#Traições

Só trai meu marido UMA VEZ.

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Era uma vez, numa escapada quente pra Porto de Galinhas, que eu, aos 34 anos, quase explodi de tesão proibido com um cara que mal conhecia. Cinco anos se passaram e ainda sinto o cheiro de protetor solar misturado com suor e gozo na memória. Meu marido e meu filho tavam comigo, mas num manhã qualquer, enquanto eles saíram pra caminhar na orla, o destino me entregou de bandeja o maior fogo que já queimei na vida. Se você tá aqui, prepare o corpo e a mente, porque essa aventura real vai te deixar com calor, curiosidade e vontade de acompanhar tudo que ainda pode rolar nas minhas próximas loucuras. Quem sabe você não acaba comentando aqui embaixo o que faria no meu lugar?

A gente chegou na pousada charmosa pertinho da Praia de Muro Alto, sol batendo forte, mar calminho de cor esmeralda. Eu tava usando um biquíni vermelho minúsculo que abraçava cada curva do meu corpo moreno — bunda durinha empinada de academia, seios firmes tamanho ideal pra caber na mão, coxas grossas e cabelo preto comprido balançando nas costas. Mal descemos do carro, o recepcionista veio nos atender. Um moreno alto, pele bronzeada de sol diário, braço marcado, sorriso torto que já dizia tudo. Chama-se Igor. Ele pegou as malas, mas os olhos dele tavam grudados em mim. Meu marido, o de sempre, nem reparou, deu a gorjeta e subiu pro quarto animado com a viagem.

Naquela noite fomos pra uma praia daquelas que dizem que o ar tem afrodisíaco natural. Dançamos num barzinho ao som de forró eletrônico até o sol raiar, suados, rindo, mas eu já sentia um formigamento diferente quando lembrava do olhar daquele Igor.

No dia seguinte, cedo, meu marido levou nosso menino pra passear na calçadão de Porto de Galinhas, ver os peixinhos nos barcos. Eu fiquei no quarto, ar-condicionado pifado, calor infernal. Liguei pra recepção, voz calma do outro lado: “Já mando alguém aí, senhora.”

Dois minutos depois, batida na porta. Abri só de biquíni vermelho, suada, cabelo bagunçado. Era ele. Igor. Camisa polo da pousada aberta no peito, ferramenta na mão, cheiro de loção pós-barba misturado com maresia. Entrou, fechou a porta devagar. Os olhos dele percorreram meu corpo inteiro como se eu fosse sobremesa.

— Calor danado hoje, né? — ele falou, voz rouca, enquanto abria a tampa do ar-condicionado.

Eu corri pra pegar uma canga na mala, amarrando na cintura. Ele riu baixo.

— Relaxa, aqui na praia ninguém liga pra isso. Em Recife as meninas não andam assim em casa, né? — piscou, sabendo que eu era de lá.

Senti o rosto queimar. Ele consertou o aparelho rapidinho, mas não saiu. Ficou ali, olhando.

— Seu marido te deixou sozinha, hein? Que descuido… Uma mulher dessas não devia ficar sem companhia.

Meu coração disparou. A buceta já pulsava, molhada só de ouvir a voz dele. Ele se aproximou devagar, passou os dedos no meu braço arrepiado.

— Você é linda pra caralho. Desde que vocês chegaram, eu só penso nisso.

Não deu tempo de responder. Ele me puxou pela cintura, colou a boca na minha num beijo faminto. Língua quente invadindo, chupando meus lábios, mordendo de leve. Eu gemi na boca dele, mãos dele já subindo pelas costas, desamarrando o biquíni de cima. Os seios saltaram livres, mamilos duros roçando no peito dele. Ele desceu a boca, chupou um peito inteiro, língua rodando no bico, mordiscando até eu arquear as costas.

— Caralho, que delícia… — murmurou entre lambidas, descendo pro umbigo, me empurrando de leve pra cama.

Tirou a calcinha do biquíni com os dentes, devagar, cheirando minha excitação. Abriu minhas pernas, olhou pra buceta depiladinha, brilhando de tesão.

— Tão molhadinha… isso é tudo pra mim?

Antes que eu respondesse, enterrou a cara ali. Língua quente lambendo o grelo em círculos rápidos, depois chupando forte, dois dedos entrando na buceta encharcada. Eu agarrava o lençol, gemendo alto, quadril rebolando na cara dele. Gozei rápido, tremendo toda, esguichando um pouquinho na boca dele. Ele lambeu tudo, sorrindo safado.

— Boa menina… agora quero mais.

Tirei a roupa dele com pressa. Corpo definido, pau duro pulando pra fora da cueca. Grosso, veias saltadas, maior que o do meu marido. Caí de boca sem pensar, chupando a cabeça, lambendo a extensão toda, engolindo até onde dava. Ele gemia rouco, mão no meu cabelo.

— Porra, engole tudo… assim, vai…

Me deitou de novo, abriu minhas pernas e meteu de uma vez. Dorzinha gostosa misturada com prazer insano. Bombava forte, fundo, batendo no fundo da buceta. Eu gritava, unhas nas costas dele.

— Me fode, vai… mais forte…

De repente ele parou, pau pulsando dentro de mim.

— Quero teu cuzinho. Nunca deu, né?

Engoli seco.

— Nunca… vai doer.

Ele pegou um tubinho de gel no bolso da calça jogada no chão. Safado, já veio preparado.

— Relaxa, vou devagar. Você vai adorar.

Passou gel no meu cu apertadinho, dedo lubrificando devagar, depois a cabeça do pau pressionando. Doeu no começo, ardeu pra caralho, mas ele foi entrando aos pouquinhos, parando quando eu apertava. Beijava meu pescoço, sussurrava:

— Isso, solta… deixa eu entrar todo…

Quando entrou inteiro, ficou parado, me masturbando o grelo ao mesmo tempo. Dois dedos na buceta, pau no cu. Começou a mexer devagar, depois mais rápido. Eu gemia alto, mistura de dor e prazer absurdo. Ele bombava gostoso, suado, corpos colados.

— Caralho, teu cu é apertado pra porra… vou gozar assim…

Aumentou o ritmo, dedilhando meu grelo rápido. Gozei de novo, forte, cu apertando o pau dele. Ele urrou, gozou fundo no meu cu, enchendo tudo. Ficamos ofegantes, suados, cheiro de sexo no ar. Um peido escapou de mim sem querer quando ele saiu devagar, e a gente riu baixo, safados.

Ele se vestiu, pegou a caixa de ferramentas.

— Foi foda… se quiser repetir, sabe onde me achar.

Saiu. Eu corri pro banho, lavei tudo, coração ainda acelerado. Uma hora depois, marido e filho voltaram, felizes, contando das tartarugas que viram na praia. Perguntaram o que eu fiz.

— Fiquei deitada assistindo série… mas tô louca pra ir pra praia agora!

Nunca mais vi o Igor. Nunca mais voltei praquela pousada em Porto de Galinhas. Mas guardo as lembranças — e algumas fotos quentes que tirei na hora, sem rosto, só os corpos suados, a marca da mão na bunda, o pau grosso entrando…

Não me arrependo de nada. Pelo contrário… às vezes penso no que mais pode acontecer se eu resolver soltar mais essas aventuras. Pra quem quiser me encontrar e acompanhar as próximas loucuras, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com

E você, o que achou? Já traiu assim? Já deu o cu na primeira vez com um estranho? Conta aqui nos comentários… quero saber tudo. Quem sabe não te levo junto na próxima? 😈

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Comentários (1)

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  • Komedor de Kasadas: UMA VEZ? duvido

    Responder↴ • uid:1dai2scxid