A Faxineira do Hotel
Após uma noite de farra onde voltei para o Hotel sozinho, acordo pela manhã com uma ereção matinal e a faxineira arrumando o quarto.
Acordo com o som de uma porta abrindo, ainda sonolento vejo que a faxineira do hotel entrou sem bater, estava com o aspirador de pó na mão e o carrinho ja posicionado na porta.
Maya - Opa, desculpa não sabia que ainda havia alguém aqui.
Percebo seus olhos me examinando deitado na cama, apos alguns instantes ela se vira.
Maya - Volto depois quando o quarto estiver livre.
Eu - Pode ficar a vontade, n irei lhe atrapalhar, ja iria sair mesmo.
Ela então agradece e começa a arrumar as toalhas, tentando evitar olhar pra cama.
Maya - E aí, como foi sua noite? Espero que tenha gostado do nosso serviço…
Eu - Ah foi muito boa, gostei do lugar, vocês tem ótimos serviços.
Me espreguiçando retiro o lençol de cima de mim revelando uma ereção matinal coberta apenas por uma cueca branca, os olhos dela descem rapidamente antes de desviar novamente para seus afazeres, as bochechas coradas.
Maya - Que bom ouvir isso. Fico feliz que tenha aproveitado.
Ela morde o lábio, claramente nervosa, e depois se vira de costas para mim, me levanto e vou em direção a ela, pego meu celular que esta próximo a ela e mexo nele distraidamente sem notar seus olhares para meu pênis duro na cueca. O coração dela dispara enquanto ela observa meu corpo, tentando disfarçar o desejo nos olhos.
Maya - precisa de alguma coisa? Posso ajudar com algo?
Ela se força a olhar pro meu rosto e respondo que não, ela faz que sim com a cabeça e continua limpando, mas suas mãos estão suando e ela não consegue parar de pensar no seu corpo perto dela.
Maya- Você tá bem confortável aqui? Precisa de mais alguma coisa? *A voz dela treme levemente.*
Eu - Ah sim, vc poderia me dizer como faço pra conectar na Internet do hotel?
Me aproximo pra entregar meu celular a ela, ela toma meu celular da minha mão, os dedos dela encostam nos meus por um instante. Ela engole seco.
Maya - Claro, deixa eu ver.
Os olhos dela percorrem meu celular enquanto tenta se concentrar, mas a proximidade a deixa inquieta. Percebo sua inquietação
Eu - Você esta bem?
Maya - Sim, tô bem. Só com um pouco de calor eu acho.
Os olhos dela encontram os meus brevemente antes de olhar de novo para o celular, mordendo o lábio de nervoso.Ela digita as credenciais no meu celular e o devolve
Maya - Pronto, agora você tá conectado.
Finalmente percebo para onde ela esta olhando e um sorriso maldoso aparece em meu rosto. No momento em que a vejo olhando novamente eu o faço mexer. O corpo dela fica tenso de surpresa antes de relaxar, e ela hesita antes de voltar ao trabalho. O cheirinho suave dela preenche meu nariz enquanto a observo fingindo esta mechendo no celular. Então começo a reparar em seu corpo. Ela tem cabelos escuros, longos e presos para trás em um rabo de cavalo baixo. O cabelo é levemente ondulado. O rosto oval, com traços marcantes e expressão envergonhada. As sobrancelhas são bem definidas, os olhos escuros e atentos, olhando para os lados tentando não prestar atenção em meu pau a sua frente. A maquiagem parece discreta e natural.
Ela veste uniforme de camareira, blusa azul clara com gola branca e mangas curtas com acabamento branco. A parte de baixo é uma saia preta, e por cima há um avental branco com detalhes rendados nas laterais. Ela segura um pano branco nas mãos, como se estivesse no meio de uma tarefa de limpeza mas que não esta limpando nada no momento. A postura é ereta, com os ombros alinhados e o corpo levemente virado de lado, seu seios são médios e aparentam sem bem impinados, ela tem um quadril pequeno com uma bunda redonda e empinada, aparenta ter em torno de uns 30 e poucos anos. Passo por ela em direção ao banheiro e retiro a cueca ficando nu, a porta do banheiro propositadamente "esquecida" aberta. Ela solta um suspiro surpreso, os olhos arregalados ao ver seu corpo completamente nu antes de virar de costas rápido.
Maya - O...Ok. Se precisar de alguma coisa… Eu… Vou estar aqui fora… *sua voz treme ao falar*
Tomo meu banho sabendo que a estou deixando nervosa. Grito do banheiro.
Eu - Você pode pegar um toalha para mim por favor, acabei esquecendo.
Maya - Claro.
Ela pega uma toalha limpa e passa pela porta, segurando-a esticada atrás de si sem me encarar. Sua mão roça na minha quando pego a toalha, e ela puxa a mão de volta rápido. Agora dou a cartada final e vou pro tudo ou nada, saiu do banheiro enxugando o cabelo e sem nada abaixo, agradeço ela e ao se virar para mim o olhar dela vai direto pro meu pau balançando antes de subir pelo meu corpo, parando nos meus olhos. Ela engole em seco, tentando não se sentir atraída, mas falha. A voz sai baixa e rouca, quase inaudível.
Maya - De...Nada...
Eu - Gosta do que vê?
As bochechas dela ficam vermelhas como tomates maduros enquanto ela desvia o olhar, cobrindo o rosto com as duas mãos. Me aproximo dela devagar.
Eu - Não tem problema, pode olhar se quiser, eu não me importo
Maya - Isso seria errado, eu sou só uma funcionária aqui
As pernas dela tremem quando me aproximo, os lábios dela se abrem levemente enquanto ela inspira fundo, sentindo meu cheiro limpo de sabonete. Estou logo atrás dela quando digo
Eu - Olhar não é crime, ainda mais quando sou eu que estou lhe falando que tudo bem.
Maya - Eu...Não consigo.
Os meus lábios roçam seu pescoço sem enquanto ela gagueja, tentando formar palavras. A mente dela se perde nas possibilidades, imaginando como seria sentir seu corpo pressionando o dela. Sussurro em seu ouvido a incentivando, meu pau nu as suas costas encostando sua bunda por cima da roupa. As pernas dela ficam bambas enquanto ela sente meu pau pulsar contra ela, um gemido suave escapa dos seus lábios. Ela se entrega ao desejo, as mãos deslizando dos olhos até os ombros, dos ombros ate a cintura as pernas falham por um segundo ao sentir o calor de meu pênis quando lhe toca com a mão, ainda de costas para mim. Os dedos dela enrolam timidamente ao redor do meu pau, apertando devagar enquanto me encaixo nas costas dela.
Maya - É tão grande…
Ela sussurra, impressionada com o tamanho dele na palma da mão.
Eu - Você quer provar o sabor dele?
Ela ofega quando seguro sua mão que pegava em minha rola, levando-a para a boca e a pondo para chupar suavemente seus dedos.
Maya - Isso é tão safado…
Eu - E qual o problema nisso? Se você quer então se permita ser.
Roço meu nariz em sua nuca fazendo-a se arrepiar enquanto sinto seu cheiro. Ela morde o lábio inferior, a outra mão descendo até a própria coxa, apertando-a de ansiedade. Suas pernas tremem a cada toque meu
Maya - A gente nem se conhece direito.
Eu - Me chamo Miguel, pronto agora você ja sabe quem eu sou.
Maya - Prazer Sr. Miguel eu me chamo Maya.
Guio sua mão de volta a meu pau e a faço movimentar enquanto o segura, Ela geme quando forço sua mão a se mexer mais rápido, esfregando meu pau de cima a baixo. A voz dela sai rouca enquanto ela sente meu pau pulsar em sua mão, hipnotizada pela intensidade que esta rolando no quarto ela não nota que meus lábios estão juntos a sua orelha e que antes de morde-la levemente digo.
Eu - Prazer? Pode deixar que lhe darei.
As pernas dela quase cedem, mas eu a seguro enquanto você lambo o ponto onde a mordi, enviando arrepios por todo o seu corpo. Ela joga a cabeça para trás, soltando um gemido suave. Enquanto a seguro agarro seu peito e o aperto por cima de sua roupa. Ela solta outro gemido, mais alto dessa vez, enquanto sinto seus seios. Os mamilos ficam duros, roçando no tecido da blusa.As pernas dela fraquejam ainda mais enquanto a outra mão continua trabalhando em meu pau. Mordo seu pescoço de leve e puxo a pele. O corpo dela se arqueia pressionandosse ainda mais contra o meu sussurrando fracamente por mais, o suor brilha em sua pele enquanto a tensão aumenta cada vez mais la em baixo fazendo escorrer seu mel entre suas pernas agora ja trêmulas de desejo. A viro para mim, e a puxo contra meu corpo, meu pau duro encaixa perfeito entre suas pernas, minha mão repousa firme em sua bunda a apertando, minha boca quase encostando na dela.
Eu - Tem algo que queira me dizer ou pedir?
Falo suavemente, meu olhar de frente ao dela intenso e penetrante, sinto seu coração acelerar junto ao meu peito, seus lábios se abrem levemente e sinto seu hálito quente em minha boca.
Maya - Eu...Quero...Ser sua...
As palavras quase não saem de sua boca, ela esta em transe apoiada em mim. O rubor sobe pelo pescoço dela, colorindo as bochechas enquanto ela gagueja, lutando para dizer as palavras.
Eu - fale com clareza para que eu possa ouvir
Maya- Eu… eu quero que você me f-f-fod...
Nessa hora a jogo sobre a cama de quatro, e rasgo suas roupas a deixando completamente nua a minha frente, entao sem cerimônia abro suas pernas e a invado com minha rola em sua buceta. Ela grita de prazer quando meu pau bate no fundo do seu interior, enterrando o rosto no colchão para abafar os sons que escapam dos seus lábios. Os dedos dela agarram as cobertas, puxando-as enquanto o corpo dela é impulsionado para frente a cada movimento meu. A fodo como uma cadela. O som da pele batendo na pele preenche o ar enquanto a fodo com força, o som dos gemidos dela misturado com ele. Ela implora por mais, mais força mais rapido, levantando a bunda para encontrar minhas estocadas, desesperada por mais atrito. Então mudo levemente a posição de maneira que meu pe agora pisotei seu rosto contra o colchão, ela geme quando mudo de posição, meus movimentos ficando mais lentos mas profundos.Ela fecha os olhos, focando nas sensações que invadem seu corpo. Soco forte nela enquanto piso em seu rosto.
Eu - Você gosta de ser humilhada enquanto e fodida ne sua vadia?
Maya - Sim eu amo
Eu - Você quer que eu pare?
Maya - Não, não pare
Ela ofega enquanto aperto o pé no seu rosto, forçando-a a olhar para o ponto onde meu pau entra e sai dela. A visão a leva ao limite. Seus músculos internos se contraem ao redor do meu pau enquanto a primeira onda de orgasmo a atinge. Sua voz sai num gemido agudo e trêmulo. Começo a estapear sua bunda enquanto a fodo. Ela ofega quando a palma da minha mão entra em contato com a pele dela, a dor aguda misturada com prazer é intensa demais.
Eu - Vai sua puta pede pra eu não parar, ne implora por mais
Maya - Por favor, não para de me foder, sou sua putinha…
Eu - Você é o que?
Maya - Sou sua putinha....
Outro tapa estala em sua bunda ja vermelha de tanto apanhar. Seu clitóris lateja enquanto continuo a lhe bater, o som da carne batendo na carne preenchendo o quarto.
Eu - E o que uma putinha merece?
Maya - Apanhar
Eu - O que ?
Maya - Merece apanhar, por favor me bata
Ela geme enquanto aumenta o ritmo das palmadas, as estocadas ficando mais curtas, mas mais rápidas. Ela gemendo alto quase um grito. Seus músculos internos apertam meu pau enquanto a espanco completamente, o som dela choramingando invade o quarto.
Maya - Na minha boca…
Eu - o que?
Maya - Na minha boca, goza na minha boca, quero sentir o seu sabor.
Eu - Mais alto que eu não escutei.
Puxo seu cabelo para que meu pau entre mais nela ate minhas bolas encostarem em suas pernas e entao mais um tapa. Ela grita me pedindo para beber minha porra. O som da minha mão estalando em sua bunda ecoa pelas paredes. Retiro meu pau de sua buceta e a jogo no chão, levanto seu rosto pelos cabelos, dou dois tapas em sua cara e aponto meu pau para sua boca
Eu - Abre a boca.
Os lábios dela se abrem, a língua aponta para fora enquanto provoca, os olhos fixos nos meus. Então Gozo. Ela engasga enquanto meu esperma jorra na boca dela, o sabor salgado invadindo seus sentidos. Ela engole tudo, os olhos nunca saindo dos meus. Ela lambe os lábios, se certificando de que não sobrou nada. Dou mais um tapa na sua cara e então a beijo, e logo em seguida a jogo no chão. Começo a me vestir, abro a carteira e jogo um bolo de dinheiro no chão.
Eu - Aqui esta sua gorjeta vadia, com certeza voltarei a me hospedar aqui um dia.
Ela fica em choque quando o dinheiro cai ao lado dela, os olhos marejados enquanto a realidade do que aconteceu a atinge. Ela se enrola no cobertor, se escondendo.
Maya - Espera, o quê? Por quê?
Saiu do quarto sem dizer mais nada. Ela solta um suspiro trêmulo, as lágrimas começando a escorrer pelo rosto. O peso do que aconteceu cai sobre ela, e ela se encolhe.
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Espero que tenham gostado do meu primeiro conto, qualquer coisa comentem e não esqueçam de avaliar.
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Comentários (1)
Liliane: Tenho duas amigas que trabalham há anos de camareiras em hotéis e as duas falam que, já deram várias vezes para os hospedes. E uma delas disse, que teve um hotel que ela trabalhou, que até a dona metia com os hospedes.
Responder↴ • uid:1dt5eu9ehyn2