“Gozou Dentro do Meu Cu Enquanto Eu Gemia ‘Ai Pai’: A Verdade Que Minha Mãe Nunca Vai Saber”
Essa é a minha vida agora, e eu não escondo mais. Todo dia acordo com o corpo pedindo, a mente viajando pra lugares que a maioria nem sonha em confessar. Recife me viu crescer, me viu virar mulher, e agora me vê solta, sem freio, registrando cada aventura pra quem tem coragem de acompanhar. Aos 26 anos, decidi que não ia mais guardar segredo do que me excita de verdade. E o que me deixa mais louca é saber que tem gente lendo isso agora, imaginando cada detalhe, cada gemido, cada cheiro. Se você chegou até aqui, já tá dentro. Então fica comigo até o final, porque hoje vou contar uma que ainda tá quente na memória… e quem sabe amanhã tem mais.
Era uma quinta-feira abafada, dessas que o calor de Boa Viagem gruda na pele. Eu tinha combinado com o Lucas — não, pera, o nome dele é outro, vamos chamar de Rafael, 29 anos, pele morena queimada de sol, daqueles que treinam na praia e têm o abdômen marcado como se fosse esculpido. Ele me encontrou no calçadão perto do Hotel Jangadeiro, eu de short jeans curtinho, cropped branco e chinelo, cabelo solto, batom vermelho. Ele chegou de regata preta, bermuda tactel e aquele sorriso de quem já sabe que a noite vai acabar mal resolvida.
— Tá linda demais pra ficar só tomando água de coco, Selma — ele disse, me entregando um copo gelado.
— E tu tá bonito demais pra ficar só olhando — respondi, já passando a língua nos lábios devagar, só pra ver o efeito.
A gente caminhou até um barzinho escondido na Rua Boa Viagem, daqueles com música baixinha e luz amarelada. Sentamos num canto, coxa colada na coxa. Ele pediu cerveja, eu pedi caipirinha de caju. Enquanto conversava, a mão dele já subia devagar pela minha perna, dedos grossos traçando a parte interna da coxa, bem perto da costura do short. Eu abria um pouco mais as pernas, só o suficiente pra ele sentir o calor que saía dali.
— Tu não tem vergonha, né? — ele sussurrou no meu ouvido.
— Vergonha de quê? De estar molhada só de tu encostar? — respondi baixinho, mordendo a orelha dele de leve.
Não deu meia hora e a gente já tava no carro dele, um SUV escuro estacionado num canto mais deserto da praia de Pina. Vidros escuros, banco reclinado. Ele puxou meu cropped pra cima, expondo os peitos sem sutiã. Os bicos já tavam duros, apontando pro teto do carro. Ele chupou um enquanto apertava o outro, mordendo de leve, me fazendo soltar um gemido rouco.
— Abre mais essa perna, vai — ele mandou.
Eu obedeci, abri até encostar no painel. Ele desabotoou o short, enfiou a mão por dentro da calcinha fio-dental preta e encontrou tudo encharcado. Dois dedos entraram fácil, curvando lá dentro, acertando aquele ponto que me faz perder o ar. Eu gemia alto, sem me importar se alguém ouvia. O cheiro de sexo já tomava o carro inteiro.
— Quero sentir esse pau agora — falei, puxando a bermuda dele pra baixo.
O membro pulou pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu me inclinei e engoli devagar, sentindo o gosto salgado na língua. Ele segurou meu cabelo, empurrando mais fundo, até encostar na garganta. Eu engasguei de propósito, deixando saliva escorrer, olhando pra ele com olhos pidões.
— Porra, Selma… tu chupa gostoso demais.
Ele me puxou pro colo, rasgou a calcinha de lado e encaixou tudo de uma vez. A dor veio misturada com prazer, aquele estiramento delicioso que faz a gente ranger os dentes. Eu rebolava devagar no começo, sentindo cada centímetro abrindo caminho. Depois acelerei, quicando forte, as coxas batendo na dele, o barulho molhado enchendo o carro.
De repente ele me virou de costas, me colocou de quatro no banco. Empinou minha bunda, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu bem no meio. O cuspe escorreu devagar até o cuzinho apertado. Ele esfregou a cabeça ali, pressionando devagar.
— Relaxa, gostosa… deixa eu entrar.
Eu respirei fundo, empinei mais. A cabeça passou com dificuldade, ardendo gostoso. Ele foi devagar, centímetro por centímetro, até encostar tudo. A sensação de estar completamente preenchida me fez soltar um grito abafado. Ele começou a bombear, segurando minha cintura com força. Cada estocada vinha com um tapa na bunda que ecoava no carro.
— Tá sentindo, né? Tá sentindo teu cu sendo arrombado pelo pau do teu macho?
— Tô… ai caralho… vai fundo… não para…
Eu apertava o encosto do banco, as unhas cravadas no couro. O prazer misturado com a dor me deixava tonta. De repente senti um ronco no ventre. Tentei segurar, mas não deu. Um peido quente escapou bem na hora que ele estava todo enterrado. Ele riu safado, sem parar de meter.
— Isso, solta tudo… deixa eu sentir teu cheirinho também.
A vergonha misturada com tesão me fez gozar na hora. Meu corpo tremeu inteiro, a buceta piscando, melando as coxas dele. Ele acelerou, grunhindo alto, e gozou dentro do meu cu, jatos quentes enchendo tudo. Ficamos os dois ofegantes, suados, o carro cheirando a sexo puro.
Depois ele me levou até meu apê no Pina. No elevador, já tava me beijando de novo, mão dentro da minha roupa. Chegamos no quarto e a noite continuou — na cama, no chuveiro, na sacada com vista pro mar escuro. Ele foi embora de manhã cedo, mas deixou o cheiro dele na minha pele e a promessa de voltar.
E é assim quase todo dia. Às vezes com ele, às vezes com outro, às vezes sozinha filmando pra quem curte acompanhar. Se você tá gostando, se tá imaginando cada cena, cada gemido, cada gota… então me segue. Pra encontrar mais dessas aventuras reais, é só procurar na internet por:
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Deixa teu comentário aqui embaixo contando o que mais te deixou louco nessa história. Quero saber qual parte fez teu coração acelerar mais. Quem sabe na próxima eu coloco exatamente o que você pediu… 😈
Te vejo na próxima aventura.
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Comentários (2)
Renata: Que delicia, me lembrei quando fiquei gravida do meu irmão.
Responder↴ • uid:8317pwmv9aamadpr: Que del´ciaiaaaaaaa porraaaaa
Responder↴ • uid:1dai2scxid