#Assédio #Grupal #Sado

A profissional

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Provocadora

Júlia chegou de ônibus, às 7 e 30, em seu primeiro emprego. Com seu belo corpo moreno claro, cheio de curvas e volumes apetitosos bem ajustados em uma saia em linho preta, sapatos em camurça, uma blusa branca de botões por dentro de um terninho preto, com seus negros cabelos presos e numa maquiagem leve e sutil em seu rosto bonito. Consigo uma pasta na mão e uma bolsa a tiracolo.

Ela está super animada, cheia de planos, empolgada... O bom salário vai ajudar muito em casa, pois ela é recém casada e ainda mora de aluguel junto com seu esposo André, um jovem professor e técnico em informática.

Logo ao chegar no prédio, no centro empresarial de Curitiba-Paraná, Júlia em uma sala foi recebida por uma bela loira trajada em um terninho de grife, que lhe olhou dos pés ao rosto, estendeu sua mão e disse:

- Oi, eu sou Poliana, sua tutora.

Júlia começa suas atividades sob a supervisão e ensinamentos da sempre alegre e super atenciosa Poliana, que por sua vez foi promovida e portanto está ensinando algumas coisas pra Júlia, sua substituta. Neste primeiro dia aliás elas já se deram super bem, conversando, rindo, brincando, pareciam amigas de longa data.

Pois bem... e nessa rotina de apredizado, empolgação, planos e dedicação diária... eis que numa certa manhã, Júlia está sozinha na sala, sentada à mesa diante do computador, em meio a um silêncio cortado apenas pelo barulhinho dos seus dedos teclando enquanto faz anotações. Foco total, compenetrada... Poliana tinha descido pra outro setor e disse que voltava logo... quando eis que o dono da empresa, o seu chefe, adentra a sala. Gaspar.

Gaspar é um homem à frente de seu tempo, super ocupado, atarefado e exigente.

... Júlia toma até um susto enquanto o vê adentrando, é a primeira vez que ela tem um contato com ele. Porém ela abaixa os olhos e continua digitando em seu computador, mostrando foco no trabalho.

O ambiente é tomado por um gostoso perfume amadeirado que de imediato adentra as narinas de Júlia e lhe causa uma ótima sensação... Gaspar tem uns 42 anos, é alto e seu corpo avantajado se ajusta perfeitamente na sua camisa branca de botões mangas compridas e em sua calça em linho cinza com cinto fino, seus mocassins italianos pretos sequer fazem barulho enquanto ele caminha sala adentro... Gaspar é branco, cabelos loiros castanhos, atraentes olhos verdes num viril rosto bonito todo lisinho, olhar penetrante, um ar esnobe e um sorriso cínico.

Ele cumprimenta Júlia, que esboça se levantar meio tímida, ele a manda se sentar novamente, falando que não quer atrapalhar, pois veio apenas falar com Poliana.

Júlia está tensa, um certo gelado em sua barriga... seu chefe se encontra em pé por trás dela, onde ela vê de canto de olho direito a mão dele apoiada no encosto da sua cadeira... ele faz silêncio enquanto ela digita em seu computador, fazendo um certo esforço pra se concentrar nas teclas e palavras, pois por pensamento ela imagina ele ali em pé por trás dela observando o que ela faz... e ele está sem nada falar. Isso a perturba.

De repente Júlia se arrepia... pois Gaspar meio que se debruça ao lado dela ao apontar com o dedo direito pro computador dela uma anotação que ela digitou errado... Júlia se desculpa e conserta o erro de digitação... ela olha de canto de olho o queixo dele bem ao lado da sua orelha direita, sendo que ela sente até o cheio do creme de barba dele.

Júlia olha fixamente pro dedo dele apontando mais uma vez a tela do seu computador enquanto ele fala sobre dados, estatísticas, números... porém ela quase não se concentra no que ele fala, pois o ar da voz dele soprando sua delicada orelha direita e a rouquidão da voz dele fazem com que tais assuntos burocráticos soem como poemas eróticos sendo declamados ao pé do seu ouvido, lhe causando um choque descendo por fora e por dentro do seu corpo moreno claro, até se acomodar por entre as suas pernas cruzadas, obrigando ela a apertar uma coxa por sobre a outra a fim de conter o pulsar do grelo da sua buceta ali por baixo da sua saia e dentro da sua calcinha... ao tempo em que, por pensamento, ela fala: “Meu Deus, que tesão da porra.”

Gaspar se afasta de Júlia e começa a andar por trás dela enquanto fala de metas comerciais e coisas do tipo... e Júlia, ao tempo em que faz seu trabalho no computador, repete SIM várias vezes a tudo o que ele fala.

Gaspar chama a atenção dela, pedindo pra que ela olhe pra ele enquanto ele fala. Júlia se vira em sua cadeira giratória... ele está em pé, com as mãos nos bolsos da sua calça em linho cinza e olhando pra ela com seus verdes olhos penetrantes... Nisso ele começa a fazer perguntas a ela, como se fosse mais uma entrevista de emprego, e ela responde a tudo, se esforçando em mostrar um ar profissional, pois algo nele a deixa insegura, rindo meio sem jeito, passando mãos aos lados de seus cabelos, inquieta, onde de pernas cruzadas ela fica balançando o pé e meio se mexendo pra um lado e outro na cadeira giratória... tanto que ele pede:

- Para essa cadeira. Sossega.

Ela pede desculpa quase sussurrando, ele pede pra ela parar de pedir desculpa... E em pé diante dela ele mantém uma postura não somente de patrão, de líder, de dono da porra toda, como principalmente de macho alfa, pois ele está notando nos trejeitos dela uma certa fragilidade.

E tem algo nos gestos dele que faz Júlia se esforçar em não olhar, pois ele fica aqui e ali colocando e tirando as mãos nos bolsos da sua calça em linho... e ela acompanha tal gesto e ao mesmo tempo acaba olhando pra parte frontal da calça dele e percebe um certo volume na horizontal. Júlia morde o lábio inferior, olha pra um lado, pro outro... pois o volume é avantajado e ela logo imagina:

“Que safado, será que ele tá se mostrando pra mim? Será que ele quer que eu olhe pro pau dele?”

Ele segue perguntando sobre qualidades profissionais dela, suas experiências, onde estudou, e ela respondendo... até que ele começa a perguntar coisas mais pessoais para ela... tipo: se é casada, afinal vê-se a sua aliança, onde mora, o que gosta de fazer quando não está trabalhando... e Júlia vai respondendo, mesmo que meio desconfiada com o rumo que vai essa conversa, ou... entrevista.

Antes de deixar a sala, Gaspar dá uma última encarada em Júlia, desejando a ela boas-vindas e boa sorte... ela acompanha ele indo, ela até olha pra bunda bem feita dele moldando sua calça em linho... ele fecha a porta sem bater.

O cheiro delicioso do amadeirado perfume dele permanece na sala, Júlia sentada em sua cadeira em frente a mesa do computador reage soltando o ar num gesto de alívio, ao mesmo tempo passando mãos em seu rosto, cabelos... rindo meio sem acreditar nas coisas que sentiu na presença do seu chefe, enquanto repetia mentalmente a frase: “Nossa, que homem... que gato, que gostoso... nossa...”

Ela então se levanta por uns minutinhos e vai ao banheiro para fazer um xixizinho, ela fecha a porta, caminha até o vaso, ergue sua saia em linho, desce a sua calcinha e senta...

O detalhe que é que no momento em que ela coloca dois dedos aos lados da sua bucetinha pra dar aquela arregaçadinha natural nos grandes lábios pra urina sair, ela percebe-se bem lubrificada, ela chega a erguer sua mão pra olhar seus dedos que claramente estão melados de um visgo... o típico visgo vaginal que a buceta expele quando está sob o efeito de estimulação sexual.

Júlia dá uma olhadinha até mesmo no forro da sua calcinha ali arriada nas suas coxas morenas, e nota esse mesmo visgo empreguinado. E nisso ela ri e fala algo em tom de brincadeira, como se conversasse com a sua própria buceta:

- Sossega o fogo, viu, sua danadinha? Pois você é casada. E esse aí é seu chefe, rsrsr...

No dia seguinte, Júlia chega pontualmente na empresa para mais um dia de trabalho, ela entra no elevador pra subir pro andar onde fica sua sala, antes da porta fechar entra uma outra funcionária, do mesmo setor, elas se cumprimentam gentilmente e tal, mas permanecem sem conversar... Júlia fica quieta, olhando seu celular, ao mesmo tempo percebe a tal funcionária ali ao lado meio que lhe encarando... Júlia ri pra ela, então essa tal funcionária pergunta a Júlia com um semblante meio irônico:

- E aí, já foi batizada?

Júlia ficou voando, sem saber do que se tratava a pergunta dela enquanto olha pra ela, lhe encarando com um sorriso no rosto... nisso as portas do elevador se abrem e elas saem, e Júlia foi caminhando ao lado dessa funcionária, a pergunta:

- Batizada? Como assim?

A tal funcionária ainda ri, não responde Júlia sobre a tal pergunta que fez, apenas dá tchau e segue pelo corredor para sua sala... Júlia também por sua vez também entra em sua sala, pensando na tal pergunta, sobre “se foi batizada”.

Depois desse fato, Júlia ficou mais atenta e começou a prestar mais atenção nas demais funcionárias do seu setor, e foi percebendo um certo comportamento dissimulado por parte de algumas, onde todo dia que ela chegava pra trabalhar e passava pelo corredor rumo a sua sala, ela via claramente algumas fofocando em tom de risos enquanto olhavam pra ela, como se julgando ela.

Júlia inclusive comentou com Poliana a respeito desse comportamento das demais funcionárias para com ela, sendo que Poliana apenas riu e disse para ela ter calma, pois também passou pela mesma situação quando chegou na empresa à 5 anos atrás. Júlia perguntou se era normal esse tipo de tratamento dado a funcionárias que estavam em início... e Poliana apenas disse para Júlia que com o tempo ela iria não só entender, como também se acostumar.

Mas ok, Júlia era ciente de que estava aqui apenas e tão somente para ganhar o seu pão, trabalhar, ter experiência, galgar oportunidades e crescer profissionalmente, ela sequer pensava em ser querida, amiga de todas.

Pois bem, e eis que chegou o dia em que Poliana assumiu outro cargo na empresa, e assim Júlia se tornou oficialmente a secretária principal de Gaspar.

E no primeiro dia com ele, veio a mente dela tudo o que ela sentiu naquele dia em que ela teve seu primeiro contato que com ele, a sós com ele na sala... e ela lembrou claramente que sentiu sim um certo tesão pelo jeito dele de ser... e aqui, desta vez, já como secretária efetivada, ela
não percebeu nenhuma insinuação por parte dele, mesmo ela tendo ficado meio tensa, com um certo medinho dele e sabendo que ele naturalmente tem um ar sedutor.

No dia seguinte foi a mesma coisa... nada dele se mostrar, tentar algo mais íntimo e tal...

No terceiro dia também...

No quarto...

No quinto...

... enfim, durante toda a semana como secretária oficial do chefe, Júlia se convenceu de que o homem era apenas e tão somente profissional e focado apenas no trabalho, inclusive, ajudando muito ela, dando dicas, conversando, e principalmete sendo muito respeitador, um cavalheiro praticamente.

Na verdade Júlia a cada dia foi ficando mais e mais próxima de Gaspar, justamente pelo ótimo tratamento que ele dava para ela, onde ele a levava para reuniões em outras empresas, e assim almoçavam juntos e tal... e conforme eles iam conversando sobre assuntos da empresa, ele foi começando a pedir a opinião dela, permitindo que ela falasse durante as reuniões e apresentasse ideias.

Aí veio o primeiro evento empresarial, onde ele falou que queria a companhia dela, sendo que antes levou ela numa loja bem chique pra ela escolher um vestido, até mesmo brincos, colar e pulseira para acompanhar no traje... Júlia se sentiu bem cuidada, até envaidecida.

... enfim, Júlia estava amando sua intensa e enriquecedora relação profissional com o patrão. E claro, ela continuava trocando mensagens com sua ex tutora Poliana, que estava em outro cargo, e que sempre aconselhava Júlia a relaxar, confiar nele e aproveitar ao máximo a vivência com ele, ressaltando que com ele ela só tinha a crescer e a ganhar.

Já na sua vida pessoal, em seu casamento com o jovem André, as coisas iam as mil maravilhas, eles já se sentiam aliviados por ter saído do aluguel e ter dado entrada em um apartamento só deles, sem falar naquele carrinho zero que eles estavam paquerando à anos... André alías viu a oportunidade pra pedir a ela um filho, pois ele queria muito ser pai, mas esse passo Júlia não deu... afinal, por enquanto ela queria todo o tempo apenas para trabalhar e crescer.

Estava tudo perfeito durante os primeiros meses na empresa, até que Gaspar convidou ela para acompanha-lo numa viagem de negócios em São Paulo e que duraria alguns dias, e ela estava tão viciada na adrenalina do trabalho ao lado do chefe que sequer pensou em recusar... Júlia estava empolgadérrima com o quanto estava sendo valorizada profissionalmente e aprendendo com o seu chefe.

Contudo, seu marido André desaprovou tal viagem. Pois não passava pela cabeça dele ficar longe da esposa por tanto tempo, sabendo que ela além de bonita e gostosa estaria na companhia de um outro homem, seu patrão, e justo esse patrão que tanto ela falava dele em casa, sempre exaltando as qualidades dele, falando que ele era isso, aquilo, que estava ajudando ela em tudo, fazendo ela crescer e tal...

Júlia se sentiu ultrajada pelo marido André por questionar sua fidelidade como esposa e se mostrar contra essa viagem de trabalho, eles começaram então uma ríspida discussão, onde ela simplesmente disse que não deixaria de realizar seus sonhos por causa dos ciúmes do marido. E André ameaçou, dando a ela as opções, tipo: ou o casamento deles, ou o trabalho dela.

Júlia escolheu o trabalho.

No dia seguinte ela estava em São Paulo desembarcando num jatinho junto com o seu patrão, Gaspar. E ao lado dele, no banco traseiro de um táxi executivo, foi direto pro hotel, onde ela ficou em um quarto e ele em outro.

Júlia estava sim triste pela discussão com o marido André, mas... ela se sentia no seu momento de ascensão profissional, mesmo que ainda fosse tão precoce, e não queria sair desse trilho, pois algo nela falava que ela estava indo no caminho certo e que o seu patrão estava propício a lhe ajudar.

Durante a tarde rolou uma reunião em um prédio, onde ela ficou ali, ao lado de Gaspar, fazendo anotações e colhendo dados, sempre atenta e empenhada. Aqui e ali ele olhava pra ela com um sorriso, como quem passasse segurança pra ela, e ela se enchia de empolgação. No intervalo ele a levou pra um chique restaurante, e mesmo sendo um almoço de negócios, onde ele estava conversando com outros 4 empresários, ele fez questão de deixa-la junto e ao lado. E isso só fazia Júlia se achar importante.

Logo mais à tarde ela teve um tempinho pra relaxar, onde no seu quarto no hotel ela despiu-se, deitou na macia e gostosa cama e tirou um merecido cochilo. Logo mais, às 17 horas, ela recebeu uma ligação do seu chefe... falando que uma mulher iria levar pra ela em seu quarto um traje especial para a noite, onde ele a levaria para um jantar.

E nossa, Júlia ficou deslumbrada quando recebeu a tal mulher, que era de uma conceituada loja de grife, trazendo pra ela um lindo vestido, saltos, colar... tudo escolhido por ele.

Júlia se aprontou e logo desceu pro hall do hotel, onde Gaspar estava a esperando, mostrando todo um encantamento por ela. Dalí ele a levou para um restaurante, no qual provaram de uma deliciosa comida que ela mesma jamais na vida comeu e acompanhado de um delicioso vinho. E durante a degustação a conversa foi rolando sem assuntos ligados a trabalho, onde Gaspar mostrou um certo senso de humor e assim arrancou vários sorrisos de Júlia, com seus olhos brilhando em total encantamento por ele e por tudo o que estava vivendo.

Na volta para o hotel, Gaspar ao lado dela no táxi executivo conversava meio que ao pé do ouvido, onde as mãos dele procuravam as delas, e ela meio que... tirava. Ainda pensando em seu esposo André, embora eles tenham brigado feio e rompido.

No hotel, Gaspar tentou um beijo no elevador... foi a primeira vez que ele tentou algo com ela. Júlia, mesmo suspirando e sentindo um tesão lhe arrebatar o corpo inteiro, deu um sutil empurrão nele ao tempo em que disse:

- Não, melhor não. Por favor!

Gaspar entendeu e respeitou Júlia. No corredor, ele ainda tentou, onde ficou parado diante da porta escancarada do seu quarto, como se convidasse ela para entrar, e nessa troca de olhares, ele disse:

- Deixe seu celular perto. Pois se você precisar de mim, me chame... eu vou esperar a madrugada toda.

... Júlia riu, e diante da porta dela, simplesmente deu boa noite pra ele e entrou. Encerrando o que poderia ter sido uma bela noite de sexo entre secretária e patrão.

No quarto e sozinha, Júlia tomou um demorado banho... e depois, já seca e andando pelada pelo quarto ela pega em sua mala um delicado e sexy baby doll e veste. Contudo, na cama, mesmo cansada por conta do puxado dia de trabalho, e em meio a suave luz da luminária na parede, ela não cai no sono... sua cabeça pensa em várias coisas, tanto profissionais como pessoais. Seu celular na cabeceira da sua cama meio que lhe tenta a fazer o que o seu chefe falou, ligar para ele, pois ele disse que estaria esperando.

Minutos depois, Júlia, da sacada do hotél, sob um céu nublado, contempla a escura São Paulo, em meio a um emaranhado de prédios imensos com aparência depressiva e com algumas de suas janelas abertas e que mostram luzes acesas... Ela evita olhar para baixo por vertigem... sua mente se faz muito pensativa... onde tais pensamentos trazem a imagem do seu marido André sorrindo, colocando uma aliança em seu dedo diante do padre, paretes e amigos, como ela também pensa na sua mãe, na sua família... nela saindo de casa, pegando ônibus e chegando na empresa pela primeira vez para seu primeiro dia de trabalho... e assim ela vai relembrando de algumas coisas e momentos vividos até então.

De repente a voz rouca de Gaspar chama seu nome... ela vira apenas seu rosto e olha pra ele ali atrás... parado, com uma garrafa de vinho e duas taças... porém o que lhe causa susto ou admiração é o fato dele estar apenas de short de dormir... exibindo seu viril e avantajado corpo branco malhado... encarando ela em silêncio, como quem ordenasse a ela vir para ele... ao mesmo tempo deixando claro para ela que se ela o chamou, não tem mais volta... Júlia vai deixando a sacada e entrando novamente no quarto, colocando sua mão direita na mão estendida de Gaspar... ao tempo em que a garrafa de vinho e as duas taças caem ao chão por sobre o carpete enquanto eles se beijam enfurecidamente.

Ele a pega no colo, caminha com ela até a cama e a joga por sobre... ela cai quicando, rindo... ele sobe na cama e simplesmente rasga ao meio a blusa do baby doll dela com brutalidade, fazendo seus moles e gostosos peitos morenos chacoalharem expostos... Júlia sente medo ao encarar a fome nos verdes olhos do seu patrão, de rosto por sobre o seu... e usando da mesma brutalidade que ele rasgou a blusinha dela, ele arranca o short dela pelas pernas dela, Júlia mal se ajeita e recebe em cima de si o avantajado corpo de Gaspar... onde todo o cheiro do amadeirado perfume gostoso dele adentra as narinas dela enquanto é beijada ferozmente, com muita chupada de língua...

Logo ele desce seu rosto nela abocanhando seus fartos peitos, fazendo Júlia gemer agoniada com tamanha pressão que ele usa para lhe mamar... e assim vai descendo à base de chupões e lambidas pela sua barriga trêmula e pela sua virilha... até que ela é domada por ele pelas coxas, onde ele as coloca por sobre cada ombro seu enquanto debruça seu rosto por entre as pernas dela e encaixa a sua boca em sua buceta... Nossa, Júlia é arrebatada por um terremoto interno que sobe lhe tremendo toda, extasiando seus sentidos, lhe entorpecendo e fazendo-lhe revirar os olhos e a cabeça na cama, onde sua respiração embarga entre gemidos agoniados... pois o rachado da sua buceta e seu grelinho são praticamente devorados pela faminta boca do seu patrão... o orgasmo é imediato, bruto, visceral.

... e sem tempo para curtir tais reações em seu corpo todo, ela já recebe o corpo dele por sobre o seu e por entre suas pernas, de forma possessiva, onde ela geme ainda mais agoniada ao sentir as paredes internas da sua pequena buceta se apartarem, se arregaçarem conforme é penetrada por um grosso colosso de carne endurecida.

Júlia praticamente sem ar, geme a cada suspiro enquanto aguenta por sobre o seu corpo o avantajado corpo do seu patrão, lhe fazendo quicar de costas na macia cama enquanto ele lhe desfere virilhadas por entre as pernas... lhe socando forte na buceta... no pouco que ela consegue abrir seus olhos ela abaixa o rosto e olha por entre o corpo dela e o dele, onde por entre suas pernas arreganhadas enquanto ele bate virilha ela flagra o que pode ser o tamanho daquela rola que não para de lhe socar, cuja a cabeça graúda lhe espanca sem parar e bem forte a parede do útero... o homem trepida entre suas pernas num ritmo constante, lhe arrancando gemidos de dor... agonia... e prazer...

Não é nada parecido com o jeito suave como seu marido André lhe comia, Gaspar não é nada gentil, é um animal saciando seu instinto... onde ao se erguer do meio dela, já tratou de a pegar de supetão e a virar bruscamente de quatro pra ele, onde Júlia assustada recebe mais uma penetrada repentina dele na sua buceta... agora por trás... onde ela percebe por meio do comportamento tarado e possessivo dele, o quanto ele é dominador, pois a forma como ele a segura pelas ancas e a puxa ao encontro da virilha dele para meter-lhe a rola na buceta é qualquer coisa de selvagem... Júlia começa a ser fortemente arremessada enquanto segue sendo puxada pelas imensas mãos dele a domando firme pelos seus quadris, fazendo as macias carnes da sua gostosa bunda morena tremerem a cada pandaca violenta da larga virilha dele... enquanto a sua bucetinha é fortemente arregaçada à base de velozes socadas da endurecida e grossa rola.

Em meio a agonia de ser domada e fodida assim, tão agressivo, Júlia chega a colocar uma mão atrás na tentativa de fazer ele ir com mais calma, socar mais devagar... mas que nada, Gaspar faz questão de mostrar pra ela que gosta de foder é assim mesmo, com força... Júlia usa de todo o ar que ainda lhe resta para gritar entre gemidos... mandando ele parar.

Gaspar parou, e tirou o pau dela, contudo usou esse tempo para puxar ela e beija-la pornograficamente... onde em seguida ele apertou a garganta dela com uma mão e enquanto encarava ela, disse:

- Você quer, não é?

E ela, olhando dentro dos verdes olhos dele, sussurrou meio gemendo:

- Queeroo...

E ele: - Pois então me obedeça.

Júlia foi mais uma vez colocada de quatro por ele, que lhe enfiou de uma vez até o talo do seu pau na bucetinha dela por trás e a voltou a comer ela a puxando forte pelas ancas, fazendo ela gritar entre gemidos:

- FIILHO DA PUUUTAAAAA...

Ele ri, aumentando o ritmo da socada, arrebentando a virilha na bunda gostosa dela sem dó enquanto lhe arregaça a buceta com requintes de estupro... os peitões de Júlia chacoalham por baixo dela de quatro, sua bunda dói de tanto ser surrada pela virilha e pelos tapas que ele desfere aqui e ali... até que ele geme alto, parando, estremecendo, prendendo ela com as mãos em suas ancas contra a sua virilha enquanto despeja toda a sua porra dentro dela.

Gaspar, em total estado de cansaço, gemendo e ofegando feito um bicho após devorar sua presa, foi deixando a cama rumo ao banheiro... e Júlia ali deitada na cama de panos amarrotados, gemendo completamente suada e atordoada... sentindo na sua molhada buceta um latejante arregaço.

Pela manhã... Júlia desperta cedo, o lençol escorrega pelo seu moreno corpo nu enquanto ela se senta na beirada lateral da cama, se espreguiçando, passa as mãos em seus negros cabelos ondulados, então se levanta e vai descalça até o banheiro.

Lá ela senta no vaso, e começa a fazer seu xixi... Nisso Gaspar vem entrando no banheiro... Júlia se assusta, pois Gaspar está sob o efeito da sua ereção matinal... na verdade aqui é o primeiro momento de fato em que ela vê com todos os detalhes o pau dele. Gaspar para em pé diante dela sentada no vaso... Júlia coloca a mão no pau dele e começa a alisar... falando:

- Nossa...

Ele, em pé, acariciando os cabelos dela, pergunta:

- Gostou?

Ela simplesmente ri mordendo seu lábio inferior, enquanto coloca sua outra mão e o masturba, sendo que Gaspar pede:

- Bota na boca.

Júlia com uma mão massageia as bolas rosadas e grandes dele, cheias de pelos meio aloirados, enquanto com a outra mão masturba o pau dele e acolhe a sua inchada cabeça rosada com seus delicados lábios e começa então um caprichado boquete, como ela jamais fez em seu marido André. Ela chega a gemer manhoso e a revirar os olhos enquanto sente o quente e espesso esperma jorrar da rola do patrão e se espalhar por dentro da sua boquinha... escorregando pela sua garganta abaixo.

Júlia, sentada no vaso, simplesmente lambe os lábios e ri de forma safada diante a imensa rola rosada do patrão pulsando após o esporro... Ele debruça seu rosto, beija a boquinha dela e fala:

- Sempre quando você quiser mais... é só vir e pegar.

Meia hora depois, Gaspar está numa fechada sala de um prédio, focado no trabalho... Júlia entra trazendo papéis, coloca em sua mesa e logo se senta num sofá ao lado. Onde fica observando ele. Gaspar fala ao celular com alguém... ao tempo em que vai se balançando sutilmente em sua cadeira para um lado e outro... quando eis que Júlia simplesmente se levanta, vai até ele sem pressa, se ajoelha entre as pernas abertas dele ali sentado em sua cadeira e começa a abrir o cinto dele, desabotoa sua calça em linho preta, desce seu zíper e tira o pau dele de dentro da sunga... nisso ela cai de boca e após alguns movimentos de rosto ela faz o flácido pau se transformar naquele mesmo vigoroso colosso endurecido que ela havia chupado pela manhã no banheiro do quarto do hotél.

Gaspar segue falando ao celular, onde sua outra mão acompanha o movimento da cabeça de Júlia enquanto ela vai chupando sua rola... alguns minutos e ele tem que segurar seus gemidos num certo esforço enquanto sente sua porra ser sugada pela boquinha dela, que engole gemendo e revirando seus olhinhos.

Logo mais, ao meio dia... o almoço foi deixado de lado, pois numa cama de motel Júlia cavalga feito uma louca no colo de Gaspar, que por sua vez, deitado, admira o saltitar dos peitões fartos dela enquanto ela sobe e desce quicando na virilha dele como se quisesse esfolar a sua própria buceta no pau dele. Uma mera rapidinha antes de voltar pro trabalho.

O restante da tarde foi de trabalho, afinal, eles não foram a São Paulo apenas pra foder, apesar de que a vontade era constante.

Já de noite, no hotel, no quarto de Gaspar, os gritos, o choro e agonia de Júlia mais pareciam de maus tratos ou tortura... quando na verdade eram da dor visceral que ela sentia ao ser dominada de quatro na cama por ele enquanto tinha a sua bunda comida quase que contra a sua vontade... pois mesmo Júlia já tendo feito algumas vezes anal com o marido, aguentar a rola do seu patrão no seu cuzinho não estava tão fácil.

O homem a puxava e a socava por trás sem dó nem piedade, Júlia mordia a fronha e apenas obedecia, empinando a bunda como ele mandava a cada tapa que ele dava numa nádega e noutra, contudo ela suplicada entre gemidos manhosos de dor pra ele ter calma, pra tirar um pouquinho, pra ir mais devagar, falando que seu cu estava doendo, que não estava aguentando o pau dele que era muito grosso... mas o tarado e possessivo patrão estava decidido a permanecer pegando a rabuda secretária pelas ancas e movendo sua virilha ao encontro da gostosa bunda morena dela, e assim socava o máximo de centímetros da sua rola bem no meio.

Júlia se deixou ser vencida pela tara e domínios do patrão, lhe prendendo de quatro e lhe metendo sem dó a rola no cu... coube a ela colocar uma mão por baixo de si e tocar uma siririca na sua bucetinha a fim de aliviar mais a dor que sentia, enquanto Gaspar galopava praticamente montado em cima da bunda dela, de pau enfiado e socando no meio... sendo que ele só parou depois de gozar bem dentro.

Por mais que o dia deles em São Paulo fosse cheio de compromissos, Júlia já imaginava que ao final do dia ia rolar um sexozinho gostoso com seu dominador patrão... e neste dia aqui, numa quinta-feira, foi a mesma coisa, o trabalho consumiu ambos... e ao final do dia Júlia tomou a liberdade de ir ao quarto de Gaspar completamente pelada e de forma direta dar em cima dele a fim de foder, pois a morena estava viciada na rola do patrão.

... mas não rolou absolutamente nada. Gaspar mostrou seu lado controlador e simplesmente disse não a ela, ao menos por essa noite, penultima noite em São Paulo. E ele fez isso não pra fazer doce e deixar Júlia gamada, pensando nele e tal... nada disso. Gaspar negou sexo por essa noite apenas e tão somente para mostrar pra ela que a vontade dele era muito mais importante que a dela. E que se ela quisesse, teria que esperar, ou se humilhar.

No dia seguinte então, o último deles em São Paulo, sexta-feira. A rotina de trabalho seguiu normal... Júlia por sua vez já estava com suas malas prontas lá no hotel, preparada para voltar pra sua casa em Curitiba, pra sua vida, voltar pros seus pais, pois ela tinha muito o que conversar com eles e amigos sobre ter dado um fim no seu casamento, afinal, a essa altura todos já estavam sabendo, não por ela, claro, mas pelos grupos sociais da família, sem falar que André, seu marido, ou ex, havia já bloqueado ela... De certa forma ela tinha feito uma escolha e estava ciente dos riscos que iria acarretar.

Júlia só não tinha noção de que no meio dessa agitada vida profissional, ela iria manter uma relação tão tórrida, possessiva e carnal com o seu patrão... e tão pouco sabe até onde isso vai parar.

E por falar nele, seu patrão, Gaspar, se tinha uma coisa que Júlia já havia entendido nele, era o fato dele ser surpreendente.

Nisso, quando eles dois estavam indo de carro executivo rumo ao hotel, onde o intuito seria se aprontar, pegar as malas, ir pro aeroporto e voltar pra Curitiba, Gaspar falou pra ela que a viagem de volta ficaria pro Sábado, pois ele tinha um compromisso ainda para essa noite e gostaria de leva-la junto. Júlia perguntou do que se tratava, ele preferiu não explicar, apenas disse pra ela ficar no quarto esperando alguém ir deixar um vestido que ele encomendou especialmente para ela, e que mais tarde a pegaria.

21 horas em ponto, e aqui estava Júlia no quarto do hotel, cabelos negros arrumados num lindo penteado preso, toda sexy num pretinho básico, por sobre saltos pretos em camurça, um lindo colar e bolsinha de grife, tudo pago por ele... Já ele, irresistivelmente charmoso num terno e gravata. Assim juntos eles desceram e entraram no carro executivo, que os levou noite adentro pela cidade de São Paulo até chegar num condomínio de luxo.

Havia um certo clima de curiosidade quanto ao lugar, de quem era, do que se tratava o compromisso... tudo isso deixou Júlia inquieta ao lado dele, que apenas trocava mensagens em seu celular e não comentava nada a respeito com ela. Foi então que assim que eles chegaram nesse condomínio, entrando numa imensa mansão, Júlia notou que nessa garagem já se faziam presentes vários carros de luxo, e nisso um funcionário do lugar, todo de preto, os recebeu na porta do carro e os acompanhou até um elevador, que desceu... sendo que quando as portas do elevador se abriram numa área subterrânea, claramente Júlia viu que era uma boate.

Havia luxo e conforto por toda a parte, o som era instrumental e num volume onde as pessoas presentes podiam se ouvir conversando. E tinha muita gente, sentados diante mesas, bebendo, transitando, em camarotes, outros tantos reunidos num imenso cassino, em mesas de poker, todos trajados em paletó e gravada e as mulheres todas lindas em roupas de grife.

Gaspar caminhando de braços dados com ela, cumprimentando a todos que ele conhecia, apresentando a ela... quando eis que ela abre um sorriso e ao mesmo tempo toma um susto de surpresa ao ver Poliana, a sua ex tutora, que lhe abraça, com dois beijos aos lados do rosto. Júlia não acredita que ela está ali, sendo que Poliana diz que frequenta o lugar.

Júlia adorou encontrar Poliana e ficou o tempo todo ao lado dela enquanto Gaspar seguia cumprimentando e conversando com seus conhecidos, aliás, todos empresários e alguns políticos.

Num determinado momento Gaspar pegou Júlia e Poliana e seguiu pela boate em meio a uma iluminação fraca e foram subindo degraus escuros de uma estreita escadaria, com Poliana agarrada a cintura de Júlia, subindo lentamente, as duas conversando, rindo e tal, e Gaspar logo atrás delas, de celular na mão, trocando mensagens com alguém.

O lugar que eles chegaram era um camarote. E nesse camarote haviam uns três homens engravatados entre 30 a 45 anos, sentados em sofás, bebendo, dois deles estavam acompanhados por mulheres jovens e muito bonitas em vestidos sexys. Poliana parecia conhecer os três homens, pois ela os cumprimentou de forma descontraída entre beijos e abraços bem ousados, onde a mão de um deles escorregou nas costas dela expostas no decote do seu vestido... Em seguida ela apresentou esses três homens a Júlia, que por sua vez se sentiu insegura, desconfiada deles, do jeito que eles olhavam para ela enquanto apertavam sua mão e lhe beijavam aos lados do rosto.

Na verdade Júlia se mantinha desconfiada desde que chegou a este lugar, desde que subiu para esse tal camarote e mais ainda quando olhou pra Gaspar, sentado no sofá entre as duas garotas, e elas riam pra ele como se o conhecessem, pois claramente demonstravam intimidade com ele, tocando nas pernas dele, enquanto uma delas cochicha algo no ouvido dele e ele ri.

Entre goles em bebidas, sorrisos, assuntos aleatórios, trocas de olhares, insinuações, gestos, pernas cruzando e descruzando, cochichos no ouvido... a real intenção de estarem todos neste camarote foi se revelando quando Júlia viu Poliana, sentada ali entre dois dos engravatados, trocar beijos com eles... onde entre eles ela virava seu rosto e beijava um e outro, e eles passando as mãos nela ao mesmo tempo.

Júlia admirada, meio assustada e tensa com a cena acontecendo bem ali diante seus olhos, olhou pra Gaspar ao seu lado, sentados juntinhos num sofá, e viu ele rindo, onde ele então segurou o rostinho dela entre mãos e a beijou a boca. Júlia até esboçou se sair dele, mas ele a beijou ainda mais intenso e ela foi deixando.

Foi questão de minutos rolando para que as roupas de todos os presentes neste camarote fossem sendo tiradas e jogadas ao chão... Júlia deitada de costas nesse sofá, já estava sendo deliciosamente comida entre as pernas por Gaspar, onde entre gemidos e olhos se revirando ali por baixo do avantajado corpo dele lhe bombando, ela virou seu rosto pro lado e viu a amiga Poliana gemendo alto e arfado enquanto cavalgava num ritmo acelerado no colo de um dos caras... e bem ali ao lado dela, os outros dois caras estavam sendo chupados pelas outras duas garotas.

Júlia não acreditava naquilo em que estava envolvida, embora estivesse deixando rolar... que loucura, e nada disso foi comentado antes por Gaspar, que estava insano por sobre ela, ora chupando seus peitos, ora erguendo seu corpo do dela e metendo-lhe a rola entre as pernas numa forte bombada, fazendo Júlia gozar aos gemidos agoniados, e nisso ela puxava ele pra mais junto de seu corpo conforme sentia a deliciosa e viciante movimentação daquela sua pica enorme lhe fodendo a buceta.

Completamente lerda no meio dessa suruba, Júlia sequer teve tempo de recusar quando Gaspar deixou um dos caras também se servir de seu corpo, deitando por sobre ela e metendo-lhe a rola entre as pernas... Júlia meio que assustou-se ao tempo em que Gaspar ao lado dela, em pé e se mastubando, pediu calma a ela... Júlia toda arreganhada pra esse outro homem, se deixou ser comida por ele, que lhe estocava forte e veloz a buceta num movimento constante.

Gaspar debruçou um pouco seu corpo e colocou seu pau na boquinha dela, e nisso ela ficou ali chupando ele e tomando bombadas entre as pernas do outro.

A loira e gostosa Poliana em outro sofá tinha seu belo rabo rosado estremecido pela virilha de um deles, lhe domando de quatro e metendo-lhe a rola por trás de forma intensa, dando um puta sacode nela que seus loiros peitões chacoalhavam por baixo e ela gemia quase aos berros... completamente louca e arrebatada de prazer... uma das garotas ao lado no mesmo sofá galopava no colo do seu macho... e nisso Júlia viu Gaspar lhe deixar e ir rumo a outra garota ali sozinha, na qual ele meteu a sua rola na boquinha dela, fazendo ela se engasgar e tossir muita baba... Gaspar maldosamente deu uns tapas na cara dela, apertou a garganta dela e voltou a lhe enfiar a rola na boca, quase arregaçando sua mandíbula.

... enquanto isso, Júlia foi bruscamente virada de quatro pelo cara que lhe comia, onde ele agarrou firme sua bunda morena com as duas mãos e caiu de cara no meio, lhe fazendo gemer alto de tesão ao chupar intensamente do seu cuzinho a buceta, da buceta ao cuzinho... e assim, de quatro, mesmo revirando os olhos enquanto tomava uma surra de lambidas e chupadas por trás, Júlia ia assistindo a putaria rolando ali diante seus olhos, Poliana toda cachorra de quatro enquanto era comida e ao mesmo tempo gemia repetindo a frase vulgar:

- Come meu cuzinho, coomee, come meu cuziinhooo, come, safado, come meu cu, coomeee...

Já Gaspar comia enfurecidamente uma outra de quatro, a puxando forte e arrebentando sem dó sua virilha na bundinha redonda dela, fazendo-a berrar nesse camarote tamanha a agressividade usada por ele pra meter a rola nela... a outra tava louca quicando montada no colo do seu macho.

De repente Júlia geme agoniada de dor, ao sentir o macho lhe domando de quatro por trás e lhe metendo o pau no cuzinho. Ela até disse que não queria ao olhar pra ele ali atrás, mas ele simplesmente a puxou pelos cabelos negros, fazendo-a arrebitar ainda mais pra ele lhe enfiar até o talo na bundinha dela... que gritou, mas se deixou ser enrabada com requintes de estupro... pois não tinha como recusar, ela estava no meio de uma orgia e tinha que jogar o jogo pra sair viva dali... e assim se deixou ser puta de todos eles, se deixou ser usada e abusada por todos sem dó nem piedade, ou melhor, foi dando pra todos sob as ordens de seu patrão, que pedia sempre pra ela chupar o pau de um, pra montar e cavalgar em outro... pra virar de quatro pra mais outro comer seu cu... e eles adoravam bater nelas, era cada tapa na cara de todas, uma e outra chegou a chorar de tanto apanhar na cara, na bunda, nos peitos... sem falar dos puxões de cabelos e humilhações, como xingamentos de puta, vadia, cachorra, vagabunda... e Júlia sempre obediente ao seu chefe, senvindo seu corpo a todos eles. Os homens eram loucos, pervertidos, uns tarados.

Gozar de verdade ela só gozou mesmo no pau de Gaspar, pois ele sabia já como fazer ela gemer mais manhosa. Elas também comeram umas as outras, pois os machos gostavam de ver... Poliana por exemplo levou Júlia ao delírio ao cair de boca no meio das pernas dela e dar-lhe uma fortíssima chupada na buceta.

Em alguns momentos Júlia quase desmaia, tamanho cansaço e esgotamento físico e mental depois de tanto ser fodida... sempre obedecendo as ordens do seu exigente e controlador patrão.

Em um determinado momento, quando todas já não tinham mais forças pra continuar sendo fodidas, Júlia ali toda arregaçada e arrombada, completamente banhada de suor, saliva e porra, foi agarrada e beijada por Poliana, que rindo pra ela, disse:

- E aí, gostou do seu batismo?

A rotina na empresa continuou seu ritmo, com muito trabalho, obrigações, metas a cumprir, reuniões estressantes... e aquele sexo safado com o patrão a portas fechadas, viagens... mais sexo... mais surubas em mansões e lugares privados...

Um ano e meio depois, chegou na empresa Amanda, uma sonhadora e dedicada estagiária e candidata a secretária. Moça de família, loirinha, brilhantes olhos verdes, linda de corpo e rosto, noiva, vinda do interior do Paraná, trazendo além de planos pessoais uma vontade de trabalhar visível em seu comportamento empolgado. Logo ela foi recebida por Júlia, que apresentou-se:

- Oi, eu sou Júlia, sua tutora.

FIM!! Comentem, por favor.

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Comentários (3)

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  • COM CALMA: O conto é bom porém mentiroso que doi....kkkkkkkkk

    Responder↴ • uid:1cnj1wv2zy0o
  • Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Tarado: O que a tutora gostaria de fazer T mbamm

    Responder↴ • uid:1ed917gypu2k