais um pouquinho. Ela gemeu baixo, mordendo o braço pra não gritar.
— Ai… filho… tá metendo fundo… tá enchendo o cuzinho da mamãe…
Continuamos devagar, metendo metade, sentindo o anel apertar e pulsar. Quase fomos pegos, mas o tesão só aumentou.
Depois daquele quase flagra com a Nina na porta, o susto só aumentou o fogo. Mamãe passou o resto da noite inquieta, mandando mensagens curtas do quarto dela: “meu cuzinho ainda tá aberto… tá sentindo falta”, “não dormi pensando na grossura”, “amanhã a gente termina direito”. Eu mal preguei o olho, pau latejando a noite inteira imaginando o anel rosado dela esticado em volta da metade que já tinha entrado.
Meu pai continuava na viagem — mais um dia de liberdade. Nina saiu cedo pra cursinho, disse que ia almoçar com as amigas e só voltaria à noite. A casa ficou vazia de novo, perfeita.
Por volta das três da tarde, mamãe bateu na porta do meu quarto. Entrou vestindo a legging preta coladíssima que a gente usava no começo das “aulas de dança”, mas sem camiseta por cima — só um top cropped cinza minúsculo que mal segurava os peitos cheios, os mamilos rosados marcando forte no tecido fino. A legging entrava fundo no rego, marcando o cuzinho e a bucetinha inchada como se fosse segunda pele. Ela estava suada de leve, o cabelo loiro solto, olhos verdes brilhando de expectativa.
— Filho… hoje eu quero dançar de verdade — sussurrou ela, fechando a porta e trancando. — Quero sentir a cabecinha no cuzinho de novo… mas só a cabecinha, tá? Promete? Pra eu me acostumar devagar. Depois a gente para.
Eu assenti, já tirando a roupa. O pau saltou duro, grosso, veias saltadas, cabecinha vermelha babando pré-gozo.
— Prometo, mãe. Só a cabecinha.
Coloquei uma batida lenta e pesada, tipo um funk melody daqueles bem arrastados, que fazem o corpo grudar. Ela começou a dançar de costas pra mim, empinando a bunda logo de cara. A legging esticava, o rego marcado fundo, o cuzinho piscando por baixo do tecido fino. Ela desceu devagar, subiu, rebolou em oito, jogando o quadril pra trás ritmadamente.
Eu me posicionei atrás, tirei a legging dela só o suficiente pra baixar até o meio da coxa — o suficiente pra expor a bunda inteira e o cuzinho rosado. Ela não reclamou. Pelo contrário: empinou mais.
— Vem… coloca só a cabecinha… — pediu ela, voz rouca, olhando por cima do ombro.
Eu segurei a cintura fina dela, posicionei a glande grossa bem no anel apertado. Pressionei devagar. O cuzinho cedeu fácil dessa vez — já acostumado do dia anterior —, e a cabecinha entrou inteira, esticando o anel rosado em volta da coroa.
— Ai… filho… tá dentro… só a cabecinha por favor… tá quente… tá grosso… — gemeu ela, tremendo as coxas.
Eu parei ali, pulsando dentro dela. Ela continuou dançando devagar, rebolando o quadril em círculos pequenos, fazendo o cuzinho massagear a glande. Cada movimento fazia a cabecinha entrar e sair um pouquinho, abrindo e fechando o anel.
— Isso… mexe assim… sente o quentinho… — sussurrou ela, empinando mais.
Mas o rebolado foi ficando mais solto, mais forte. Ela desceu bem baixo, jogou a bunda pra trás com força, e… de repente… a cabecinha escorregou mais fundo. Depois mais. O cuzinho apertado cedeu de vez, engolindo a haste grossa centímetro por centímetro, até que…
Ploc.
Tudo entrou. Até o talo. Minhas bolas bateram de leve nas coxas dela, o pau inteiro enterrado no cuzinho virgem da mamãe.
Ela congelou por um segundo, olhos arregalados.
— Meu Deus do céu… Paulo… entrou tudo… tá todo dentro do meu cuzinho… tá enchendo tudo… — sussurrou ela, voz tremendo de choque e prazer.
Mas em vez de tirar, ela continuou dançando. Devagar no começo, depois mais ritmada. Cada rebolada fazia o pau entrar e sair quase inteiro: saía até a cabecinha, voltava fundo, as bolas batendo de leve na bunda redonda. Ela gemia rouco, rebolando como se fosse parte da coreografia.
— Ai… filho… tá metendo tudo… tá arrombando o cuzinho da mamãe… que grosso… que quente… não para…
Eu segurei a cintura dela com mais força, deixei ela comandar. Ela empinava forte pra trás, jogava a bunda ritmadamente, fazendo as nádegas tremerem e as bolas baterem com mais força — ploc, ploc, ploc — no rego molhado. O cuzinho apertava em volta do pau inteiro, pulsando, sugando, as preguinhas internas massageando cada veia.
— Tá batendo no meu saco, mãe… tá sentindo as bolas batendo na tua bundona? — provoquei baixinho.
Ela assentiu rápido, gemendo alto, sem parar de dançar.
— Tô… tô sentindo… as bolas do meu filho batendo na minha bunda… tá fundo demais… tá tocando no fundo do cuzinho… ai… que delícia… continua…
O ritmo acelerou. Ela rebolava como nas festas de funk, descendo e subindo, empinando com força, fazendo o pau entrar até o talo a cada batida. As bolas batiam forte agora — ploc-ploc-ploc —, o som molhado misturado com os gemidos dela. A bucetinha pingava mel pelas coxas, escorrendo até as bolas que batiam nela.
— Filho… tá me fodendo o cuzinho dançando… tá arrombando tudo… vou gozar… vou gozar com o pau inteiro dentro…
Ela tremeu inteira, apertou o cuzinho forte em volta do pau, gozou gemendo rouco, o corpo convulsionando. O anel pulsava ritmadamente, massageando o pau inteiro. Eu não aguentei: dei umas estocadas fundas, sentindo as bolas baterem forte na bunda, e gozei dentro dela — jatos grossos enchendo o cuzinho quente, escorrendo pelas bordas quando tirei devagar.
Ela caiu de bruços na cama, ofegante, bunda empinada, o cuzinho vermelho e aberto piscando, porra branca escorrendo devagar pelo rego.
— Meu Deus… entrou tudo… sem querer… e eu dancei em cima… bati a bunda no teu saco… gozei com o pau do meu filho todo dentro…
Ela virou o rosto, olhos vidrados, sorriso safado.
— Amanhã… amanhã sem legging. Sem roupa. Quero dançar nua… e quero sentir tudo de novo. Até gozar de novo batendo a bundona no teu saco.
Ela saiu devagar do quarto, pernas bambas, porra escorrendo pelas coxas, deixando o cheiro forte de sexo e rendição total no ar.
Depois daquela “aula de dança” em que a mamãe acabou engolindo o pau inteiro sem querer — rebolando forte, batendo a bundona no meu saco até gozar apertando o cuzinho em volta de tudo —, o dia seguinte foi de calmaria forçada. Ela acordou cedo reclamando de dor, mancando um pouco quando desceu pra cozinha preparar o café. Sentou na cadeira devagar, fez careta, levantou de novo e preferiu ficar em pé encostada na pia.
— Meu Deus do céu, Paulo… meu cuzinho tá ardendo… tá inchado… não consigo sentar direito — sussurrou ela baixinho, olhando pros lados pra garantir que a Nina não ouvisse. — Você meteu tudo ontem… sem dó… e eu dancei em cima como se fosse nada. Agora tô pagando o preço.
Eu sorri de canto, já sentindo o pau dar um pulo só de lembrar.
— Foi você que pediu pra colocar a cabecinha, mãe. Depois não parou de rebolar… as bolas batendo no teu rego… você gozou forte.
Ela corou forte, mordeu o lábio inferior, mas vi o brilho nos olhos verdes.
— Foi… foi gostoso demais… mas hoje não rola aula. Meu cuzinho precisa descansar. Tá sensível… tá latejando só de pensar em você.
Meu pai ainda na viagem, Nina no cursinho o dia inteiro. A casa quieta. Mamãe subiu pro quarto dela depois do café, deitou de bruços na cama pra aliviar a pressão no cuzinho dolorido. Eu fui pro meu quarto, peguei o celular e mandei a primeira mensagem no WhatsApp privado que a gente tinha criado semanas atrás — só pra “conversar sobre as aulas”, claro.
Eu: Tá melhor, mãe? Conseguiu deitar de bruços sem doer?
Ela: Um pouco… mas toda vez que mexo a perna sinto ele pulsar. Tá inchado, filho… tá vermelho… nunca imaginei que ia ficar assim depois de uma “dança”.
Eu: Manda foto pra eu ver? Quero ver se tá tudo bem… se não precisa de pomada ou algo.
Ela demorou uns minutos pra responder. Vi os três pontinhos piscando várias vezes, como se estivesse hesitando.
Ela: Meu Deus… você quer ver mesmo? Isso é tão… tão safado… filho pedindo foto do cuzinho da mãe…
Eu: Só pra cuidar de você, mãe. Prometo não mostrar pra ninguém. É nosso segredinho.
Mais uns segundos. Depois veio a foto.
Eu abri e quase derrubei o celular.
Era ela de bruços na cama, a camisola curta levantada até a cintura, pernas um pouco afastadas. A bunda redonda e branquinha empinada de leve, o rego aberto o suficiente pra mostrar o cuzinho. Meu Deus… estava vermelho vivo, inchadinho, as preguinhas ao redor esticadas e sensíveis, fazendo um biquinho fofo e molhado — como se ainda estivesse piscando, pedindo mais. Um pouquinho de pomada branca que ela tinha passado brilhava na borda, mas não escondia o inchaço. Parecia um cuzinho virgem recém-arrombado, marcado pelo pau grosso do filho.
Meu pau endureceu na hora dentro do short.
Eu: Caralho, mãe… tá lindo… tá vermelho e inchado mesmo… fazendo biquinho… parece que tá chamando meu pau de volta.
Ela: Para com isso, Paulo… tô morrendo de vergonha… mas… mas é verdade. Tá sensível… toda vez que penso em você metendo tudo ontem, ele pisca sozinho. Tá doendo, mas… tá gostoso de lembrar.
Eu: Manda mais uma? De lado, pra ver melhor o inchaço.
Ela mandou. Nessa, deitada de lado, uma perna levantada, o cuzinho exposto de perfil. O anel rosado-vermelho estava mais inchado ainda, as bordas grossas, um pouquinho aberto, como se ainda sentisse o formato da cabecinha grossa. O mel da bucetinha escorria devagar pelo rego, molhando o cuzinho dolorido.
Ela: Tá vendo? Tá todo maridinho… culpa tua… meteu sem dó… e eu dancei batendo a bunda no teu saco… agora tô assim.
Eu: Tá perfeito, mãe. Quero beijar ele agora… lamber devagar pra aliviar a dor… depois meter de novo quando melhorar.
Ela: Ai… filho… não fala isso… tô ficando molhada só de ler… meu cuzinho piscou agora… tá latejando de tesão misturado com dor.
A conversa seguiu por horas. Fotos trocadas: eu mandei uma do pau duro, babando pré-gozo, com legenda “tá assim desde que vi teu cuzinho inchadinho”. Ela mandou close do cuzinho de novo, dessa vez com o dedo dela tocando de leve a borda vermelha, mostrando como pulsava.
Ela: Olha… tá piscando… quer teu pau de novo… mas hoje não dá… dói muito pra sentar… imagina pra aguentar tudo.
Eu: Amanhã, quando melhorar, a gente faz devagar. Só a cabecinha de novo… depois metade… e quem sabe tudo outra vez.
Ela: Amanhã… prometo. Vou passar pomada o dia inteiro… e pensar em você o tempo todo. Meu cuzinho tá marcado pelo pau do meu filho… e eu amo isso.
No final da tarde, ela mandou uma última foto: o cuzinho ainda vermelho, mas menos inchado, com um coraçãozinho desenhado com o dedo no ar ao lado, e a legenda:
Ela: Amanhã ele tá pronto pra receber tudo de novo. Sem legging. Sem roupa. Só eu nua, de quatro, pedindo pro meu filho meter até as bolas baterem na bundona. Te amo, filho… de um jeito errado e gostoso.
Eu gozei forte no banheiro só olhando as fotos, imaginando o cuzinho biquinho piscando em volta do pau inteiro outra vez.
Depois daquela “aula de dança” em que a mamãe acabou engolindo o pau inteiro sem querer — rebolando forte, batendo a bundona no meu saco até gozar apertando o cuzinho em volta de tudo —, o dia seguinte foi de calmaria forçada. Ela acordou cedo reclamando de dor, mancando um pouco quando desceu pra cozinha preparar o café. Sentou na cadeira devagar, fez careta, levantou de novo e preferiu ficar em pé encostada na pia.
— Meu Deus do céu, Paulo… meu cuzinho tá ardendo… tá inchado… não consigo sentar direito — sussurrou ela baixinho, olhando pros lados pra garantir que a Nina não ouvisse. — Você meteu tudo ontem… sem dó… e eu dancei em cima como se fosse nada. Agora tô pagando o preço.
Eu sorri de canto, já sentindo o pau dar um pulo só de lembrar.
— Foi você que pediu pra colocar a cabecinha, mãe. Depois não parou de rebolar… as bolas batendo no teu rego… você gozou forte.
Ela corou forte, mordeu o lábio inferior, mas vi o brilho nos olhos verdes.
— Foi… foi gostoso demais… mas hoje não rola aula. Meu cuzinho precisa descansar. Tá sensível… tá latejando só de pensar em você.
Meu pai ainda na viagem, Nina no cursinho o dia inteiro. A casa quieta. Mamãe subiu pro quarto dela depois do café, deitou de bruços na cama pra aliviar a pressão no cuzinho dolorido. Eu fui pro meu quarto, peguei o celular e mandei a primeira mensagem no WhatsApp privado que a gente tinha criado semanas atrás — só pra “conversar sobre as aulas”, claro.
Eu: Tá melhor, mãe? Conseguiu deitar de bruços sem doer?
Ela: Um pouco… mas toda vez que mexo a perna sinto ele pulsar. Tá inchado, filho… tá vermelho… nunca imaginei que ia ficar assim depois de uma “dança”.
Eu: Manda foto pra eu ver? Quero ver se tá tudo bem… se não precisa de pomada ou algo.
Ela demorou uns minutos pra responder. Vi os três pontinhos piscando várias vezes, como se estivesse hesitando.
Ela: Meu Deus… você quer ver mesmo? Isso é tão… tão safado… filho pedindo foto do cuzinho da mãe…
Eu: Só pra cuidar de você, mãe. Prometo não mostrar pra ninguém. É nosso segredinho.
Mais uns segundos. Depois veio a foto.
Eu abri e quase derrubei o celular.
Era ela de bruços na cama, a camisola curta levantada até a cintura, pernas um pouco afastadas. A bunda redonda e branquinha empinada de leve, o rego aberto o suficiente pra mostrar o cuzinho. Meu Deus… estava vermelho vivo, inchadinho, as preguinhas ao redor esticadas e sensíveis, fazendo um biquinho fofo e molhado — como se ainda estivesse piscando, pedindo mais. Um pouquinho de pomada branca que ela tinha passado brilhava na borda, mas não escondia o inchaço. Parecia um cuzinho virgem recém-arrombado, marcado pelo pau grosso do filho.
Meu pau endureceu na hora dentro do short.
Eu: Caralho, mãe… tá lindo… tá vermelho e inchado mesmo… fazendo biquinho… parece que tá chamando meu pau de volta.
Ela: Para com isso, Paulo… tô morrendo de vergonha… mas… mas é verdade. Tá sensível… toda vez que penso em você metendo tudo ontem, ele pisca sozinho. Tá doendo, mas… tá gostoso de lembrar.
Eu: Manda mais uma? De lado, pra ver melhor o inchaço.
Ela mandou. Nessa, deitada de lado, uma perna levantada, o cuzinho exposto de perfil. O anel rosado-vermelho estava mais inchado ainda, as bordas grossas, um pouquinho aberto, como se ainda sentisse o formato da cabecinha grossa. O mel da bucetinha escorria devagar pelo rego, molhando o cuzinho dolorido.
Ela: Tá vendo? Tá todo maridinho… culpa tua… meteu sem dó… e eu dancei batendo a bunda no teu saco… agora tô assim.
Eu: Tá perfeito, mãe. Quero beijar ele agora… lamber devagar pra aliviar a dor… depois meter de novo quando melhorar.
Ela: Ai… filho… não fala isso… tô ficando molhada só de ler… meu cuzinho piscou agora… tá latejando de tesão misturado com dor.
A conversa seguiu por horas. Fotos trocadas: eu mandei uma do pau duro, babando pré-gozo, com legenda “tá assim desde que vi teu cuzinho inchadinho”. Ela mandou close do cuzinho de novo, dessa vez com o dedo dela tocando de leve a borda vermelha, mostrando como pulsava.
Ela: Olha… tá piscando… quer teu pau de novo… mas hoje não dá… dói muito pra sentar… imagina pra aguentar tudo.
Eu: Amanhã, quando melhorar, a gente faz devagar. Só a cabecinha de novo… depois metade… e quem sabe tudo outra vez.
Ela: Amanhã… prometo. Vou passar pomada o dia inteiro… e pensar em você o tempo todo. Meu cuzinho tá marcado pelo pau do meu filho… e eu amo isso.
No final da tarde, ela mandou uma última foto: o cuzinho ainda vermelho, mas menos inchado, com um coraçãozinho desenhado com o dedo no ar ao lado, e a legenda:
Ela: Amanhã ele tá pronto pra receber tudo de novo. Sem roupa. Só eu nua, de quatro, pedindo pro meu filho meter até as bolas baterem na bundona. Te amo, filho… de um jeito errado e gostoso.
Eu gozei forte no banheiro só olhando as fotos, imaginando o cuzinho biquinho piscando em volta do pau inteiro outra vez.
Depois daquele dia de descanso forçado — com o cuzinho da mamãe ainda vermelho, inchado e fazendo biquinho nas fotos que ela mandava envergonhada —, o tesão só cresceu. As mensagens no WhatsApp viraram uma tortura gostosa: ela mandando close do cuzinho melhorando com pomada, eu mandando foto do pau duro babando, prometendo “quando melhorar, vou meter devagar na bucetinha também”. Ela respondia sempre com “meu Deus, filho… isso é pecado maior ainda… bucetinha da mãe pro pau do filho… mas… tô ficando molhada só de imaginar”.
Meu pai voltou da viagem no final da semana, mas o clima em casa continuou elétrico. Ele chegava cansado, ia direto pro sofá ver futebol, mal olhava pra ela. Nina ficava trancada no quarto estudando. A gente aproveitava os momentos em que a casa ficava silenciosa — tipo quando o pai tomava banho ou saía pra comprar cigarro.
Naquela noite de sábado, por volta das dez, meu pai já tinha roncado no sofá. Nina dormia cedo. Mamãe subiu pro meu quarto devagar, vestindo um vestidinho soltinho de algodão branco, daqueles caseiros que vão até o meio da coxa. Sem sutiã, sem calcinha. Os peitos cheios balançavam livres a cada passo, os mamilos rosados marcando o tecido fino. Quando entrou e trancou a porta, vi logo que ela estava excitada: as coxas grossas apertadas, o cheiro doce de buceta molhada subindo.
— Filho… — sussurrou ela, aproximando devagar. — Meu cuzinho melhorou… ainda tá sensível, mas não dói mais pra sentar. Mas hoje… hoje eu quero outra coisa.
Ela parou na minha frente, levantou o vestido devagar até a cintura, mostrando a bucetinha raspadinha, lábios inchados e rosados, clitóris aparecendo duro e vermelho, mel escorrendo devagar pelas coxas branquinhas.
— Quero… quero sentir a cabecinha na bucetinha. Só a cabecinha, tá? Nada de meter fundo. Só encaixar… só sentir o calor… só roçar nos lábios. Promete? Porque… porque isso é o maior pecado de todos… filho encostando a cabecinha grossa na entrada da bucetinha da mãe…
Meu pau pulsou forte dentro da cueca. Eu tirei tudo rápido, o pau saltou reto, grosso, veias saltadas, cabecinha vermelha brilhando de pré-gozo.
— Prometo, mãe. Só a cabecinha. Vem cá.
Ela se deitou de costas na cama, abriu as pernas devagar, joelhos dobrados, pés no colchão. A bucetinha se abriu naturalmente: lábios carnudos se separando, mostrando a entrada molhada, rosada, piscando de tesão. Eu me posicionei entre as coxas grossas dela, segurei o pau pela base, aproximei a glande da entrada.
Primeiro toque: a cabecinha grossa roçou os lábios inchados. Ela gemeu baixinho, arqueou as costas.
— Ai… tá quente… tá babando nos meus lábios…
Eu pressionei devagar. Os lábios da bucetinha se abriram em volta da glande, envolvendo a coroa grossa como uma boquinha quente e melada. A cabecinha encaixou perfeitamente — só a cabeça inteira dentro, nada mais. Os lábios carnudos se fecharam em volta da coroa, apertando, pulsando, como se quisessem sugar mais, mas eu parei ali.
— Meu Deus do céu… Paulo… a cabecinha tá na bucetinha da mamãe… tá encaixada… tá quente… tá grosso demais… — sussurrou ela, voz tremendo, olhos semicerrados.
Eu sentia tudo: o calor úmido da entrada, as paredes internas massageando a glande, o mel escorrendo em volta da cabecinha, pingando nas minhas bolas. Ela apertava os músculos da buceta ritmadamente, fazendo a glande pulsar dentro dela.
— Tá sentindo, mãe? Só a cabecinha… encaixada nos teus lábios… latejando dentro…
Ela assentiu rápido, mordendo o lábio forte, mãos apertando os próprios peitos por cima do vestido.
— Tô… tô sentindo tudo… a cabecinha grossa abrindo meus lábios… tá batendo no fundinho da entrada… ai… que delícia… não mexe… só fica assim… só sente o quentinho…
Fiquei parado, só pulsando dentro dela. Ela rebolava de leve o quadril, fazendo os lábios da buceta subirem e descerem devagar na glande, como uma massagem lenta e molhada. Cada movimento fazia um somzinho molhado, o mel escorrendo mais, molhando o rego e a cama.
— Filho… tá encaixado… tá quente… tá pulsando na minha bucetinha… meu Deus… isso é errado demais… mas não tira… deixa ficar…
Eu segurei as coxas dela, abri mais um pouquinho, deixando a cabecinha encaixar melhor. Ela gemeu rouco, apertou mais forte com os músculos internos.
— Ai… assim… aperta mais… sente como tá apertadinha… só a cabecinha… mas parece que tá enchendo tudo…
Ficamos assim por longos minutos: eu parado, ela rebolando devagar, os lábios da buceta massageando a glande grossa, o clitóris duro roçando na base da cabecinha a cada movimento. Ela começou a tremer, as coxas apertando minhas laterais.
— Paulo… tô… tô quase gozando… só com a cabecinha encaixada… tá batendo no meu ponto… ai… vai… não mexe… deixa eu gozar assim…
Ela acelerou o rebolado sutil, apertou forte, e gozou gemendo baixinho no travesseiro pra não acordar ninguém. O mel jorrou em volta da cabecinha, escorrendo quente pelas minhas bolas, o cuzinho piscando vazio logo abaixo.
Quando passou o orgasmo, ela abriu os olhos devagar, rosto vermelho, sorriso culpado.
— Meu Deus… gozei só com a cabecinha na bucetinha… sem meter nada… só encaixada… teu pau do filho me fez gozar na entrada…
Ela se mexeu devagar, deixando a cabecinha sair com um “plop” molhado. Os lábios da buceta ficaram abertos por uns segundos, vermelhos e inchados, piscando vazio.
— Amanhã… amanhã talvez eu deixe você… meter um pouquinho mais. Só metade. Pra ver se cabe na bucetinha da mamãe.
Ela se levantou devagar, ajeitou o vestido, me deu um beijo na boca com gosto de tesão, e saiu do quarto mancando de leve — não de dor, mas de prazer acumulado.
Eu fiquei lá, pau latejando babando o mel dela, sabendo que a bucetinha virgem do filho já tinha provado a entrada da mãe. E que amanhã ia querer mais.
Depois daquela noite em que só a cabecinha grossa do meu pau ficou encaixada na entrada da bucetinha da mamãe — latejando, pulsando, fazendo ela gozar só com o roçar dos lábios carnudos em volta da glande —, o clima em casa virou um barril de pólvora. Meu pai continuava distante dela, mal tocava, mal olhava. Mamãe ficava frustrada, soltando indiretas na mesa de jantar, arrumando o cabelo quando ele passava, suspirando alto quando ele ia pro sofá ver jogo em vez de dar atenção pra ela. Eu percebia tudo, mas guardava pra mim. Até que uma noite tudo explodiu.
Era uma quinta-feira, por volta das onze da noite. Meu pai tinha chegado tarde do trabalho, tomou banho rápido e foi pro quarto. Mamãe já estava deitada, fingindo dormir. Nina disse que ia “estudar um pouco mais” no quarto dela, mas eu sabia que ela andava estranha — saía do quarto do pai com o rosto corado, rindo sozinha, vestindo sempre aquelas camisolas curtas de baby-doll que mal cobriam a bunda.
Eu não aguentei a curiosidade. Quando ouvi passos leves no corredor, levantei devagar e fui atrás. Mamãe também sentiu algo errado — ela saiu do quarto deles quase na mesma hora, descalça, vestindo só uma camisola curta de cetim rosa. A gente se encontrou no corredor escuro, trocamos um olhar cúmplice e seguimos em silêncio até a porta entreaberta do quarto da Nina.
A luz do abajur estava acesa. E a cena que vimos… meu Deus do céu.
Nina estava no colo do pai. Ela usava um baby-doll branco transparente, curtíssimo, sem calcinha por baixo — só um shortinho minúsculo de renda que mal cobria a bucetinha. Meu pai estava sentado na beirada da cama, só de cueca boxer, que já estava puxada pro lado. O pau dele — não era pequeno, mas também não chegava nem perto do meu — estava pra fora, duro, latejando, encaixado no rego da bunda dela por cima do shortinho fino. Nina rebolava devagar no colo dele, dançando um funk imaginário, empinando a bundinha redonda e firme, fazendo o pau do pai deslizar pelo rego coberto só pela renda.
— Pai… relaxa… a mamãe não vai saber… só um pouquinho… — sussurrava ela, voz manhosa, enquanto jogava a bundinha pra trás ritmadamente.
Meu pai gemia baixo, mãos na cintura dela, puxando devagar.
— Nina… isso é errado… sua mãe… — mas ele não parava. Pelo contrário: empurrava o quadril pra cima, fazendo o pau roçar mais forte no rego dela.
Mamãe congelou na porta. Eu também. A gente ficou ali, escondidos na sombra do corredor, olhando sem piscar. O coração dela batia tão forte que eu sentia no meu peito colado nas costas dela.
Mas o pior… ou o melhor… é que, enquanto a gente via isso, mamãe não resistiu. Ela levantou a minissaia preta rodadinha que usava por cima da camisola, puxou a calcinha de renda preta pro lado com a mão trêmula, empinou a bundona pra trás e sussurrou rouca no meu ouvido:
— Filho… mete… mete tudo agora… enquanto a gente vê… meu cuzinho quer teu pau inteiro… não aguento mais…
Eu não pensei duas vezes. Baixei a bermuda rápido, o pau saltou duro, grosso, babando. Segurei a cintura dela por trás, posicionei a cabecinha no cuzinho já acostumado e empurrei devagar. O anel rosado abriu fácil — ainda um pouquinho inchado das últimas vezes —, e o pau inteiro entrou até o talo. As bolas bateram de leve na bundona dela.
Ela mordeu o lábio forte pra não gemer alto, mas soltou um gemidinho rouco:
— Ai… filho… todo dentro… tá enchendo meu cuzinho enquanto a gente vê tua irmã dançando no colo do teu pai…
Lá dentro, Nina acelerou o rebolado. O shortinho de renda entrava no rego, o pau do pai deslizava pra cima e pra baixo, a cabecinha roçando na entrada da bundinha dela. Meu pai apertava os peitos dela por cima do baby-doll, gemendo:
— Nina… sua safadinha… tá me deixando louco…
Mamãe rebolava devagar contra mim, fazendo o pau entrar e sair quase inteiro no cuzinho apertado. Cada estocada minha era ritmada com o rebolado da Nina — como se a gente estivesse sincronizado no mesmo pecado.
— Olha… olha como ela dança no colo dele… o pau do teu pai tá babando no rego dela… — sussurrou mamãe, voz tremendo de tesão e raiva misturados. — Mas eu não posso reclamar… porque meu cuzinho tá engolindo o pau inteiro do meu filho… tá arrombado gostoso…
Eu metia mais forte agora, devagar mas fundo, as bolas batendo na bundona dela — ploc, ploc, ploc —, enquanto a gente via Nina empinar mais, o shortinho subindo, mostrando a bucetinha raspadinha roçando na coxa do pai.
Mamãe apertou o cuzinho forte em volta do meu pau, tremia inteira.
— Filho… tô gozando… gozando vendo isso… gozando com teu pau todo no meu cuzinho…
Ela gozou apertando, o anel pulsando ritmadamente em volta da haste grossa. Eu não aguentei: dei umas estocadas fundas, sentindo as bolas baterem forte na bunda dela, e gozei dentro — jatos grossos enchendo o cuzinho quente, escorrendo pelas bordas quando tirei devagar.
A gente saiu de fininho pelo corredor, mamãe com a minissaia amassada na cintura, calcinha de lado, porra escorrendo pelas coxas grossas. Quando chegamos no quarto dela, ela virou pra mim, olhos brilhando.
— Meu Deus… tua irmã tá cansando teu pai… dançando no colo dele… mas eu… eu tô sendo fodida pelo meu filho… e gostando mais. Amanhã… amanhã a gente vê como isso termina. Mas agora… agora eu quero de novo. No cuzinho. Enquanto penso na safadeza da Nina.
Ela se deitou de bruços, empinou a bundona, puxou a calcinha de lado de novo.
— Vem, filho… mete tudo outra vez. Meu cuzinho quer esquecer que o pai prefere a bundinha da filha.
Eu obedeci. E a noite virou uma maratona de metidas fundas, gemidos abafados e o gosto amargo da traição misturado com o tesão proibido mais intenso da nossa vida.
O próximo capítulo, somente será publicado se esse conto atingir 100 votos e 35 cometários.
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Comentários (2)
Comedor de irmã: Lindo, tomara que ele coma a irmã também
Responder↴ • uid:gqaw4g0m1Anonimo: Aguardamos ansiosamente o proximo capitulo.
Responder↴ • uid:7bten19d9i