#Assédio #Coroa #Voyeur

Precisa-se de uma cuidadora de idosos

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Provocadora

Dar banho em idoso homem é complicado... pois depende muito do tipo de idoso que alguns homens se tornam.

Fazia alguns dias que Dagmar, de 28 anos, empregada doméstica, estava conversando com a sua vizinha e amiga Teresa, de 24, a fim de lhe propôr um trabalho na mesma casa onde ela trabalha à 4 anos.

A casa é de condomínio e fica em São Conrado - Zona Sul do Rio de Janeiro. A família praticamente passa o dia todo fora, mãe, pai e os dois filhos, por causa de trabalho e faculdade. Nisso, cabe a Dagmar cuidar de tudo enquanto eles chegam lá pro final da tarde, onde ela então é dispensada e volta pra sua casa na comunidade da rocinha.

Pois bem, o trabalho oferecido por Dagmar a sua amiga e vizinha Teresa foi de cuidadora... onde ela teria que cuidar do seu Agenor, um simpático senhor de 80 anos, pai do dono casa, que por conta de um AVC perdeu a fala e encontra-se sem tanta mobilidade e assim necessita de ajuda pras principais necessidades.

Teresa, moça prendada, recém saiu do seu curso de enfermagem e enquanto ainda está estagiando, aproveitou essa oportunidade como cuidadora apenas e tão somente para garantir uma grana.

Seu primeiro dia na casa da tal família onde a amiga e vizinha Dagmar trabalha foi dentro do esperado, onde ela conheceu o senhor Agenor, cumprimentou com um sorriso e mostrando todo um carinho especial para ele, que riu pra ela, e mesmo sem poder falar deixou claro que gostou dela. E daqui em diante as 4 primeiras horas do dia rolaram sem tantas dificuldades para Teresa.

Seu Agenor, 80 anos, é um idoso alto e encorpado, branco, careca com poucos cabelos grisalhos aos lados, tem movimentos meio lentos, mas tem uma certa lucidez. E claro, na rotina dele existem os horários para tudo... e nisso Teresa perguntou para Dagmar que horas ela teria que dar o primeiro banho nele, e nisso elas conversaram a respeito e Dagmar deu a dica para ela vestir uma roupa de banho, porque certamente iria se molhar junto com ele.

Pois bem, Teresa primeiro colocou um short em malha e uma blusinha tope pretos... sendo que Teresa é uma morena de corpo bem tesudo, coxas grossas, rabuda, peitões... uma delícia. Depois ela apenas amarrou seus pretos cabelos ondulados no alto da cabeça e assim apareceu na frente do senhor Agenor, sentado em sua cadeira de rodas... e que por sua vez meio que arregalou os olhos pra cima do corpo tesudo da sua jovem cuidadora. Teresa até notou o olhar meio safado do velhinho, mas levou na boa.

Claro que ela ficou um pouco nervosa, pois nunca deu banho em um idoso, mas enfim... se ela se formou em enfermagem, certamente iria se deparar muito com isso.

Aí veio a segunda parte, que foi tirar a roupa do seu Agenor, onde enquanto ela ia tirando a camisa dele, percebeu nele um certo sorriso e um olhar esquisito... e esse olhar alegrinho dele continuava enquanto ela ia tirando seu bermudão em malha, sendo que o safado do velho riu ainda mais quando tirou a sua fralda geriátrica... sendo que aqui, neste momento, Teresa ficou meio que... admirada... pois o idoso tinha ali na sua virilha branca e grisalha uma bela de uma benga, mesmo que mole.

Mas beleza... Teresa sabia que não estava ali pra manjar rola e sim trabalhar, servir, cuidar do idoso... E ela não teve dificuldade nenhuma para leva-lo ao banheiro empurrando sua cadeira de rodas, que fica no quarto dele mesmo, ao lado, um banheiro super espaçoso, acessível para a idade dele.

Aí Teresa começou o servirço... usou luvas, pegou a mangueirinha da duchinha para molhar ele, pois debaixo do chuveiro poderia sufocar ele. E enquanto ela ali em pé diante dele, sentado na sua cadeira de rodas, ia molhando ele com a ducha em uma mão, ela ia passando um sabonete com outra mão no corpo dele... evitou esfregar seu rosto para não arder seus olhos, onde ela usou apenas a mão molhada pra esfregar suas faces, nariz, testa... onde ela mandava ele fechar os olhos, e ele atendia... lavando a careca dele... Porém, por trás da cabeça dele, por trás das orelhas e seu pescoço ela usou a mão ensaboada para melhor tirar a sujeira do suor e tal... E claro, durante isso ela acabava se molhando também.

Aí ela voltou a virar ele de frente pra ela e foi molhando ele, esfregando com o sabonete no peitoral grisalho dele... nos seus braços grandes e tal... e nisso, quando ela estava lavando um braço dele, o senhor Agenor simplesmente ergueu a mão por entre as pernas dela... apalpando em cheio a xoxota de Teresa por sobre seu shortinho preto em malha... e a reação subta dela foi dar um passo para trás, onde disse:

- Não, vovô, não pode, é feio isso.

Agenor riu pra ela, com uma puta cara de criança levada. E ela continuou esfregando ele, sendo que aqui e ali ela se debruçada e os peitões dela ficavam se mexendo no decote da sua blusinha tope, quase saindo pra fora... e ela de frente via ele só espiando... Teresa até riu disso, mas continuou esfregando o braço dele... e mais uma vez ele subiu a mão, só que dessa vez ele pegou no decote da blusa dela... e nisso que ele pegou, ela impulsionou seu corpo para trás, se erguendo, e com esse gesto brusco dela a mão dele acabou arriando a blusa dela e os peitos dela saltaram de uma vez pra fora.

Teresa largou a ducha e o sabonete e começou a travar uma luta com o idoso tentando tirar a mão dele do seu decote, falando:

- Solta, seu Agenor, sooltaa, soltaaa...

E nesses movimentos os peitões dela balançavam, e o vovô rindo enquanto olhava e deliciava, e ela só conseguiu se sair dele porque ele largou o decote pra tentar pegar os peitos dela... nisso ela deu dois passos para trás... onde ela colocou de volta os peitos pra dentro da blusa e disse:

- Olha, seu Agenor, não pode, viu? Não pode fazer isso comigo. É feio, é feio. Deixe de ser safado.

O velhinho ali sentado na sua cadeira, todo molhado, ensaboado, apenas ria com a cara mais deslavada.

E lá foi Teresa de novo, tendo que controlar os impulsos do velhinho enquanto ia esfregando ele... Aí veio um momento que foi o mais complicado, pois ela teve que esfregar por entre as pernas dele e tal... e foi então que ela assistiu a rola do senhor Agenor ir tomando forma conforme ela ia esfregando por entre coxas dele... Teresa até riu, admirada com o tamanho que aquilo ficou.

Teresa chegou a parar de esfregar para ficar olhando o tamanho da jeba do vovozinho, porque até então ela só tinha visto relaxada, mesmo que tivesse tido uma ideia de que era grande, mas quando realmente endureceu... nossa... Teresa tentou controlar até o riso... e ficou sem tocar nele, em pé diante dele, sentado na cadeira de rodas, de pernas abertas, onde ela via o cacete rosado do velho pulsando praticamente em pé de tão duro... onde ela chegou a falar:

- Eita, vovô... que o senhor quando mais novo devia fazer a alegria da mulherada, hein? rsrsr...

Teresa tinha que terminar de banhar o velho, nisso ela se aproximou dele, onde uma coxa do velho ali sentado ficou por entre as pernas dela enquanto ela apontou a duchinha pra virilha e o pau dele ali duro e ficou molhando... sem querer colocar a mão... pois do jeito que o velho tava olhando pra ela já todo safado, imagina se ela pegasse? Ela ficou jogando a água da duchinha até mesmo na intenção dele relaxar e amolecer... e o velho olhando ela nos olhos, com uma puta cara de cachorro viçando, aqui e ali pegando nela, e ela mandando ele largar... e nisso ele segurou uma mão dela e puxou pra seu pau... Teresa rindo rapidamente puxou a mão:

- Vai se fuder, seu velho tarado, kkkk... Espertinho, hein?

Bom... e daqui em diante Teresa manteve uma distância pra ficar ali apontando a duchinha, molhando a virilha dele pra espuma do sabonete sair toda.

Depois do banho ela então pegou a branca toalha felpuda dele e esfregou ele todo com todo o cuidado... onde enquanto ela secava o rosto dele, riu pra ele e disse:

- O senhor não vai abaixar esse pau, não, vovô? Tá na hora, rsrsr...

Seu Agenor até riu pra ela... Sendo que Teresa, antes de tirar ele do banheiro, deu um tempo pra ver se o pau do velho relaxava, afinal ela iria ter que colocar a fralda nele daqui a pouco no quarto... e o negócio tava pulsando duro... e pra piorar o seu Agenor pegou em seu pau e começou a tocar uma punheta... e ela:

- Não, seu Agenor, paaraa. Paaraa. Não faz isso, Paaraa...

E o velho ali sentado, com a mão grudada no seu próprio pau e tocando uma com força... Teresa se desesperou... riu, ficou caminhando pelo banheiro, foi até ele, tentou tirar a mão dele do pau dele e ele com a outra mão tentava agarrar ela, pegou de novo no decote da blusa dela e puxou fazendo os peitos dela saltarem... aí ela se afastou pra colocar os peitos de novo dentro da blusa e deixou ele ali, sentado na cadeira de rodas, olhando pra ela na maior cara de tarado enquanto tocava forte uma punheta.

- Para, seu Agenor... para com isso. Coisa feia.

Até que ele gemeu agoniado... enquanto Teresa assistiu alguns esguichos de esperma subirem conforme o a mão do seu Agenor se punhetava.

E assim ele parou, ficou até com a língua pra fora... olhando pra ela todo ofegante e Teresa ali com medo do velhinho ter um infarto ou um derrame. Só então ela se aproximou dele e com a toalha limpou a virilha dele melada de porra e o pau dele. E o velho encarando ela, rindo. Teresa segurou a gargalhada, falando pra si mesma:

- Jesus amado, vou ter que aguentar isso, é o jeito, rsrsrsr...

Bom. E assim foi todos os dias antes do almoço... Teresa lutando com o velho pra dar banho nele, tinha dia que ele se comportava melhor, mas em outros Teresa tinha que usar de todas as suas forças pra se soltar das mãos dele, pois o velho era grandão, encorpado e quando ele agarrava de jeito era complicado de se soltar... vira e mexe ele arrancava os peitos dela da blusa e passava-lhe a mão seja na bunda, na buceta... chegando a puxa-la pro colo dele... tinha dia que a ereção durava pouco tempo e noutros não. Teresa já até deixava ele se masturbar a vontade, pois ela sabia que depois da esporrada a rola dele ia murchar.

Aí teve um dia que na hora do almoço, ela tava sozinha com a Dagmar na cozinha e perguntou:

- Quando tu tinha que dar banho no seu Agenor, ele ficava quietinho?

Dagmar só em escutar isso já gargalhou, sabendo exatamente do que ela queria falar. E disse:

- O velho é tarado, né? kkkkk...

Teresa: - Ah, sua safada... tu sabia disso e não me falou nada quando me chamou pra cuidar dele, né?

Dagmar: - Relaxa, mulher... ele não vai fazer nada. A não ser que tu queira, rsrsrs...

Teresa: - Mulher do céu, que veio mais tarado, nossa... e tu viu o tamanho daquilo?

Dagmar: - Ah, realmente... Vou te falar, o homem é velho já, mas a pica... nossa, senhora... me dava até arrepio só de olhar rsrsr...

Teresa: - Sério? Tu ficava com tesão na pica do veio? rsrsr...

Dagmar: - Claro que sim, né? Uma vara daquele tamanhão ali a gente não vê todo dia, rsrsrs...

Teresa: - Mas... tu só olhava? rsrsrs...

Dagmar: - Tinha que pegar, né? Como que eu ia esfregar o pau do homem sem pegar? Tu não pega não quando vai lavar?

Teresa: - Eu não, rsrsr...

Dagmar: - Mulher, tu tem que lavar o pau dele direito. Se não fica fedendo, tem que arregaçar a pele e lavar ali na cabeça, ao redor... tem que lavar debaixo do saco dele... Tem que lavar ele todo, o homem usa frauda o dia todo.

Teresa: - Ah, eu sei... mas... é que ele é tão safado... e o pau dele duro me deixa sem ação.

Dagmar: - Faz de conta que tu tá pegando no pau do teu namorado rsrsr...

Teresa: - rsrsrs, pior que eu tô sem namorado no momento e tá me fazendo falta uma rola, sabia? kkkkk... Mas, comparando com o meu ex, o pau desse veio dá uns três pau do meu ex só na grossura, kkkkk imagina no tamanho kkkkk...

Final de semana foi folga de Teresa, sendo que a família dele estava em casa e assim o filho dele, o dono da casa e pai da família foi quem cuidou do seu Agenor. Mas na segunda-feira ela estava de volta, logo as 7 e 30 da manhã, chegando junto com Dagmar.

Seu Agenor adorou ver ela ali chegando depois de passar o final de semana todo sem vê-la, demonstrando claramente ter sentido saudades dela, Teresa foi até gentil ao dar um abraço e beijo na testa dele... A manhã transcorreu normalmente e tal, até que chegou a hora do rotineiro banho.

E lá se foi Teresa, primeiro colocando um shortinho e topezinho, tirando toda a roupa dele, que aliás, se comportou bem, e em seguida levando ele pro banheiro.

Chamou a atenção de Teresa o fato dele estar bem comportado, deixando suas mãos quietas e sem tentar tocar no seu corpo... mas claro, depois de ensaboar o corpão branco dele quase todo, chegou a hora da virilha dele... e nisso Teresa ali em pé diante dele, uma perna dele por baixo das pernas dela e ela de rosto por sobre o rosto dele, encarando o decote do tope dela, olhando pro seu par de tetas balançando conforme ela se mexia esfregando ele... Teresa disse:

- Que foi, seu taradinho? Né pra pegar nos meus peitos não, viu?

Ele não tocou, ficou apenas olhando... Teresa ali descendo suas mãos ensaboadas na barriga e virilha dele... o pau dele tava murcho, e ela:

- Hmmmrr, o meninão tá dormindo hoje, é? Gostei de ver... tá obediente hoje, né?

E aqui, pela primeira vez Teresa pegou no pau dele e ficou esfregando com a mão direita ensaboada, falando:

- O bichinho tá todo murchinho hoje... tá triste é? Que foi que teve, vovô? Tá feliz em me ver não, é?

Teresa ensaboava massageando as bolas do seu Agenor, o velho era sacudo e com bolas bem pesadas, ela enchia a mão apalpando enquanto limpava... o velho gemia... ela segurava o riso... depois ia esfregando o pau, acariciando com a mão ensaboada... quando então ela se assustou com um impulso que o pau sofreu, onde ela sentiu que tava se enrijecendo:

- Ah, tava demorando, rsrsrs...

Seu Agenor sentado na sua cadeira de rodas, todo molhado, ensaboado, olhando nos olhos de Teresa, nos peitos dela no decote de seu tope, enquanto gemia com a mão direita dela lhe ensaboando o pau, onde ela disse:

- Né pra gozar não, viu, vovô? Eu tô só lavando, viu? Pra deixar ele bem limpinho e cheiroso. Deixa eu abaixar essa pele aqui... mmmrr... nossa, que cabeção... deixa eu limpar... Não geme, safado, rsrsrs... tá com tesão, né, vovô? Faz tempo que essa picona aqui não entra numa xoxota, né?

Seu Agenor nem usava as mãos pra tocar nela, ficou sentado quietinho, só se deliciando com a manipulação que Teresa dava em seu pau duro... e ela incitando o velho:

- Nossa, vovô. O senhor devia arregaçar com a bucetinha das meninas quando mais novo, hein? As vadias deviam gritar de dor... Caralho... olha isso... Vou lhe contar uma coisa, vovô... tem um monte de garotão por aí que adoraria ter um desses... e o senhor tem tudo isso, mas só usa pra mijar, né, vôzinho? rsrsr...

Teresa também já estava sentindo tesão enquanto ensaboava o pauzão do velho, pois não largava, tava demorando... onde perguntou pra ele em tom de malícia:

- Onde é que o senhor mais gostava de meter nelas, hein, vovô? Na bucetinha delas ou no cuzinho?

Diante dessa pergunta vulgar, eis que Teresa sente a mão direita do velho lhe tocar por trás... na bunda... Teresa riu:

- Aii, seu taraadooo, rssrs... Quer dizer que era na bundinha delas onde o senhor mais gostava de meter, né, seu danadinho? rsrsrs... Nossa, vovô, e elas aguentavam? rsrsrs...

No dia seguinte, no mesmo horário de sempre, lá estava Teresa dando banho novamente em seu velhinho querido. Ele sentado na cadeira de rodas no banheiro, ela só de shortinho em malha e num tope... molhando ele com a duchinha e passando o sabonete nele todo... e ele sem mais tocar nela, completamente obediente e tal... mas neste dia aqui Teresa resolveu dar uma aparada naquele monte de pelos brancos que ele tinha na sua virilha... e nisso ela pegou um barbeador descartável, se ajoelhou diante das pernas abertas dele e começou a raspar... começando pela virilha dele e descendo sem pressa e com muito cuidado, pois a pele do vovô era enrugada e poderia ferir com facilidade... e como Teresa já não tinha mais frescura de pegar no pau dele, pegando inclusive sem luvas, ela ficou segurando com uma mão para melhor movimentar o aparelho pelos lados e pelos ovos do velhinho. E claro, seu Agenor ali sentado na cadeira, todo arreganhado, foi se animando ao sentir a mão delicada da sua prestativa cuidadora lhe segurando o pau... até que Teresa ali agachada, olhou pra ele e disse:

- Seu safadinho... já tá ficando animadinho, né?

Logo Teresa já estava com o cacete dele completamente duro em sua mão esquerda enquanto com a direita segurava o barbeador e passava aos lados na virilha dele, no saco dele... e nisso ela tava com o rosto meio por sobre o pau em sua mão esquerda, enquanto ia passando o aparelho mais embaixo... quando eis que o velho não se aguentou e precocemente disparou um esguicho de porra bem no queixo e no pescoço de Teresa, que se assustou e num movimento de mão tirou o pau dele da direção do seu rosto... onde ela viu de perto enquanto segurava o pau erguido o restante da porra dele esguichando pro alto... Inclusive, enquanto ela segurava, ela sentia na palma o pulsar do pau dele esguichando.

Foram uns cinco tiros de porra pro alto e melaram os peitos, a barriga, a virilha raspada e as coxas dele. E claro também melaram a mão e os dedos dela ali segurando na rola dele. E ela:

- Caralho, vovô... o senhor tem muito leite, sabia?

Ela masturbou um pouco enquanto ele gemia agoniado, meio sofrendo espasmos ali sentado, e ela falando:

- Não vai morrer não, seu velho.

A cada dia e a cada banho, Teresa foi ficando mais e mais atirada. E neste dia aqui foi especial, pois Teresa teve que ficar sozinha com ele na casa porque Dagmar teve que dar uma saída pra resolver um problema pessoal e tal. Ou seja, era o segurança lá na portaria e ela sozinha com o senhor Agenor dentro da casa, no banheiro do quarto dele. Teresa tirou toda a roupa do velhinho, colocou ele na sua cadeira de rodas e o levou pro banheiro, fechou a porta e com a duchinha na mão começou a molhar ele.

- Tá gostando, né, seu velho tarado? Aposto que é a sua hora favorita, né? O seu banho...

Nisso ela pegou o sabonete e foi esfregando o corpo dele todo... sendo que ela meio que debruçou por sobre o velho e nisso ele pegou num peito dela por sobre sua blusa... Teresa encarou ele nos olhos, cara a cara, mas não proibiu ele, deixou ele ali lhe apalpando enquanto seguia molhando e esfregando ele.

Seu Agenor, esperto, vendo que ela tinha permitido, simplesmente pegou no decote do tope dele e puxou, onde os peitos de Teresa saltaram para fora e ficaram ali balançando diante da cara dele enquanto ela esfregava ele.

Teresa riu ao olhar pra carinha de tarado que o velhinho fazia ao olhar pra suas tetas ali expostas... e junto sentiu algo gostoso lhe arrepiando toda, e nisso ela simplesmente deitou mais por sobre o rosto do velho e deu seus peitos pra ele colocar sua boca, seu Agenor segurou um dos peitões da morena com uma mão e abocanhou... começando a mamar... Teresa gemia sentindo a boca sem dentes do velho lhe chupando o peito bem gostoso... ao mesmo tempo ele colocou uma mão por baixo das pernas dela e começou a bolinar sua buceta por sobre seu short de malha, ela também permitiu... e logo a mão do velho se enfiou trêmula pelo cós do short dela, resultando numa apalpada na xoxota dela de calcinha ali por dentro.

Teresa em pé e debruçada diante do seu Agenor, sentado na cadeira de rodas, começou a rebolar enquanto era mamada e bolinada por dentro do seu short... gemendo, falando:

- aaaiiimmmrr, seu velho taraadooo... era isso o que você queria, não era? hhhmmmrrr...

Teresa perdeu completamente a noção do permitido, do profissional, se deixando ser bolinada e mamada pelo idoso. E pra esquentar, ela se saiu dele e diante dele simplesmente tirou de uma vez seu tope, mostrando melhor aquele par de tetonas morenas bem suculentas e desceu seu short em malha com calcinha e tudo... ficando peladinha diante do velho, que na mesma hora pegou em seu pau já duro e começou a descascar uma punheta pra ela.

Teresa com a duchinha na mão começou a se molhar, a tomar um banho pelada na frente do velho, onde ela se mexia numa dança safada, dando as costas pra ele, mostrando a sua bela bunda morena gostosa, rebolando enquanto se molhava com a duchinha... em seguida ela sentou de costas no colo dele, onde rebolou esfregando sua bunda na virilha ensaboada dele, com o pau dele ali duro bem colado no rego da bunda dela... e ela falava:

- Tá gostando, vovô? Sente minha bunda, sente...

Teresa levantou então um pouco sua bunda, onde ela mesma colocou uma mão por baixo de si, pegou no pauzão do seu Agenor e posicionou por baixo dela, bem no rachado da sua buceta raspada e assim ela foi sentando... fazendo a sua buceta ir engolindo o pau do velhinho enquanto ela se arrepiava toda, falando:

- aaii, vovôôôhhh, que piroca graandeee, rraammmrr...

Teresa começou a quicar sentada de costas no colo do velhinho bem suave... provando de todos os centímetros da rola dele pra cima e pra baixo, fazendo deslizar o pau dele dentro da sua bucetinha... com ela gemendo toda manhosa:

- aaiimmrr, aaiimmrr, aaiimmrr, hhhaaammmrrr...

... fodendo o pau do velhinho ali sentado na cadeira de rodas... e ele segurando ela pelas ancas, alisando as costas dela, a bunda dela, gemendo meio estranho... num tesão do caralho, capaz de matar ele do coração, pois o rabo da morena era uma delícia de se ver assim por trás e quicando enquanto ela seguia fodendo o pau dele na base da sentada de leve... e ela olhava pra ele por sobre um ombro, pra ver se o velhinho não passava mal. Teresa quicou na pica com uma mão na buceta, tocando uma siririca no grelo, falando:

- Noossaaa, vovooziinhooo, que deliicia de roolaaaa, rraaammmrr... vou goozaaarrr... rraammmrr, rraammrr, rraammrr...

Gozou gostoso... Nisso ela se levantou, virou de frente se abaixando acocorada entre as pernas dele abertas e caiu de boca na rola do velho... onde ela girava a língua ao redor do cabeção rosado e logo abocanhou e começou a movimentar seu rosto pra baixo, chupando num empenhado e sutil boquete... e o velho com uma mão na cabeça dela foi bruto e forçou a cabeça dela de um jeito que Teresa com as mãos apoiadas nas coxas dele fez esforço pra subir de volta a vabeça enquanto o velho empurrava pra baixo, e nisso Teresa ficou entalada com a jeba do velho arregaçando sua boca, onde ela engoliu até o meio, pois era impossível engolir tudo. Com muito esforço ela se soltou dele e até gemeu ofegante com a boca toda babada...

- Seu velho tarado, perverso!!

Teresa em pé, pegou no pau dele com uma mão e punhetou forte, o velho chegou a gemer agoniado... até que ela fez o pau dele jorrar porra... muita porra... ela ali em pé olhando pra ele, rindo dele, lambeu sua mão melada da porra, seus dedos... e disse:

- Agora chega, vovô. Se não morre.

Teresa ligou o chuveiro ao lado e tomou logo um banho, dando um tempo pra ver se a rola do velho murchava... e ele ali olhando pra ela se banhando, de mão na rola, tocando punheta, e ela rindo:

- Meu Deus, não é possível, que velho mais tarado.

Logo depois ela secou ele todo, tirou ele do banheiro, vestiu ele e disse dando um beijinho na testa dele:

- Ainda bem que o senhor não fala, né, vovô? Melhor assim. Vai ser um segredinho todo nosso, viu? rsrsrs...

Nos três dias seguintes, sempre na hora do banho, Teresa fez uma chupeta bem gostosa na rola do seu Agenor... e ele retribuiu nesses três dias com uma esporrada na boquinha dela, que engoliu tudo, até disse em uma dessas vezes:

- Safado, além de ter uma rola tesuda, o leitinho é uma delícia.

Aí veio um dia, depois do almoço, Dagmar foi tirar um cochilo em seu quarto nos fundos da casa e Teresa foi no quarto do seu Agenor, dar uma olhadinha nele e tal... ele tava ali deitado de costas na sua cama, descansando... onde virou o rosto pra ela, dando um sorriso todo cheio de intenções safadinhas... Teresa riu pra ele e disse:

- Vai dormir, velho safado.

Ela ficou ali andando pelo quarto dele sem pressa, observando as coisas dele, as fotos dele do tempo que ele era novo, com farda do exército, com os netos, família, ao lado da falecida esposa. Nisso ele ali na cama foi virando de ladinho, estendendo os braços e chamando ela com as mãos e ela foi caminhando rumo a ele, falando:

- Que é que foi? Tá querendo o quê, seu safado? Vai dormir, vai.

Teresa chegou ao lado da cama dele... ele ali deitado ficou tocando com as duas mãos na cintura dela, em suas coxas, por sobre sua camiseta e calça branca, tocando na virilha dela... e ela só olhando pra ele, rindo mordendo seu lábio inferior, falando:

- Eita, seu Agenor, mas não adianta não, né? O senhor é muito tarado, viu? Nunca vi um veio tão tarado assim. Vá dormir, meu senhor. É hora de veio tá dormindo.

Teresa se permitiu ser apalpada e tocada por ele, de certa forma ela achava engraçado o jeitinho safado dele e até gostava... e assim ela foi virando de ladinho e eis que sente a mão do velho lhe tocar a bunda. Ela olhando pro velho enquanto ele continua passando a mão na sua bunda, diz:

- Que foi, seu velho tarado? Quer minha bunda, é?

Nisso Teresa sai de perto dele e caminha até a porta, trancou com a chave, volta pra perto da cama do velho e começa a abrir sua calça branca de enfermeira enquanto fala:

- Vou só mostrar pro senhor matar a vontade, viu, vovô?

Ela de calça arriada vira de costas pro velho ali deitado na cama de ladinho e arrebita sua morena bunda gostosa com uma calcinha branca toda enfiada na direção do rosto dele, ela chega a rebolar, a sacudir a bunda pra cima e pra baixo...

- E aí, seu velho tarado, quando tu era novo, chegou a meter numa bunda que nem essa aqui? Hein?

O seu Agenor só olhando, louco, estirando as mãos, querendo tocar... Teresa então aproximou mais sua bunda de calça arriada na direção dele e sentiu as mãos grandes e pesadas dele lhe tocando as duas nádegas... onde ele chegou a agarrar na alça dianteira da calcinha dela e puxou pra baixo, descendo... Teresa terminou de descer a peça e em seguida ela mesma colocou as duas mãos em sua bunda e abriu, numa posição meio abaixada na direção da carinha dele deitado na cama, onde ela mostrou o cu pra ele e seu xoxotão ali por baixo em formato de concha... ela até piscou o cu pra ele. O velho ficou maluco, querendo tocar na bunda dela, querendo o cu da sua cuidadora.

Teresa então tira de uma vez sua calça e calcinha... vai nua da cintura pra baixo até a cômoda dele ali perto... pega um dos cremes hidratantes dele... destampa, enfia dois dedos no potinho, leva essa mão com dois dedos melecados de hidratante até atrás da sua bunda, onde empina e mete em seu cu... lubrificando com o creme... aí então ela vai até a cama, puxa a calça pijama do velho... abre a fralda geriátrica dele e vê que o pau dele está ali armado, duro, pulsando, e diz:

- Seu velho tarado... Vou te fazer um agrado, viu? Mas fica quietinho.

Teresa foi subindo na cama... onde virou de costas pro seu Agenor e foi sentando montada bem em cima da rola dele, a qual ela mesma segurou com uma mão por trás... e nisso foi encaixando a cabeça bem no meio da sua bunda... fazendo entrar em seu cuzinho lambuzado de creme hidratante.

Teresa começou a mover sua bunda com todo cuidado pra cima e pra baixo enquanto ia fodendo seu cu na rola do seu Agenor... deitado na cama, segurando a raba gostosa da morena e acompanhando com os olhos ela se mexendo, quicando, subindo e descendo, engolindo o seu pau com aquele cu tesudo dela... um quentinho e tesudo cuzinho no meio de uma bunda morena bem gostosa... E nisso Teresa gemia toda manhosa, se deliciando com a grossura e tamanho da benga do velhote lhe penetrando o meio da bunda conforme ela ia ritmando seus movimentos pélvicos.

Ela então deu uma acelerada na quicada, chegando a bater a bunda na virilha do velhote que quicada deitado de costas na cama, mandando ver bundadas a base de sentadas bem fortes, fodendo o pau dele da cabeça ao meio, pois era impossível engolir tudo com seu cu... e assim ela quicou com uma mão por entre as pernas, tocando uma gostosa siririca na xoxota... até que se descontrolou com uma gozada sensacional... lhe fazendo tremer toda... aí ela sentou e rebolou, como se parafusasse a rola em seu cu... e gemeu se tremendo toda enquanto ainda sentia os espasmos do gozo.

... e o velho igualmente agoniado, sentou e puxou a bunda dela pra ele num abraço pela cintura dela por trás e gemeu... esporrando forte bem dentro da bunda gostosa dela ali montada em sua virilha, onde ele tava com seu pau atochado no cu dela.

... Teresa desmontou do cacete do velho... depois limpou toda a virilha dele, recolocou a fralda e foi deixando o quarto dele, falando:

- Pronto, seu velho tarado. Agora vê se dorme.

Dias depois, Teresa foi surpreendida ao receber um convite para um estágio numa clínica, e isso pediria muito mais tempo dela, aí ela teve que agradecer a Dagmar pelo trampo extra como cuidadora na casa dessa família em São Conrado e assim deixou de ir... nem se despediu do coitadinho do seu Agenor.

Só que o seu Agenor mal ficou com saudades de Teresa, pois já estava aqui indo pro seu primeiro banho com a sua nova cuidadora, a jovem e tímida Solange.

FIM!! E comentem, por favor!!

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