#Incesto

Mãe Safada em Recife: Como Virei a Vadia do Meu Próprio Filho... E Amo! 🫦

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Oi, gente... Eu tenho 45 anos, sou mãe solteira de um filho lindo de 24, e vivo em um apartamento na Boa Viagem, Recife. Ele é daqueles caras que malham todo dia na academia da praia de Pina, corpo todo definido, pele bronzeada, sorriso que derrete qualquer uma. Eu me cuido pra caramba também: morena clara, cabelo preto comprido, 1,68m, peitos fartos, bunda empinada e barriga sequinha depois da lipoaspiração que fiz há uns anos. Desde que fiquei viúva, somos só nós dois em casa, e o que começou como uma convivência normal virou uma loucura de tesão proibido que mudou tudo.

Eu sempre achei meu menino um gato, mas de uns tempos pra cá comecei a olhar diferente. Via ele saindo do banho com a toalha baixa, o volume marcando, e meu corpo reagia de um jeito que me deixava envergonhada... e molhada. Tinha medo de falar, medo de ele me rejeitar, medo de tudo. Até que um dia, sem querer, entrei no banheiro enquanto ele tomava banho. Ele se virou rápido, ficou sem graça, mas eu não consegui desviar o olhar daquela rola grossa, pesada, balançando. Meu coração disparou.

— Caramba, filho... você herdou tudo do seu pai, hein? Que pauzão é esse?

Ele riu meio sem jeito, coçando a nuca, mas logo soltou:

— Será que é melhor que o dele também, mãe?

Eu congelei. Meu rosto queimou, mas o tesão falou mais alto. Respondi tremendo:

— Só provando pra eu saber, né?

Ele arregalou os olhos, achando que era brincadeira, mas estendeu a mão.

— Vem pro chuveiro então.

Hesitei um segundo, pensando “que merda tô fazendo?”, mas entrei. A água quente caía, ele me puxou pela cintura e colou a boca na minha num beijo faminto, língua invadindo, mãos apertando minha bunda com força, dedos afundando na carne macia. Eu gemi na boca dele, sentindo o pau duro roçando minha buceta depiladinha, latejando de tesão.

Ele me ergueu fácil, como se eu não pesasse nada, abriu minhas pernas e me encostou na parede fria do box. A cabecinha grossa roçou minha entrada, depois enfiou devagar, abrindo caminho. Eu soltei um gritinho misturado com gemido.

— Ai, filho... que delícia... mete gostoso na buceta da mamãe...

Ele começou a socar forte, o saco batendo ritmado na minha bunda, água espirrando pra todo lado. Eu mordi o ombro dele, arranhei as costas, virei uma vadia nos braços do meu próprio filho. O prazer subia em ondas, minha buceta apertando ele inteiro.

Ele desligou o chuveiro, ainda me carregando no colo, pingando água pelo corredor até o quarto. Me jogou na cama, abriu minhas pernas bem escancaradas e se ajoelhou. A língua quente lambeu meu clitóris inchado, depois desceu, enfiando fundo na buceta melada. Eu me contorci, puxando o cabelo dele, gemendo alto:

— Chupa, vai... chupa a xerequinha da mamãe... ai, que boca gostosa...

Gozei tremendo toda, pernas travadas no ombro dele, gozo escorrendo na boca dele. Depois de recuperar o fôlego, eu queria retribuir. Pedi pra ele deitar, montei no peito dele e desci devagar, abocanhando aquela rola grossa. A cabecinha encheu minha boca, desci até sentir a garganta apertar. Chupei com vontade, babando, olhando nos olhos dele.

— Puta merda, mãe... que boca safada... engole tudo, vai...

Eu chupei até sentir o pau pulsar forte, o leitinho quente jorrando na minha língua. Engoli tudinho, lambendo os lábios, me sentindo a mulher mais puta e desejada do mundo.

Mas eu queria mais. Queria dar tudo pra ele.

— Filho... come meu cu agora. Quero sentir você arrombando o rabinho da mamãe.

Ele sorriu safado, me virou de quatro na cama. Cuspiu no meu cuzinho apertado, esfregou a cabecinha melada de saliva e gozo, depois pressionou devagar. Doeu no começo, ardeu pra caralho, mas ao mesmo tempo o tesão era tão grande que eu empinei mais, gemendo rouco:

— Vai devagar... ai... entra todo... arregaça o cuzinho da sua mãe...

Ele segurou meus quadris e foi enfiando até as bolas encostarem. Eu senti ele inteiro dentro de mim, me preenchendo de um jeito que nunca senti. Começou o vai e vem, devagar no início, depois mais forte. Eu rebolava, empurrando pra trás, sentindo a dor virar prazer puro.

— Bate na bunda, vai... ela é sua... fode forte, filho... me arromba!

Ele deu tapas que ecoaram no quarto, a pele ardendo vermelha. Eu soltei um peido involuntário de tanto tesão e pressão, e ele riu baixo, excitado:

— Safada... gostei disso...

Virou de costas, deitou e eu sentei no pau dele, o cuzinho engolindo tudo de novo. Enquanto subia e descia, ele enfiou dois dedos na minha buceta, dedando forte, tocando meu ponto G. Eu gritei, rebolei loucamente, sentindo o orgasmo vindo forte. Gozei apertando ele dentro do cu, tremendo toda, e ele gozou logo depois, enchendo meu rabinho de porra quente, pulsando fundo.

Ficamos agarradinhos, suados, ofegantes, gozo escorrendo pelas coxas. Hoje vivemos como amantes escondidos. Na rua, somos mãe e filho normais passeando pela praia de Boa Viagem ou tomando um açaí no Bairro do Recife. Mas em casa, eu sou a putinha dele, abro as pernas e o cu sempre que ele quer.

Se você tá gostando dessa aventura e quer saber o que mais acontece entre a gente — as vezes que ele me pega na cozinha, no sofá vendo TV, ou quando eu peido de tesão e ele fica louco —, procura na internet por www.selmaclub.com. Lá posto todas as nossas sacanagens novas.

Conta aqui nos comentários o que você achou... quer ver mais? Me fala o que te deixou com tesão... quem sabe na próxima eu conto como ele me comeu na varanda olhando pro mar, arriscando tudo. 😈

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Comentários (1)

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  • Komedor de Kasadas: Essa é vadia demais

    Responder↴ • uid:1dai2scxid