A casa da minha avó XXI - Gravando uma recordação.
Resolvi gravar minha tia e minha prima com o primo de minha namorada.
Olá, meu nome é Felipe.
Como contei no conto anterior, os primos de Klésia haviam ido passar o final de ano na casa dela e os conhecemos. Comigo e meu primo tendo um ótimo momento com ela e sua prima no apartamento em que eu vivia, na casa da minha avó. Enquanto o outro primo de Klésia estava no apê da minha tia Ivone, com ela e minha prima.
Após nosso banho, nos vestimos.
Meu primo pôs as próprias roupas, assim como Klésia, mas Gabi pôs uma camisa minha do SOAD ao invés do vestido. A garota tinha quinze anos e era bem mais baixa e magra do que eu, então a camisa era quase um vestido para ela, batendo até menos da metade de suas coxas. A visão dela assim me fez sorrir por algum motivo.
Henrique desceu junto de Gabriela e Klésia.
Queriam passar um tempo relaxando no andar debaixo depois da foda. Eu, no entanto, fui para o apartamento de minha tia, ver o que estavam aprontando.
Abri a porta e segui para o quarto, que sequer estava fechado.
Calebe estava deitado na cama de casal. Sandra chupava seu cacete com gosto enquanto tia Ivone o beijava, debruçada sobre seu peito. Eles me notaram e minha tia perguntou se eu queria me juntar. Respondi que não, pois estava cansado após ter comido Gabi e Klésia, mas tinha algo que eu queria fazer.
Tirei meu celular da bermuda e comecei a filmar.
“Vou mandar pro seu Joaquim depois. Dona Tereza também gosta de ver”, eu disse.
Minha tia não reclamou, nem Sandra.
“Quantas vezes ele te fodeu, tia?”, perguntei.
“Duas. Uma de quatro e a outra de ladinho”.
“Foi bom?”
Eles riram.
“Claro que foi.” Tia Ivone respondeu.
“Meu amigo, por um momento eu fui ao céu” completou Henrique.
“E tu, Sandra?”
Sandra parou de chupar e respondeu olhando para câmera do celular, ainda segurando o pau de Henrique.
“Só uma vez num papai e mamãe.”
“Que tal dar pra ele de novo?” sugeri.
“Eu já ia fazer isso” Ela respondeu em seu tom de voz birrento.
Subiu em cima de Henrique, montando-o. Ele suspirou enquanto ela ajeitava seu pau na buceta e deslizava, engolindo-o. Isso enquanto eu filmava tudo de perto.
Sandra começou a mover os quadris para frente e para trás, sua cintura contraindo e alongando como uma mola enquanto a bunda redonda ia e voltava. Seu nariz e boca soltavam breves suspiros enquanto ela acelerava os movimentos e começava a galopar.
Em meio a isso, tia Ivone beijava Henrique, alisando o peito do rapaz que fodia sua filha.
A mão dele deslizando por suas costas enquanto a outra agarrava os peitos de Sandra, que galopava. Ela parou de beijá-lo e ficou apenas olhando para Sandra com uma expressão de desejo no rosto.
Mudei o ângulo da filmagem para captar esse momento. Minha prima saltitando e gemendo como uma atriz pornô, e a expressão de êxtase do sortudo do Calebe olhando para Sandra, segurando em sua cintura e respondendo as sentadas, mexendo os próprios quadris. Além da minha tia ao lado, dando-lhe chupões no pescoço e beijando e mordendo sua orelha.
Sandra parou de se mover arfando e gemendo.
“Gozou, foi, putinha?” Perguntei, provocando-a.
Sandra me ignorou e abaixou-se sobre Henrique, beijando-o. Seus peitos grudados aos dele. O garoto a abraçou e começou a meter por baixo com força. Sandra fechou os olhos apertando os dentes e exprimindo gemidos sufocados, enquanto os braços se apertaram em volta da cabeça do rapaz.
Tia Ivone ficou acariciando o cabelo da filha, esboçando um pequeno sorriso de satisfação ao ver Sandra ser arrombada daquela forma.
Calebe urrou e deu mais algumas estocadas, gozando dentro de Sandra. Os dois permaneceram unidos por um tempo, se beijando e se deliciando com a língua um do outro.
Minha tia não ficou apenas assistindo e reclamou os lábios da filha para ela, dizendo que queria sentir o sabor da porra na buceta da filha. Sandra então saiu de cima de Henrique, deitou-se e abriu as pernas para a mãe se enfiar no meio delas, sugando qualquer líquido que vazasse dali.
Dei um tapa na bundo de minha tia e parei de gravar, cumprimentando Calebe e saindo do quarto.
Encontrei com Klésia no andar de baixo, que mexia no celular enquanto nossos primos dividiam um psp. Mostrei-lhe o vídeo e ela assistiu com pouco interesse. Vouyer não era muito a praia dela. Disse porém que seus pais iam gostar, e logo depois mandei pra eles.
Sentei junto a ela e passamos um tempo como casal, trocando afagos e conversas.
Passou-se um tempo e o sol baixou no horizonte. Minha tia desceu vestida para ir trabalhar.
“Volto amanhã de manhã”, disse “Vai dormir aqui hoje Klésia?”
“Não, meu tio não dorme sem meus primos, então só vamos ficar mais um pouco e nos preparar para amanhã.”
Minha tia fez um gesto de compreensão e então nos cumprimentou, despedindo-se de nós.
Deu um selinho em Calebe e saiu.
Pedimos um ifood, que ia demorou pouco tempo para chegar, então fomos assistir um filme no apê da minha tia. Sandra tomava banho enquanto Calebe dormia num sono pesado dentro do quarto. Nós nos espalhamos, eu, Klésia e nossos primos pela sala e ligamos a tv, escolhendo o filme.
Sandra saiu do banheiro, enrolada em uma toalha e passou em direção ao quarto, fechando a porta. Klésia levantou do meu lado e bateu, pedindo para entrar e sendo atendida, passando lá para dentro também.
Caleve acordou e se banhou também, sentando conosco para comer e assistir.
Ficamos nós quatro dessa forma, quando na metade do filme Klésia sai junto de Sandra. Vestiam-se de forma casual. Blusas longas e shorts. Klésia sentou ao meu lado, enquanto Sandra se colocou ao lado de Calebe.
Henrique e Gabi sentavam no chão, de frente para a televisão.
Parecíamos três casais de jovens normais. Se não fosse pelo fato de todos alí já terem transado com alguém do grupo.
Senti-me estranho pela primeira vez em muito tempo, mas deixei para lá.
Era umas nove da noite quando terminamos o filme. Klésia mandava mensagem para os pais, perguntando se já deviam voltar, não obtendo resposta. Eu liguei pensando se não deveria acompanhar eles pela rua logo.
“Pra que vocês precisam voltar? Tu e a Gabi podem usar meus pijamas ou só dormir peladas, que tal?” Sandra comentou e quase ao mesmo tempo, Klésia recebeu uma mensagem de seus pais dizendo que não tinha problemas em dormirem na minha casa, pois Cristiane estava mantendo o pai deles ocupado naquela noite.
Meu sogro também me mandou um vídeo como resposta ao que eu tinha enviado antes.
Cristiane de quatro, dando pra um homem careca com físico de quem não recusava uns chopps no fim de semana.
Também nos mandaram descansar bem, pois o natal seria longo. Eu não tinha certeza se conseguiríamos fazer isso naquela noite. Sandra e Calebe, pelo menos, certamente não.
Tendo combinado isso, iríamos dormir todos debaixo do mesmo teto. Pensei em definir quem dormia onde, mas vi que era inútil, pois Sandra e Calebe não demonstravam qualquer intenção de dormir. Os dois estavam grudados um no outro, já sorrindo de forma descarada.
Gabi olhava meio emburrada para o irmão trocando amassos com minha prima. Se aproximou deles e virou o rosto dele para ela, começando a beijá-lo.
Sandra pareceu desgostosa por ter tido o namorico interrompido, mas logo se recompôs quando Calebe virou-se para ela de novo e retomou o beijo, voltando a alternar com Gabi momentos depois.
Sandra afastou a bermuda de Calebe, e se ocupou com a cabeça de baixo enquanto Gabi ficava na de cima.
Calebe tirou a camisa que a irmã usava e começou a chupat seus peitos.
Henrique assistia a isso com o pau na mão. E eu também sentia o meu dar sinais de vida. Olhei para Klésia, que estava da mesma forma e dei de ombros, puxando-a para mim. Ela rapidamente se despiu e tirou minha bermuda, me punhetando.
Chamou meu primo, que saiu de seu estado de transe ao vê-la peladinha daquele jeito e se levantou, tirando a camisa e o short.
Klésia se ajoelhou entre nós dois e começou a alternar, chupando o cassete de um e punhetando o outro. Engolia com gosto e voracidade.
Mandei ela parar e ficar de joelhos com as mãos nas coxas. Ela sorriu como se já entendesse o que eu queria e fechou os olhos erguendo o rosto. Falei pro meu primo me imitar e comecei a bater bater meu pau na cara dela, que comprimiu os lábios num bico enquanto meu primo fazia o mesmo do outro lado, melando o rosto dela com nosso pré gozo.
Klésia agarrou o pau dele e fez uma garganta profunda, babando-o completamente.
Quando ela o soltou e se virou para mim, eu segurei sua cabeça e enfiei minha pica, fodendo sua boca. Ela pôs as mãos nos meus quadris enquanto eu puxava sua cabeça e metia com força até o fundo de sua garganta.
Espuma branca pingava de seus lábios, enquanto minha namorada sufocava e engasgava.
Ela deu umas palmadas na minha coxa e eu parei, deixando-a respirar.
Olhei para o outro trio.
Sandra, que tinha tirado a camisa e estava apenas com um short jeans apertado, fazia uma espanhola em Calebe, que segurava Gabi, empoleirando-a no seu rosto, a chupando. A garota se contorcia, esfregando a buceta na cara do irmão.
Pus minha atenção de volta em Klésia que punhetava a mim e a meu primo. Dei a minha mão para ela levantar-se e a coloquei apoiada no braço do sofá, a penetrando. Henrique ficou em cima do sofá, sendo chupado por Klésia.
E atrás dele, Calebe deitou a irmã, erguendo as pernas dela até seus ombros e metendo com força. Sandra agachou-se sobre Gabi e começou a beijá-la apertando seus biquinhos enquanto a garota gemia e soluçava.
Era um sofá que cabia quatro pessoas e mesmo assim acabamos todos bem próximos uns dos outros.
Henrique em especial, que era chupado de Klesia e estava de costas para o outro trio, ficou a centímetros da cabeça de Gabi, e acabava encostando seus pés nela. Então sugeri que ele sentasse.
Perguntei para Klésia se ela estava afim de duas rolas e ela confirmou que sim.
Sentou em cima do meu primo e depois abriu a bunda para mim. Entrei, alargando suas pregas, sentindo meu pênis encostar no do meu primo no outro lado.
Comecei a meter, enquanto Klésia gemia e arfava de prazer. Não era a dupla penetração mais difícil de aguentar que ela já tinha feito. Mesmo assim, ainda devia ser doloroso receber pica de dois ao mesmo tempo.
Meu primo, no entanto, parecia gemer mais do que ela.
Não parecia saber bem o que fazer ou como se mover, então todo o trabalho acabou caindo em cima de mim, que fiquei estocando naquele rabo. Klésia mimava Henrique, beijando-o enquanto mexia os quadris em cima dele também, acompanhando meus movimentos.
Henrique de repente gemeu alto e anunciou seu orgasmo. Klésia ficou beijando seu pescoço enquanto dava umas últimas reboladas em seu pau. Eu passei a socar com cada vez mais força, fazendo-a se agarrar ao meu primo até gozar.
Quando senti que ela tinha tido o orgasmo, tirei antes de gozar também.
Resolvi ir ao banheiro e me higienizar. Não que meu pau estivesse visivelmente sujo depois do anal, mas porquê achava mais higiênico assim.
Quando voltei, vi Klésia sentada na mesa da cozinha, bebendo suco e mexendo no celular, junto de Henrique, que assistia de pau mole a foda do outro trio. Sandra agora estava em cima de Gabi, beijando-a enquanto levava madeirada de Calebe.
Fui até Klésia que me disse estar cansada, mas que eu podia continuar, já que eu não havia gozado.
Ainda com o pau em ponto de bala, fui até eles e enfiei meu entre o rosto das duas, mandando-as chupar. Seus lábios tomaram a minha glande, e eu senti aquelas línguas deslizando em volta dela. Uma hora escorregava para dentro da boca de Gabi, outra para a de Sandra.
Calebe também alternava lá embaixo, espancando a bunda de Sandra com suas estocadas e depois fazendo a irmã delirar. Fez isso ao menos no início, mas depois de um tempo passou a meter apenas na irmã.
Pela atenção excessiva que Calebe deu à Gabi, Sandra ficou um tempo sem ser comida. Ela se levantou e começou a me beijar com sua língua quente. Me sentou no sofá e me montou. Pus as mão em seu quadril, sentindo-o se mover para frente e para trás. Abracei suas costas e comecei a meter. Ela escorou seu corpo no meu, prensando seus peitos em mim, e ficou respirando forte, gemendo enquanto meu pau a martelava por dentro.
Calebe ao nosso lado grunhiu alto, tirando o pênis de Gabi e gozando na sua barriga.
Continuei fodendo minha prima o mais forte e rápido que conseguia até senti-la gozar, então esporrei, esvaziando o saco dentro dela. Sandra ficou em cima de mim por mais algum tempo até os últimos jatos saírem, então sentou ao meu lado, e ao de Gabi, que continuava deitada.
Fiquei descansando por um momento, junto com elas.
Calebe tinha entrado no banheiro para se lavar. E quando saiu, Gabi e Sandra decidiram ir juntas.
Como eu estava cansado e já estava ficando tarde, decidi dar a noite por encerrada. Perguntei a Klésia se ela queria dormir comigo e ela prontamente disse que sim, então fomos para o meu quarto no apê ao lado, deixando os outros.
Tomamos banho lá e Klésia vestiu um baby doll de Sandra que pegara emprestado. Dormimos juntos, uma coisa que raramente fazíamos.
Foi uma boa noite.
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